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terça-feira, 25 de outubro de 2016

OS DRAGÕES, a mais antiga Comunidade do Mal que atua na TERRA há 10 mil anos !



Quem são os dragões ?
É a mais antiga comunidade da maldade que se organizou socialmente nas regiões chamadas subcrostais ou submundo astral.
Segundo o romance, ela existe há 10 mil anos.
Essa comunidade, administrada por inteligências do mal, criou a Cidade do Poder e sua hierarquia é composta pelo "dragões legionários, justiceiros e conselheiros.
São espíritos que fazem o mal intencionalmente.

Arrogância !
Orgulho !
Egoísmo !
As velhas doenças morais de todos nós.

Fechado em si mesmo pelo egocentrismo milenar, pensando acima de tudo e antes de tudo em si próprio, o espírito termina por instalar na intimidade um profundo desamor a si mesmo. 

Isso porque a Lei Divina inderrogável é o amor, a forma mais correta de pensar e agir em nosso próprio favor.

O egoísmo é prisão.


O amor é libertação.


Oegoísmo é circuito energético endógeno.


O amor é força centrífuga de expansão.


 
Esse fechamento vibratório cria correntes pesadas de energia capazes de prender o ser em padecimentos íntimos dolorosos.

O espírito interessado em alguma mudança demonstra cansado de si mesmo. 

Esse cansaço da alma é o estopim de retorno do Filho Pródigo. 

Quando ocorre, queremos algo novo. 

Desejamos sinceramente novos caminhos.

Quando queremos mudar verdadeiramente, no princípio, nem nós próprios sabemos o que ocorre. 

Há uma fase mais ou menos longa de tristeza dilacerante e confusão nas intenções. 

Não queremos mais ser quem éramos, contudo, não sabemos quem queremos ser ou como vamos ser quem queremos. 

O espírito fica em um estado de arrependimento vazio. 

Aquele em que nada se faz para ir adiante e refazer os caminhos.

Puro remorso. 
Por isso, um preparo sólido antes do retorno ao corpo será necessário. 
Uma missão aguarda o espírito. 
O trabalho de reparação será sua fonte de saúde.

artigo 16°, do capítulo 7, de O Céu e o Inferno.
 "O arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas a expiação e a reparação."

"Arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências.

O arrependimento suaviza os travos da expiação, abrindo pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa.

Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação.

 A expiação é a reunião das dores psicológicas inerentes ao crescimento moral e a reparação é o trabalho de reerguimento consciencial por intermédio da benevolência aplicada em favor do próximo."
Nesse passo, torna-se indispensável a reencarnação. 

Um novo corpo. 

Uma nova identidade. 

A chance de ter atenuada a ação expiatória das lembranças dolorosas que lhe assaltam a memória.

Reencarnar é aliviar, livrar-se do ônus contínuo da recordação aprisionante.


Mas ele não esquecerá tudo. 


Ainda terá algumas lembranças.Suas lembranças no corpo serão em forma de sentimentos que vai experimentar. 

É o que o que o Livro:- O Céu e o Inferno chama de expiação. 

Cada recordação que se fixa na tela mental, tem no seu bojo um quantum energético de afetividade.

Que sentimentos ele vai vivenciar?

— O aspecto emocional fundamental dos espíritos que se assumem psicologicamente como dragões é o sentimento de inferioridade, abandono e falibilidade, que são o piso para os estados emocionais de indignidade e fragilidade. 

Aqueles que conseguem camuflar tais expressões do afeto pela força mental mantêm-se na condição de tiranos da instabilidade alheia. 

Ninguém consegue, todavia, destruir tais condições íntimas inerentes ao ser espiritual. 

Um dia esse quantum afetivo exterioriza-se, espraia-se e cria um colapso na vida mental.
Vai experimentar seus medos, estado crônico de culpa e baixa autoestima, reflexos inevitáveis dos milênios na arrogância.

Sua dor interior mais cruel será a necessidade de aprovação alheia. 

Os dragões são submetidos a hipnoses que lhes subtraem o poder da vontade. 

Ele terá enormes obstáculos para reconhecer suas verdadeiras intenções e desejos, permitindo-se ser guiado, até certa fase da vida, conquanto tenha vasta sede de conquistas novas e objetivos pessoais. 

Uma neurótica necessidade de aprovação social o perseguirá até que tenha a coragem de assumir a gerência do próprio mundo íntimo. 

Por incapacidade de gerir sua vida interior, estará sempre em busca de apoio e orientação.

Isso lhe custará certamente muitas decepções e desastres na vida interpessoal, devido a exacerbadas expectativas que irá criar em relação ao mundo que o cerca. 

Pais, amigos, tutores e quaisquer relacionamentos serão carregados de conflitos em razão da sua indefinição pessoal. 

A isso denominamos expiação interior, algo inevitável e intransferível.

Além disso, o espírito travará uma dor profunda no reconhecimento de sua fragilidade. 


Isso lhe trará uma sensação de abandono e solidão, com efeitos no estado de humor que, quase sempre, será um traço de tristeza e irritação, ingredientes da insatisfação crônica.

Espíritos que assim reencarnam guardam forte tendência a negar o próprio corpo e os cuidados com a vida material, decorrente de uma rejeição inconsciente às suas reencarnações. 


Toma-lhes uma apatia em relação a quaisquer ideais de melhora. 

Essa tendência costuma manifestar-se em forma de conflitos perturbadores com assuntos da vida na matéria, como dinheiro, estética física, diversão social, sexualidade e administração das posses pessoais. 

Além disso, muitos condicionamentos religiosos de clausura e puritanismo com relação à vida social vão assolar seu caminho desde a juventude até a madureza.


Os Dragões 
de Maria Modesto Cravo 
psicografia/ Wanderley Oliveira


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