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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Tocando em frente !




A Vida....




A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas !
Quando se vê, já é sexta-feira !
Quando se vê, já é Natal !
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, passaram 50 anos !
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre me frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser Feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.


Mario Quintana








quinta-feira, 29 de novembro de 2012




"O Tempo é algo que não volta atrás...
Por isso, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores."


William Shakespeare


Momento Propício





Este é o momento propício para você aprender que sempre é possível ir além do que pensaria poder.

Saber recomeçar na vida é tão importante como saber viver.

Não desanime !

Se você transportar um punhado de terra todos os dias, logo terás uma montanha.

Não desanime se errou, erga-se e recomece, talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes.

Seja corajoso.

Reaja com firmeza porque o auxílio lhe chegará na hora oportuna.

Você nunca será um velho, enquanto tiver um ideal.

A rotina cansa e corrói a alma, desalenta e carcome o entusiasmo.

Renove cada manhã seu armazenamento de alegria de viver.

Preste atenção ao que está fazendo, o ontem já lhe fugiu das mãos, o amanhã não chegou.

Você já parou para pensar quanto tempo a gente perde por não ter tempo de pensar?

Não perca tempo em olhar para trás para ver o que já fez.

Olhe para frente e caminhe confiante e alegre e veja que tem muito por fazer.




Publicado por
 Pensamentos Lucena
31/05/2012
 às 11:27



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Talvez Hoje







Talvez hoje:-
Surgirá quem procure ditar-lhe o que você precisa fazer, entretanto, embora agradecendo as elogiáveis intenções de quem lhe oferece pontos de vista, ouça, antes de tudo, a sua própria consciência quanto ao dever que lhe cabe;
é possível apareça algum coração amigo impondo-lhe quadros de pessimismo e perturbação, relativamente às dificuldades do mundo; compadecendo-se, porém, da criatura que se entrega ao derrotismo e ao desânimo, você observará a renovação para o bem que a Sabedoria Divina promove em toda parte;
é provável que essa ou aquela pessoa queira impor a você idéias de fadiga e doenças; mas conquanto a sua gratidão aos que lhe desejem bem-estar, você prosseguirá trabalhando e servindo ao alcance de suas forças;
possivelmente, notícias menos agradáveis venham a suscitar-lhe inquietações e traçar-lhe problemas; no entanto, você conservará a própria paz e não se desligará das suas orações e pensamentos de otimismo e esperança.
Talvez hoje tudo pareça contra você, mas você prosseguirá compreendo e agindo, em apoio do bem, guardando a certeza de que Deus está conosco e de que amanhã será outro dia.
Francisco Cândido Xavier
Livro:- Respostas da Vida
Espírito André Luiz.


Não....... Desanime !!!!






Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.


Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.



Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.



Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.



Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.



Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.



Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.



Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.



Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.



Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para


adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de  experiência, e de que a vida concorda com as pausas de 

refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.







terça-feira, 27 de novembro de 2012

O Cansaço





Quando te sintas sitiado pelo desfalecimento de forças o cansaço se te insinue em forma de desânimo, pára um pouco e refaze-te.
O cansaço é mau conselheiro.
Produz irritação ou indiferença, tomando as energias e exaurindo-as.
Renova a paisagem mental, buscando motivação que te predisponha ao prosseguimento da tarefa.
Por um momento, repousa, a fim de conseguires o vigor e o entusiasmo para a continuidade da ação.
Noutra circunstância, muda de atividade, evitando a monotonia que intoxica os centros da atenção e entorpece as forças.
Não te concedas o luxo do repouso exagerado, evitando tombar na negligência do dever.
Com método e ritmo, conseguirás o equilíbrio psicológico de que necessitas, para não te renderes à exaustão.
*
Jesus informou com muita propriedade, numa lição insuperável, que “o Pai até hoje trabalha e eu também trabalho”, sem cansaço nem enfado.
A mente renovada pela prece, e o corpo estimulado pela consciência do dever, não desfalecem sob os fardos, às vezes, quase inevitáveis do cansaço.
Age sempre com alegria e produze sem a perturbação que o cansaço proporciona.


 Divaldo Pereira Franco 

Episódios Diários

Espírito Joanna de Ângelis

 LEAL. Capítulo 6.


O Segredo da Felicidade







O Segredo da Felicidade

Há muito tempo, em uma terra muito distante, havia um jovem rapaz, filho de um  rico mercador, que buscava obstinadamente o Segredo da Felicidade.

Já havia viajado por muitos reinos, falado com muitos sábios, sem, no entanto, desvendar tal questão.

Um dia, após longa viagem pelo deserto, chegou a um belo castelo no alto de uma montanha.

Lá vivia um sábio, que o rapaz ansiava conhecer.

Ao entrar em uma sala, viu uma atividade intensa. 

Mercadores entravam e saíam, pessoas conversavam pelos cantos, uma pequena orquestra tocava melodias suaves.

De longe ele avistou o sábio, que conversava calmamente com todos os que o buscavam.

O jovem precisou esperar duas horas até chegar sua vez de ser atendido.

O sábio ouviu-o com atenção, mas lhe disse com serenidade que naquele momento não poderia explicar-lhe qual era o segredo da felicidade.

Sugeriu que o rapaz desse um passeio pelo palácio e voltasse dali a duas horas.

"Entretanto, quero pedir-lhe um favor." - completou o sábio, entregando-lhe uma colher de chá, na qual pingou duas gotas de óleo.

"Enquanto estiver caminhando, carregue essa colher sem deixar o óleo derramar."

O rapaz pôs-se a subir e a descer as escadarias do palácio, mantendo sempre os olhos fixos na colher.

Ao fim de duas horas, retornou à presença do sábio.

"E então?" - perguntou o sábio - "você viu as tapeçarias da pérsia que estão na sala de jantar?

Viu o jardim que levou dez anos para ser cultivado?

Reparou nos belos pergaminhos de minha biblioteca?"

O rapaz, envergonhado, confessou não ter visto nada.

Sua única preocupação havia sido não derramar as gotas de óleo que o sábio lhe havia confiado.

"Pois então volte e tente perceber as belezas que adornam minha casa." - disse-lhe o sábio.

Já mais tranqüilo, o rapaz pegou a colher com as duas gotas de óleo e voltou a percorrer o palácio, dessa vez reparando em todas as obras de arte.

Viu os jardins, as montanhas ao redor, a delicadeza das flores, atentando a todos os detalhes possíveis.

De volta à presença do sábio, relatou pormenorizadamente tudo o que vira.

"E onde estão as duas gotas de óleo que lhe confiei?" - perguntou o sábio.

Olhando para a colher, o rapaz percebeu que as havia derramado.

"Pois este, meu rapaz, é o único conselho que tenho para lhe dar: - disse o sábio - o segredo da felicidade está em saber admirar as maravilhas do mundo, sem nunca esquecer das duas gotas de óleo na colher."

Pense nisso!

Vivemos em um mundo repleto de atrativos e de propostas sedutoras.

Há milhares de maneiras de gastarmos nosso tempo, nossa saúde, nossa vida, enfim, com coisas belas e agradáveis, mas que, na verdade, podem nos afastar de nossos reais objetivos.

Cada um de nós carrega na consciência as missões que nos foram confiadas por Deus e as diretrizes para que as cumpramos satisfatoriamente.

É imprescindível alcançarmos o equilíbrio para que possamos viver no mundo, sem nos deixarmos seduzir por ele.

É urgente que tenhamos discernimento para que possamos admirar e aprender através das coisas do mundo, sem que negligenciemos, ou até mesmo abandonemos, nossos verdadeiros e inadiáveis deveres.


Redação do Momento Espírita
Livro:- Atirar vacas no precipício
Alzira Castilho

Um abraço para  todos os meus amigos…

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Vencidos e Vencedores





O clima de competição desenvolvido pela sociedade atual induz o homem à busca constante da vitória a qualquer preço.

Numa atitude perversa, separam-se as pessoas entre vitoriosos e
derrotados.

É preciso vencer no campo profissional; nas aventuras afetivas; na
conquista de títulos de bens passageiros.

Na ânsia de vencer, muitos não medem consequências, deixando um
rastro de dor por onde passam.

Do ponto de vista espiritual, porém, o conceito de vitória e derrota
é diferente.

Há provações dolorosas que alçam o espírito à sublimação interior,
tornando-o vitorioso sobre as mazelas que o afetavam por dentro.

Do mesmo modo, muitos daqueles que, na Terra, bradaram vitória ao
submeter coletividades com força de terror, ao retornarem para a verdadeira vida, surpreendem-se derrotados perante a própria consciência.

Por isso, não te entregues ao desânimo, se a situação presente te
conduz ao sofrimento.

Lembra-te que, para o espírito, há derrotas aparentes que se

convertem em vitórias definitivas, e vitórias passageiras que trazem a derrota moral.

Entrega-te à prece, agindo no bem e confiando em Deus.


Foste criado para a plenitude e nada mais te afastará dessa

fatalidade espiritual.

Acima de tudo, recorda Jesus, que soube vencer o mundo de
incompreensões, dissolvendo a ignorância e a agressividade no bálsamo do perdão e do amor irrestritos.



                                        “Novas Mensagens 
                                         Sheilla para você” 
                                           Clayton B. Levy


Coisas da Maturidade







Vejam o desabafo de um grande pensador!

Coisas da Maturidade
 
Rubem Alves 

Colunista da Folha de S. Paulo


Ganhei  Coragem 


“Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece“, observou Nietzsche. 
É o meu caso. 
Muitos pensamentos meus, eu guardei em segredo. 
Por medo. 
Albert Camus, ledor de Nietzsche, acrescentou um detalhe acerca da hora quando a coragem chega:-
- “Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos“. 
Tardiamente. 
 Na velhice. 
Como estou velho, ganhei coragem. 
Vou dizer aquilo sobre que me calei:-
- “O povo unido jamais será vencido“:-
- é disso que eu tenho medo.

Em tempos passados invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política. 
Mas Deus foi exilado e o “povo“ tomou o seu lugar:-
- a democracia é o governo do povo... 
Não sei se foi bom negócio:-
- o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. 
Basta ver os programas de televisão que o povo prefere.

A Teologia da Libertação sacralizou o povo como instrumento de libertação histórica. 
Nada mais distante dos textos bíblicos. 
Na Bíblia o povo e Deus andam sempre em direções opostas.
 Bastou que Moisés, líder, se distraísse, na montanha, para que o povo, na planície, se entregasse à adoração de um bezerro de ouro. 
Voltando das alturas Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os 10 mandamentos. 
E há estória do profeta Oséias, homem apaixonado! 
Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! 
Mas ela tinha outras idéias.
 Amava a prostituição. 
Pulava de amante a amante enquanto o amor de Oséias pulava de perdão a perdão. 
Até que ela o abandonou... 
 Passado muito tempo Oséias perambulava solitário pelo mercado de escravos... 
E que foi que viu? 
 Viu a sua amada sendo vendida como escrava. 
 Oséias não teve dúvidas. Comprou-a e disse:-
- “Agora você será minha para sempre...“ 
Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus. 
Deus era o amante apaixonado. 
O povo era a prostituta. 
Ele amava a prostituta. 
Mas sabia que ela não era confiável. 
O povo sempre preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhes contavam mentiras. 
As mentiras são doces. 
A verdade é amarga. 
Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. 
No tempo dos romanos o circo era os cristãos sendo devorados pelos leões. 
E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! 
As coisas mudaram. 
Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. 
O circo cristão era diferente:-
- judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. 
As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos. 
Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro O homem moral e a sociedade imoral observa que os indivíduos, isolados, têm consciência. 
São seres morais. Sentem-se “responsáveis“ por aquilo que fazem. 
Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas. 
Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo, tornam-se capazes dos atos mais cruéis.
 Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. 
 Indivíduos são seres morais. 
Mas o povo não é moral. 
O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo. 
Meu amigo Lisâneas Maciel, no meio de uma campanha eleitoral, me dizia que estava difícil porque o outro candidato a deputado comprava os votos do povo por franguinhos da Sadia. 
E a democracia se faz com os votos do povo... 
Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade. 
É sobre esse pressuposto que se constrói o ideal da democracia. 
Mas uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado. 
O povo é movido pelo poder das imagens e não pelo poder da razão. 
Quem decide as eleições – e a democracia - são os produtores de imagens. 
Os votos, nas eleições, dizem quem é o artista que produz as imagens mais sedutoras. 
O povo não pensa. 
Somente os indivíduos pensam. 
Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade. 
Uma coisa é o ideal democrático, que eu amo. 
Outra coisa são as práticas de engano pelas quais o povo é seduzido. 
O povo é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham. 
Nem Freud, nem Nietzsche e nem Jesus Cristo confiavam no povo. 
Jesus Cristo foi crucificado pelo voto popular, que elegeu Barrabás. 
Durante a Revolução Cultural na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária. 
Não sei que outras coisas o povo é capaz de queimar. 
O nazismo era um movimento popular. 
O povo alemão amava o Führer. 
O mais famoso dos automóveis foi criado pelo governo alemão para o povo:-
- o Volkswagen. 
Volk, em alemão, quer dizer “povo“...

O povo unido jamais será vencido! 
Tenho vários gostos que não são populares. 
Alguns já me acusaram de gostos aristocráticos... 
Mas, que posso fazer? 
Gosto de Bach, de Brahms, de Fernando Pessoa, de Nietzsche, de Saramago, de silêncio, não gosto de churrasco, não gosto de rock, não gosto de música sertaneja, não gosto de futebol (tive a desgraça de viajar por duas vezes, de avião, com um time de futebol...). 
Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos e engolir sapos e a brincar de “boca-de-forno“, à semelhança do que aconteceu na China.

De vez em quando, raramente, o povo fica bonito. 
Mas, para que esse acontecimento raro aconteça é preciso que um poeta entoe uma canção e o povo escute:-
-  “Caminhando e cantando e seguindo a canção...“ 
Isso é tarefa para os artistas e educadores:-
- O povo que amo não é uma realidade. 
É uma esperança.

Folha de S. Paulo
 05/05/2002