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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Paz e Harmonia



Paz e harmonia são termos muito utilizados pelas criaturas.

As pessoas se referem a estas duas situações, geralmente, de uma só vez, como se uma completasse a outra, ou que tivessem entre si uma relação muito forte.
 
Tentemos considerar, por alguns instantes, a propriedade do uso conjunto dos dois termos. 


Todas as pessoas almejam alcançar o estado de espírito a que denominam paz. 

Por certo, é esta uma condição interior, vivida por cada criatura. 

Pode-se dizer que a paz está dentro das pessoas mais do que nas coisas exteriores. 

Muitas vezes, um ambiente pode irradiar a sensação da paz, induzindo a criatura à propensão ao estado íntimo da paz. 

Apesar disso, quando o turbilhão interior for de tal monta, o ambiente pouco contribuirá para o alcance da doce paz que tranqüiliza, extasia e eleva o espírito aos mais altos cumes, à proximidade do Pai Criador.
Se paz é uma sensação que se define na individualidade, harmonia, em contraposição, tem conotação coletiva. Harmonia nos faz lembrar convivência sadia, afabilidade, doçura no rato, amor aplicado.
Poderá o homem sentir paz sem estar em harmonia com seus semelhantes? 

Bastar-lhe-á o conhecimento de muitas verdades se na prática da convivência não conseguir afinizar-se com os que o rodeiam?
Dentro de nossa concepção, entendemos paz como fim, e harmonia, como meio. 

Paz está mais acima, é degrau superior. 

Harmonia é base, sem a qual nenhuma edificação sólida poderá ser estruturada, visto que ninguém vive e muito menos poderá progredir só.
Por isto, irmão, se almejas a conquista da paz como prêmio para teus esforços a caminho da redenção, busca a harmonia com os seres, com o meio e, porque não dizer, contigo mesmo. 

Não há outro caminho.


Livro:- Intercâmbio
Cap. Paz e Harmonia
 Espírito Luiz Sérgio 
 Psicografia de Alayde de Assunção e Silva
Lucia Maria Secron Pinto

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Pensamento e Ação




Muito já se falou a respeito da necessidade de cultivarmos os Bons Pensamentos. 

Isto pode ser explicado de modo bastante simples. 

O pensamento está muito longe de ser algo diáfano e implacável. 

Ele é força, é energia e, como tal, se cristaliza, ganhando formas que se perpetuam. 

Nem só as experiências vividas vão plasmar as formas mentais que se avolumam no nosso íntimo. 

Os pensamentos unir-se-ão a elas, enriquecendo o arsenal de lembranças acumuladas.

Quantos não são os que pensam mais do que agem? 


Quantos não organizam em suas mentes enredos originalíssimos que se, transformados em literatura, teriam sucesso garantido?

Pensemos nisso e passemos a valorizar um pouco mais o hábito de disciplinar não o pensamento em si, mas os pensamentos que nos possam induzir à fixação de formas mentais negativas. 

Nem sempre o que pensamos é imediatamente passado à prática da vida. 

Entretanto, os pensamentos arquivados podem vir à tona quando o momento for propício à sua execução. 

Nestas ocasiões, o indivíduo pode agir no mal, aparentemente inconsciente do que faz. 

Mas, se lhe for dada a chance de meditar na causa primeira do seu gesto poderá, por certo, achar, lá no fundo do seu íntimo, a resposta para o que faz.

Nesta tarde, fica registrado mais um brado de alerta. 

Há campanhas entre os homens para tantas coisas:-
- Conservar a natureza, movimentar-se mais e melhorar o próprio corpo, ajudar o próximo, abandonar o vício. 

Que tal lançarmos a campanha contra os maus pensamentos? 

É uma atividade que não demonstrará, através de comportamento observável, se estamos atingindo progressos ou não. 

Cada um é que poderá analisar-se a si próprio, para ver se está participando dela intensamente e tirando o proveito desejável.


Livro:- Intercâmbio
Cap. Pensamento e Ação
Espírito Luiz Sérgio 
 psicografia de Alayde de Assunção e Silva
 Lucia Maria Secron Pinto

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Respeito ao Próximo


Respeito ao Próximo

Existe uma prioridade indiscutível:-
- A necessidade de respeitarmos o nosso próximo. 

Urge meditarmos sobre o assunto, pois nos iludimos terrivelmente quando pensamos que o respeito pelo próximo se limita às manifestações exteriores de um verniz social. 

Meras gentilezas, palavras banais e corriqueiras, que nada dizem, ou mesuras tolas não demonstram por si só o respeito que alguém possa demonstrar por outrem.

Respeitar o próximo é algo que vai além. 

Acredito que o tema escolhido para esta pequena dissertação seja mesmo difícil de ser tratado em todas as suas facetas. 

Alguns exemplos e considerações poderão ser por nós colocadas, a fim de expormos o nosso ponto de vista.
Ao exigirmos de alguém um comportamento moral e social a que não está habilitado, estaremos faltando-lhe com o respeito.
Ao criticarmos alguém que está impossibilitado de se defender, estaremos faltando-lhe com o respeito.
Se adotarmos atitudes diferentes por estarmos longe ou perto de tal pessoa, estaremos faltando-lhe com o respeito.
Ao negarmos a alguém a oportunidade de diálogo nas situações de desavença, estaremos faltando-lhe com o respeito.
Ao tentarmos escolher os caminhos que outra pessoa deve pisar, estaremos faltando-lhe com o respeito.
Precisamos aprender que as pessoas, aparentemente niveladas, segundo vários critérios, sejam a idade, a cor, a instrução, a condição econômica ou social, são tão diferentes umas das outras que seria impossível encontrar duas iguais.
Por sermos diferentes uns dos outros, por termos tido cada um de nós um momento único de criação e um caminho peculiar e individualizado a seguir através da evolução espiritual, não podemos pretender ter as mesmas percepções e, em conseqüência, não nos desenvolvemos no mesmo ritmo.
Se hoje descobri o valor da fraternidade e me embebi e me deliciei nos benefícios que ela me traz, não posso pretender que os outros que me rodeiam sintam, como eu, o significado da fraternidade.
Haverá um momento em que cada um descobrirá a bênção da fraternidade exercitada.
Além disso, devo considerar que, à medida que alcanço conhecimentos que não possuía, outros estarão, próximos a mim, conquistando outro tipo de compreensão e de esclarecimento.
No mais, o importante é trocarmos as experiências adquiridas pelo exemplo vivo da nossa conduta.
Respeitemos a personalidade do nosso próximo, valorizemos suas qualidades, incentivemos sua reforma íntima, mas não exijamos dos outros a perfeição que nós mesmos ainda não conseguimos alcançar.
Quando houver mais compreensão no mundo, as coisas serão bem melhores e todos irão se sentir muito felizes.


Livro:- Intercâmbio
 Cap. Respeito ao Próximo 
 Luiz Sérgio 
 Psicografia de Alayde de Assunção e Silva
 Lucia Maria Secron Pinto

- http://precedeluz.com.br/wordpress/