sexta-feira, 22 de julho de 2011

Você tem Medo do Novo? - Juliana Garcia

 

VOCÊ TEM MEDO DO NOVO?

O medo do não controlável, do que surpreende, que chega sem ser convidado ou aparece de onde não se espera, o medo do novo e do desconhecido é uma das grandes dificuldades humanas. 

A possibilidade do novo costuma acionar alarmes, provoca angústia, tira o prumo.
O contato do desconhecido desperta muitas vezes a sensação de estar pressionado sem saber direito de onde vem essa pressão. 

Mas pensando com calma, a gente sabe bem de onde vem: vem de dentro pra fora, vem dos nossos arquivos internos que acabam por acionar o padrão do medo a qualquer pequeno sinal de algo que possa retirar o pleno controle de nossas mãos.

Os arquivos internos que acionam o medo contêm muitas cenas, histórias, aprendizados, apreensões, que relegamos aos cantos escondidos da alma. 

Quando encontram espaço em nossa distração, esses conteúdos sobem à tona. 

E como estamos distraídos, acabam por tomar conta de nós e de nossas ações.

Por mais irracionais que sejam, nossos medos assumem o controle.

Já que nos sentimos tão perdidos naquele instante entregamos o leme ao primeiro que chega.

Reflita e você verá com mais clareza quais são os arquivos que despertam esse medo em você.

Se for difícil refletir sozinho, já que o medo pode começar a lhe turvar a visão, procure ajuda adequada.

A força desses arquivos internos está no fato de serem inacessíveis.

Quando são vistos e compreendidos, não precisamos mais cair na armadilha. E mais que isso: podemos curar as antigas feridas.

Onde essa estrada vai dar?

O novo, apesar de todo medo que pode despertar, carrega sementes em sua mala de viajante.

O desconhecido chega com seu olhar enigmático, mas o que ele trará para nossa vida depende muito da recepção que lhe oferecemos.

Ele vem daquela curva da estrada que não sabemos onde vai dar, ao vermos sua silhueta o coração dispara e nesse exato instante podemos ainda escolher que tom terão as nossas batidas: expectativa, raiva, pavor, alegria, curiosidade...Sim, podemos escolher como reagir às novidades que chegam, mesmo que muitas vezes não possamos escolher a hora de sua chegada.

As sementes que esse viajante incógnito traz é que tecem a teia da vida, que trazem o colorido inesperado e o ingrediente essencial para os próximos passos a serem dados.

Sem o elemento da novidade não haveria caminhada, nem arte, nem projeto, nem construção, sem o elemento do desconhecido não haveria construção de conhecimento, nem progresso, nem crescimento.

A grande certeza da vida, sabe qual é?

É que sempre há mudança.

Você agora já não é mais o mesmo após os minutos que se passaram durante essa leitura.

A água que corre no rio é do mesmo rio, mas já não é mais a mesma água.

Somos seres constituídos pela mudança e precisamos aceitar a correnteza da vida, nadando ao seu favor, pois é o novo que nos faz seguir adiante. 

Liberte-se das amarras que fazem com que você anseie ficar na falsa proteção do passado, pois não há segurança em não seguir o ritmo natural da vida.

É preciso entregar-se ao presente, sem medo e sem necessidade de pleno controle.

Só assim, embora pareça contraditório, você pode tomar de fato a vida nas mãos.

Mas se você se preocupa em dominar o desconhecido, em destrinchar todas as possibilidades para então se entregar ao movimento da vida, se o medo em você tem se transformado em extrema racionalidade, compartilho aqui um convite que um dia recebi nas palavras de Clarice Lispector:-
"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento".

Sobre a autora:- Juliana Garcia
Psicóloga, psicodramatista e aromaterapeuta.
Trabalha em projetos sociais como facilitadora de grupos de mulheres e grupos de reflexão sobre o Feminino em Belo Horizonte e interior de MG.

Busco um Amigo



Busco um Amigo...
Que me diga sempre a verdade,
Que não camufle os meus defeitos;
Que não despreze as minhas lágrimas!

Um amigo ...
Cuja presença traga alegria;
Cujo silêncio transmita a paz;
Cuja escuta inspire confiança;
Cuja lembrança infunda coragem.

Um amigo ...
Ao qual eu possa dizer: desculpa!
Uma, duas, três vezes...

Um amigo ...
Que não seja nem Mestre, nem discípulo,
Mas um companheiro
Com o qual eu possa caminhar
Rumo ao infinito em qualquer momento.

Um amigo...
Que conserve a sua intimidade
sem esconder o seu pranto.
Que ao amanhecer não me diga "bom dia",
mas me abra o seu coração com um amável sorisso!

Um amigo ...
Que creia na amizade e a viva como uma audaz
conquista de liberdade...
Cuja amizade seja óleo doce, suave e perfumado,
Extraido do fruto amargo de uma árvore
espinhosa.
Que não se preocupe em dar ou receber,
Mas que seja capaz de compartilhar.

Um amigo ...
Simples, sincero, natural...
Capaz de chorar, mas sobretudo de Sorrir e Amar.

Difícil, mas não impossível de se encontrar, pois
ainda acredito que existam AMIGOS VERDADEIROS ...

Autor não mencionado
Recebido por e-mail de:- TIHTIH

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Saudade

        
A saudade existe não porque estamos longe, mas porque um dia estivemos juntos...
 






         
Verdadeiros amigos independente da distância, sempre serão AMIGOS.
 
Pra mim, não existe dia certo  do amigo, mas já que inventaram esse, vamos lá cumprimenta-los! 
 
Espero estar sempre perto de vocês, mesmo que seja em pensamento, em lembranças distantes, e que eu sempre faça  vocês rirem.... sinal que um dia já fiz vocês felizes, nem que seja um pouquinho....
 
Não sei escrever coisinhas bonitas não, então do fundo do meu coração:-
 
FELIZ DIA DO AMIGO MENINAS (OS)!!!
 AMO VOCÊS!

Recebido por e-mail da Amiga TIHTIH.

Cansaço - Omraam Mikhaël Aïvanhov


CANSAÇO

"Como todos, vocês também se queixam de estarem cansados, exauridos.

Mas, vocês sabem o que é realmente o cansaço?

O cansaço é algo que se agarra a vocês como pessoas grudentas que não querem mais largá-los e sempre querem que alguém as ame, que fiquem com elas.

Sim, aceitando o cansaço e ocupando-se dele, vocês o reforçam, e ele sempre volta.

Chegou a hora de se ter outra atitude, e verão o que acontecerá.

A primavera e o verão são períodos em que é benéfico para vocês assistirem ao nascer do sol.

Muitas vezes pensam:-

Meu Deus, como é difícil levantar tão cedo da cama...

Estou tão cansada (o)!

Pois bem, vocês sempre estarão cansadas (os).

Mas digam:-

É verdade, não tenho vontade de me levantar, mas quero mudar, levantarei mesmo assim.

Então, ao se levantarem, passam um pouco de água no rosto, saem para o ar puro, e logo sentem que o cansaço desapareceu.

Contrariamente ao que se acredita, para se livrar do cansaço não se deve ficar inativo, deve-se fazer um movimento, um gesto.

Se vocês não lutarem contra o cansaço, ele jamais os abandonará."

Omraam Mikhaël Aïvanhov

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Provérbio Navajo

   

"Os pensamentos são como flechas. Uma vez lançadas, alcançam o seu alvo.

Seja cauteloso ou poderá um dia ser sua própria vítima."

Copiado do blog:-  http://emf49.blogspot.com/

O Eu e a Mente - Calunga

          
     
O Eu e a Mente

Eu não tenho vergonha de mudar de opinião.

Crescer, aprender, é mudar o modo de pensar.

Quem não muda de opinião, é porque pasa muito tempo sem aprender nada de novo.

E vocês aí na Terra tem um nome pra quem não consegue aprender, que não é nada lisongeiro!

Mas é isso que são as  pessoas que não mudam de opinião.

Eu mudo. Já mudei milhates de vezes, e acho ótimo esse jogo de cintura, essa flexibilidade, essa agilidade.

Quem anda com os músculos mentais enferrujados não consegue, tem que fazer um esforço muito grande pra conseguir enxergar idéias e situações por angulos diferentes.

Acredita que, se ficar mudando, vai perder a credibilidade. Mas como é que se vai acreditar numa pessoa que é fechada, que se recusa a raciocinar sobre as idéias em que acredita?

Se tem medo, vai ver que estas suas verdades não são tão verdadeiras assim, do contrário seriam à prova de qualquer análise!
Sabe porque o povo age assim?

É que vocês confundem o eu com a mente.

Vocês acreditam que preservam a sua individualidade preservando seus  pensamentos, e que os seus pensamentos é que compõem vocês.

Na verdade, vocês não conseguem se perceber como algo mais sutil e único, que não vai se esfacelar, não vai se diluir, se vocês soltarem  o cinturão da rigidez.

O Espírito é o ser inteligente, indestrutível, coeso.

Os pensamentos, pelo contrário, se espalham, são como o ar que você expira e se mistura ao ar ambiente, apesar de manter suas características, porque  os fluidos podem ser comparados a uma atmosfera em que estamos todos mergulhados, que recebe as qualidades dos pensamentos que emitimos, como o ar recebe as substâncias que nossos pulmões devolvem.

Numa comparação podemos dizer que, como Espíritos, respiramos fluidos. Assimilamos do meio espiritual que nos cerca - com os pensamentos e emoções dos encarnados e desencarnados que nso circundam - e devolvemos, cheios das qualidades que nos são próprias e que transmitimos aos nossos pensamentos.

Mas do mesmo jeito que vocês não são  o ar que expelem, os pensamentos que emitem não são vocês.

Vocês são a essência, o ser que experimenta e decide, e que se enriquece no aprendizado da vida.

Vocês são aqueles que pensam, mas não são o pensamento, aqueles que sentem, mas não são o sentimento.

No fundo, somos silêncio e meditação, como um lago profundo cuja superfície se agita e, em profundidade, se aquieta.

E nunca vamos deixar de ser, ainda que mudemos muito, que nos transformemos, que sejamos alguém novo todos os dias, porque DEUS nos fez para sermos imortais, e isto, nada vai mudar...

Livro: Mestre de Mim Mesmo 
Espiríto de Calunga
Médium: Rita Foelker

domingo, 17 de julho de 2011

Colheitas - Provérbio Chinês

  

COLHEITAS

"Se quiser colher a curto prazo, plante cereais.

Se quiser colher a longo prazo, plante árvores.

Mas, se quiser colher para sempre, eduque crianças".

Provérbio Chinês

Não Espere - Jacyara Amorim


  

Não Espere

Não espere...
Não espere um sorriso para ser gentil;
Não espere ser amado para amar;
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado;
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar;
Não espere a queda para lembrar-se do conselho;

Não espere...
Não espere a enfermidade para perceber o quanto é frágil a vida;
Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar;
Não espere a mágoa para pedir perdão;
Não espere a separação para buscar reconciliação;
Não espere a dor para acreditar em oração;
Não espere elogios para acreditar em si mesmo;

Não espere.
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado;
Não espere o EU TE AMO, para dizer eu também;
Não espere o dia da sua morte para começar a amar a vida;
E então o que você está esperando?
Ame a vida, e seja feliz, antes que seja tarde..

Jacyara Amorim

Vida - Lourival Lopes

   

 VIDA

Tudo em você tem utilidade.
Seus olhos indicam-lhe a direção a tomar.
Suas mãos propiciam-lhe o trabalho adequado.
Seus pés sustentam-no no caminho.
Seu estômago garante-lhe a manutenção do corpo.
Seu coração é Vida em você.
Seus ouvidos abrem-lhe a porta para o mundo da relação.
Sua boca dá-lhe a sagrada oportunidade de manifestar-se.
Sua mente é fiel instrumento da sua evolução.
Nada há sem utilidade.
Você está destinado a ser útil.
Não fique parado.
Sirva.
Trabalhe.
Aja.
Deus lhe abençoa todos os dias.
Convencer-se de que deve ser útil é seu bom sinal de progresso.


Lourival Lopes
Extraído de "Gotas de esperança"

Quando... Carlos Torres Pastorino

  


 QUANDO


Quando a dor nos visita, agradeçamos a Deus o privilegio de poder conviver algum tempo com a maior mestra da humanidade.

Quando tudo sorri em torno de nós, levantemos nossas almas em agradecimento ao Pai e oremos vigilantes com mais afinco, para que a alegria não nos faça esquecê-lo.

Quando a indiferença de alguém nos fere, agradeçamos ao Mestre a oportunidade de poder, num isolamento temporário, meditar sobre nós mesmos.

Quando a palavra ferina nos apunhala o coração, mormente se parte da pessoa querida, agradeçamos a Deus, pois muitas vezes a sangria é o remédio mais adequado a certas enfermidades que nos atacam.
Quando repentinamente a luz se apaga em redor de nossos passos, corremos a apanhar a vela benfazeja, embora fraquinha... Quantas vezes é exatamente a pequenina e bruxuleante chama da vela que nos faz evitar um precipício... 

Não desprezes sua pequenina luz só porque não conseguiu ser um luminar na constelação dos sóis.

Autoria:  Carlos Torres Pastorino

sábado, 16 de julho de 2011

Pobreza e Riqueza - André Luiz


 POBREZA E RIQUEZA

-O pobre, pobre de humildade e de espírito de serviço, é o irmão dileto do rico, rico de avareza e indiferença.

-O pobre, rico de resignação e de atividade no bem, é o companheiro ideal do rico, rico de bondade e entendimento.

-Pobreza e riqueza são portas à glorificação espiritual.

-Na primeira, é mais fácil aprender a servir; na segunda, a ciência de dar exibe agradável acesso.

-Não vale a pobreza sem a conformação e ruinosa é a riqueza insensata.

-Todos os homens, na intimidade de si mesmos, são defrontados por desafios da carência e da fortuna que os convocam ao esforço de sublimação.

-Aquele que se empobrece de ignorância e maldade, buscando enriquecer-se de amor e sabedoria, no serviço ao próximo, através do trabalho e do estudo incessantes, adquirindo compreensão e conhecimento, luz e paz, diante das Leis Divinas, é, de todos os pobres e de todos os ricos, o homem mais valioso e mais feliz.

André Luiz   
Livro: "Caridade"
De Francisco Cândido Xavier - Espíritos diversos 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Kardec e Vida - Bezerra de Menezes

( LA BRAVA BEACH - PUNTA DEL ESTE - URUGUAY)

KARDEC  E  VIDA

Kardequização do sentimento: equilíbrio

Kardequização do raciocínio: visão


Kardequização da ciência: humanidade


Kardequização da filosofia: discernimento  

Kardequização da fé:  racionalidade

Kardequização da inteligência: orientação


Kardequização do estudo: esclarecimento


Kardequização do trabalho: organização


Kardequização do serviço: eficiência


Kardequização das relações: sinceridade


Kardequização do progresso: elevação


Kardequização da liberdade: disciplina


Kardequização do lar: harmonia


Kardequização do debate: proveito


Kardequização do sexo: responsabilidade


Kardequização da personalidade: autocrítica


Kardequização da corrigenda: compreensão


Kardequização da existência: caridade


Kardequizemos para evoluir com acerto à frente do Cristo de Deus.
A Terra é nossa escola milenária e, em suas classes múltiplas, somos companheiros uns
dos outros.

Kardequizarmo-nos na carteira de obrigações a que estamos transitoriamente

jungidos é a fórmula ideal de ascensão.

Estudemos e trabalhemos sempre.


* * *

Bezerra de Menezes
Página psicografada por Francisco Cândido Xavier

Amigos



AMIGOS

EU TIVE A SORTE DE UM DIA
TE ADICIONAR NA MINHA LISTA DE AMIGOS....
PASSAMOS A TER UM DELICIOSO VÍNCULO.
O DA AMIZADE QUE HAVERÁ DE ESTAR SEMPRE PRESENTE!
NÃO IMPORTA A DISTÂNCIA...
VALE SIM, A SINCERIDADE DAQUILO QUE ESCREVEMOS E A E A HONESTIDADE DAQUILO QUE SENTIMOS...
EU TENHO O MAIOR ORGULHO EM TER SUA AMIZADE 
E GOSTO MUITO DE VOCÊ!
SEU GESTO DE ATENÇÃO E CARINHO
ME DEIXA MUITO FELIZ!
A NOSSA AMIZADE PODE SER VIRTUAL
MAS PARA MIM É SEMPRE REAL...
QUE AS ESTRELAS SORRIAM PARA VOCÊ!
E QUE O CALOR DO SOL SE PROLONGUE
POR TODOS OS DIAS DE SUA VIDA.
VOCÊ É MESMO UMA PESSOA MUITO ESPECIAL EM MINHA VIDA!

MUITO OBRIGADA (O) POR VOCÊ EXISTIR!

Recebido por e-mail de uma grande Amiga lady-tihtih.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Vinte Dicas para ser Feliz - Revista Espírita Allan Kardec


Vinte Dicas para ser Feliz

- Elogie pelo menos três pessoas por dia.    
- Assista ao nascer do Sol pelo menos uma vez por ano.  
- Tenha um aperto de mão firme.  
- Olhe as pessoas nos olhos.  
- Cante no chuveiro.
- Gaste menos do que você ganha 
- Saiba perdoar a si e aos outros. 
- Aprenda três piadas boas, mas inocentes.  
- Devolva tudo que pegar emprestado.   
- Trate a todos que você conhece como gostaria de ser tratado.  
- Faça novos amigos.      
- Saiba guardar segredos.      
- Não adie uma alegria.
- Reconheça seus erros.   
- Sorria, não custa nada e não tem preço.   
- Não ore pedindo coisas, só sabedoria e coragem.  
- Dê às pessoas uma segunda chance.    
- Não tome nenhuma medida enquanto estiver zangado.
- Dê o melhor de si no trabalho. 
- Jamais prive uma pessoa de esperança; pode ser que ela tenha só isso.  

Revista Espírita Allan Kardec”, Ano VII – Nr. 27

segunda-feira, 11 de julho de 2011

"Lenda do Rito de Passagem da Juventude dos Índios Cherokees "

      


-    "O pai leva o filho para a floresta durante o  final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
-     O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
-     Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
-     Se ele passar  a noite toda  lá,  será considerado um homem.
-    Ele não pode contar a experiência aos outros meninos, porque, cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
-     O menino está naturalmente amendrontado...
-     Ele pode ouvir toda espécie de barulho...
-     Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
-     Talvez alguns humanos possam ferí-lo.
-     Os insetos e as cobras podem vir a picá-lo.
-     Ele  pode estar com frio, fome e sede.
-    O  vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove  a venda.
-    Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
  
-     Finalmente..........


-   Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
-    Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
-    Ele estava à noite inteira protegendo seu filho do perigo.

-    NÓS TAMBÉM NUNCA ESTAMOS SOZINHOS!

-    Mesmo quando não percebemos, DEUS está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
-    Quando os problemas vêm, tudo o que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.


     MORAL DA HISTÓRIA:-

-    Apenas porque você não vê DEUS,
      não significa que ELE não esteja conosco.
     Nós precisamos caminhar pela nossa fé,
     não com a nossa visão material.

......CONFIE!......

NUNCA TIRE A SUA VENDA ANTES DO AMANHECER...."


Não Se Esqueça de Ser Feliz

Você pode brigar,
ficar magoado, de mau humor...
Pode sentir tristeza, chorar,
sentir falta de amor...
Mas lembre-se, tudo passa na vida
e esses momentos também vão passar.

Não podemos esquecer de ser feliz,
que esta é uma opção diaria.
Todos temos problemas, fases ruins...
Mas temos tanto a agradecer!
A saúde, os sentidos perfeitos, a família,
o sol, a chuva, as estrelas, os amigos...
Deixemos o que nos abate de lado,
vamos sorrir, cantar, dançar, brincar
e a vida aproveitar!
Viva com muita alegria!

Ilze Soares

Colcha da Vida - Ilze Soares



Colcha da Vida

Retalhos de vida...
Amores perdidos...
Estórias vividas...
Sonhos realizados
ou adormecidos...
Tudo alinhavado
com fios de emoção
e arrematado
com o colorido
vivo da paixão...
Bordei um mar de estrelas
e nesta colcha tão bela,
desperto recordações...

Autoria: Ilze Soares
 

Saudade...Como Dói! - Ilze Soares


Saudade...Como Dói!

Ilze Soares


O peso da saudade
embota meus olhos,
curva meus ombros,
me faz sair da realidade...

Meus esforços para afastá-la são exaustivos!

É como se meus braços estivessem costurados
nas dobras escuras da tristeza
que, de algum modo,
se tornou parte de mim...

Saudade...Como dói senti - la!

Você já não está aqui, ao meu lado...
Não posso vê-lo, abraçá-lo...
Sentir seu calor...
Esteja onde estiver,
tenha uma única certeza:
é imenso o meu amor!

Ao meu filho, pelos 7 anos de saudades... Aprendi a viver sem ele, mas a saudade dói todos os dias, sem exceção!


Autoria: Ilze Soares

O Monstro da Separação - Ivan Martins

O Monstro da Separação
Ele vive dentro de nós e, cedo ou tarde, mostra a cara

Antes de escrever esta coluna eu prometi a mim mesmo que veria Blue Valentine, lançado no Brasil com o título besta de Namorados para sempre. Prometi, mas não fiz. Tudo o que li sugere que o filme é um retrato demasiadamente fiel de dois momentos cruciais da relação amorosa, o começo jubiloso e o fim horrendo. Quem viu o filme diz que dói. Eu, que assim como vocês já tive a minha cota de separações, e ainda mais, ainda não reuni coragem para me ver em cena. E talvez não reúna. 

Mesmo de longe, Blue Valentine me fez lembrar do monstro que aparece quando as relações começam a acabar. Ele se manifesta por insultos e violência verbal, no início. Indiferença e sarcasmo, depois. É preciso ter atravessado um túnel desses para perceber que as brigas, ainda que assustadoras, representam uma tentativa de aproximação. Elas são o derradeiro gesto de carinho. Os gritos parecem uma forma exasperada de perguntar, afinal, o que aconteceu com o amor que havia aqui? A indiferença entra em cena quando ninguém mais está interessado na resposta. 

De um jeito ou de outro, o monstro está lá. 

Se ele grita e quebra pratos, ou cala, ainda é ele, cascudo e áspero por fora, uma bola sangrenta e dolorosa por dentro. O monstro da separação se parece imensamente com a pessoa que a gente amava, mas, ao contrário dela, parece ter vindo ao mundo com a missão explícita de nos fazer sofrer, de forma cruel e variada. A pior delas é a confusão. Às vezes, o monstro sorri de uma maneira tão parecida ao antigo objeto do nosso amor que é impossível não se derreter por ele. Mas, um segundo depois, o monstro faz um comentário gelado que deixa clara a sua natureza de réptil. Nossos sentimentos oscilam como pêndulo entre um momento e outro, e a vida parece não ser mais do que um poço escuro repleto de indecisão. 

Muitos dirão que eu exagero – e é verdade. Mas o fato é que nunca vivi uma separação inteiramente civilizada. Temo que elas não existam. Na minha experiência, em algum momento o monstro sempre dá as caras. Mesmo nas relações mais doces ele aparece – ainda que seja no finalzinho, ou depois. 

Lembro de me separar de uma mulher tão querida, com quem eu tinha uma relação de tanto carinho, que nos era impossível brigar de verdade. Quando ela se punha a berrar comigo eu achava a cena cômica, e ria. Mesmo assim teve barraco, semanas depois da separação. Eu soube que ela estava saindo com um sujeito qualquer e achei que tinha o direito de receber esclarecimentos. Liguei, cobrei e ela – com toda razão – disse que aquilo não era da minha conta e mandou que eu me catasse. Foi aí que o monstro pegou o telefone do meu lado e entrou na conversa. Lembro perfeitamente de algumas coisas que ele disse, e da frieza torpe com que disse, mas tenho vergonha de reproduzir. Do lado de lá, claro, apareceu outro monstro, de cílios postiços e batom vermelho, que gritou ao telefone coisas terríveis, tiradas do baú do ressentimento. Não foi nada bom.

Uma das características mais surpreendentes do monstro da separação é que gente nem imagina quando ele veio ao mundo. Lembramos perfeitamente do dia, da hora e talvez mesmo do exato segundo em que o amor começou. Ou, pelo menos, da sensação de estar diante da possibilidade do amor. Mas temos uma dificuldade enorme em perceber o momento em que a casa começa a cair. Exceto nos romances e nos filmes, que tentam explicar o inexplicável, ninguém acumula pistas para esse tipo de desfecho. Ninguém diz, por exemplo: aquela manhã, quando eu comentei que iria voltar tarde para casa, e ela sequer me ouviu, percebi que as coisas estavam acabando. Ou então: trocamos um olhar no meio da festa e, repentinamente, ficou claro que a cumplicidade que houvera entre nós havia desaparecido. 

Na vida real não é assim. Pela boa razão de que não queremos que seja. A maioria de nós gosta de ser parte de um casal, de um projeto, de um todo. Gostamos de ser amados e de amar. Assim, não nos interessa ficar espreitando o futuro na borra do café de todos os dias. Tocamos o barco, como se diz. Seguimos adiante, otimistas até prova em contrário. Quando a gente se dá conta, o mal-estar já está batendo nas coxas, como uma água suja e fria. Esse é o ambiente em que os monstros vicejam. 

É evidente que ninguém chega a isso de uma hora para outra. Monstros não se improvisam. Nem se manifestam em relações que não tiveram tempo de engendrá-los. Não adianta namorar superficialmente por três meses e esperar por um sáurio escamoso de três metros na despedida. Ela não vai aparecer. Monstros são filhos bastardos da paixão e do comprometimento. São alimentados, paradoxalmente, por desejo, admiração e compromisso. Além de tempo, claro. Gente que não é capaz de amar nunca vai ter seu monstro. Pode ver o dos outros, daqueles que são capazes de amar sozinhos, mas esses não são realmente assustadores. Os monstros que nos metem medo têm as feições e os gestos das pessoas que nós amamos. Ou as nossas.

Dito isso, se eu fosse dirigir um filme de amor, tentaria evitar esse trecho final, como o cinema antigo fazia nas cenas de sexo. Depois do beijo, descia a cortina. Quem não sabia o que vinha depois não tinha idade para isso e não deveria realmente ver. Quem já sabia não precisava de explicações tão diretas. O voyerismo erótico e emocional – esse que nos dá o direito de espiar até os últimos detalhes da vida dos outros, real ou imaginária – é uma invenção relativamente recente. Se eu fosse dirigir um filme de amor, portanto, apelaria para o pudor. E acho que seria um sucesso. Aposto que o mundo está cheio de gente como eu, cansada de ver de perto o monstro da separação.


Autoria: Ivan Martins 
Escreve na Revista Época às quartas-feiras

Separação - André Luiz


 SEPARAÇÃO

Nas construções do bem, é forçoso contar com a retirada de muitos companheiros e, em muitas ocasiões, até mesmo daqueles que se nos fazem mais estimáveis.

É preciso aguentar a separação, quando necessária, como as árvores toleram a poda.

Erro grave reter conosco um ente amigo que anseia por distância.

Em vários casos, assemelham-se às estradas que se bifurcam para atender aos desígnios do progresso.

Não servir de constrangimento para ninguém.

Se alguém nos abandona, em meio de empreendimento alusivo à felicidade de todos e se não nos possível atender à obra, em regime de solidão, a Divina Providência suscita o aparecimento de novos companheiros que se nos associam à luta edificante.

Nunca pedir ou exigir de outrem aquilo que outrem não nos possa dar.

Não menosprezar a quem quer que seja.

Saibamos orar em silêncio, uns pelos outros.
Apenas Deus pode julgar o íntimo de cada um.


Do livro "Sinal Verde"
Espirito: André Luiz
Médium: Francisco C. Xavier

domingo, 10 de julho de 2011

Prece de Sabedoria



 Prece de Sabedoria

Senhor...

No silêncio desta prece, venho pedir-te a paz, a sabedoria e a força.

Quero olhar o mundo com os olhos cheios de amor, quero ser paciente, compreensivo e prudente, quero ver além das aparências teus filhos como Tu mesmo os vê, e assim senhor... ver somente o bem em cada um deles.

Fecha meus ouvidos à toda calúnia, guarda minha língua de toda maldade e que só de bênçãos se encha a minha alma!

Que eu seja tão bom e tão alegre para que todos que se aproximem de mim, sintam a Tua presença!

Reveste-me da Tua beleza Senhor... e que durante cada dia eu Te revele a todos!

Autoria desconhecida 
 

Vinte Exercícios - Scheilla


 Vinte Exercícios
Executar alegremente as próprias obrigações.
Silenciar diante da ofensa.
Esquecer o favor prestado.
Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
Emudecer a nossa agressividade.
Não condenar as opiniões que divergem da nossa.
Abolir qualquer pergunta desnecessária ou maliciosa.
Repetir informações ou ensinamentos sem qualquer azedume.
Treinar a paciência constante.
Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
Desculpar sem desculpar-se.
Não dizer mal de ninguém.
Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
Alegrar-se com a alegria dos outros.
Não aborrecer quem trabalha.
Ajudar espontaneamente.
Respeitar o serviço alheio.
Reduzir os problemas particulares.
Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.

*

O aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos,  a algum dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino Mestre, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.

Scheilla
Do livro “Ideal Espírita”
De Francisco Cândido Xavier – Autores diversos

Yosemite - Chapel - Yosemite - National Park - California


Um dos mais belos parques, Yosemite National Park está localizado na Califórnia.
Basicamente Yosemite National Park é um dos parques deserto primeiro nos Estados Unidos Estados. 
A principal razão de sua popularidade é por suas cachoeiras, mas dentro de seus quase 1.200 quilômetros quadrados, é possível encontrar vales profundos, prados grandes, antigas sequóias gigantes, um vasto área de deserto, e muito mais.<p>