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domingo, 23 de abril de 2017

Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos


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Livro: Paz e Renovação Pelo Espírito: André Luiz Psicografia: Francisco Cândido Xavier

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  Que Jesus o abençoe. Muita Paz & Luz!

O estranho cançaço


cansaco
O Estranho  Cansaço 
 
Quando você estiver pensando:-
- nas hostilidades do mundo…
- nas aflições capazes de surgir…
- nos erros das pessoas queridas…
- na desorientação de algum parente…
- nos críticos que lhe observam a estrada…
- na angústia que lhe ensombra o coração…
- no desprezo de que se crê vítima…
- nas ingratidões que supõe haver sofrido…
- na deserção de algum ente amado…
- nos seus próprios desejos desatendidos…

não se admita em doença grave, nem julgue que você esteja querendo socorrer o mundo ou melhorá-lo.

Com semelhantes problemas você apenas demonstra que se cansou de estar unicamente em si mesmo, na concha do “eu”, que se isola.

Quando isso estiver acontecendo consigo, você tão somente sofre de cansaço emocional e, para curar-se, basta uma indicação:-
- Busque esquecer-se, fuja de si mesmo, reflita nos problemas dos companheiros em dificuldades maiores do que as nossas e procuremos trabalhar.

Livro: Respostas da Vida Pelo Espírito: André Luiz Psicografia: Francisco Cândido Xavier

Caro Amigo
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Que Jesus o abençoe.

Muita Paz!

sábado, 22 de abril de 2017

Em torno da profissão


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A sua profissão é privilégio e aprendizado.

Se você puser amor naquilo que faz, para fazer os outros felizes, a sua profissão, em qualquer parte, será sempre um rio de bênçãos.

O seu cliente, em qualquer situação, é semelhante à árvore que produz, em seu favor, respondendo sempre na pauta do tratamento que recebe.

Toda tarefa corretamente exercida é degrau de promoção.

Em tudo aquilo que você faça, na atividade que o Senhor lhe haja concedido, você está colocando o seu retrato espiritual.

Se você busca melhorar-se, melhorando o seu trabalho, guarde a certeza de que o trabalho lhe dará vida melhor.

O essencial em seu êxito não é tanto aquilo que você distribui e sim a maneira pela qual você se decide a servir.

Ninguém procura ninguém para adquirir condenação ou azedume.

Sempre que alguém se queixe de alguém, está criando empeços na própria estrada para o sucesso.

Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho para a verdadeira felicidade.

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Livro: Sinal Verde Psicografia: Francisco Cândido Xavier Pelo Espírito: André Luiz
Amigo Leitor
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A Desgraça Real




Toda a gente fala da desgraça, toda a gente já a sentiu e julga conhecer-lhe o caráter múltiplo. 

Venho eu dizer-vos que quase toda a gente se engana e que a desgraça real não é, absolutamente, o que os homens, isto é, os desgraçados, o supõem. 

Eles a veem na miséria, no fogão sem lume, no credor que ameaça, no berço de que o anjo sorridente desapareceu, nas lágrimas, no féretro que se acompanha de cabeça descoberta e com o coração despedaçado, na angústia da traição, na desnudação do orgulho que desejara envolver-se em púrpura e mal oculta a sua nudez sob os andrajos da vaidade. 

A tudo isso e a muitas coisas mais se dá o nome de desgraça, na linguagem humana. 

Sim, é desgraça para os que só veem o presente; a verdadeira desgraça, porém, está nas consequências de um fato, mais do que no próprio fato. 

Dizei-me se um acontecimento, considerado ditoso na ocasião, mas que acarreta consequências funestas, não é, realmente, mais desgraçado do que outro que a princípio causa viva contrariedade e acaba produzindo o bem. 

Dizei-me se a tempestade que vos arranca as árvores, mas que saneia o ar, dissipando os miasmas insalubres que causariam a morte, não é antes uma felicidade do que uma infelicidade.

Para julgarmos de qualquer coisa, precisamos ver-lhe as consequências. 

Assim, para bem apreciarmos o que, em realidade, é ditoso ou inditoso para o homem, precisamos transportar-nos para além desta vida, porque é lá que as consequências se fazem sentir. 

Ora, tudo o que se chama infelicidade, segundo as acanhadas vistas humanas, cessa com a vida corporal e encontra a sua compensação na vida futura.

Vou revelar-vos a infelicidade sob uma nova forma, sob a forma bela e florida que acolheis e desejais com todas as veras de vossas almas iludidas. 

A infelicidade é a alegria, é o prazer, é o tumulto, é a vã agitação, é a satisfação louca da vaidade, que fazem calar a consciência, que comprimem a ação do pensamento, que atordoam o homem com relação ao seu futuro. 

A infelicidade é o ópio do esquecimento que ardentemente procurais conseguir.
 
 Que, pois, o Espiritismo vos esclareça e recoloque, para vós, sob verdadeiros prismas, a verdade e o erro, tão singularmente deformados pela vossa cegueira! 

Agireis então como bravos soldados que, longe de fugirem ao perigo, preferem as lutas dos combates arriscados à paz que lhes não pode dar glória, nem promoção! 

Que importa ao soldado perder na refrega armas, bagagens e uniforme, desde que saia vencedor e com glória? 

Que importa ao que tem fé no futuro deixar no campo de batalha da vida a riqueza e o manto de carne, contanto que sua alma entre gloriosa no Reino celeste?

Delfina de Girardin. 
(Paris, 1861.) 
Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo: V – Bem-aventurados os aflitos
Autor: Allan Kardec
 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A vida numa xícara de chá


A vida numa xícara de chá
Em seu livro “Só o amor é real” (editora Salamandra), o escritor Brian L. Weiss cita uma lição de vida, ensinada pelo monge budista e filosofo vietnamita Thich Nhat Hanh. 

Nela, o sábio faz uma analogia entre a maneira correta de se saborear uma xícara de chá e a maneira certa de se viver.

Ensina o monge que temos de estar completamente conscientes do tempo presente, para usufruir do verdadeiro prazer com o chá. 

Somente assim seremos capazes de sentir o agradável calor da xícara em nossas mãos. 

Somente estando no momento presente poderemos sentir o aroma e o sabor da bebida e apreciá-la em todo o seu requinte.

Se estivermos presos a problemas do passado, ou preocupados com as possibilidades do futuro, a experiência de saborear a xícara de chá nos fugirá por completo. 

Quando nos dermos conta, o chá já terá acabado e não teremos desfrutado de seus prazeres.

A vida é exatamente assim. 

Se não estivermos inteiramente no momento presente, quando olharmos à nossa volta, de repente, perceberemos que a vida terá passado, que aquela porção de nossa vida terá acabado. 

E não a teremos desfrutado

Teremos deixado de sentir o contato, a experiência, o prazer, o aroma, o requinte e a beleza daquele pedaço de nossa vida. 

E, se insistirmos nessa postura, finalmente veremos que toda nossa vida haverá passado, sem a termos vivido.

A lição que podemos tirar dessas palavras é exatamente aquela que já estamos cansados de saber, mas insistimos em esquecer:-
“O passado terminou e devemos deixá-lo para trás. 

O futuro ainda não chegou e não devemos nos preocupar com ele.”.  

Somente o presente pode ser vivido e saboreado.  

Somente no presente podemos fazer alguma diferença em nossas vidas – e ter prazer de viver, vivendo plenamente nossas emoções.

Quando paramos de ruminar a respeito do que já aconteceu, e que não tem mais reparo, e deixamos de nos preocupar com o que talvez nunca venha a acontecer, então passamos a viver o presente e começamos a sentir a alegria de existir a cada momento, um pouco de cada vez, fluindo através da vida, sorvendo cada porção de nossa existência.

É dessa maneira que aprendemos a valorizar cada momento de nossa vida.

Assim, quando você estiver feliz, vivendo no presente e curtindo o momento presente, como a bênção que ele realmente é, e alguém lhe perguntar “O que está havendo com você? 

Por que você está tão feliz?”, lembre-se da lição do monge e diga simplesmente:-
- “Estou tomando uma xícara de chá!”.

E isso lhe trará à mente mais uma vez a importância de estar vivendo intensamente aquele instante, sendo feliz naquele momento. 

E isso aumentará a sua felicidade.

Mas, quando estiver ansioso, angustiado, preocupado, ruminando o passado ou preocupado com o futuro, diga a si mesmo:-
- “Relaxe! Tome uma xícara de chá!”. 

 E, como num passe de mágica, você voltará sua mente imediatamente para o seu presente, onde todas as tensões se reduzem, onde tudo é palpável, onde o seu prazer e suas emoções podem ser vividas.

Passe a viver no presente, procurando curtir o que vive, desligando-se do passado e do futuro. 

E a vida se tornará mais simples… Infinitamente mais simples e prazerosa.

Quando você se sentir perdido em meio às angústias do futuro e as tristezas do passado, lembre-se:-
- Relaxe, respire fundo, sente-se confortavelmente e imagine-se tomando uma xícara de chá, e curtindo cada uma das suas sensações. 

E seja bem-vindo, de volta à sua vida!

Pense sobre isso!  

A fé que você diz que tem é real?












A fé que você diz que tem é real?
Você se considera alguém de fé?

Pense bem… 

Normalmente é muito fácil dizer que se tem fé quando as coisas vão bem.

Mas, e quando as coisas começam a dar errado? 

Você é aquele tipo de pessoa que se mantém calma e serena, procurando centrar-se naquilo que é necessário fazer, esperando com boa vontade que os maus momentos passem e deem lugar a dias melhores?

Normalmente, quando as coisas não vão bem, a tendência da grande maioria das pessoas é de lamentar a sua sorte e abandonar toda a fé que dizia ter:-
- “Como isso pôde acontecer comigo? 

Logo eu, que sou um homem de fé… 

O que foi que eu fiz de errado?”.

Eu arriscaria dizer que talvez o único erro esteja nessa forma de pensar.  

Quem foi que disse que dificuldades são impedimentos e que tempos difíceis são algum tipo de castigo?

Talvez o que nos falte seja apenas a consciência de que todos os momentos de nossas vidas – mesmo os aparentemente mais difíceis – são presentes divinos, com a intenção de dar-nos oportunidades de crescer.

E, com essa consciência, nos será mais fácil esperar com tranquilidade pelo que virá depois do dia de hoje e ter a certeza da existência e da verdade de tudo aquilo que nossa mente ainda não compreende.

Diz a Bíblia:-
- “A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”. 

Então, que assim seja, e que tenhamos sempre conosco a certeza de que nossos ombros serão sempre fortalecidos conforme a carga que nos é dada.

Pense sobre isso!  

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Tribulações



Também nos gloriamos nas tribulações.
Paulo (Romanos, 5:3)
Comentando Paulo de Tarso os favores recebidos do Plano Superior, com muita propriedade não se esquecia de acrescentar o seu júbilo nas tribulações.

O Cristianismo está repleto de ensinamentos sublimes para todos os tempos.

Muitos aprendizes não lembram o apóstolo da gentilidade senão em seu encontro divino com o Messias, às portas de Damasco, fixando-­lhe a transformação sob o hálito renovador de Jesus, e muitos companheiros se lhe dirigem ao coração, mentalizando­-lhe a coroa de espírito redimido e de trabalhador glorificado na casa do Pai Celestial.

A palavra do grande operário do Cristo, entretanto, não deixa margem a qualquer dúvida, quanto ao preço que lhe custou a redenção.

Muita vez, reporta-­se às dilacerações do caminho, salientando as estações educativas e restauradoras, entre o primeiro clarão da fé e o supremo testemunho. 

Depois da bênção consoladora que lhe reforma a vida, ei-­lo entre açoites, desesperanças e pedradas. 

Entre a graça de Jesus que lhe fora ao encontro e o esforço que lhe competia efetuar, por reencontrá- lo, são indispensáveis anos pesados de serviço áspero e contínua renunciação.

Reparemos em nós mesmos, à frente da luz evangélica.

Nem todos renascem na Terra com tarefas definidas na autoridade, na eminência social ou no governo do mundo, mas podemos asseverar que todos os discípulos, em qualquer situação ou circunstância, podem dispor de força, posição e controle de si próprios.

Recordemos que a tribulação produz fortaleza e paciência e, em verdade, ninguém encontra o tesouro da experiência, no pântano da ociosidade. 

É necessário acordar com o dia, seguindo­-lhe o curso brilhante de serviço, nas oportunidades de trabalho que ele nos descortina.  

A existência terrestre é passagem para a luz eterna. 

E prosseguir com o Cristo é acompanhar-lhe as pegadas, evitando o desvio insidioso.

No exame, pois, das considerações paulinas, não olvidemos que se Jesus veio até nós, cabe-­nos marchar desassombradamente ao encontro d’Ele, compreendendo que, para isso, o grande serviço de preparação há de ser começado na maravilhosa e desconhecida “terra de nós mesmos”.
***
Livro: Vinha de Luz Pelo espírito: Emmanuel Psicografia: Francisco Cândido Xavier

Amigo Leitor
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Coerência e Firmeza




Comporta-te com a mesma firmeza e dignidade, quando a sós ou na multidão, no lar ou fora dele.

O homem de bem é sempre o mesmo, não possuindo duas faces morais.

Trabalhando-te interiormente, fixarás os ideais de enobrecimento nos atos, que se exteriorizarão, sempre iguais, nas mais variadas situações.

O homem consciente das suas responsabilidades tem uma só conduta, seja na vida privada ou na pública, caracterizando-se pela retidão, que lhe expressa a grandeza do ideal esposado.

Se adquires o hábito da dissimulação, em breve derraparás na hipocrisia e na pusilanimidade.

Exercitando-te na concentração dos pensamentos superiores, eles fluirão pelos teus atos no lar, no serviço e nas horas de recreio.

O lar é a sociedade miniaturizada nas fronteiras domésticas.

Aí se forjam os valores indispensáveis para o crescimento intelecto moral do indivíduo, preparando-o para o mundo.  

Sê refratário à lisonja.

Prefere uma verdade ácida a uma mentira adocicada.

O lisonjeador é desonesto com aquele a quem elogia.

Interrompe-lhe a insinuação perturbadora, que te atribui valores que não possuis.

Sê, então, coerente, em todos os atos, não amparando o vício, nem passando recibo em favor da fraude, das posturas reprocháveis.

Talvez não mudes o mundo.

Se, no entanto, te tornares melhor, o mundo se terá renovado com disposições superiores para o fanal da fraternidade e da paz.
*
Livro: Episódios Diários Pelo Espírito: Joanna de ângelis Psicografia: Divaldo Pereira Franco

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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Pense Antes




Se Deus envia os Espíritos a instruir os homens, é para que estes se esclareçam sobre seus deveres, é para lhes mostrarem o caminho por onde poderão abreviar suas provas e, conseguintemente, apressar o seu progresso.

O LIVRO DOS MÉDIUNS 2ª parte. Capítulo 31º — Ítem 4 (Um Espírito familiar).
Quando se libertará o homem da aflição? 

Quando começará a aurora da sua redenção triunfante? 

Como fazer? 

São perguntas que, diariamente, correm a muitos companheiros do caminho humano.

Em todo lugar, assistimos às convulsões do sofrimento castigando os corações.


Lágrimas de saudade e dor sob pesados fardos.

Prantos nascidos na inquietação da soledade dilacerando esperanças.

Fome e abandono embaraçando os passos.

Enfermidade e limitação produzindo duradouros sinais de desespero…

No entanto, desde há muito, com o Evangelho de Jesus, surgiu a madrugada feliz para o espírito humano.

Essas horas de amargura pertencem às criaturas embrulhadas nos mantos sombrios da “morte”.

Para os que já podem enxergar os clarões do Céu nas brumas da Terra, a amargura é apenas acidente do caminho.

Com o suave Rabi nasceu a oportunidade feliz para a realização da paz interior e, conseqüentemente, para a libertação das almas.

É necessário desfazer os laços que atam o homem aos pesados fardos, libertando o espírito para a realização dos elevados princípios no mundo interior.

Que ninguém se demore nas mentirosas colônias de repouso a que aspira!

Muitas lutas se desdobrarão ainda antes que se possa descansar.

Milênios de treva demoram-se na esteira do “já feito”.
É indispensável caminhar, avançando sempre.

Nesse mister são importantes a tarefa sacrificial e a contribuição aparentemente desvaliosa.

Todavia, é imperioso uma resolução robusta para poupar uma desistência danosa.

O agricultor inteligente, antes da sementeira, estuda as possibilidades do solo.

O artífice hábil precede o trabalho de um exame dos recursos de que dispõe para a execução da obra.

O professor capaz antecede as aulas com testes de capacidade para melhor seleção e aproveitamento dos alunos.

O arquiteto prudente visita o terreno e estuda-o, em gráficos, para apresentar depois os projetos da construção.

Ninguém se candidate às tarefas maiores sem a experiência dos serviços menores.

Nada se pode realizar em profundidade sem os cuidados que se impõem como essenciais.

Nos processos evolutivos da alma encarnada a intenção precede a ação e o amadurecimento das idéias dispõe o ser para a difícil operação do renascimento íntimo.

Importa, portanto, trabalhar sem esmorecimento, recordando que, de há muito o Senhor nos aguarda, precedendo-nos os impulsos de renovação com o próprio sacrifício.

Busca iluminar-te com a mensagem do seu exemplo, fixando-lhe os ensinamentos nos recessos do ser, partilhando as lutas e gastando o corpo na faina de produzir e realizar para te tornares digno de, com o Mestre, renascer de coração livre.  


Livro: Espírito e Vida Pelo Espírito: Joanna de ângelis Psicografia: Divaldo Pereira Franco

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Ante da Dor




Quando a alma mergulhou na carne referta de vibrações, desejou transmitir toda a musicalidade que conduzia virgem, e para que o tumulto do ambiente não lhe perturbasse a evocação, perdeu, paulatinamente, os registros auditivos para somente escutar nas telas da mente os acordes sublimes da natureza e de Deus — e Beethoven ficou surdo!

Para expressar a melancolia suave e a pungente saudade de algo que não se pode identificar , Chopin experimentou a amargura do coração perdido entre desejos e decepções.

Destinado a ferir as cordas da emoção e tangê-­las com habilidade, o espírito retornou ao palco de antigas lutas para defrontar-­se com inimigos acirrados e vencê­-los através da auto­-doação, enchendo a Terra de musicalidade superior. 

Inquieto, todavia, fraquejando sem cessar, Schumann deixou­-se arrastar pela caudal da obsessão, conquanto fizesse incomparável legado, através do Lied e das nobres melodias para piano.

* * *
Oh! 

Dor bendita, libertadora de escravos, discreta amiga dos orgulhosos, irmã dos santos, mensageira da verdade, tanto necessitamos do teu concurso, que se nos afiguras um anjo caído, a serviço da misericórdia para sustentar-­nos na luta redentora! 

Ensina-­nos a descobrir a rota da humildade para avançarmos com acerto.
* * *
A dor é a mensageira da esperança que após a crucificação do Justo vem ensinando como se pode avançar com segurança. 

Recebamo-­la, pacientes, sejam quais forem as circunstâncias em que a defrontemos, nesta hora de significativas transformações para o nosso espírito em labor de sublimação.

O sofrimento de qualquer natureza, quando aceito com resignação — e toda aflição atual possui as suas nascentes nos atos pretéritos do espírito rebelde — propicia renovação interior com amplas possibilidades de progresso, fator preponderante de felicidade.   


A dor faculta o desgaste das imperfeições, propiciando o descobrimento dos valiosos recursos, inexoráveis, aliás do ser.

Após a lapidação fulgura a gema.

Burilada a aresta ajusta-­se a engrenagem.

Trabalhado, o metal converte-­se em utilidade.

Sublimado pelo sofrimento reparador o espírito liberta-­se.
***
De tal modo brilhe a vossa luz diante dos homens, para que eles vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos Céus.
(Mateus, 5:16)
***
Daí se segue que nas pequenas coisas, como nas grandes, o homem é sempre punido por aquilo em que pecou. Os sofrimentos que decorrem do pecado são­-lhe uma advertência de que procedeu mal.
(O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Capí tulo 5º — It em 5)

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Livro: Florações Evangélicas Pelo Espírito: Joanna de ângelis Psicografia: Divaldo Pereira Franco

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