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domingo, 6 de outubro de 2013

O que é Ajudar ?


O que é Ajudar ?

Ajudar é favorecer, facilitar, fazer alguma coisa a alguém, prestar auxílio. 

Devemos nos esquecer de nós mesmos quando ajudamos alguém. 

E, quando ajudamos alguém a melhorar, melhoramos o mundo em que vivemos. 

Sempre devemos ajudar, do melhor modo possível, aqueles que surgem no nosso caminho.

Trabalho é aplicação na atividade. 

Devemos trabalhar por amor ao trabalho, não para ver seus resultados. 

Com nosso exemplo no trabalho útil, podemos fazer outros nos seguirem, embora cada um deva fazer o que lhe compete, sem medo, tentando aprender cada vez mais. 

O amor deve estar presente em tudo o que fazemos, ele nos toma mais eficientes. 

Devemos trabalhar com alegria e gratidão; é fazendo pequenas tarefas que demonstraremos ser dignos das grandes. 

Trabalhar ajudando ao próximo nos mostra o caminho da fraternidade e do amor. 

O que fazemos no presente nos mostrará o que devemos fazer no futuro. 

Sobre esse assunto, é muito interessante ler O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, Livro Terceiro, Capítulo III-II, ‘Lei do Trabalho’.

O bem deve ser feito com amor. 

Ao fazermos o bem, nos tornamos melhores e estamos colaborando para melhorar a humanidade. 

Devemos fazer o bem, expandindo os ensinamentos de Jesus, lembrando a todos sua doutrina de amor. 

Mas sem confundir amor com sentimentalismo. 

O amor deve ser benéfico e nos impulsionar ao bem. 

O amor nos ajuda a vencer os obstáculos do caminho, é o único capaz de nos redimir e nos levar ao progresso. 

Os resultados do bem realizado só a Deus pertencem.

Não devemos pensar em créditos ao realizar o bem. 

Ao fazê-lo, somos os primeiros beneficiados. 

O bem nos alimenta? 

O bem e o amor alimentam a todos nós, fortalecendo-nos, levando-nos a aprender a “sermos bons.”



Livro:- O Vôo da Gaivota
Cap. O Vôo da Gaivota
 Espírito Patrícia 
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Desprendimento e Desapego



 
Posted: 19 Aug 2013 03:44 AM PDT

Amar, mesmo que seja de forma egoísta, todos os seres humanos o fazem, nem que seja a si mesmos.

 Amar de forma verdadeira, sem egoísmo e posse, demonstra o que se aprendeu. 

Amando verdadeiramente, anulamos erros e irradiamos alegrias em nossa volta.

Amar e desapegar-se dos seres que amamos não é fácil. 

Encarnados, quando aprendem a se desprender do que lhes é caro, chegam a ter sensações de dor, porque sufocam a ilusão de ter. 

Amar a tudo, dando valor, mas sabendo que nos é emprestado. 

E por quem:-
- Pelo nosso Criador. 

Com objeto emprestato, cuidado dobrado. 

Sim, realmente, tudo nos é emprestado, já que não somos donos de nada material, não possuímos nada. 

Nosso amor pelas coisas deve ser incondicional, usar o que nos é permitido, sem abusar. 

Dar valor à casa que nos serve de lar, às roupas que vestem nosso corpo, ao local em que trabalhamos, onde recebemos o dinheiro para o sustento material, enfim, a todos os objetos que nos são úteis. 

Porém, teremos um dia que deixar tudo para outros, e que o deixemos da melhor forma possível, para que eles possam desfrutar dos objetos emprestados tanto quanto nós. 

Até o corpo físico temos que devolver à natureza. 

E como essa devolução é difícil para muitos!

Até aí, parece fácil, embora saibamos que muitos, possuídos pelo desejo de ter, se esquecem desse fato, apegam-se às coisas, aos objetos, julgando ser deles, e quando desencarnam não querem deixá-los e a eles ficam presos. 

Há uma parte mais difícil, que é amar nossos entes queridos sem apego. 

Quase sempre nos julgamos insubstituíveis junto daqueles que amamos, que ninguém os ama mais que nós e que somos indispensáveis na vida deles.

 Apegamo-nos assim a estes, esquecendo que eles também são amados por Deus e que somos companheiros de viagem, cabendo a cada um caminhar com seus próprios passos. 

E muitas vezes, nessas caminhadas, somos levados a nos distanciar um do outro, mas afetos sinceros não se separam. 

Podem estar ausentes, não separados. 

Deixar que nossos afetos sigam sozinhos, sem nós, é algo que devemos entender. É o desapego. 

Ao desencarnarmos, ausentamo-nos do convívio de nossos entes queridos e, se não entendermos isso, consideraremos essa ausência como separação definitiva. 

Precisamos aprender a amar com desapego, ampliar o número de nossos afetos, sem a ilusão da posse. 

Se formos chamados a nos ausentar, pela desencarnação, continuemos a valorizá-los, respeitando-os, ajudando-os. 

Estaremos no caminho do desapego, mas continuaremos a amá-los da mesma forma.

Livro:-O Vôo da Gaivota
Cap. Colóquio Interessante
Espírito Patrícia  
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Onde está a Felicidade ?











Onde está a Felicidade ?

Ninguém muda de imediato. 

Para nos transformarmos, necessitamos de muita compreensão. 

Temos sempre muitas possibilidades de ser felizes, só que quase sempre não as percebemos. 

Muitas vezes, prefere-se desejar algo que não se tem, na ilusão de ser ou ter. 

Colocamos muito nos atos externos ou em terceiros a nossa tão falada felicidade. 

E, na maioria das vezes, ao conseguir o que almejamos, a euforia passa logo, e voltamos a desejar outras coisas. 

A tão sonhada felicidade está dentro de nós, não importa onde estejamos e o que façamos; os atos externos não devem influir em nossa paz interior.

Muitos acham que só serão felizes desencarnados. 

Outros, que só a vida encarnada lhes trará alegrias. 

Ao colocar fatos externos como condições para sermos felizes, não o somos. 

Como também não devemos esperar que outros resolvam para nós nossas dificuldades. 

Enquanto não solucionarmos nossos conflitos de ter e ser, seremos insatisfeitos em qualquer lugar que estivermos. 

A felicidade duradoura está na paz conquistada, na harmonia, no equilíbrio, na alegria de ser útil, no bem e no caminhar para o progresso. 

Creio que irá gostar da vida, quando sua felicidade não depender de nada ou de ninguém; quando não esperar recompensas, retorno; não exigir nada; quando você amar a si mesmo, à vida e a todos os que a rodeiam.

Livro:- O Vôo da Gaivota  
Cap. Colóquio Interessante
 Espírito Patrícia  
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Desequilíbrios


 
Posted: 08 Aug 2013 03:30 AM PDT

Encarnados, quando se alimentam demasiado, desequilibram o aparelho digestivo, e a má digestão certamente os incomodará. 

Do mesmo modo, podemos nos equilibrar e desequilibrar pelos nossos atos. 

Ações boas nos equilibram, harmonizando-nos com a perfeição. 

Ações más danificam o perfeito, desequilibram, trazendo sempre a doença e o sofrimento como causa desse desequilíbrio.

E quando sofremos sem nos revoltar acabamos por entender que foram nossos atos negativos que motivaram nosso sofrimento. 

Ao mudarmos nossa maneira de viver, teremos aprendido mais uma lição. 

Se não aprendermos pelo amor, acabaremos aprendendo pela dor. 

A mente e o corpo não são criados por nós, apenas os desenvolvemos. 

Tanto a mente como o corpo anseiam pela harmonia, que compõe a natureza. 

Essa harmonia só é possível quando não há interesse pessoal e quando todos trabalham com um único objetivo, o do bem comum. 

Agindo egoisticamente, nós nos separamos espontaneamente do movimento da vida. 

É como se o feto recusasse o sangue da mãe que o sustenta. 

A mente e o corpo, privados dos fluidos cósmicos, pelo egoísmo, entram em estado de perturbação. 

O remorso destrutivo desequilibra bastante. 

Muitos, ao desencarnarem, percebem o tanto que erraram, perturbando-se demasiado e, sem um preparo especializado das colônias, uma compreensão, ao reencarnar passam para o corpo esse desajuste. 

Essas deficiências também podem ocorrer quando abusam do corpo saudável, danificando-o com drogas ou matando-o, e eles podem então ser privados em outra encarnação de um corpo perfeito. 

Também o desequilíbrio mental pode ser causado por abuso da inteligência, prejudicando os outros.

 As anomalias físicas não existem como punição de Deus, mas sim como consequência do nosso remorso destrutivo, de uma vivência com fins próprios, e não como participantes da humanidade. 

Reconhecer que erramos é fundamental, punirmo-nos, por incrível que pareça, é uma atitude de egoísmo. 

Que seria mais agradável a Deus:-
- Ser um peso para a sociedade, ou reconhecer nossos desacertos e preparar-nos convenientemente para ser um daqueles que constroem e enobrecem os seres humanos?

Livro:- O Vôo da Gaivota
Cap. Colóquio Interessante
Espírito Patrícia 
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho