quarta-feira, 24 de junho de 2015

A Arte de Doar


A Arte de Doar


Quando ofertarmos, possuímos.



Quando recebemos, tornamo-nos devedores.


A felicidade em poder repartir é sempre maior do que aquela que convida a acumular quando o próximo tem carência.

A semente que se nega a sucumbir na terra, para desdobrar-se na vida, morre na inutilidade.

Todavia, a que perece, esmagada no solo, revive com exuberância.

Toda doação é uma sementeira para o futuro, que a vida se encarrega de multiplicar.

Há moedas esquecidas que se podem tornar dádivas de importância, tais como a hospitalidade fraternal, a expressão de cortesia, o gesto de amizade, a participação no sofrimento alheio, o sorriso gentil, que não custam dinheiro e, em certos momentos, são mais valiosos do que ele.

A caridade que se converte em triunfo pessoal naquele que a recebe, é sempre luz inapagável na vida de quem a pratica.

Vive com otimismo na confiança integral em Deus e distribui alegria por onde passes.

Não deixes ninguém afastar-se de ti, sem que leve um traço de bondade ou um sinal de paz da tua vida.

Quem se aproximou de Jesus, nunca mais foi o mesmo, jamais O esqueceu.

Joanna de Ângelis
Divaldo P. Franco

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