segunda-feira, 17 de março de 2014

Tempo da Regra Áurea


 
Tempo da Regra Áurea

 "Assim, tudo o que vos quereis
que os homens vos façam, fazei-o
também vos a eles; esta é a lei
e os profetas."
(S.Matheus cap.7 v.12)

 

Faremos hoje o bem a que aspiramos receber.

Alimentaremos para com os semelhantes os sentimentos que esperamos alimentem eles para conosco.

 Pensaremos acerca do próximo, somente aquilo que estimamos pense o próximo, quanto a nós.

Falaremos as palavras que gostaríamos de ouvir.

Retificaremos em nós tudo o que nos desagrade nos outros.

Respeitaremos a tarefa do companheiro, como aguardamos respeito para a responsabilidade que nos pesa nos ombros.

Consideraremos o tempo, o trabalho, a opinião e a família do vizinho, tão preciosos quanto os nossos.

Auxiliaremos sem perguntar, lembrando como ficamos felizes ao sermos auxiliados sem que dirijam perguntas.

Ampararemos as vítimas do mal com a bondade que contamos receber em nossas quedas, sem estimular o mal e sem esquecer a fidelidade a prática do bem. 

Trabalharemos e serviremos de moldes que reclamamos do esforço alheio. 

Desculparemos incondicionalmente as ofensas que nos sejam endereçadas no mesmo padrão de confiança dentro do qual aguardamos as desculpas daqueles a quem porventura tenhamos ofendido.


Conservaremos o nosso dever em linha reta e nobre, tanto quanto desejamos retidão e limpeza nas obrigações daqueles que nos cercam.

Usaremos paciência e sinceridade para com os nossos irmãos, na medida com que esperamos de todos eles paciência e sinceridade, junto de nós.


Faremos, enfim, aos outros o que desejamos que os outros nos façam.


Para que o amor não enlouqueça em paixão e para que a justiça não se desmande em despotismo, agiremos persuadidos de que o tempo da regra áurea, em todas as situações, agora ou no futuro, será sempre hoje.

Obra: Opinião Espírita
  Espírito Emmanuel
CEC


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