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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Fazer o Bem, quando encarnado .


Fazer o Bem, quando encarnado .

O Espírito Patrícia sobre a prática do bem enquanto estamos encarnados…

Fazer o bem estando desencarnado é muito mais fácil.

Podemos trabalhar horas seguidas em determinada tarefa, seja no plano espiritual, seja entre os encarnados, ou até mesmo no Umbral, mas, ao terminá-la, ou vencendo nosso horário de trabalho, temos o equilíbrio das casas de socorro, do nosso cantinho nas colônias ou dos nossos abrigos. 

Nós nos recompomos rápido. 

E os encarnados?


Eles têm seus afazeres físicos, têm a preocupação com a sua manutenção e a de sua família. 

Têm o corpo  para cuidar, higienizar, conservar sadio e, quando  não, devem tentar sanar suas deficiências físicas.  

São muitos os encarnados que fazem o bem  apesar de todas essas dificuldades. 

Alguns ainda o fazem por motivos, mas se libertarão dessa conduta. 

Outros, e são muitos, fazem-no por amor, tendo como recompensa o prazer de servir.

Como admiro os encarnados que fazem o bem! 

E esse fazer deve ser no presente, agora, no  momento. 

Não deixe, você, agora encarnado, para fazê-lo depois. 

No plano espiritual, certamente terá oportunidade, mas é aí, no corpo físico, que se tem o grande aprendizado do bem. 

E esse bem deve ser feito sem cultuar nomes famosos de desencarnados. 

Há sabedoria em praticar o bem com amor e simplicidade.

Livro:- O Vôo da Gaivota 
Cap. O Vôo da Gaivota 
Espírito Patrícia 
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Por quê fazer o bem?



Posted: 23 Sep 2013 03:03 AM PDT

Por que motivo alguém faz alguma coisa a outra pessoa?

 Mesmo se quem faz seja crente, de alguma seita ou religião, ou descrente. 

Esse fazer pode ter resultado bom ou mau? 

Será que é sempre preciso existir algum motivo para fazer alguma ação? 

Observemos as diferentes motivações que envolvem as ações da maioria dos seres humanos.

Que motivo leva o avarento a trabalhar tanto e a explorar, quase sempre, seus semelhantes? 

O egoísmo, certamente. 

Que motivo leva o ladrão a agredir e roubar suas vítimas? 

O egoísmo. 

Que motivo leva a maioria dos seguidores de determinadas religiões a deixar de fazer o que gosta e fazer o que elas mandam? 

Não será o anseio de ter posse de um estado sem problemas, nem se for no Além? 

Isso também não será egoísmo? 

Se, ao fazermos algo, esperarmos recompensas, seja dos homens ou de Deus, estaremos agindo com egoísmo, embora o bem feito com egoísmo ajude muito a outras pessoas e a nós mesmos, porque quem faz o bem está no caminho para se libertar desse sentimento, que é o egoísmo. 

O bem sempre beneficia, a maldade prejudica. 

No dia em que não mais agirmos negativamente, estejamos encarnados ou desencarnados, haverá paz e harmonia na Terra, pois todos nós iremos fazer o que deve ser feito. 

Não haverá mais explorações nem comparações, pois isso é a causa de muitos conflitos, dores, sofrimentos e angústias na convivência dos seres humanos. 

Cada um de nós estará feliz com a vida que tem e fará todo esforço para aperfeiçoar seu trabalho físico e seu aprimoramento espiritual.

O desejo de posse, seja ele qual for, desaparecerá, e teremos equilíbrio e paz.


Livro:- O Vôo da Gaivota
Cap. O Vôo da Gaivota
Espírito Patrícia 
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Hospital Espiritual para Viciados



Posted: 16 Sep 2013 03:49 AM PDT

Elisa levou a amiga Patrícia (ambas desencarnadas) para conhecer a ala do hospital espiritual onde trabalhava cuidando daqueles que haviam adquirido vícios diversos enquanto encarnados…

Quase todas as colônias têm um hospital próprio para viciados em álcool, tabagismo e tóxico. 

Em algumas outras colônias, esses doentes ficam em alas separadas, em hospitais tradicionais.

Na Colônia Perseverança, esse hospital é separado, grande e com muitos trabalhadores dedicados que ajudam na recuperação dos desencarnados viciados. 

Lugar calmo, com muitos jardins, salões para palestras e encontros; suas principais terapias são o trabalho, a música e o teatro. 

São muitas as enfermarias, separadas em alas masculinas e femininas e pelo tipo de vício que o interno possui.

Primeiramente, vimos a parte central onde estão as salas de orientações, os alojamentos de seus trabalhadores, a biblioteca e os salões. 

Após, Elisa me levou para conhecer o atendimento aos desencarnados que, no corpo físico, foram fumantes. 

Estes, se tinham só esse vício, não ficam internados, só vêm ao hospital para serem ajudados a se libertar da vontade de fumar. 

Só em casos raros é que um ex-fumante se interna, só se ele pedir, mesmo assim é sempre por pouco tempo. 

Intoxica-se muito o perispírito com o tabagismo. 

Nessa parte é dado um tratamento para que se liberte da dependência. 

O ex-fumante recebe conhecimentos sobre o assunto, orientação e apoio que o ajudarão a vencer essa dependência. 

Mas só o conseguirá se, reencarnado, tendo oportunidade, não fumar. 

Ressalvo o termo oportunidade, porque, se encarnado, por algum motivo, não puder fumar, não quer dizer que poderá ou não fazê-lo. 

Isso ocorre com todos os vícios, só podemos dizer que os vencemos quando temos oportunidade de voltar a eles e os repelirmos.

A ala dos alcoólatras é grande. 

O álcool danifica o cérebro e o aparelho digestivo, e são muitos os doentes a se recuperar em vários estágios nessa parte do hospital. 

Os internos, quando melhoram, assistem a muitas aulas, fazem terapia de grupo e avaliam todos os acontecimentos por que passaram, decorrentes do vício, e as oportunidades de melhora oferecidas.

A parte que nos interessava era a que Elisa se dedicava, com todo o carinho, a ala dos toxicômanos. 

Essa ala, desse hospital e dos hospitais de todas as outras colônias, tem sido ultimamente ampliada, pois infelizmente são muitos os imprudentes que desencarnam vítimas das drogas, direta ou indiretamente. 

Os que estão ali socorridos têm aspecto bem melhor do que os que vagam ou os que estão no Umbral. 

São separados pelo grau de perturbação em que se encontram. 

O tratamento normalmente é longo, requerendo esforço do internado e muita dedicação e amor dos trabalhadores do hospital.

Não pensem os leitores que nesses hospitais só se vêem tristezas. 

Nada disso. 

Tristeza é sentimento negativo. 

Não ajuda e de nada serve, construímos e progredimos com o trabalho alegre. 

Os trabalhadores desse hospital têm sempre no rosto o sorriso bondoso e agradável, a palavra amiga e o amor que irradia e contagia os internos. 

Ali esses abrigados temporariamente se sentem seguros, incentivados, amados e com disposição para se recuperar.


Livro:- O Vôo da Gaivota
Cap. - A História de Elisa
Espírito Patrícia 
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho