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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Psicografia de uma FREIRA, contando como foi encontrar, no MUNDO ESPIRITUAL, aqueles a quem ela havia feito bem ! Emocionante...



Psicografia de uma FREIRA, contando como foi encontrar, no MUNDO ESPIRITUAL, aqueles a quem ela havia feito bem ! 

Emocionante...



Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos que nos fosse feito”. 

Toda a religião, toda a moral, se encerram nestes dois preceitos. 

Se eles fossem seguidos no mundo, todos seriam perfeitos. 

Não haveria ódios, nem ressentimentos. 

Direi mais ainda:-
- Não haveria pobreza, porque, do supérfluo da mesa de cada rico, quantos pobres seriam alimentados! 

E assim não mais se veriam, nos bairros sombrios em que vivi, na minha última encarnação, pobres mulheres arrastando consigo miseráveis crianças necessitadas de tudo.

Ricos! Pensai um pouco em tudo isso. 

Ajudai o mais possível aos infelizes; daí, para que Deus vos retribua um dia o bem que houverdes feito:-
- Para encontrardes, ao sair de vosso invólucro terrestre, um cortejo de Espíritos reconhecidos, que vos receberão no limitar de um mundo mais feliz.

Se pudésseis saber a alegria que provei, ao encontrar no além aqueles a quem beneficiei, na minha última vida terrena!

Amai, pois, ao vosso próximo; amai-o como a vós mesmos, pois já sabeis, agora, que o desgraçado que repelis talvez seja um irmão, um pai, um amigo que afastais para longe.

E então, qual não será o vosso desespero, ao reconhecê-lo depois no Mundo dos Espíritos!

Quero que compreendais bem o que deve ser a caridade moral, que todos podem praticar, que materialmente nada custa, e que não obstante é a mais difícil de se por em prática.

A caridade moral consiste em vos suportardes uns aos outros, o que menos fazeis nesse mundo inferior, em que estais momentaneamente encarnados.

Há um grande mérito, acreditai, em saber calar para que outro mais tolo possa falar:-
- Isso é também uma forma de caridade. 

Saber fazer-se de surdo, quando uma palavra irônica escapa de uma boca habituada a caçoar; não ver o sorriso desdenhoso com que vos recebem pessoas que, muitas vezes erradamente, se julgam superiores a vós, quando na vida espírita, a única verdadeira, está às vezes muito abaixo:-
- Eis um merecimento que não é de humildade, mas de caridade, pois não se incomodar com as faltas alheias é caridade moral.

Essa caridade, entretanto, não deve impedir que se pratique a outra. 

Pelo contrário:-
- Pensai, sobretudo, que não deveis desprezar o vosso semelhante; lembrai-vos de tudo o que vos tenho dito; é necessário lembrar, incessantemente, que o pobre repelido talvez seja um Espírito que vos foi caro, e que momentaneamente se encontra numa posição inferior à vossa.

Reencontrei um dos pobres do vosso mundo a quem pude, por felicidade, beneficiar algumas vezes, e ao qual tenho agora de pedir, por minha vez.

Recordai-vos de que Jesus disse que somos todos irmãos, e pensai sempre nisso, antes de repelirdes o leproso ou o mendigo. 

Adeus! 

Pensai naqueles que sofrem, e orai.

Psicografia, para uma MÃE DESESPERADA, orientando sobre a educação do FILHO DIFÍCIL !




Psicografia, para uma MÃE DESESPERADA, orientando sobre a educação do FILHO DIFÍCIL !





Minha irmã:-
- Valho-me do "Correio do outro Mundo" para responder à sua carta, cheia da sensibilidade do seu coração de mulher. 

Pede-me a senhora o concurso de Espírito desencarnado para a solução de problemas domésticos no setor de educação aos filhinhos que Deus lhe confiou. 

Conforma-me, sobremaneira, a sua generosidade; entretanto, minha amiga, a opinião dos mortos, esclarecidos na realidade que lhes constitui o novo ambiente, será sempre muito diversa do conceito geral.

A verdade que o túmulo nos fornece renova quase todos os preceitos que nos pautavam as atitudes.

Aí no mundo, entrajados no velho manto das fantasias, raros pais conseguem fugir à cegueira do sangue. 

De Orientadores Positivos, que deveríamos ser, passamos à condição de servidores menos dignos dos filhos que a providência nos entrega, por algum tempo, ao carinho e ao cuidado.

Na Europa, trabalhada pelo sofrimento, existem coletividades que já se acautelam contra os perigos da inconsciência na educação infantil entre mimos e caprichos satisfeitos.

Conhecemos, por exemplo, um rifão inglês que recomenda: - 
-"Poupa a vara e entrega a criança". 

Mas, na América, geralmente, poupamos os defeitos da criança para que o jovem nos deite a vara logo que possa vestir-se sem nós. 

Naturalmente que os britânicos não são pais desnaturados, nem monstros que atormentem os meninos na calada da noite, mas compreenderam, antes de nós, que o amor, para educar, não prescinde da energia e que a ternura, por mais valiosa, não pode dispensar o esclarecimento.

Dentro do Novo Mundo, e principalmente em nos País, as crianças são pequeninos e detestáveis senhores do lar que, aos poucos, se transformam em perigosos verdugos.

Enchemo-las de brinquedos inúteis e de carinhos prejudiciais, sem a vigilância necessária, diante do futuro incerto. 

Lembro-me, admirado, do tempo em que se considerava herói o genitor que roubasse um guizo para satisfazer a impertinência de algum pequerrucho traquinas e, muitas vezes, recordo, envergonhado, a veneração sincera com que via certas Mães insensatas a se debulharem em pranto pela impossibilidade de adquirir uma grande boneca para a filhinha exigente. 

A morte, todavia, ensinou-me que tudo isso não passa de loucura do coração.

É necessário despertar a alegria e acender a luz da felicidade em torno das almas que recomeçam a luta humana, em corpos tenros e, muita vez, enfermiços. 

Fora tirania doméstica subtraí-las ao sol, ao jardim, à Natureza. 

Seria crime cerrar-lhes o sorriso gracioso, com os ralhos inoportunos, quando os seus olhos ingênuos e confiantes nos pedem compreensão. 

Entretanto, minha amiga, não cogitamos de proporcionar-lhes a alegria construtiva, nem nos preocupamos com a sua felicidade real. 

Viciamo-lhas simplesmente. 

Começamos a tarefa ingrata, habituando-lhes a boca às piores palavras da gíria e incentivando-lhes as mãos pequenas à agressividade risonha.

 Horrorizamo-nos quando alguém nos fala em corrigenda e trabalho. 

A palmatória e a oficina destinam-se aos filhos alheios. 

Convertemos o lar, santuário edificante que a Majestade Divina nos confia na Terra, em fortaleza odiosa, dentro da qual ensinamos o menosprezo aos vizinhos e a guerra sistemática aos semelhantes. 

Satisfazendo-lhes os caprichos, dispomo-nos a esmagar afeições sublimes, ferindo nossos melhores amigos e descendo aos fundos abismos do ridículo e da estupidez. 

Fiéis às suas descabidas exigências, falhamos em setenta por cento de nossas oportunidades de realização espiritual na existência terrestre. 

Envelhecemo-nos prematuramente, contraímos dolorosas enfermidades da alma e, quase sempre, só reconhecem alguma coisa de nossa renúncia vazia, ;quando o matrimônio e a família direta os defrontam, no extenso caminho da vida, dilatando-lhes obrigações e trabalhos. 

Ainda aí, se a piedade não comparece no quadro de suas concepções renovadas, convertem-nos em avós escravos e submissos.

A morte, porém, colhe nossa alma em sua rede infalível para que nos aconselhemos, de novo, com a verdade. 

Cai-nos a venda dos olhos e observamos que os nossos supostos sacrifícios não representavam senão amargoso engano da personalidade egoística. 

Nossas longas vigílias e atritos angustiosos eram, apenas, a defesa improfícua de mentiroso sistema de proteção familiar. 

E humilhados, vencidos tentamos debalde o exercício tardio da correção.

Absolutamente desamparados de nossa lealdade e de nossa indesejável ternura, os filhos do nosso amor rolam, vida afora, aprendendo na aspereza do caminho comum. 

É que, antes de serem os rebentos temporários de nosso sangue, eram companheiros espirituais do campo a vida infinita, e, se voltaram ao internato da reencarnação, é que necessitavam atender ao resgate, junto de nós outros, adquirindo mais luz no entendimento.

Não devíamos cercá-los de mimos inúteis, mas de lições proveitosas, preparando-os, em face das exigências da evolução e do aprimoramento para a vida eterna.

Desse modo, minha amiga, use os seus recursos educativos compatíveis com o temperamento de cada bebê, encaminhando-lhes o passo, desde cedo, na estrada do trabalho e dobem, da verdade e da compreensão, porque as escolas públicas ou particulares instruem a inteligência, mas não se podem responsabilizar pela edificação do sentimento.

Em cada cidade do mundo pode haver um Pestalozzi que coopere na formação do caráter infantil, mas ninguém pode substituir os pais na esfera educativa do coração.

Se a senhora, porém, não acreditar em minhas palavras, por serem filhas da realidade indisfarçável e dura, exercite exclusivamente o carinho e espere pela lição do futuro, sem incomodar-se com os meus conselhos, porque eu também, se ainda estivesse envolvido na carne terrestre e se um amigo do "outro mundo" me viesse trazer os avisos que lhe dou, provavelmente não os aceitaria.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Mãe DESENCARNADA tem grande DECEPÇÃO ao retornar à Casa do FILHO ! Veja POR QUÊ !



Mãe DESENCARNADA tem grande DECEPÇÃO ao retornar à Casa do FILHO ! 

Veja POR QUÊ !


Dei-te um berço de rendas e de flores,
Adorei-te por nume excelso e amigo
E inclinei-te, meu filho, a ser comigo
Soberano de sonhos tentadores.

Ordenava no orgulho que maldigo:-
– “Não te curves nem sirvas, aonde fores...”
Entreguei-te mentiras por louvores
E enganosa fortuna por abrigo.

Hoje, de alma surpresa, torno a casa!
Tremo ao ver-te no luxo que te arrasa,
Como quem do e em trágico veneno!

E choro, filho meu, choro vencida,
Por guardar-te entre os grandes toda a vida,
Sem jamais ensinar-te a ser pequeno.

Andradina de Oliveira

Antes de reencarnar, escolhemos pais, irmãos, cônjuges ?


Antes de reencarnar, escolhemos pais, irmãos, cônjuges ?



Antes de encarnar, todos nós obrigatoriamente escolhemos nossos pais e irmãos? 

Ou podemos nascer em uma família com integrantes com os quais nunca convivemos, em vida alguma?

A reencarnação é um processo complexo. 

Suas variáveis decorrem do nível espiritual de cada um, levando em conta as necessidades de aprendizagem não só do espírito que volta, mas também das pessoas com as quais ele irá conviver nesse período. 

Quando o espírito possui mais conhecimento, pode ajudar a programar sua próxima encarnação – mas sempre com a supervisão dos espíritos superiores.

Algumas vezes, ele pretende desenvolver algum lado seu que esteja dificultando seu progresso. 

Então, lhe é facultado reencarnar no meio de pessoas comas quais nunca tenha se relacionado antes, a fim de trocar conhecimento. 

Ao reencarnar, o espírito sabe que esquecerá do passado e sente-se inseguro com isso. 

Natural que queira ter, como pais, pessoas amigas de outras vidas, figuras nas quais confia. 

Mas é bom saber que isso só será possível se elas aceitarem a responsabilidade e se essa união favorecer o processo.

Reencarnar com pessoas com as quais o espírito tem afinidade é sempre muito bom, pois permite que, juntos, eles possam apoiar-se mutuamente e progredir. 

Tal oportunidade não é concedida a espírito que tenha prejudicado pessoas ou criado inimizades em outras vidas. 

Em casos assim, a reencarnação é compulsória e quase sempre ele terá de conviver na mesma família, exatamente em meio às pessoas com as quais se desentendeu.

É uma chance que a vida oferece para que ele conheça um pouco melhor seus desafetos e modifique sua maneira de se relacionar com eles. 

Então, os laços de parentesco servem, a princípio, para suavizar o confronto. 

A mesma oportunidade é dada aos espíritos que, apesar de terem feito muitos inimigos no passado, se arrependem.

Sentem remorso e necessidade de reparar seus erros. 

Aí, recebem a chance de programar, com o auxílio dos mentores, a reencarnação junto dos seus inimigos. 

Portanto, há, ainda no astral, um trabalho de aproximação entre eles, feito pelos por espíritos superiores, para que se entendam e concordem em se relacionar de novo na Terra.

Às vezes, leva muito tempo para que eles aceitem e estejam prontos para essa nova encarnação. 

E, ainda assim, quando tudo está bem entre eles, podem surgir dificuldades práticas na concretização do projeto.

Em certos casos, a rejeição energética da futura mãe é tão grande que acaba se tornando uma gravidez de risco, que não chega a bom termo, sendo necessárias várias tentativas. 

Nesse caso, atuam também as energias do espírito reencarnante que, embora queira aproximar-se daquelas pessoas, reage instintivamente ao contato energético, que se torna insuportável para ele.

Pode acontecer que as pessoas com as quais o espírito se desentendeu no passado já a tenham perdoado – e aí elas estão livres, podendo seguir adiante sem precisar recebê-lo na família. 

Numa situação assim, pode reencarnar em meio a desconhecidos que precisem de ajuda. 

Ao ajudá-las, ele irá se libertar do remorso.

Quando o espírito progride, a noção da própria maldade lhe faz mal. 

Só poderá seguir adiante se conseguir livrar-se dela. 

Pois ninguém é vítima. 

Todos somos responsáveis pelas nossas escolhas. 

O respeito às leis cósmicas é fundamental para que nosso espírito prossiga na conquista do bem. 

Agir com inteligência é evitar sofrimento.


sábado, 27 de fevereiro de 2016

Vacinas contra a Depressão


Vacinas contra a Depressão

A Depressão traz sérios prejuízos para a vida social e espiritual do ser humano.
Esta é uma súmula dos meios para prevenir e evitar a depressão.

- PERDA DO EGOCENTRISMO
Pessoas muito centradas em si mesmas, sofrem demasiadamente quando não recebem a atenção que acham que merecem. 
Crianças ou jovens muito mimados não conseguem aceitar a indiferença do mundo aos seus desejos. 
O egocentrismo é um dos grandes causadores dos estados depressivos.

- PERDA DO ORGULHO
A criatura com orgulho acentuado possui muita abertura para a depressão. 
Ofende-se facilmente, isola-se das pessoas com quem não se afina e sente-se vítima do mundo, sem nunca praticar a auto-análise necessária para um maior entendimento das situações. 
A humildade não nos dá brechas para ofensas ou mágoas inúteis.

- BUSCA DE UMA ATIVIDADE FILANTRÓPICA
Quando direcionamos nossa atenção aos outros, sentimo-nos felizes por sermos úteis e esquecemos das próprias dores.
- TRABALHO
A mente ocupada num trabalho que traz prazer e recompensa (mais emocional que ginanceira) não dá abertura para a pessoa se deprimir.

- PRÁTICA DE ESPORTES
Os benefícios físicos e psicológicos trazidos pelo esporte são fundamnetais para a recuperação e melhoria da qualidade de vida. 
Pessoas com depressão, que praticam exercícios de 15 a 30 minutos em dias alternados, experimentam uma variação positiva do humor já após a terceira semana de atividade. 
O processo de exercício, seja de curta ou longa duração, causa bem-estar mental e melhora psicológica.
- BUSCA DO OTIMISMO
Um dos melhores fatores antidepressivos é o otimismo. Buscar observar o mundo que nos rodeia de forma sempre positiva, impede o nascimento de focos geradores de depressão.
- PERDOAR OS OUTROS
O ato de perdoar não é apenas uma recomendação religiosa, é mais uma atitude terapêutica e preventica contra os males maiores do que o mal recebido.

- PERDOAR A SI MESMO
Perdoar a si mesmo é entender que errar faz parte do crescimento, é aceitar a sua condição humana.

- ACEITAÇÃO
Aceitar o que é inevitável na vida. 
Aceitar coisas e fatos consumados, que não têm mais remédio, que não podem ser mudados.

- RELIGIOSIDADE
A religião traz conformação, o sentimento de fraternidade e perdão. 
Ajuda a aceitação do inevitável. 
Sabendo-se que tudo é temporário e que nenhuma dor, carência, deficiência ou doença é eterna, torna-se mais fácil a vivência.

- FÉ
Quem possui muita fé em si mesmo e em Deus possui a maior vacina contra a depressão, pois a fé é o oposto de todos os sintomas que a doença traz...
Tenha alegria de viver.
Texto sem autor definido