terça-feira, 26 de abril de 2016

A Importância da Evangelização Infantil




A Importância da Evangelização Infantil

A evangelização infantil tem uma importância enorme para o Espiritismo Cristão, pois vemos nas crianças de hoje os futuros dirigentes, palestrantes, passistas e médiuns do amanhã. 

E precisamos prepará-los bem para as funções que irão assumir no futuro.
Não é mais hora de agirmos apenas com a boa vontade. 

É necessário que tenhamos também estudo e compreensão do Espiritismo, que segundo Allan Kardec, é “A ciência do infinito”. 

Temos que nos atualizar todos os dias, sempre tendo como base os ensinamentos inamovíveis de Nosso Senhor Jesus Cristo, de Allan Kardec, ampliados por Chico Xavier.
Recentemente, tive a oportunidade de ler uma entrevista em que Chico Xavier responde algumas questões envolvendo a temática da evangelização infantil. 

Vamos estudar algumas dessas questões:-
FORMAÇÃO ESPIRITUAL DA INFÂNCIA
Pergunta – Como o senhor vê o movimento de Evangelização da criança?
Chico – Há muitos anos, nós todos, os companheiros de Doutrina Espírita, encontramos no movimento de Evangelização da Criança, aquele verdadeiro movimento de formação espiritual da infância, diante do futuro. 

Há muito tempo acompanho o Departamento de Infância e Juventude da federação Espírita do Estado de São Paulo, e admiro profundamente o trabalho que ali se realiza neste setor.
APOIO AOS EVANGELIZADORES
Pergunta – Qual a tarefa do dirigente espírita junto aos evangelizadores?
Chico – Cremos que o dirigente de Instituição Espírita, a nosso ver, deveria prestigiar no máximo o trabalho dos evangelizadores, porque eles funcionam dentro da organização Espírita-Cristã, como legítimos educadores dos pequeninos que amanhã tomarão o nosso lugar, em todos os setores da experiência terrestre.
Esse trabalho é grande e sublime demais para ser subestimado; por isso mesmo nós admitimos que o assunto não pode escapar do apoio dos dirigentes espíritas, que, naturalmente, se estão devidamente conscientizados de suas tarefas, hão de apoiar os professores como sendo companheiros dos mais estimáveis na seara espírita evangélica.
PROGRAMAÇÃO DAS AULAS INFANTIS

Pergunta – Em face do desenvolvimento mental da criança, da influência dos meios de comunicação do processo de aprendizagem, se justificaria a programação de aulas predominantemente de Doutrina Espírita?
Chico – Pelo menos depois de 8 a 10 anos de idade, acreditamos que sim, porque a mente infantil de 9 a 10 anos de idade, já se encaminha para uma posição consolidada na reencarnação, que a criança está começando a viver.
Aos 10 anos, dos 10 aos 12, temos um mundo de informações para dar à criança, está encontrando hoje, um mundo muito diferente daquele que os adultos de agora encontraram 40, 50, 30 anos atrás. 

Há muitos pequeninos que são chamados aos 8, 9, 10 e 11 anos de idade a facear problemas que só adultos conheciam há 10 anos passados. 

Hoje, autoridades da Europa e da América do Norte, em diversos comentários e estudos de revistas de divulgação cientifica, muitas autoridades andam impressionadas, com o suicídio entre crianças – suicídio de crianças de 10, de 11, de 12, de 13.
Ainda ontem, tivemos em nossa casa, aqui na Comunhão Espírita Cristã, um casal de São Paulo que vinha desolado à procura de reconforto, porque o filho único do casal, um menino de 12 para 13 anos se enforcou deliberadamente, tão-só porque encontrou negativa da parte dos pais, para ir ao cinema, depois de ter ido ao cinema durante algumas noites consecutivas. 

Isto é muito importante.
Estes suicídios nessa idade não eram comuns, nem eram mesmo conhecidos há 15, 20 anos. 

Crianças que sofrem a perda de pais ou que são abandonadas pelos pais e que se suicidam mesmo, se afogam, se envenenam, procurando armas, atiram contra si próprias. 

Isto é um problema sério para todos aqueles que se sentem vinculados à tarefa de socorro à criança.
● ● ●
Dada a palavra de Chico, nós particularmente achamos que a evangelização infantil não é apenas “mais uma atividade” do centro espírita cristão. 

Na verdade, se constitui em uma das atividades mais importantes e que merecem de nossa parte a maior atenção.
É muito interessante que nosso abnegado Chico Xavier também fala a respeito da importância e como deve ser o método utilizado em uma pré-mocidade e na mocidade, além da evangelização infantil. Ele nos fala:-
EVANGELIZAÇÃO, CURSO PRÉ-MOCIDADE, MOCIDADE ESPÍRITA

Pergunta – Como o Senhor vê o curso pré-mocidade?
Chico 
– Nós reconhecemos pessoalmente a nossa incompetência para interferir nos assuntos de educação, mas, como espírita militante, nós vemos no curso pré-Mocidade uma iniciativa das mais edificantes, porque o curso encontra os nossos companheiros reencarnados entre a infância e a juventude num período em que nós acreditamos seja mais proveitosa a aplicação de normas educativas capazes de auxiliar a criatura durante a sua encarnação na Terra. 

Concordamos que o pré-mocidade é um empreendimento dos mais dignos e que merece a atenção de todas as instituições do Espiritismo Cristão, principalmente.
PROGRAMA PARA OS JOVENS
Pergunta – Sendo a fase da adolescência de transição, o que o Senhor julga mais importante para ser dar aos jovens neste Curso?
Chico – Creio que a nossa obrigação ministrar conhecimentos práticos em torno da vida prática, ideias tão sólidas quanto possíveis, quanto à realidade da vida em si. 

Precisamos acordar não só a juventude como também a madureza para as questões da autenticidade. 

Devemos ser nós mesmos com a aceitação até mesmo de nossas próprias imperfeições, para que venhamos a conhecer-nos por dentro, melhorando o nosso padrão de vida íntima, com a reforma que a Doutrina Espírita nos aconselha e com o aproveitamento máximo de nosso tempo de reencarnação.
Aqui está de um modo simples, porém muito eficaz como devemos lidar com a “evangelização infantil” ou com a “pré-mocidade” (embora hoje possamos usar outros termos para essas faixas de idade). 

Basta agora cada um de nos vermos no que podemos melhorar. 

E se possível mais melhorar no hoje.
André Luis Chiarini Villar

Ressentimento gera Doenças


Ressentimento gera Doenças

O ressentimento é sentimento que gera mágoa, e muitas vezes se transforma em raiva e ódio.
Ocorre que esses sentimentos são verdadeiros venenos para quem os sente. 
 
Alteram todo o metabolismo, provocando desordens de todos os aspectos no corpo físico, seja no sistema nervoso, na reprodução das células, no aparelho digestivo, no sistema imunológico, etc. 

Nesta situação o caos estará instalado em nosso organismo.

Sabemos que a partir daí torna-se fácil a pessoa ressentida,  desenvolver doenças em seu corpo as quais, muitas vezes são de difícil tratamento e cura.

Além de ficarmos doentes espiritualmente, tornamo-nos doentes na parte física também.

Será que queremos isso para nós? 

Queremos uma vida saudável e com alegria, ou queremos dor, doença e tristeza?

Com certeza, todos em sã consciência optam pela primeira opção. 

Então vamos melhorar nossa saúde, começando pelos sentimentos.

Esqueçamos as ofensas e os males que outros tiverem nos causado, lembrando que nem todos possuem o mesmo grau de entendimento e evolução. 

Perdoemos aqueles que nos causam ou causaram dissabores,  pois como disse o Divino Mestre Jesus:-
- “Eles não sabem o que fazem!!!”.
 
Sejamos nós a darmos o primeiro passo, rumo à paz interior que deve reinar dentro de cada um.
 
Essa paz se expandirá, criando uma energia de serenidade, tranquilidade e alegria ao nosso redor e consequentemente, nosso corpo físico agradecerá!!!

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A Escolha é nossa !


A Escolha é nossa !

Pensamento é vida.
Vida é criação.
Criação vem do desejo.
Desejo é semente.
Semente plantada no terreno da ação traz o fruto que lhe corresponde.
Toda semente produz.
A escolha é nossa.


  Livro:- "Livro de respostas"
  Emmanuel
  Chico Xavier

A Doutrina Espírita e o Elemento Humano


 
A Doutrina Espírita e o Elemento Humano

 A seara espírita é um campo de experiências. 


Seria ilusão esperar que todos quantos se engajam no trabalho espírita, nesta ou naquela faixa, por mais ardoroso que seja o desejo de servir, já estejam completamente desligados de uns tantos hábitos, contraídos nos ambientes de onde vieram. 

Não. 

As tendências religiosas de origem, os cacoetes adquiridos na profissão ou na vida social e os impulsos do próprio temperamento não se modificam de um momento para outro. 

O fato, portanto, de ingressarmos nas fileiras espíritas, seja pela dor, seja pela reflexão profunda ou por outro motivo, não significa que tenhamos deixado lá fora todas as propensões ou, afinal, toda a bagagem que nos acompanha. 

Não se diz a toda hora, e é certo, que o meio espírita é uma escola? 

Escola pressupõe aprendizado e melhoramento.
 
Como a Doutrina Espírita recebe adesões de pessoas oriundas de todas as classes sociais, assim como de todas as correntes religiosas e de todos os níveis da escala humana, as frentes de trabalho no movimento espírita, quer no campo assistencial, quer no campo doutrinário, mediúnico etc., reúnem elementos muito variados entre si, com temperamentos, concepções e costumes em tudo e por tudo diferentes. 


É natural, até certo ponto, que haja alguns problemas por falta de entrosamento. 

Todos, afinal, querem trabalhar e todos são necessários à realização da obra comum. 

Mas nem todos sempre se identificam nas ideias, nos modos de conduzir as tarefas e assim por diante. 

Todos — é bom frisar — desejam contribuir com sua parcela de esforço.

E todos devem ter oportunidades de prestar serviço.
 
O problema não está propriamente no fato de haver desigualdades individuais por causa da formação, estrutura psicológica, educação, cultura etc., mas na falta, às vezes, de tato para contornar as dificuldades entre grupos heterogêneos e aproveitar bem o que cada qual possa dar de si a despeito das divergências ou até mesmo de atritos passageiros.


Nos grupos mais reduzidos, como é o caso de uma diretoria de cinco ou seis pessoas, muitas e muitas vezes há incompatibilidades temperamentais e desentendimentos ocasionais, pois, como ensina a sabedoria popular, cada cabeça, cada sentença!
 
Homogeneidade absoluta não é mesmo possível com um material humano ainda em processo reencarnatório de melhoramento. 
Mas, é com esse material humano, sujeito aos altos e baixos da experiência terrena, que se realizam as grandes obras. 
Se o nosso movimento tivesse de esperar que aparecessem somente trabalhadores já depurados de seus velhos compromissos ou sem arestas contundentes, nada teria sido feito até agora. 
Há pessoas, no entanto, que ainda não compreendem a nossa situação e, por isso, de quando em quando fazem esta pergunta:-
 – Mas, existem dessas coisas no meio espírita? 
E por que não? 
O meio espírita não é uma comunidade de anjos, mas de gente de carne e osso, com os seus defeitos e suas qualidades. 
É verdade que certos casos já não deviam ocorrer em nosso meio. 
São casos realmente discrepantes, de projeção, campanhas anônimas etc. etc. 
Isso prova que ainda existe muita fraqueza humana do lado de cá, tanto quanto em outras atividades humanas.
 
Não esperemos, pois, que haja um ajustamento perfeito em todos os campos de trabalho espírita, já que as criaturas humanas são mesmo desiguais. 
Entretanto, pela experiência já vivida e pelo que já se aprendeu na Doutrina até agora, certas dificuldades, causadas pela incompreensão humana, já não deveriam ocorrer entre nós. 
 Afinal, ninguém é perfeito, ninguém chega à seara espírita sem influências do passado, sem alguns prejuízos da educação ou do ambiente de origem. 
Mas a casa espírita é uma escola. Sim, escola onde cada qual deve se esforçar para melhorar.
 
Afinal de contas, o que estamos fazendo no meio espírita se ainda estamos presos às mesmas paixões ou se ainda estamos presos às mesmas tendências negativas de outrora? 
Se ao cabo de tudo, nada mudou em nossa vida, pois continuamos com as mesmas ideias, os mesmos sentimentos, os mesmos hábitos, evidentemente não incorporamos bem os princípios espíritas ao dinamismo de nossa vivência cotidiana. 
É assunto para reflexões mais sérias.
Fonte:- “Ponderações Doutrinárias”, coletânea de artigos publicada pela Federação Espírita do Paraná (FEP).

Deolindo Amorim nasceu na Bahia em 1906 e desencarnou no Rio de Janeiro, em 1984. 
É considerado, ao lado de Carlos Imbassahy e Herculano Pires, um dos maiores pensadores espíritas das Américas. 
De estilo professoral, extremamente didático e elegante, Deolindo foi um dos maiores divulgadores do espiritismo como cultura e voltado para a análise de questões da atualidade. 
Fundou o Instituto de Cultura Espírita do Brasil (Iceb), foi um dos idealizadores da Associação Brasileira de Jornalistas e Escritores Espíritas (Abrajee) e graças ao seu empenho, em conjunto com a Liga Espírita do Brasil, realizou-se no Rio de Janeiro, em 1949, o II Congresso Espírita Pan-Americano.
 
Obras:- 
- Espiritismo e Criminologia; 
- O Espiritismo e as Doutrinas Espiritualistas; 
- Africanismo e Espiritismo; 
- O Espiritismo e os Problemas Humanos; 
- Ideias e Reminiscências Espíritas; 
- Allan Kardec, o Homem e o Meio, dentre outras.
 
Fonte Original desta Postagem
PENSE
"Pensamento Social Espírita"

Escreve Deolindo Amorim
 

domingo, 24 de abril de 2016

Coração Infantil


Coração Infantil


Não relegues à sombra a criança que te pede aconchego ao templo do coração.

Ave implume no ninho de teus braços, desferirá seu voo para os céus do futuro, transportando consigo a tua mensagem....

 
Cera frágil e delicada ao toque de tuas mãos, revelará no porvir as idéias que hoje plasmas em sua textura de flor...


Não lhe agraves no livro puro das impressões nascentes, senão caracteres da luz que te abençoe a memória.


Esses olhos surpresos que te observam as atitudes, esses ouvidos minúsculo
s que te guardam a palavra direta e essa alma doce e tenra que se levanta para a escola dos homens, assimilará teus exemplos, retratando-te a vida.


Ensina-lhes a conquista do bem, para que o mal não se desenvolva, sufocando-te as horas.


O divertimento do berço é o prelúdio da atividade na praça pública.


O brinquedo do lar inspira o trabalho no mundo.


Por que plantar no solo da experiência infantil as sementes de arrogância e preguiça, perversidade e destruição?


É justo acordes a criancinha para a noção da própria dignidade, mas, é lamentável lhe induzas ao crime.


É natural que o menino de agora se erga para o valor com que se mantenha acima das vicissitudes humanas, entretanto, devemos chorar sobre nossa própria maldade, toda vez que lhe inclinemos o espírito aos delitos da violência.


Coopera com o Senhor de Nossos Destinos, amparando os rebentos do campo terrestre, p
ara que não se detenham, mais tarde, nas grades da corrigenda ou nos sepulcros da frustração.


Responderemos pelas miragens com que lhe formamos os sentimentos.


Compadece-te, pois, da criança que respira e sonha ao teu lado, auxiliando-a pensar e servir, a fim de que o trabalho lhe enriqueça o caminho e para que a educação lhe norteie o caráter.


Por amor ao teu próprio futuro, auxilia-a a crescer nos padrões do Divino Benfeitor, que nos advertiu, entre a responsabilidade e a ternura:-
- Deixai vir a mim os pequeninos!...


E, conduzindo a Jesus as crianças de hoje, teremos o Reino de Deus na Terra, construído em favor de nós todos, pelos artífices de amanhã.



 Meimei
Francisco Cândido Xavier 

Irma de Castro Rocha, este encantador espírito, ficou conhecida na família espírita por Meimei

Carinhosa expressão familiar adotada pelo casal Arnaldo Rocha e Irma de Castro Rocha, a partir da leitura que estes fizeram de um Livro:- “Momentos em Pequim” de um filósofo chinês, Lyn Yutang, que havia fugido do domínio de Mao Tsé Tung; no final, no glossário, o significado da palavra Meimei “a noiva bem-amada”. 

Este apelido ficara em segredo entre o casal. 

Depois de desencarnada ela tratava o seu ex-consorte de “Meu Meimei”. "

 

Tragédia na Ciclovia do Rio de Janeiro - Existe Fatalidade Espiritual ?


Tragédia na Ciclovia do Rio de Janeiro
Existe Fatalidade Espiritual ?


A fatalidade existe unicamente pela escolha que o espírito fez, ao encarnar, deste ou daquele desafio (prova) a vivenciar. 

Escolhendo-a, institui para si uma espécie de destino ( programa encarnatório), proporcional e consequente a sua evolução espiritual.

No que toca às provas morais e às tentações, o espíri
to, conservando o seu livre arbítrio, é sempre senhor para ceder ou resistir. 

Um acontecimento qualquer pode ser a consequência de um ato praticado por livre vontade e, assim, se o homem não o houvesse praticado, o acontecimento não teria se dado. 

Não nos esqueçamos da lição de Jesus:-
- A SEMEADURA É LIVRE, MAS A COLHEITA É OBRIGATÓRIA”.


sábado, 23 de abril de 2016

Transplantes de Orgãos .....



Transplantes:-
- “Na constituição Brasileira de 05/10/88; garante a remoção de órgãos para fins de transplante, vedando a sua comercialização.”

A medicina tem se valido, cada vez mais da possibilidade de aumentar o tempo de vida das pessoas, através da utilização de partes do corpo ou de transplantes de pessoas que venham a falecer. 

Há registros de transplantes em várias épocas, na Índia, há dois mil anos ou mais, tem-se noticias de transplantes autógenos, para reparo de mutilações de nariz, orelhas e lábios. 

Os cirurgiões de Alexandria já tratavam de problemas de lesões na fase e em outras partes do corpo, através de transplante de pele.

Sem dúvida, é uma atitude louvável a possibilidade de, através da doação de partes de um corpo, que nenhuma serventia terá ao seu proprietário, permitir que alguém possa ter a oportunidade de ter a sua vida prolongada. 

“Isso sem dúvida é caridade para com o próximo”.

Entretanto, uma série de dúvidas e perguntas surgem junto a todos em relação ao conceito de morte, a família, ao espírito, a religião e outros fatores. 

Do ponto de vista médico-jurídico, o conceito de morte vem sendo muito discutido, tendo-se chegado a um consenso do conceito de morte encefálica, quando as estruturas vitais do cérebro estão irremediavelmente lesadas, o exame mostra a ausência de atividade elétrica cerebral, esse é um dos métodos de comprovação da morte.

Mas como fica a situação do espírito do doador?
R:- Essa é uma dúvida que assalta muitas pessoas, vamos dar alguns exemplos:-
- Quando uma pessoa doa as córneas (olhos), essa pessoa não retorna ao mundo espiritual sem enxergar, se fosse assim, como seria, aquelas pessoas que foram consumidas pelo fogo? 
- Voltariam a pátria espiritual como? só cinzas??? 
-E aquelas pessoas que foram desintegradas numa explosão?


Não há o que se preocupar, pois a remoção de órgãos em nada afeta o corpo perispiritual, sendo que, muitas vezes até beneficia o espírito doador, pela possibilidade que proporciona, recebendo á alegria e a gratidão do receptor do órgão e de seus familiares.

Numa operação de transplante de órgãos é necessária a presença de duas equipes médicas:-
- Uma material e outra espiritual, cada uma executando a sua parte e, por assim dizer, complementando-se uma à outra. 

Enquanto a equipe médica material trabalha nas ligações das estruturas dos tecidos do órgão doado ao corpo material do paciente receptor, a equipe médica espiritual providencia as conexões dos “fios fluídicos” do perispírito* do transplantado, na região do órgão que foi doado, às respectivas células materiais do seu novo órgão. 

Se o perispírito do paciente transplantado não se adaptar convenientemente à nova porção de matéria do órgão que foi doado, haverá a rejeição, pois ele deixa de receber os influxos vitais irradiados pelo Espírito e transmitidos ao corpo carnal via perispírito.

Nota-se, que a equipe médica espiritual atua no perispírito do receptor buscando aliviá-lo das impressões fluídicas existentes, possibilitando, assim, reduzir problemas de inaptidão do órgão a um novo organismo.

Nota:- Perispírito* - O homem compõe de três elementos:- - O corpo ou ser material, composto das partículas materiais idênticas á aquelas utilizadas na constituição fisiológica de todo o animal; 

A alma, ser inteligente, imaterial, ou espírito encarnado no corpo, e o Perispírito, laço fluídico que prende a alma ao corpo, principio intermediário entre matéria e espírito. 

A função do perispírito : quando encarnado, é o intermediário entre o espírito e o corpo físico, tendo como função, transmitir as sensações do corpo para o espírito e as impressões do espírito para o corpo.
  
Espírito e o corpo carnal, são de naturezas totalmente opostas. 

No transplante quando o órgão é retirado, leva com ele o conteúdo energético, que, sendo estranho ao organismo transplantado, pode ser chocante, portanto, não basta apenas harmonia e semelhança do ponto de vista físico, mas, também do perispiritual, quando maior essa identidade, menor a chance de rejeição.

O veículo físico de matéria palpável, não deixa de ser energia, mas é energia concentrada, pesada; já o Espírito, ser pensante, é sutil e embora ainda não conhecemos a sua estrutura íntima, percebe que é algo como um foco irradiante, uma fonte poderosa de energia vibrátil.

Dois corpos tão diferentes na sua essência, só podem ser conectados por um outro de textura intermediária - O PERISPÍRITO -, constituído de fluido semi-material, geralmente mais fluídico do que material. 

O perispírito é como se fosse um conjunto enorme de pequenas “algemas fluídicas”, que aprisionam o Espírito à matéria, célula a célula, elemento a elemento, cuja libertação plena só acontece com o fenômeno da morte.

Os corpos carnais das diferentes pessoas são exatamente iguais, pois são compostos dos mesmos elementos químicos oriundos da terra (cálcio, ferro, alumínio,zinco, etc.), qualquer que seja a superioridade ou a inferioridade dos Espíritos que os habitam temporariamente. 

Com o perispírito já não é assim. 

A natureza do envoltório fluídico do Espírito guarda uma relação íntima com o grau de adiantamento moral do Espírito. 

Para os Espíritos inferiores, seus perispíritos são tão grosseiros que chegam a ser confundidos com o próprio corpo carnal. 

Os Espíritos mais elevados, no entanto, possuem os perispíritos bem mais purificados.

Como sabemos, que o perispírito dos Espíritos não são iguais, variando de textura, de acordo com a sua pureza fluídica, em consonância com o adiantamento moral dos Espíritos, é fácil imaginar que poderá haver maior ou menor facilidade na adaptação do órgão transplantado ao corpo do receptor, na medida em que os perispíritos dos dois Espíritos (doador e receptor) sejam mais ou menos semelhantes em grau de pureza. 

Embora as ligações fluídicas perispirituais do doador do órgão já estejam desatadas, em conseqüência do fenômeno da morte, que recentemente ocorreu, é natural que as células materiais do órgão doado, guardem, por algum tempo, uma certa porção de fluidos, isto é, um certo reflexo da natureza fluídica do perispírito ao qual esteve até então jungido e ao receber agora uma fixação fluídica perispirítica de outra natureza, poderá ocorrer um choque, de maior ou menor intensidade, que perdurará por um certo tempo, até que sejam totalmente dissipadas do órgão doado, as influências residuais dos fluidos perispirituais do Espírito doador.
 
Tal situação pode se agravar, caso o Espírito do doador, seja mais materialista do que espiritualista e esteja ainda muito apegado à matéria, inclusive ao próprio corpo carnal. 

Neste caso o Espírito pode se revoltar ao ver os seus órgãos serem retirados do seu cadáver e transplantados para outras pessoas, podendo causar até mesmo angústia no desencarnado que, eventualmente, poderá repassar esta angústia para o paciente transplantado, que assim não passará bem.

Para os Espíritos desprendidos da matéria, já mais espiritualizados, a doação de seus órgãos materiais será melhor compreendida e mesmo entendida como uma caridade prestada aos seus Irmãos que passam a se beneficiar de alguns órgãos materiais que para o doador morto não têm mais nenhuma serventia.

Lembre-se de quantas pessoas poderíamos estar salvando ou até mesmo aumentando a sobre-vida daqueles que necessitam tanto de um órgão?


 
Fonte: Freddy Brandi,
CEI
Centro Espírita Ismael
 

Porque Você se encontra no Lugar em que está hoje ?


Porque Você se encontra no Lugar em que está hoje ?

Nasceste no lar de que precisavas.

Vestiste o corpo físico que merecias.

Moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar, de acordo com teu adiantamento.

Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades; nem mais nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.

Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.

Teus parentes e amigos são as almas que atraíste com tuas próprias afinidades.

Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.

Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.

Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, são as fontes de atração e de repulsão na tua jornada vivencial.

Não reclames nem te faças de vítima. 

Antes de tudo, analisa e observa. 

A mudança está em tuas mãos.

Reprograma tua meta. 

Busca o bem e viverás melhor.

Autor desconhecido
 

sexta-feira, 22 de abril de 2016

O conhecimento sobre a Espiritualidade é como a Vela em meio à Escuridão !!!


O conhecimento sobre a Espiritualidade é como a Vela em meio à Escuridão !!!


Uma senhora de aparência bizarra exclama, chamando atenção dos circunstantes:-
— Chico, é muito difícil seguir a Doutrina Espírita!

O médium observa-a, detendo-se alguns instantes, e responde-lhe:-
— Não é bem assim, irmã. 

Emmanuel esclarece o problema do seguinte modo:-
— É como se a gente acendesse uma vela:-
- Então começamos ver o sapo, a cobra, o pântano… 

E tomamos mais cuidado. 

Antes, tudo era sombra.

A noite da ignorância acompanha-nos desde o início de nossa jornada evolutiva. 

A Doutrina Espírita funciona qual alvorecer para os nossos olhos espirituais, mostrando-nos os percalços do caminho, alertando-nos para que nos livremos deles.

Aquela irmã relutava em permitir que as lições do Chico lhe iluminassem o pensamento, presa ainda à necessidade das experiências ligadas ao plano material.


 Livro:- Inesquecível Chico 
Edição GEEM