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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Escrevo porque ..............


Escrevo porque ....

"Escrevo porque sinto que através das minhas palavras consigo:-
- Transformar lágrimas em sorrisos.

- Levar ânimo para os entristecidos.

- Coragem para os enfraquecidos.

- Fé para os descrentes.

- Minhas palavras não vão mudar o mundo, mas podem salvar pessoas.

Através das mensagens vou costurando os corações rasgados e colando o s quebrados.

Parece pouco, mas esse pouco pode transformar a vida de alguém !"

Scheila F. Scisloski

Compartilhada publicamente  -  12:07

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Se o destino fecha uma porta ....


Se o destino fecha uma porta .... 


"Se o destino fecha uma porta, ao invés de abrir uma janela, trancamos a porta com chave.


Ficamos fechados, isolados, paranóicos.

É como se o mundo inteiro estivesse contra nós.

A partir de agora, façamos diferente.

Quando o destino fechar um porta, se não conseguirmos abrir uma janela, façamos frestas na parede, nem que seja a marteladas.

E assim abriremos novas amizades, novos amores, novas possibilidades.


Precisamos entender que o destino não está contra nós, ele só está mostrando que existem caminhos melhores para seguir."


Scheila F. Scisloski

Compartilhada publicamente  -  11:49 

domingo, 30 de agosto de 2015

Ócio Inconveniente


Ócio Inconveniente

(Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça. Gálatas 5:5)

Quem espera no ócio, nada da mente movimenta, nada do corpo exsuda, nada de si faz.

Muitos nos perdemos na expectativa de esperar algo, mas esquecemos de que do algo esperado, boa parte demanda nosso esforço próprio.

O trabalhador fiel de Jesus não espera, procura a construção, ou esforça-se para contribuir.

O trabalhador de Jesus jamais deve esperar o a ser feito, devendo antecipando na construção.

Grandes problemas da humanidade ocorrem, pois ao invés de fazer, ficamos a esperar, de fora, soluções que nos cabem.

Cabeça vazia sempre espera alguém que a encha. 

Como estamos numa luta árdua com nossas tralhas, os que esperam recebem visitas indesejadas.

Alguns esperam Jesus, só orando; outros, apenas na lida do mecanicismo material; poucos se colocam à disposição de Jesus.

Se um nascituro não fosse importante, não seria necessária a gravidez, que a propósito, não sendo doença, não predispõe ninguém ao ócio.

Uma das Leis de Deis é que podemos descansar ao sábado; Grande monta de nós, fazemos de todos os dias, sábados, esperando o tempo passar.

Quando um cristão espera milagres, esquece de fazer o que dá conta.

Em que pese nosso desejo, não temos méritos para esperar, descansando, mas para o movimento constante, construindo.

A seca eventual é um fenômeno físico ordinário. 

Não contribuamos para a seca, esbanjando recursos, esperando que Deus mande chuva.

Jesus não esperou que alguém fizesse o que lhe cabia.

Façamos o mesmo.

A maioria de nós esperou que algumas coisas sejam incorporadas à nossa mente na pressa, esquecendo-nos de fazer tal aquisição, lenta e disciplinadamente.

Jesus não espera nada mais do que ele sabe que damos conta; não inventemos moda.

Não esperemos que uma semente de melancia gerasse uma mangueira. 

Assim será com o bem e o mal que fizermos.

Jesus, á época, tinha duas opções:-
- Ou esperava nossa perfeição ou nos amava, pelo testemunho. 

Agradeçamos a escolha dele e, façamos a nossa.

Alguns esperam indefinidamente pelo momento certo para muitas decisões e acabam não fazendo nada, inclusive em prol do próprio progresso.

A sementeira do amor não espera de nós lágrimas de dedicação; apenas algum esforço em direção ao bem.

Esperar o momento certo para fazer algo é importante. 

Obliterar progressos alheios é dispensável. 

Fazer, ainda que com erros é essencial.

Não esperemos o amanhã para realizar o bem e não desperdicemos o hoje fazendo o mal, pois não sabemos o que nos espera.

Ao desencarnar não é muito bom esperar muito de nós mesmos. 

É bom esperar que nosso julgamento sobre nós mesmos seja sempre injusto.

Eventualmente é tempo de esperar, mas sempre é tempo para fazer, em que pese todas as dificuldades que se-nos aportarem o ser.


Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum. 


 Nas Conversações
Capítulo 9
 Agenda Cristã
André Luiz
 Chico Xavier
Mensagens Espíritas

Desafios e Vitória


Desafios e Vitória

Respira-se, no planeta terrestre, uma atmosfera saturada de fluidos deletérios.


Uma imensa vaga de alucinação varre o orbe, de um a outro quadrante, sob os impulsos da insatisfação, que gera violência; da frustração, que fomenta desencanto; e dos desejos insaciados, que conduzem à beligerância, ao crime, ao desespero desenfreado. 

As aspirações espirituais parecem soterradas sob o escombros das doutrinas falidas pela invigilância dos que as predicavam. 

O homem e a mulher, em si mesmos aturdidos, de súbito perdem o significado e o sentido da existência moral, considerando ultrapassados os valores éticos ante o contubérnio da insensatez, na volúpia dos prazeres inconcebíveis. 

O desespero galopa, e mesmo os temperamentos dóceis deixam-se contagiar, desvairando, na busca ininterrupta de novidades que não lhes preenchem os sentimentos. 

As estatísticas negativas avolumam-se. 

Os altos índices de criminalidade aparvalham, e a derrocada moral prossegue inexorável. 

Em uma análise perfunctória, tem-se a impressão lamentável de que é loucura a boa conduta e são irrelevantes os propósitos superiores da dignidade, da boa postura e da ação correta. 


Ante a avalanche que aumenta, cresce a modesta barreira que se levanta para obstaculizar a imensa derrocada final... 

Poder-se-ia crer que as criaturas estão entregues a si mesmas, e nenhuma providência superior tenha planificado uma alteração profunda neste suceder de despautério e desequilíbrio. 

Como consequências mais imediatas, as enfermidades grassam, inexoráveis, dizimando multidões inermes, insaciadas e tristes. 

Os acidentes ceifam milhões de vidas cada ano, que parecem nada valer no cômputo geral, mas, em meio ao pandemônio, surgem os esforços do Amor e da Virtude, conclamando os que têm ouvidos e olhos para registrar a Divina Presença, ao prosseguimento dos seus ideais e à preservação da sua Paz. 

Chegados, sim, os tempos da grande e inevitável seleção natural. 

Não mais a pequeno passo, porém de maneira abrupta, instalando na Terra – que dentro de pouco tempo se encontrará exaurida pelo cansaço das utopias – o período do bem, da verdade e do amor. 

Saturados, logo mais, pelos excessos extenuantes, os seres humanos se voltarão para Deus com saudades da pureza, do equilíbrio, do respeito e dos valores da solidariedade e da fraternidade que devem viger como molas mestras do progresso. 


Poupa-te à grande derrocada. 

Mantém-te na liça abençoada dos compromissos, mesmo que pareças, de um momento para outro, uma personalidade exótica no meio dos alucinados, porque portador de uma conduta saudável nos exotismos do desequilíbrio. 

Conserva, a qualquer preço, as fronteiras do teu domicílio e as paisagens dos teus sentimentos, não permitindo que aí se instalem os vírus da decomposição, que arrastam ao aniquilamento e consomem os ideais de beleza. 

Foste chamado, nesta hora grave, para a preservação da verdade cristã porque, de alguma forma, ontem contribuíste para este desenfrear de paixões atuais. 

Cooperaste com a avassaladora onda de desequilíbrio e agora sofres as suas imediatas consequências. 

Cultiva o Bem de qualquer forma, e sê cordeiro nos rebanhos de lobos, tendo a consciência de que o Pastor saberá preservar-te das ciladas do mal. 

... E com a consciência tranquila, estribada no dever cumprido, experimentarás a felicidade, que muitos buscam pelos corredores alucinados, e viverás a plenitude que anelas. 


Livro:- "Momentos de Harmonia"
 Joanna de Ângelis (Espírito)
 Divaldo P. Franco (Médium)

 Site:- "Fórum Espírita"

sábado, 29 de agosto de 2015

Por nossa vez


Por nossa vez

Humanidades numerosas povoam os mundos siderais.
Povoamos a Escola Terrestre.
*
 Espíritos marcham em gradação infinita, nos campos da evolução.
Apresentamos os resultados de nosso esforço na vida diária.
*
Muitos corações são mais felizes que o nosso.
Almas inumeráveis esperam por nosso auxílio
*
 Ninguém vive desligado da Supervisão Divina.
Somos examinados constantemente.
*
Há criaturas no passo inicial do progresso.
Encontramos a Perfeição Infinita, agindo e servindo à frente de todos.
*
Hoje, o nosso vizinho pode ser visitado pela experiência difícil.
Amanhã, provavelmente, será nossa vez.
*
A Lei julga, imparcialmente, aqueles que costumamos julgar.
Todavia, a mesma Lei avalia-nos os mínimos atos com integridade indefectível.
André Luiz (Waldo Vieira)
 “Estude e Viva”
 Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira
Espíritos de Emmanuel e André Luiz

Pontas de Temperança


Pontas de Temperança 
O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína.
Pv. 13, v. 3.
O muito falar desorienta o ouvinte, desnutre o falador e favorece a mentira. 
Eis porque a temperança consolida a harmonia da alma.
Quem fala em demasia é dado à maledicência. 
E quem apregoa os defeitos alheios, turva sua própria razão.
Temperar o que pensa, temperar o que fala, temperar o que escreve é o procedimento mais acertado, para que o coração viva em paz, e a mente tranquila.
A razão foi feita para isso — procurar, através de todos os recursos, a felicidade.
Quantas vezes arruinamos nossa própria vida ao abrir e fechar da boca! 
Sabes para que foram colocados, em uma indústria, o apito e o sino? 
Para serem acionados na hora exata.
Quem é arruinado no muito falar? 
É quem fala.
A lei da comunicação colocou em cada consciência um freio e uma espora, que se chamam temperança.
Quando estamos lerdos, trabalha a espora; quando avançamos muito, pondo a alma em perigo, é hora do freio.
Nunca deves esquecer as pontas de temperança, onde quer que estejas; elas são luzes para o teu caminho.
 “Gotas de Paz” 
Espírito Carlos
 João Nunes Maia

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Perante a Vida


Perante a Vida
Em verdade, o sistema solar — vasto e sublime edifício, de que somos reduzido apartamento — é um império maravilhoso de luz e de vida, cuja grandeza mal começamos a perceber.

Basta lembrar que a sede rutilante desse largo domínio cósmico, representada pelo divino astro do dia, detém o volume correspondente a um milhão e trezentas mil Terras reunidas, e basta recordar que Júpiter, o filho mais importante do Sol, é mais de mil vezes maior que o nosso Planeta.
Mas, não é somente a massa comparada desses gigantes do Espaço, que precisamos examinar para definir, com segurança, a nossa pequenez.
Reportemo-nos, igualmente, às distâncias, recordando que Marte, o nosso vizinho mais próximo, quando menos afastado do educandário em que estagiamos, movimenta-se a cinquenta e seis milhões de quilômetros de nós, oferecendo-nos justas reflexões quanto aos estreitos limites de nossa casa terrestre.
Registre-se ainda que o nosso Sistema, ante a amplidão ilimitada, é insignificante domicílio na cidade imensa da Via-Láctea, na qual milhões de sóis, transportando consigo milhões de mundos, tanto quanto nos ocorre, procuram, através do movimento e do trabalho incessantes, a comunhão com a indefinível Majestade de Deus.
Veja, Sírius, Canopus e Antares, sóis resplendentes, junto dos quais o nosso não passará de ponto obscuro, à maneira de lâmpada humilde no coro da imortalidade, constituem palácios suspensos, onde a beleza e a perfeição adquirem aspectos inabordáveis, ainda, ao nosso campo de expressão.
Todavia, é preciso calar, de algum modo, o êxtase que nos assalta, ante a magnificência do Universo, para atender às obrigações que o mundo nos exige.
Somos demasiadamente pequeninos para arrojar ao Cosmo o escalpelo de nossas indagações descabidas.
Aves implumes no ninho da vida eterna, achamo-nos, ainda, muito longe das asas com que ultrapassaremos nossas justas e compreensíveis limitações.

Por isso mesmo, embora aguardando a celeste herança que nos é destinada no curso dos milênios, busquemos construir a casa de nossos destinos sobre a Rocha do Amor, — Jesus Cristo, — o Sol Espiritual que nos acalenta e soergue para o grande futuro.

Antes da ascensão a outras esferas, atendamos à necessidades de nossa própria moradia.
Melhoremo-nos para que a nossa residência melhore.
Ajudemo-nos, uns aos outros, para que a vida, em nosso plano, se faça menos dolorosa e menos inquietante..
E, convertendo nosso mundo, pouco a pouco, no santuário vivo em que Jesus se manifeste, estejamos convictos de que a Terra, hoje escura, amanhã se transformará no espelho divino em cuja face a glória de Deus se refletirá.
“Intervalos” 
Emmanuel
 Francisco Cândido Xavier