terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A Grandeza da Amizade


                                           A Grandeza da Amizade

Você já pensou na grandeza da amizade?

Diz um grande pensador que quem encontra um amigo, encontra um tesouro valioso.

A amizade verdadeira é sustentáculo para muitas almas que vivem sobre a face da Terra. 

Ela está presente nos lares e fora deles, na convivência diária das criaturas.

A amizade é tão importante que já foi comparada com muitas coisas de valor.

Um pensador anônimo compara a amizade com as estrelas, e aqueles que não têm amigos ele compara com os cometas, que vêm e vão, mas não permanecem, nem iluminam como as estrelas.

Diz ele mais ou menos assim:-
Há pessoas estrelas e há pessoas cometas. 

Os cometas passam. 

Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.

As estrelas permanecem. 

O Sol permanece. 

Passam-se anos, milhões de anos e as estrelas permanecem. 
Os cometas desaparecem.

Há muita gente como os cometas, que passa pela vida da gente apenas por instantes. 

Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.
Gente sem amigos. 

Gente que apenas passa, sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença. 

Assim são as pessoas que vivem na mesma família e que passam um pelo outro sem serem presença.

O importante é ser como as estrelas. 

Permanecer. 

Clarear. 

Estar presente. 

Ser luz. 

Ser calor. 

Ser vida. 

Ser amigo é ser estrela.

Podem passar os anos, podem surgir distâncias, mas a marca da amizade fica no coração. 

Corações que não querem se enamorar de cometas, que apenas atraem olhares passageiros e passam.

São muitas as pessoas cometas. 

Passam, recebem as palmas e desaparecem. 

Ser cometa é ser companheiro apenas por instantes. 

É explorar os sentimentos humanos.

A solidão de muitas pessoas é consequência de não poderem contar com alguém. 

É resultado de uma vida de cometa. 

Ninguém fica. 

Todos passam uns pelos outros.

Há muita necessidade de criar um mundo de pessoas estrelas. 

Aquelas com as quais todos os dias podemos contar. 

Todos os dias ver a sua luz e sentir o seu calor.

Assim são os amigos estrelas na vida da gente. 

Pode-se contar com eles. 

Eles são presença. 

São coragem nos momentos de tensão. 

São luz nos momentos de escuridão. 

São segurança nos momentos de desânimo.

Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas cometas, é um desafio, mas, acima de tudo, uma recompensa.

É nascer e ter vivido e não apenas existir.

E você? 

É cometa? 

Ou é estrela?

                                                  * * *

Enquanto o desejo é chama que se consome e deixa um vazio nas almas, a amizade é bênção que alimenta e sustenta em todos os momentos da vida.

Quem compartilha apenas do desejo corre o risco de ficar só, tão logo o desejo cesse, mas quem divide a amizade tem a certeza de que nunca estará sozinho.

É por essas e outras razões que a amizade é sempre comparada às coisas belas e de grande valor.

Pode ser comparada a um tesouro...

A uma flor perfumada que jamais fenece...

A uma estrela que aquece e vivifica, ou com a luz que jamais se apaga...

O importante mesmo é ter amigos ou ser amigo de alguém, porque só assim teremos a certeza de que nunca estaremos desamparados.

Autor desconhecido

Senhor !!!!!!!!!!!!!!!






Senhor

Se um dia eu estiver sufocado, preso, "cheio da vida”, com vontade de sumir, de morrer, insatisfeito comigo e com o mundo em torno de mim;


Pergunta-me, se eu quero trocar a luz pelas trevas;


Pergunta-me, se eu quero trocar a mesa posta, pelos restos que tantos vêm buscar no lixo;


Pergunta-me, se eu quero trocar meus pés por uma cadeira de rodas;


Pergunta-me, se eu quero trocar minha voz, pelos gestos;


Pergunta-me se eu quero trocar o mundo dos sons pelo silêncio dos que nada ouvem;


Pergunta-me, se eu quero trocar o jornal que leio e depois jogo no lixo, pela miséria dos que vão busca-lo para fazer dele seu cobertor;


Pergunta-me, se eu quero trocar minha saúde, pelas enfermidades de tanta gente;


Pergunta-me, até quando não reconhecerei as tuas bênçãos, a fim de fazer de minha vida um hino de louvor e gratidão e dizer, todos os dias, do fundo do meu coração:-
                  OBRIGADO SENHOR POR MAIS UM DIA. 



                                       Autor desconhecido

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ninguém é Superior a Ninguém !


A Empresária e o Mendigo


Certo dia, uma mulher avistou um mendigo, sentado numa calçada na rua.

Aproximou-se dele, e como o pobre coitado, já estava acostumado a ser chacoteado por todos, a ignorou.

Um policial, observando a cena, aproximou-se:-
- Ele está incomodando a senhora?

Ela respondeu:-
- De modo algum.

- Eu é que estou tentando levá-lo até aquele restaurante, pois vejo que está com fome e até sem forças para se levantar.

O senhor policial ajuda-me a levá-lo até ao restaurante?

Rapidamente, o policia a ajudou, e o pobre homem, mesmo assim, não querendo ir, pois não acreditava que isso estava acontecendo!

Chegando ao restaurante,
o garçom, que foi atendê-los, disse sem pestanejar:-
- Desculpe Senhora, mas ele não pode ficar aqui.

Vai afastar os meus clientes!

A mulher abaixou e levantou os olhos e disse:-
- Sabe aquela enorme empresa ali em frente?

Três vezes por semana, os diretores de lá juntamente com clientes, vêm fazer reuniões neste restaurante, e sei que o dinheiro que deixam aqui é o que mantém este restaurante.

Pois é, eu sou a proprietária daquela empresa.

Posso fazer a refeição aqui, com o meu amigo... ou não?

O garçom fez um gesto positivo com a cabeça,
o policial que estava de longe observando ficou boquiaberto, e o pobre homem, deixou cair nesse momento, uma lágrima de seus sofridos olhos.

Quando o garçom, se afastou, o homem perguntou:-
- Obrigado Senhora, mas não entendo esse gesto de bondade.

Ela segurou nas suas mãos e disse:-
- Não se lembra de mim, João?

- Me parece familiar - respondeu

- mas não me lembro de onde.

Ela, com lágrimas nos olhos, disse:-
- Há algum tempo atrás, eu, recém formada, vim para esta cidade...

Sem nenhum dinheiro no bolso...

Estava com muita fome...

Sentei-me naquela praça, aqui em frente, por que tinha uma entrevista de emprego naquela empresa, que hoje é minha...

Quando se aproximou de mim, um homem, com um olhar generoso.

Lembra-se agora João?

Ele, em lágrimas, afirmou que sim.

- Na época, o senhor trabalhava aqui.

Naquele dia, fiz a melhor refeição da minha vida, pois estava com muita fome, e até sem forças.

Toda hora, eu olhava para o senhor, pois estava com medo de prejudicá-lo, pois estava ali comendo de graça.

Foi quando vi o senhor tirar dinheiro do seu bolso e colocar na caixa do restaurante.

Fiquei mais aliviada.

E sabia que um dia poderia retribuir.

Alimentei-me, e fui com mais forças para a minha entrevista.

Na época, a empresa ainda era pequena...

Passei na entrevista, especializei-me, ganhei muito dinheiro,
acabei comprando algumas ações da empresa, e com o passar do tempo me tornei a proprietária e fiz a empresa ser o que ela é hoje.

Procurei pelo senhor, mas nunca o encontrei...

Até que hoje, o vi nessa situação.

Hoje, o senhor não dorme mais na rua!

Vai comigo para a minha casa...

Amanhã, compraremos roupas novas, e o senhor vai trabalhar comigo!

Se abraçaram, e choraram.

O policial, o garçom e as demais pessoas que viram essa cena, emocionaram-se diante da grande Lição de Vida que tinham acabado de presenciar!!!

 
MORAL DA HISTÓRIA:-
- Hoje sou eu que preciso... Amanhã pode ser você!
- Faça sempre o BEM...

Um dia ele retornará em dobro!

Autor Desconhecido

Livro: Escutando Sentimentos








Livro: Escutando Sentimentos
 
Wanderley de Oliveira

"O homem pode suavizar  ou aumentar o amargor de suas provas, conforme o modo por que encare a vida terrena."

O Evangelho Segundo o Espiritismo - capítulo V

Pedagogia da Felicidade


"Nunca a humanidade mendigou tanta atenção e afeto.

Uma crise de autodesvalor, sem precedentes, assola multidões. Não se sentindo amadas, almas sem conta não conseguem superar os dramas da rejeição e os tormentos da solidão.

 O sentimento de indignidade é o piso emocional das feridas seculares que causam a sensação de inferioridade, abandono e falência.

Agrilhoado pela ilusão do menor esforço, o homem busca a ilusão como sinônimo de paz.

Anseia-se pela felicidade como se tal estado da alma pudesse ser fruto da aquisição de facilidades e privilégios.

Somente com o tratamento lento e perseverante de tecer o manto protetor da segurança íntima, utilizando o fio do auto-amor, poderá renovar essa condição interior do ser humano.

Educar pra ser feliz, é dar sentido à existência!



A primeira condição para se estabelecer um sentido à vida é o exercício da singularidade. 

Descobrir seus próprios caminhos, lutar pelos seus sonhos, celebrar sua diversidade aceitando suas particularidades, participar da vida, se desligar de uma vida centrada no ideal e realizar-se no real.

A vida em si mesma não tem um sentido único, algo que se possa definir através de padrões ou princípios filosóficos.  

Esse 'sentido' é construído pelas percepções individuais sob as lentes da singularidade humana que, a partir de diretrizes gerais, capacita-se em seguir as suas rotas intuitivas.

 


Mas, nas frentes de serviços doutrinários, esse exercício de singularidade tem se perdido em meio aos padrões conceituais do que seja ‘certo e errado’.

 Somos embarcados no movimento da coletivização e uniformidade de conceitos, dando margem ao escasseamento do estímulo para a diversidade e a individuação. 

Nesse contexto, frequentemente, ideias criativas e condutas diferentes são acolhidas com desdém e ensejam a indiferença.

Singularidade é saber qual música toca em nosso íntimo.

É se permitir ouvi-la e respeitá-la!
 

 

O segundo ponto essencial na construção do sentido é desenvolver a habilidade de superar o sofrimento.

O prazer de viver surge quando efetivamente entendemos as razões de nossas dores e como superá-las.

É precioso entender que dor é diferente de sofrimento.

A dor existe para incitar a inteligência na descoberta de soluções em nós mesmos.

O sofrimento é a resistência que criamos para não sentir a dor.

A grande lição nesse passo é descobrir as causas de um e do outro.

Outro ponto importante no reconhecimento da dor e/ou sofrimento é perceber a dificuldade que temos em assumir a nossa fragilidade.

 Quanta dificuldade em admitir nossa falibilidade!

Sentimo-nos pequenos e incompetentes a nos depararmos com as batalhas não vencidas e/ou com as imperfeições não superadas.

Porta aberta para o sofrimento entrar e fazer morada!

Olho Vivo !!!


 


Nesse caminho da pedagogia de felicidade deve-se ter como objetivo o auto-amor e a construção do ‘olhar de impermanência’.

Quem se ama dispensa a imponência das máscaras. 

É excelente companhia pra si mesmo, desapega-se do controle  e descobre o seu valor pessoal na Obra da Criação.

Nesse sentido é importante:-
. Saber quem somos e o que a vida espera de nós em nossa missão particular (exercício de singularidade).

. Superar as mensagens de desvalor e incapacidade vindas do inconsciente.

. Conhecer os mecanismos punitivos da culpa e como superá-los.

. Desenvolver a autonomia.

É  imperioso aprendermos a investigar o coração em busca do ‘mapa singular’ do Pai à nossa jornada de aprimoramento.

Quem se ama, vive a maravilhosa experiência de sentir brotar em sua alma, espontaneamente, uma cumplicidade poderosa com a vida.


 


Beijocas carinhosas no coração de todos 


domingo, 1 de dezembro de 2013

Desgosto


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Desgosto

Referimo-nos habitualmente aos desgostos da vida como se nada mais tivéssemos que pensar.

Essas ocorrência sobrevêm, de vez que, em nossas atuais condições evolutivas, somos ainda propensos a fixar o coração nos fenômenos do mal, extremamente desmemoriados quanto ao bem, à feição de pessoa que preferisse morar dentro de uma nuvem, à frente do Sol.

Ligeiro mal-estar obscurece-nos a harmonia interior e adotamos regime de aflição que acaba por atrair-nos moléstia grave…

Isso porque apagamos da lembrança os milhares de horas felizes que lhe antecederam o apareci- mento, sem perceber que o incômodo diminuto é aviso da natureza a que retomemos posição de equilíbrio.

Breve desajuste no lar interrompe-nos a alegria e desvairamo-nos em revolta, instalando, às vezes, perigosos quistos de malquerença, no organismo familiar…

Isso porque quase nunca relacionamos os tesouros de estabilidade e euforia com que somos favorecidos em casa, longe de observar que o problema imprevisto expressa bendita oportunidade de consolidarmos o amor e a tranquilidade no instituto doméstico.

Um companheiro nos deixa a convivência e deitamos longas teorias, acerca da ingratidão, estabelecendo complicações de profundidade…

Isso porque olvidamos as afeições preciosas que nos enriquecem os dias, incompetentes que nos achamos para concluir que o amigo, tangido pelas forças espirituais com que se afina, terá buscado o tipo de experiência mais adequada aos próprios impulsos, com vantagem para ele e proveito nosso.

Insignificante desentendimento reponta na esfera profissional e exageramos o acontecido, lançando perturbação ou incrementando a desordem…

Isso porque muito dificilmente ligamos justa importância aos dotes inúmeros que recolhemos do nosso campo de trabalho, inábeis para reconhecer que o destempero havido é o ensejo de proteger e prestigiar a organização a que fomos chamados, em favor de nós mesmos.

Desgosto está efetivamente para o coração, como a poda para a árvore.

Se dissabores nos visitam, recordemos que a vida está cortando o prejudicial e o supérfluo, em nossas plantas de ideal e realização, a fim de que possamos nos renovar e melhor produzir.

                                         Emmanuel
 

Agressividade

 
  
Agressividade

Vivem-se, na atualidade, os dias de descontrole emocional e espiritual no querido orbe terrestre.

O tumulto desenfreado, fruto espúrio das paixões servis, invade quase todas as áreas do comportamento humano e da convivência social.

Desconfiança sistemática aturde as mentes invigilantes, levando-as a suspeitas infundadas e contínuas, bem como a reações doentias nas mais diversas circunstâncias.

A probidade cede lugar à avareza, enquanto a simpatia e a afabilidade são substituídas pela animosidade contumaz.

As pessoas mal suportam-se umas às outras, explodindo por motivos irrelevantes, sem significado.

Explica-se que muitos fatores sociológicos são os responsáveis pelas ocorrências infelizes.

Apontam-se a fugacidade de todas as coisas, a celeridade do relógio, o medo, a solidão e a ansiedade, como responsáveis pela frustração dos indivíduos, gerando as situações agressivas que os armam de violência e de perversidade.

A cultura e a ética não têm conseguido acalmar os ânimos, deixando que a arrogância e a presunção enganosas tomem conta dos incautos que se lhes submetem docemente.

Os relacionamentos sem afetividade real, estimulados por interesses nem sempre nobres, tornam-se em antagonismos, em decorrência de alguma negativa que se torna oportuna e é direcionada ao outro.

A maledicência perversa grassa nos arraiais dos grupos, minando as bases frágeis das amizades superficiais, e, não poucas vezes, transformando-se em calúnias insidiosas. 

Mesmo entre as pessoas vinculadas às doutrinas religiosas libertadoras que se baseiam no amor e na caridade, no respeito ao próximo e no culto aos deveres morais, o vício infeliz permanece, destruidor.

Armando-se de mau humor, não poucos homens e mulheres externam o enfado ou os sentimentos controvertidos em que se consomem, dando lugar a situações vexatórias. 

Em mecanismo de transferência psicológica, atiram os seus conflitos à responsabilidade dos outros, como se estivessem desforçando-se da inveja que experimentam em relação aos mesmos.

Aumenta, assustadoramente, a agressividade, nestes dias, nos grupos humanos, sem que haja um programa de reequilíbrio, de harmonização individual ou coletiva.

Trata-se de uma guerra não declarada, cujos efeitos perniciosos atemorizam a sociedade.

As autoridades dizem-se atadas a dificuldades quase insuperáveis em razão do suborno, do tráfico de drogas, dos desafios administrativos, da ausência de pessoal habilitado para os enfrentamentos, falhando, quase sempre, nas providências tomadas.

Permanecem, desse modo, os comportamentos infelizes nos lares, nos educandários, nas vias públicas, no trabalho...

A agressividade é doença da alma, que deve merecer cuidados muito especiais desde a infância, educando-se o iniciante na experiência terrestre, de forma que possa dispor de recursos para vencer a inferioridade moral que traz de existências transatas ou que adquire na convivência doentia da família...

                                                   * * *
A agressividade é herança cruel do medo ancestral, que remanesce no Espírito desde priscas eras.

Não diluído pela segurança psicológica adquirida mediante a fé religiosa, a reflexão, a psicoterapia acadêmica, a oração, domina os recônditos do sentimento e exterioriza-se de forma infeliz na agressividade.

A ausência dos diálogos domésticos saudáveis entre pais, filhos e cônjuges ou parceiros, que se agridem mutuamente, sempre ressentidos, extrapolam do lar em direção à via pública, transformada em campo de batalha, segue no rumo do local de trabalho, e até aos clubes de recreação, em contínuo destrambelho das emoções.

Nesse contubérnio afligente, Espíritos irresponsáveis e frívolos aproveitam-se das vibrações deletérias e misturam-se com esses combatentes perturbados, aumentando-lhes a ferocidade e estimulando-lhes os instintos inferiores.

O resultado são os crimes hediondos, asselvajados, estarrecedores, que aumentam o índice de maldade em razão da ingestão de bebidas alcoólicas, de drogas alucinantes e fatais...

A civilização contemporânea periclita nos seus alicerces materialistas, ameaçada pela agressividade e pelo desrespeito moral que assolam sem freio.

Sem dúvida, estudiosos do comportamento, educadores sinceros e devotados, religiosos abnegados, pensadores sensatos e sociólogos lúcidos vêm investindo os seus melhores recursos na construção da nova mentalidade saudável, em tentativas ainda não vitoriosas para a reversão do quadro aparvalhante, confiantes, no entanto, nos resultados futuros.

O progresso moral é lento e exige sacrifícios de todos os cidadãos que aspiram pela felicidade e pela harmonia na Terra.

As respeitáveis contribuições da Ciência e da Tecnologia, valiosas, sob qualquer aspecto consideradas, respondem por muitas modificações das estruturas ultramontanas, suprimindo a ignorância e o primitivismo. 

Nada obstante, também são usadas para o crime de várias denominações, especialmente através dos veículos da mídia:-
- Os periódicos, 
- A Internet, 
- A televisão, assim como 
- O teatro e 
- O cinema, com a sua complexa penetração nas massas, às vezes, usados vergonhosamente e sem qualquer controle, oferecendo campo de vulgaridades e informações que preparam delinquentes e viciosos...

A rigor, com as nobres exceções existentes, a sociedade moderna encontra-se enferma gravemente, necessitando de urgentes cuidados, que o sofrimento, igualmente generalizando-se, conseguirá, no momento próprio, oferecer a recuperação, o reencontro com a saúde após a exaustão pelas dores...

Instala-se, desse modo, lentamente, o período da paz, da brandura, da fraternidade.

Sofrido, o ser humano ver-se-á compelido a fazer a viagem de volta às questões simples e afáveis, à amizade e à ternura, qual filho pródigo de retorno ao lar paterno após as extravagantes experiências que se permitiu.

Que se não demorem esses dias, que dependerão do livre-arbítrio dos indivíduos em particular e da sociedade em geral, embora o progresso seja inevitável, apressando-se ou retardando-se em razão das opções humanas.

                                                       * * *
A agressividade infeliz é doença passageira, embora os grandes danos que produz, cedendo lugar à pacificação.

Torna dócil a tua voz, nestes turbulentos dias de algazarra, e gentis os teus gestos ante os tumultos e choques pessoais...

Com sua sabedoria ímpar, Jesus assinalou:-
- Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra.

Suavemente permite que a mansidão domine os territórios das tuas emoções, substituindo esses infelizes mecanismos da inferioridade moral pelos abençoados valores da verdade.


Joanna de Ângelis
Divaldo P.Franco