Para onde vão as Vibrações de Amor ?
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Para onde vão as Vibrações de Amor ?
Certa vez Chico Xavier em desdobramento numa visita ao Plano Espiritual com Emmanuel, viu milhões de bolinhas coloridas nas mais diversas cores subindo e perguntou a Emmanuel:-
O Ouro Intransferível
O Ouro Intransferível
"Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças."
- (APOCALIPSE, capítulo 8, versículo 18.)
Sempre vulgares as aquisições de custo fácil.
Nada difícil ao homem comum perseguir as possibilidades financeiras
aliciar interesses mesquinhos, inventar mil recursos para atingir os
fins inferiores; entretanto, os que adotam semelhante norma desconhecem o
caráter sagrado do mais humilde patrimônio que lhes vai às mãos,
abusando da posse para sentirem-se, depois, mais empobrecidos que nunca.
A recomendação divina é suficientemente clara.
Para que um homem se enriqueça, deve adquirir o Ouro provado no fogo, fortuna essa que procede das mãos generosas do Altíssimo.
Somente essa riqueza espiritual, adquirida nas situações de trabalho
árduo, de profunda compreensão, de vitória sobre si mesmo, de esforço
incessante, conferirá ao Espírito a posição de ascendência legítima, de
bem- estar permanente, além das transformações impostas pelo sepulcro, e
apenas levará a efeito tão elevada conquista após entregar-se
totalmente ao Pai para a grandeza do Divino Serviço.
O homem mobilizado pelo homem poderá, sem dúvida, receber volumosos
salários.
Convenhamos, porém, que esses bens se transformam sempre ou algum dia serão transferidos a outrem pelo detentor provisório.
No entanto, quando o trabalhador gasta suas possibilidades nos trabalhos do bem, com esquecimento do egoísmo, desinteressado de si próprio, colocando acima dos caprichos da personalidade os objetivos da Obra de Deus, lutando, amando, sofrendo e entregando-se a Ele, adquire, indiscutivelmente, o ouro eterno e intransferível.
Emmanuel
Francisco Cândido Xavier
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
domingo, 19 de novembro de 2017
sábado, 18 de novembro de 2017
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terça-feira, 14 de novembro de 2017
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Desconfiemos de Nós
Desconfiemos de Nós
Existe quem atribua o fenômeno à atuação sistemática de entidades
interessadas em perturbação ou descrédito.
Possivelmente isso acontecerá
algumas vezes.
O tema, porém, é nosso, na ordem pessoal da vivência cotidiana.
Referimo-nos ao poder sugestivo da impressão.
Habitualmente ouvimos conceitos acerca da higiene mental, como se nada
tivéssemos a ver com semelhante matéria ao currículo da vida, quando isso
expressa ponto fundamental para nós todos, mormente no capítulo preventivo.
Purificar as ideias.
Elevar emoções.
Efetuar a triagem dos pensamentos, como se
procede à faxina diária dentro da casa.
Imaginar o melhor e buscar o melhor.
Não há institutos de pesquisas no mundo, capazes de avaliar a quantidade de
infortúnios e delitos desencadeados, entre os homens, anualmente, resultantes
das impressões falsas, proclamadas por verdadeiras.
Não raro, vemos um caso ou outro desses enganos terríveis, positivados em
tribunais, em se tratando de culpas cujas penas são cominadas pela justiça
humana.
E os milhares de outros casos para os quais não existem corrigendas previstas
em leis?
Nesses incidentes lamentáveis não há caluniadores em função.
Os problemas
decorrem da excitação mental condimentada em malícia, nem sempre nascida
propriamente da intenção de injuriar ou ferir.
Desprevenida de base para garantir o equilíbrio no governo de si própria, a
pessoa vê uma coisa e imagina outra.
Um homem descansa o braço num cofre alheio, enquanto conversa distraído e vê-se
julgado por larápio.
Certa mulher pede um favor ao vizinho, a fim de reparar um
engenho elétrico imprescindível à serventia da casa e é suposta protagonizando
um romance fora do lar.
E começa o conto pejorativo aumentando em vários pontos da boca ao ouvido.
Até
que se espraia.
Toma corpo.
Adere à existência das vítimas que precisarão de
muito heroísmo para se colocarem a cavaleiro do mal que a invencionice lhes
reserva.
Sabemos hoje, em ciência, que a nossa própria concepção da Terra se
baseia no jogo das impressões.
Move-se o planeta a milhares de quilômetros por
dia.
Tem o homem a ideia de agir em ponto fixo.
A cor do firmamento é aquela
que os olhos humanos captam.
A maior percentagem do mal que existe no mundo, vive e se derrama de nós
mesmos.
Absolutamente configurado nos domínios da impressão para encaminhar-se,
em seguida, às áreas da ação.
No trânsito do cotidiano, coloquemos o “certo” no coração e no raciocínio para
que os nossos olhos e ouvidos não se tornem assalariados para as atividades
infelizes do “errado”.
Acautelemo-nos contra as impressões negativas.
Acreditemos no poder do
otimismo.
E quando o jugo do mal nos apareça claro à frente, prossigamos
confiando no bem.
Se temos algo a desconfiar, desconfiemos de nós.
De
“Técnica de Viver”, de Waldo Vieira, pelo Espírito de Kelvin Van Dine).
As Almas que se Amam se Encontram em Outras Vidas ?
Na espiritualidade o sentimento é claro, de uma força e suavidade que
mostram o que existe entre os espíritos que o sentem.
Tanto mais fácil
perceber este elo afetivo, quanto mais desenvolvido moral e
espiritualmente é o espírito.
Já durante a encarnação, há uma limitação
imposta pelo esquecimento do passado, uma vantagem que Deus nos
proporcionou para que o livre-arbítrio fosse pleno em nós.
Quando
encarnamos esquecemos do passado, e deixamos adormecidas lembranças e
sentimentos.
Se duas almas que se amam se encontram, talvez não venham a
perceber imediatamente a importância real de uma na vida da outra, mas
sentirão empatia, simpatia ímpar e profunda, o que as faz pender para a
pessoa que acabaram de conhecer na nova encarnação.
O reconhecimento de
um amor de milênios pode ser forte e imediato, mas em geral, para nos
facilitar a vida, surge doce e suave, lenta e profundamente.
O fato de duas almas terem aprendido a amar-se e que se procuram para continuar juntas sua jornada – encontrarem-se na encarnação, não significa necessariamente que devam ficar
juntas, enquanto a experiência terrena estiver em andamento.
Há
reencontros que acontecem para que formem família, exemplifiquem o
sentimento, evoluindo e dando, uma à outra, força nas provas, expiações e
missões que vieram cumprir.
É bem comum também que afetos verdadeiros
não se encontrem, que estejam, cada um, vivendo experiências com outras
almas, de modo a ampliar os laços do amor fraternal.
Neste caso,
costumam aliviar a saudade através de visitas em espírito (sonhos).
Há ainda outra possibilidade, em geral prova bem difícil por exigir o
mais amplo sentimento de resignação, coragem e amor ao próximo:-
- Duas
almas encontrarem-se, reconhecerem-se, amarem-se e não poderem ficar
juntas porque já estão comprometidas com outras pessoas e famílias.
E porque Deus faria isso?
Deus não fez.
As próprias almas pediram esta prova como exercício
expiatório e prova de resistência de suas más tendências, em geral, o
egoísmo.
Imaginemos…
Duas almas aprendem a se amar; almas gêmeas que se tornam,
escolhem experiências que irão fazê-las evoluir.
Espíritos ainda em
progresso, possuem defeitos morais que estão trabalhando nas
existências.
Nascem juntas, separadas, na mesma família, em outras,
entre amigos ou inimigos.
Entre tantas vidas, numa optam por
temporariamente (o que são os anos de uma encarnação perante a
imortalidade?) por encarnarem separadas.
Casam-se com outras pessoas,
formam famílias.
Mas um dia encontram-se.
Reconhecem-se.
O amor
ressurge.
Seus compromissos espirituais são logo esquecidos, desejam-se.
Eles deveriam resistir à tentação de trair, de abandonar os
companheiros, os filhos, os compromissos, construindo falsa felicidade
sobre lágrimas alheias.
No entanto cedem.
Traem, abandonam, fogem… não
importa.
Querem ser felizes e isso lhes basta.
É o egoísmo e a falta de
fé no futuro, que lhes dirige a ação.
Mas não há real felicidade senão a conquistada no direito e na
justiça.
Se vencerem a tentação de fazer o que citamos, terão no futuro o
mérito de estar uma com a outra.
Se se deixam arrastar pelas paixões,
estarão fadadas a novos afastamentos, lições dolorosas.
Escolhem esta experiência porque a visão que têm na espiritualidade é diferente da limitada visão da encarnação.
Melhor abrir temporariamente mão da
presença amada, já que o afeto não se esvai na ausência, do que abrir
mão de estarem juntos em várias vidas e seus intervalos.
Sendo o egoísmo
o único motivador (e não o amor) da escolha de ficarem juntos a
qualquer preço, constrói-se sólido castelo sobre a areia das ilusões.
Fatalmente ele desmoronará, e será preciso reconstruí-lo.
fonte espiritismoerazao
domingo, 12 de novembro de 2017
Uniões Cármicas
Uniões Cármicas
Nos sentimos atraídos por outras pessoas por duas razões, basicamente:-
- Afinidade ou Compromissos Espirituais.
Num primeiro momento, nem sempre é possível distinguir uma coisa da
outra quando nos aproximamos de alguém com a intenção de consolidar um
relacionamento mais íntimo (amizade, namoro, casamento…).
A dúvida é:-
– O que estou sentindo advém de uma “atração cármica” ou
trata-se de um espírito amigo com o qual já me relacionei saudavelmente
no passado?
“Quando duas pessoas se encontram nos caminhos da Vida e sentem, de
forma imediata e automática, uma conexão/atração mútua e irresistível,
pode tratar-se de uma situação de um relacionamento cármico entre os
dois, que já vem de outras vidas”.
Talvez por isso é que muitos relacionamentos que inicialmente
pareciam ter tudo para dar certo, acabam de forma dramática e muitas
vezes trágica.
Mas por que será que isto acontece?
E o que são encontros cármicos?
São encontros de almas que têm pendências de outras vidas para resolverem entre si.
A principal característica de um relacionamento cármico baseia-se no
fato de que ambos parceiros carregam emoções não resolvidas dentro de
si, tais como culpa, medo, dependência, ciúmes, raiva, ressentimentos
etc, trazidas de outras vidas e que precisam de ser resolvidas na vida
atual.
E a oportunidade de resolver dá-se exatamente pelo “reencontro” entre as duas almas.
Num reencontro cármico, a outra pessoa é-nos imediata e estranhamente
familiar, mesmo que nunca a tenhamos visto nesta vida ou que não a
conheçamos bem.
Este tipo de reencontro, muitas vezes, acaba por se transformar num
relacionamento amoroso ou numa intensa paixão.
E então as emoções que
experimentamos podem ser tão avassaladoras, que acreditamos ter
encontrado a “alma gêmea”.
Por causa da “carga emocional” não resolvida, estes dois seres
sentem-se atraídos um pelo outro na vida atual e o reencontro é a
oportunidade de resolverem o que ficou pendente e libertarem-se, para
uma vivência mais plena e feliz.
Então o que acontece quando duas pessoas assim se encontram?
Dois seres com questões por resolver, quando se encontram, sentem uma
compulsão, quase que uma emergência em estar mais perto um do outro.
Entretanto, depois de algum tempo, por força dos problemas e atritos
que inevitavelmente surgem no relacionamento atual (dessa vida), poderão
repetir os mesmos padrões emocionais que causaram rompimentos e dores
numa vida passada.
Uma nova existência juntos é a grande oportunidade para enfrentarem
os problemas pendentes e lidar com eles de uma forma mais iluminada.
Ou não!
Tudo depende do grau de maturidade emocional de cada um e da vontade de superar as dificuldades do relacionamento.
Por isso, muitos casais acabam por se separar de forma dramática e
dolorida, mesmo que o relacionamento tenha começado num aparente “mar de
rosas” e, muitas vezes, nem eles mesmos conseguem perceber muito bem
por que as coisas deram errado.
Este tipo de relacionamento, por causa da carga emocional e bloqueios
que traz consigo, trará sempre grandes desafios, muitos deles bem
dolorosos, que virão à tona mais cedo ou mais tarde.
Após algum tempo, geralmente os parceiros acabam envolvendo-se num
conflito psicológico, que poderá ter como base a luta pelo poder, o
controle e a dependência, seja emocional, material, ou de outra
natureza.
E o que isto significa?
Significa que muitas vezes, estes dois seres
acabam repetindo comportamentos ou criando situações que o seu
subconsciente “ reconhece” de uma vida anterior, onde essas pessoas
podem ter sido amantes, pai e filho, patrão e funcionário, ou algum
outro tipo de relacionamento.
Pode ser que, nessa vida anterior, um dos dois tenha aberto uma
ferida emocional no outro, através infidelidade, abuso de poder,
manipulação, agressão etc, tendo provocado cicatrizes profundas e trauma
emocional.
O propósito espiritual deste tipo de “reencontro” para ambos os
parceiros é que eles aproveitem esta oportunidade para fazer escolhas
diferentes das que fizeram numa vida passada e aprendam um com o outro,
tudo o que deve ser aprendido e absorvido, para a evolução de ambos.
Identifique se está neste tipo de relacionamento, aprenda as lições necessárias, cresça e amadureça.
Caso ambos parceiros sejam suficientemente maduros e evoluídos
emocionalmente, o relacionamento cármico pode sim ser verdadeiramente
benéfico e transformador para ambos.
Fonte: Kardec Rio Preto
Casas Velhas, Velhas Casas - Momento Espírita
Casas Velhas, Velhas Casas
É comum, quando se viaja pelo sul do Brasil, encontrarmos velhas casas de madeira.
Não se trata de casas que tenham sido tombadas pelo patrimônio histórico, por qualquer razão, mas, simplesmente, casas antigas.
A madeira envelhecida, as telhas de barro enegrecidas pelas intempéries e os anos rolados, a pintura um tanto desbotada.
Em algumas, ainda persistem as latas
vazias de azeite de cozinha, abertas, penduradas com capricho, cheias de
flores.
Vasos improvisados que resistiram ao tempo.
Enquanto o automóvel vai cobrindo os
quilômetros, permanecemos na observação, que nos leva a cogitar de
quantos amores ali viveram.
Quantas vidas nasceram entre aquelas
paredes, quantas crianças cantaram, brincaram, gritaram, se divertiram,
correndo de um lado para outro, saindo pela porta da frente, dando a
volta pelo jardim e entrando pelos fundos.
Quantos pais viram seus filhos partir, olhando-os até desaparecerem na curva da estrada, dali, do portão também de madeira.
Filhos que não retornaram ao lar, por
alcançarem estradas internacionais, conquistando lauréis.
Ou por terem
ingressado no mundo espiritual, levados pela morte.
Quantos casais envelheceram juntos, vendo o progresso tomar conta das lavouras, das estradas, do mundo.
Quantos dramas terão suportado aquelas paredes, que permanecem em pé, desafiando os anos que se somam, e se multiplicam.
Algumas, um tanto abandonadas, se
apresentam tomadas pela hera que as abraça, como desejando reter ali
todo o amor que foi vivido, todos os risos e as alegrias experimentadas.
Fica a madeira encoberta pelo verde que
insiste em se apoderar dos espaços, mais e mais, como a dizer:-
- Se
ninguém aqui mais reside, farei minha essa morada.
Ou talvez porque, em descobrindo a
riqueza das vidas ainda presente, dela se deseje nutrir, e preservar
essas vibrações tão felizes entre a ramagem que espalha.
Casas velhas.
Velhas casas.
Olhando-as, nos pomos a reflexionar em
como, por vezes, nos estressamos, nos preocupamos com tantas coisas
pequenas, sem importância.
Brigamos, nos desentendemos porque
queremos impor nossas vontades.
Discutimos porque o quadro deveria ser
pendurado nesse local e não naquele.
Criamos um clima tenso porque não aprovamos a cor da tinta que outros escolheram para nossa casa.
Choramos porque o sofá da sala foi manchado, a fina porcelana quebrou, o vaso se partiu.
E, no entanto, a vida passa tão rapidamente.
E tudo o que é material e pelo qual nos empenhamos, fica para trás.
Alguém, depois que partirmos, assumirá esse patrimônio e o modificará, a seu bel-prazer.
Zelará pela sua conservação ou o passará adiante, ou o abandonará.
Ou talvez nem tenhamos, de verdade, a
quem legar tudo isso que, ciumentamente, guardamos, e de que nem nos
servimos de forma adequada, para não gastar, para não deslustrar.
Pensemos nisso e aprendamos a usufruir dos bens materiais que a Divindade nos permite possuir.
Eles existem para que nos deem prazer, conforto, aconchego, proteção.
E, de verdade, nos empenhemos em amealhar
tesouros da alma, os únicos que levaremos conosco, quando a morte vier
nos convidar para adentrarmos a Espiritualidade, outra vez...
Pensemos nisso, Agora.
sábado, 11 de novembro de 2017
Cura e Ação Espiritual
Cura e Ação Espiritual
Podem os espíritos amigos atuar sobre a flora microbiana, nas moléstias incuráveis, atenuando os sofrimentos da criatura?
Emmanuel -
As entidades amigas podem diminuir a intensidade da dor nas doenças
incuráveis, bem como afastá-la completamente, se esse benefício puder
ser levado a efeito no quadro das provas individuais, sob os desígnios
sábios e misericordiosos do plano superior.
– Por que não será permitida às entidades espirituais a revelação dos processos de cura da hanseníase, do câncer etc?
Emmanuel - Antes de qualquer consideração, devemos examinar a lei das provações e a necessidade de sua execução plena.
Na própria
natureza da Terra e na organização de fluidos inerentes ao planeta,
residem todos esses recursos, até hoje inapreendidos pela ciência dos
homens.
Jesus curava os hansenianos com a simples imposição de suas mãos
divinas.
O plano
espiritual não pode quebrar o ritmo das leis do esforço próprio, como a
direção de uma escola não pode decifrar os problemas relativos à
evolução de seus discípulos.
Além de
tudo, a doença incurável traz consigo profundos benefícios.
Que seria
das criaturas terrestres sem as moléstias dolorosas que lhes apodrecem a
vaidade?
Até onde poderiam ir o orgulho e o personalismo do espírito
humano, sem a constante ameaça de uma carne frágil e atormentada?
Observemos
as dádivas de Deus no terreno das grandes descobertas, mobilizadas para a
guerra de extermínio, e contemplemos com simpatia os hospitais isolados
e escuros, onde, tantas vezes, a alma humana se recolhe para as
necessárias meditações.
Do Livro:- 'O Consolador'
Pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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