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sábado, 17 de setembro de 2016

A Força do Abraço


A Força do Abraço

A FORÇA DO ABRAÇO ___ Creio que muitos de nós já fizemos isso ... 

Ir ao encontro de um amigo e ainda de longe abrir os braços para ele. 

A resposta é imediata e ele vem correndo para o abraço! 

A sensação é incrível, é indescritível, é maravilhosa, é deliciosa! 

A ciência vem tentando explicar, mas ainda não conseguiu definir o efeito do calor humano de um abraço. 

Abraçar é uma atitude tão simples e, no entanto, parece ser tão difícil para alguém realizar. 

Quantas vezes eu senti necessidade de um abraço - acho que durante a toda a minha vida – e, naquele instante que mais necessitava dele, não o tinha, não o recebi ... 

Isto não significa sair pedindo abraços a torto e a direito para quem está perto quando estamos sofrendo ou carentes, pois se quem está perto não percebe esse imperativo, quem está sofrendo não está em situação de esmolar afeto e se fechar. Pelo menos eu fazia e faço isso. 

Dói, como dói... 

A solidão por carência, por falta dói demais.

Como explicar o abraço, esse gesto de dar um gostoso apertão em alguém? 

Encostar peito com peito, coração com coração é tapo bom que parece que eles se entendem, conversam e se acalmam... 

E enviam um recado para o cérebro dizendo que está tudo bem, pode serenar que o conforto do carinho chegou, porque, o calor humano do abraço é poderoso curativo e imensamente gostoso! 

Talvez pelo fato deste gesto ser precioso em minha vida que eu o estimo tanto. 

Não suporto ver alguém sofrendo, chorando ou se lamentando e quero logo abraçar e ali ficar quietinha naquele abraço até quando a pessoa desejar. 

Eu nunca recebi um abraço assim e por isso creio que deve ser muito bom e acolhedor. 

Desconfio que não nasci para receber abraços.

 Acredito que nasci para cuidar e não para ser cuidada. 

Pode ser que a solidão que sempre me impregnou tenha impedido as pessoas de chegar-se mais a mim e a mim de me entregar sem medo para outra pessoa, com todas as minhas fraquezas, tristezas e angústias, pois poderia significar ficar vulnerável e sujeita à desilusões e traições. 

Mas gosto demais de um abraço, de dar e receber abraços. 

Como é bom receber um abraço dos filhos, dos netos! 

A entrega é total e incondicional e o prazer é imensamente maior que tudo. 

Eu reconheço que sou carente de afeto, de abraço, de beijo... 

É espirituoso que pessoalmente eu seja um tanto arredia, mas virtualmente não! 

Quando os amigos me enviam abraços, eu sinto os abraços apertados e sei que são sinceros e de coração. 

Não sei como será o dia de amanhã, mas sei que vou abraçar e receber abraços, reais ou virtuais. 

O que interessa de verdade é que abraço é necessário para todos, abraços sinceros que nos confortam, nos acalmam e nos aconchegam. 

Eu gosto, eu adoro abraços... 

E é difícil acreditar que tem gente que não gosta! 
  
Então, meus queridos amigos virtuais, aí vai um abraço quebra-costelas para todos vocês!

                                    Analuz Carvalho

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