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terça-feira, 31 de maio de 2016

A agenda "SECRETA" de CHICO XAVIER nas MADRUGADAS : auxílio aos necessitados !


 

O mais bonito não eram apenas as visitas que o Chico fazia com os grupos, mas aquelas anônimas que ele realizava pela madrugada, quando saía sozino para levar seu conforto moral às famílias doentes, às pessoas moribundas, às vezes acompanhado por um para assessorá-lo, ajudá-lo, pois já portava alguns problemas de saúde, mas sem que  ninguém o soubesse.
Ali estava a maior antena paranormal da humanidade dos últimos séculos, apagando este potencial para chorar com uma família que tinha fome.
Ele contou-me que tinha o hábito, em Pedro Leopoldo - Minas Gerais - Brasil, de visitar pessoas que ficavam embaixo de uma velha ponte, numa estrada abandonada e que ruíra.
Ia ele, sua irmã Luiza e mais duas ou três pessoas, muito pobres de sua comunidade.
À medida que eles aumentavam a frequência de visitas, os necessitados foram se avolumando, e mal conseguiam víveres para o grupo, pois que os seus salários eram insuficientes, e todos eram pessoas de escassos recursos.
O esposo de Luíza, que era fiscal da Prefeitura, recolhia, quando nas feira livres havia excedente, legumes e outros alimentos, e que eram doados para distribuir anonimamente, nos sábados, á noite, aos necessitados da ponte.
Houve, porém, um dia em que ele, Luíza e suas auxiliares não tinham absolutamente nada, decidiu-se então, não irem, pois aquela gente estava com fome e nada teriam para oferecer.
Eles também estavam vivendo com extremas dificuldades.
Foi quando lhe apareceu o Espírito do Dr. Bezerra de Menezes, que sugeriu colocasse algumas bilhas com água, que ele iria magnetizá-las para serem distribuídas, havendo ao menos, alguma coisa para dar.
Ele assim o fez, e o Espírito Benfeitor, utilizando-se do seu ectoplasma bem como o das demais pessoas presentes, fluidificou o líquido.
Esse adquiriu um suave perfume e, então, o Chico tomou moringas e, com suas amigas, após a reunião convencional do sábado, dirigiram-se à ponte.
Quando lá chegaram encontraram uma 200 pessoas, entre crianças, adultos, enfermos em geral, pessoas com graves problemas espirituais, necessitados.
"Lá vem o Chico, dona Luíza" - gritaram e ele constrangido e angustiado, por ter levado apenas água (o povo nem sabia o que seria água magnetizada,fluidificada), pretendeu explicar a ocorrência.
Levantou-se e falou:-
- "Meus irmãos, hoje nós não temos nada" - e narrou a dificuldade.
As pessoas ficaram logo ofendidas, tomando atitudes de desrespeito, e ele começou a chorar.
Neste momento, uma das assistidas levantou-se e disse:-
- "Alto lá !
Este homem e estas mulheres vêm sempre aqui nos ajudar e hoje que eles não tem nada para nos dar, cabe-nos dar-lhes alguma coisa.
Vamos dar-lhes a nossa alegria, vamos cantar, vamos agradecer a Deus".
Enquanto ela dizendo isso, apareceu um caminhão carregado, e alguém, lá de dentro, interrougou:-
- "Quem é Chico Xavier ?"
Quando ele atendeu, o motorista perguntou se ele se lembrava de um certo Dr. Fulano de Tal ?
Chico recordava-se de certo senhor de grandes posses materiais que vivia em São Paulo, que um ano antes estivera em Pedro Leopoldo - MG - Brasil, e lhe contara o drama de que era objeto.
Seu filho querido desencarnara, ele e a esposa estavam desesperados - ainda não havia denominado correio de Luz, eram comunicações mais esporádicas.
Chico compadeceu-se muito da angústia do casal.
Durante a reuniõa, o filhinho veio trazido pelo Dr. Bezerra de Menezes e escreveu uma consoladora mensagem.
Então, o cavalheiro disse-lhe:-
-"Um dia, Chico, eu hei de retribuir-lhe de alguma forma.
Mas como é que meu filho deu esta comunicação ?".
Chico explicou-lhe:-
- "É natural esse fenômeno, graças ao venerando espírito Dr. Bezerra de Menezes, que trouxa o jovem desencarnado para este fim", e deu-lhe uma idéia muito rápida do que eram as comunicações mediúnicas.
O casal ficou muito grato ao Dr. Bezerra de Menezes, e repetiu que um dia haveria de retribuir a graça recebida.
Foi quando o motorista lhe narrou:-
- "Estou trazendo este caminhão de alimentos mandado pelo Sr. Fulano de Tal, que me deu o endereço do Centro onde deveria entregar a carga, mas tive um problema na estrada, e atrasei-me, quando cheguei, estava tudo fechado.
 Olhei para os lados e apareceu-me um senhor de idade com barbas brancas, e perguntou o que eu desejava.
- "Estou procurando o Sr. Chico Xavier" - respondi.
- "Pois olhe:-
- Dobre ali, vá até uma ponte caída, e diga que fui eu quem o orientou" - respondeu-me.
- "E qual é o seu nome?" - indaguei, e ele respondeu.
- "Bezerra de Menezes".

Contado por Divaldo Pereira Franco


Conselho de CHICO XAVIER ao ORADOR que NÃO FAZIA o que PREGAVA nas PALESTRAS !


 


Um conhecido ator de teatro, recém convertido à Doutrina, aproximou-se de Chico e expôs a ele sua preocupação.
Estava efetuando palestras na casa espírita que começara a frequentar, mas experimentava grande conflito ...
Não conseguia fazer o que dizia e estava prestes a deixar os comentários evangélicos.
Fixando-o com ternura, Chico lhe perguntou:-
- Emmanuel está me pedindo para lhe perguntar se você plantou o feijão que você comeu ....
- Não,  Chico, não plantei - redarguiu o amigo, certamente na tentativa de apreder a lição.
- Pois, então - concluiu o nosso benfeitor, você continue falando ...
Alguém haverá de alimentar-se de suas palavras.
De outra feita, falávamos a respeito dos conflitos religiosos da atualidade e do fanatismo dos adeptos de certas religiões, dificultando o entendimento em torno do  Evangelho.
Chico, como sempre, convidou-nos à reflexão:-
- Em matéria de religião, alguns espíritas também são muito preconceituosos ...
Se, por exemplo, algum irmão evangélico aparece em uma de nossas reuniões, perdemos a naturalidade e, se, estamos ocupando a tribuna, direcionamos a palavra a ele, quando deveríamos evitar a menor insinuação que pudesse ofendê-lo em sua crença ....
Conversávamos sobre a responsabilidade do espírita perante a Doutrina.
Chico, autografando à ponta da mesa e atendendo as pessoas que o buscavam, parecia alheio aos nossos comentários quando, para nossa surpresa, aparteou:-
- O espírita não é melho do que ninguém, mas ele tem a obrigação de ser melhor do que já é ...

Palavras de Chico Xavier
Carlos A. Baccelli


segunda-feira, 30 de maio de 2016

Caso CLÍNICO REAL de TERAPIA de VIDAS PASSADAS: paciente com EPILEPSIA !


 

A epilepsia pode se originar de:-
- Uma lesão neurológica proveniente de um parto fórceps,
- Uma Hipóxia (falta de oxigenação cerebral),
- Por conta da asfixia do cordão umbilical,
- Ou mesmo de uma febre altíssima.
O uso abusivo de álcool e drogas, além de outras doenças neurológicas, também pode gerar a doença.
Mas, em muitos casos, a causa da doença é desconhecida, pode ocorrer também de o paciente ter convulsões e ao fazer exames, os resultados darem normais.
Do ponto de vistas psicológico, as crises epilépticas, provocam sequelas na criança, deixando-a insegura, por conta da discriminação que sofre, bem  como a excessiva superproteção que os pais dão ao filho pelo temor dele se machucar com as crises convulsivas.
Essa superproteção dos genitores pode torná-lo um adulto inseguro, isolado e recluso.
Na T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva)
- A Terapia do Mentor Espiritual
- Abordagem psicológica e espiritual breve, canalizada por mim pelos Espíritos Superiores do Astral, constatei que existem três fatores que levam um paciente a ter  um determinado problema:-
-a) Interno (Psicológico):-
- O problema é resultado de experiências traumáticas, ocasionadas na vida atual (infância, nascimento, útero materno) ou em vidas passadas,

b) Externo (influenciação espiritual obsessora):-
- Neste caso, o problema é ocasionado pela ação perniciosa de um obsessor - ser desencarnado, desafeto do passado do paciente,
- c) Misto (Interno + externo):-
- É provocado pela experiência traumática do paciente e agravado por um ser espiritual obsessor (popularmente conhecido como encosto).
O termo foi assim denominado pela sabedoria popular pelo fato desse ser espiritual ficar encostado no paciente.
Daí é comum o paciente sentir constantemente a nuca, os ombros e as costas pesadas, travadas ou doloridas.
Desta forma, na minha experiência com pacientes que sofrem de epilepsia, os fatores psicológicos e/ou espirituais devem ser tratados.
Portanto, em alguns casos, a doença é cármica, fruto de erros cometidos pelo paciente no passado.
Em outros, é provocada pela ação nefasta de um obsessor espiritual que, movido pelo ódio, desejo de vingança por ter sido prejudicado pelo paciente no passado - seja desta ou de outras vidas - ocasiona as suas crises convulsivas.

Veja o caso de uma paciente, que desde os 15 anos perdia subitamene a consciência, ou seja, se achava fora do ar e, após isso, ficava depressiva, angustiada, sentindo um aperto no peito, um mal-estar no plexo solar, ficava sem apetite e sentia falta de vontade de viver.

Caso Clínico:- 
- Perda súbita da consciência - Mulher de 40 anos - Solteira.

A paciente veio ao meu consultório querendo entender por que desde os 15 anos perdia subitamente os sentidos ( fração de segundos) e, após isso, ficava transtornada, angustiada, queria morrer.

Após dois, três dias, essas sensações físicas e sentimentos passavam e a paciente voltava ao seu estado normal.

Houve épocas em que a paciente desmaiava constantemente (desmaiava na rua, no metrô e acabava parando no pronto-socorro).

Quando tinha crises convulsivas, caía e salivava (chegava a morder a língua).

Sua mãe teve um parto complicado e a paciente nasceu roxa, com dificuldade de respirar.

Fez todos os exames médicos necessários (ressonância magnética, eletroencefalografia, eletrocardiograma, etc.) e todos os resultados deram negativo.

Ao regredir  me relatou:-
- Vejo um lago e, em volta, flores, muito verde.

Sou branca e os meus cabelos são pretos, encaracolados.

Estou vestida de noiva, mas a roupa é bem rodade, de uma época antiga.

Sou jovem, devo ter uns 20 anos.

Ando pelo gramado, em volta do lago.

No fundo, do outro lado do lago, vejo um castelo com várias janelas.

Estou parada na beira do gramado, olhando o castelo e vejo também luzes espirituais refletindo n'água do lago.

Aquela sensação de mal-estar, angústia, aperto no peito estão vindo ...

São as mesmas sensações que sinto hoje após perder momentaneamente a consciência.

A impressão é que estou sempre vestida de noiva e a água do lago é escura, mas não suja, ou seja, o fundo é escuro, mas a superfície é clara, é limpinha.

Agora me joguei, mergulhei no lago.

Do fundo consigo ver o castelo refletido n'água.

Não sei porque me atirei no lago (pausa).

Vejo uma mulher do outro lado do lago, próximo do castelo.
Ela me olha parada, sem falar nada.

Ela veste uma roupa estampada, cabelos compridos e presos.

Ela me estende a mão,  quer que eu atravesse.

Está escuro, é noite, mas aquelas luzes espirituais estão iluminando o lago (pausa).

Agora saí do lago e sentei na grama, voltei para o mesmo lugar que estava, não consegui atravessar.

Tenho a impressão (paciente intui) de que se atravessar esse lago vou me curar, me libertar de meu problema.

Na sessão seguinte, a paciente me relatou:-
- Vejo novamente aquele lago, e a mulher do outro lado.

O lago nos separa.

- Pergunte quem é ela ...

- Peço a paciente.

Ela me dia que é a minha mentora espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual, também chamada de anjo da guarda, na nomenclatura católica, e guia espiritual na umbanda e candomblé).

- Pergunte se ela tem algo a lher dizer em relação ao  seu problema, essa perda súbita de consciência ...  

- Peço novamente à paciente.

Ela diz que a causa vem dessa vida passada em que quis me suicidar, mas que na hora desisti.

O mal-estar que hoje sinto no estômago (plexo solar) vem dessa vida passada em que quis me matar, me atirar do alto daquele castelo que vi do outro lado do lago.

- Pergunte à sua mentora espiritual porque você pensou em se matar ?

- Peço à paciente.

"Ela diz que fui abandonada pelo meu noivo no dia de meu casamento.

Ele me deixou por outra mulher, fiquei esperando no altar e ele não apareceu.

Desesperada, subi no alto do castelo, fiquei no parapeito da janela olhando para baixo, queria me atirar no lago.

A minha mentora diz que trago essas sensações ruins no meu perispírito (envoltório semi-material do espírito).

A angústia, a falta de vontade de viver, o aperto no peito, a perda súbita dos sentidos que acometem na vida atual, são resquícios que senti na hora em que ia me jogar do alto do castelo.

Ela me esclarece também quenão me suicidei nessa vida passada, porque não sou um espírito suicida.

após desistir de me suicidar, fiquei angustiada e sem vontade de viver, e isso continua até hoje na vida atual.

Eu vivi sozinha, não me interessei mais por nenhum homem".

Na sessão seguinte, a paciente me relatou:-
- "A minha mentora espiritual está me estendendo à mão do outro lado do lago, diz que preciso atravessar para me libertar de meu passado, indo ao encontro dela.

Ressalta que, se eu atravessar o lago, vou me libertar dessa experiência traumática (pausa).

Agora estou dentro do lago com o mesmo vestido de noica, todo molhado.

Estou atravessando ... (paciente fala chorando).

Saio meio curvada por conta do peso do vestido, meu cabelo
está todo molhado, solto ...

Estou  andando muito devagar ...

Agora me encostei ao paredão do castelo, ele é bem alto, íngreme, e a minha mentora espiritual me vê lá de cima.

Ela me jogou uma flor branca, que se "tranforma" numa árvore. 
 
Estou "subindo" os galhos da árvore e chego ao alto do castelo.

De cima, vejo agora o lago, me sinto aliviada porque consegui sair dele".

- Pergunte em pensamento à sua mentora porque você teve que atravessar esse lago ?

- Peço à paciente.

"A minha mentora  espiritual me esclarece que quando ia me suicidar, eu iria cair naquele lago.

Então, o meu espírito ficou preso a ele.

Mas afirma que agora estou livre, me libertei de meu passado".

No final do tratamento, a paciente me dise que não estava mais sentindo aquela angústia, aperto no peito, depressão, vontade de morrer, pois a perda súbita de consciênica havia desaparecido.