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quarta-feira, 1 de março de 2017

Alcoolismo - um enfoque espiritualista




As drogas, de maneira simplificada, podem ser classificadas em três grandes grupos:-
- Drogas Estimulantes, Entorpecentes e Alucinógenas.

O álcool acha-se incluído no grupo das drogas entorpecentes. 
Chamam-se entorpecentes drogas que retardam ou desaceleram a atividade do sistema nervoso central, são tranquilizantes, anestésicos ou soníferos.

Embora o álcool possa, inicialmente, dar uma sensação de bem estar, com o passar do tempo passa a alterar a química do organismo tornando-se indispensável ao indivíduo que física e psiquicamente torna-se dependente ou prisioneiro do álcool. 
Seu uso constante passa a gerar um estado de desânimo com perda do interesse pelo trabalho, pelo estudo e pela vida.

Estudos desenvolvidos pela pediatria demonstram que a principal causa da existência de jovens alcoolistas é a falta de núcleo familiar organizado e estável.

Muitas vezes o álcool surge como mecanismo de fuga dos jovens à solidão em que vive desde criança. 
A falta de amor em família provoca desajustes que frequentemente desaguam no alcoolismo. 
As freqüentes separações dos pais, o abandono do lar por um deles, ou as energias de conflito graves entre os genitores é causa mais flagrante da busca do álcool pelo jovem.

O alcoolismo, além de grandes lesões nos órgãos do viciado, determina sérios problemas aos recém-nascidos quando a gestante é usuária da droga. 
O álcool pode causar lesões no feto que se desenvolve no útero materno, podendo chegar a causar a chamada “Síndrome do Alcoolismo Fetal”, com deficiência mental, atraso do desenvolvimento, defeitos cardíacos e inclusive microcefalia (cérebro pequeno).

O dependente do álcool, além de estar física e mentalmente prejudicado, traz inúmeros problemas para a sociedade, criando atritos, brigas e frequentemente se envolvendo com amizades que o levam a ambientes onde o crime espreita.

Sob o ponto de vista espírita um dos aspectos a ser considerado é a obsessão espiritual sobre os alcoólatras. 
O dependente do álcool é, em muitos casos, acompanhado por dois tipos de obsessores:-
- Os ectoparasitas, e os endoparasitas espirituais.

Chamam-se ectoparasitas aqueles espíritos que costumam frequentar bares ou locais de bebedeira se alimentando dos vapores etílicos que absorvem para seu corpo espiritual. 
Os endoparasitas espirituais são de mais grave conseqüência, pois se ligam ao corpo espiritual (perispírito) do beberrão, prendendo-se ao chakra esplênico do mesmo, onde vampirizam o fluido vital (energia vital ).

O alcoolista crônico costuma ser rodeado de larvas energéticas que se fixam ao seu perispírito. 
Fato este descrito por autores espirituais e também observados por videntes.

Quando o viciado ingere álcool, há uma expansão de sua consciência e as energias ou fluidos desequilibrados, que se encontravam retidos, saem para a superfície da sua aura, atraindo os perseguidores espirituais.

O alcoolismo é um triste flagelo da humanidade e, como tal, necessita de urgentes providências por parte de todos nós que estamos livres deste pesadelo.

Trabalhemos pelo próximo orientando-o. 
Desenvolvamos a amizade e o amor, que o álcool não será destruidor da saúde, da paz e da harmonia familiar.

DR. RICARDO DI BERNARDI

domingo, 20 de março de 2016

Tiques Nervosos, uma visão espiritualista !


Tiques Nervosos, uma visão espiritualista !

Dr. Ricardo Di Bernardi, gostaria que oportunamente fossem abordados os chamados “tiques nervosos”.
Será que a doutrina espírita pode ajudar? 
Qual a razão da existência desses tiques? 
São hereditários? 
São espirituais? 
Meu avô tinha, meu tio e agora eu. 
Será que os meus filhos podem vir a ter? 
Paulo, Genéve, Suiça

RESPOSTA:-
VEJAMOS O FATOR ESPIRITUAL EXTERNO:-
Qualquer desequilíbrio físico, e os tiques nervosos estão incluídos, decorre de um desequilíbrio dos campos energéticos do indivíduo. 
Gestos repetitivos, conscientes ou inconscientes decorrem de uma desarmonia da frequencia vibratória de nossas estruturas mais sutis. 
A Doutrina Espírita pode ajudar no equilíbrio psíquico de todos nós ,portanto, pode auxiliar neste mister. 
Com isto não estamos afirmando , nem de longe, que o problema é originariamente obsessivo isto é decorrente da ação de espíritos desencarnados. 
Sucede que tudo que pensamos, sentimos e ou agimos gera campos vibratórios com uma determinada frequencia, comprimento de onda, coloração, opacidade, som e cor específicos.
Em função de uma determinada postura criamos, secundariamente elos energéticos com entidades espirituais que estão sintonizadas no mesmo diapasão. 
Há muitas vezes interferência ou somação de situações com espíritos desencarnados. 
O tratamento, portanto, visa corrigir as posturas psíquicas do indivíduo.

FATOR PALINGENÉSICO:-
Palingenesia é o mesmo que reencarnação. 
Há ,em cada um de nós registros de todo nosso passado. 
Se é verdade que devemos nos preocupar muito mais com o presente que está sendo construído e que determina em grande parte nosso futuro, não há como negar que arquivos do nosso passado podem ser fatores de tendências em nossas atitudes. 
Vocações profissionais por exemplo são recordações inconscientes de experiências anteriores. 
Nosso corpo traz inclinações a certas manifestações que decorrem de fortes impressões que o perispírito ainda não se libertou. 
No entanto não é se conformando com a tendência que resolvemos o problema mas reencarnando para superar esta tendência. 
Nosso sistema nervoso deve ser corretamente tratado.

FATOR GENÉTICO
Geneticamente nossos órgãos são semelhantes aos ancestrais e podem trazer aptidões, ou fragilidades e dificuldades. 
Não se recebe "tiques"por herança mas se recebe uma musculatura semelhante e um sistema nervoso semelhante com possibilidades também semelhantes. 
Há genes que se expressam mais ou menos intensamente conforme as vibrações das matrizes perispirituais estejam ou não estejam comprometidas com algum problema . 
Quer dizer, se nas vidas anteriores há ligação com esta tendência a carga genética se expressa com mais intensidade. 
Além disto, reencarnamos no meio que temos afinidade o que significa histórias em comum no passado.

FATOR PSICOLÓGICO OU EMOCIONAL
Se alguém prestar muita atenção no próprio piscar de olhos ou de outrem, irá adquirir o tique do " pisca-pisca" . 
Se alguém prestar muita atenção no bocejo de outros terá imensa vontade de bocejar. 
Sono? 
Claro que não.
Falta de controle emocional. 
Transporte isto para outras esferas e níveis de gravidade e perceberá o que quero dizer.

ORIENTAÇÃO:-
Ter em mente que é uma situação Reversível e sempre curável , em mais ou menos tempo desaparece, nem que seja em próximas existências...
Um abraço fraterno.

 DR. RICARDO DI BERNARDI

sábado, 19 de março de 2016

Alcoolismo:- um enfoque Espiritualista


Alcoolismo:- um enfoque Espiritualista




As drogas, de maneira simplificada, podem ser classificadas em três grandes grupos:-
- Drogas estimulantes, entorpecentes e alucinógenas.

O álcool acha-se incluído no grupo das drogas entorpecentes. 

Chamam-se entorpecentes drogas que retardam ou desaceleram a atividade do sistema nervoso central, são tranquilizantes, anestésicos ou soníferos.

Embora o álcool possa, inicialmente, dar uma sensação de bem estar, com o passar do tempo passa a alterar a química do organismo tornando-se indispensável ao indivíduo que física e psiquicamente torna-se dependente ou prisioneiro do álcool. 

Seu uso constante passa a gerar um estado de desânimo com perda do interesse pelo trabalho, pelo estudo e pela vida.

Estudos desenvolvidos pela pediatria demonstram que a principal causa da existência de jovens alcoolistas é a falta de núcleo familiar organizado e estável.

Muitas vezes o álcool surge como mecanismo de fuga dos jovens à solidão em que vive desde criança. 

A falta de amor em família provoca desajustes que frequentemente desaguam no alcoolismo. 

As freqüentes separações dos pais, o abandono do lar por um deles, ou as energias de conflito graves entre os genitores é causa mais flagrante da busca do álcool pelo jovem.

O alcoolismo, além de grandes lesões nos órgãos do viciado, determina sérios problemas aos recém-nascidos quando a gestante é usuária da droga. 

O álcool pode causar lesões no feto que se desenvolve no útero materno, podendo chegar a causar a chamada “Síndrome do Alcoolismo Fetal”, com deficiência mental, atraso do desenvolvimento, defeitos cardíacos e inclusive microcefalia (cérebro pequeno).

O dependente do álcool, além de estar física e mentalmente prejudicado, traz inúmeros problemas para a sociedade, criando atritos, brigas e frequentemente se envolvendo com amizades que o levam a ambientes onde o crime espreita.

Sob o ponto de vista espírita um dos aspectos a ser considerado é a obsessão espiritual sobre os alcoólatras. 

O dependente do álcool é, em muitos casos, acompanhado por dois tipos de obsessores:-
- Os ectoparasitas, e os endoparasitas espirituais.

Chamam-se ectoparasitas aqueles espíritos que costumam frequentar bares ou locais de bebedeira se alimentando dos vapores etílicos que absorvem para seu corpo espiritual. 

Os endoparasitas espirituais são de mais grave conseqüência, pois se ligam ao corpo espiritual (perispírito) do beberrão, prendendo-se ao chakra esplênico do mesmo, onde vampirizam o fluido vital (energia vital ).

O alcoolista crônico costuma ser rodeado de larvas energéticas que se fixam ao seu perispírito. 

Fato este descrito por autores espirituais e também observados por videntes.

Quando o viciado ingere álcool, há uma expansão de sua consciência e as energias ou fluidos desequilibrados, que se encontravam retidos, saem para a superfície da sua aura, atraindo os perseguidores espirituais.

O alcoolismo é um triste flagelo da humanidade e, como tal, necessita de urgentes providências por parte de todos nós que estamos livres deste pesadelo.

Trabalhemos pelo próximo orientando-o. 

Desenvolvamos a amizade e o amor, que o álcool não será destruidor da saúde, da paz e da harmonia familiar.

DR. RICARDO DI BERNARDI


sábado, 12 de março de 2016

Estupro e Aborto na Visão Espírita


Estupro e Aborto na Visão Espírita

Em diversas oportunidades, quando fizemos palestra sobre reencarnação e aborto, fomos questionados posteriormente sobre a dolorosa e delicada circunstância do estupro. 

Principalmente, ao se propiciar perguntas nos serem dirigidas por escrito viabilizava-se este questionamento.

Embora o tema seja potencialmente polêmico e desagradável, nã
o há como ignorá-lo no contexto de nossa situação planetária.

A grande discussão que se levanta é a legitimidade, ou não, do aborto, quando a gravidez é conseqüente a um ato de violência física. 

Mais uma vez, nos posicionamos em relação ao aspecto legal da questão nos abstendo de maiores comentários no campo jurídico pois leis e constituições os povos já tiveram inúmeras e tantas outras terão. 

Nossa abordagem será pelo ângulo transcendental e reencarnacionista considerando que são três (3) espíritos, no mínimo, envolvidos na tragédia em questão.

Igualmente, quanto ao aspecto da ética médica, a qual estamos submetidos por força da profissão que nesta reencarnação exercemos, lembramos ser esta ética diferente em cada país do planeta. 

Numa escala de zero a 10, teremos todas as notas, conforme a nação e o continente que nos reportarmos.

Inicialmente, cumpre-nos esclarecer que o livre arbítrio é o maior patrimônio que nós, espíritos humanos, temos alcançado ao atingirmos a faixa evolutiva pen
sante. 

Livre arbítrio que não legitima atitudes, mas oportuniza às criaturas decidir e se responsabilizar pelas conseqüências de seus atos posteriores.

Outra premissa que deveremos estabelecer é aquela da maior ou menor repercussão dos atos perante a Lei Universal, em função do nível de esclarecimento que possuímos. 

Importante também salientar que não há atos perversos que tenham sido planejados pela espiritualidade superior. 

 Seria de uma miopia intelectual sem limites, a idéia de que alguém deve reencarnar a fim de ser estuprado.

A concepção do Deus punitivo e vingativo já não cabe mais no dicionário dos esclarecidos sobre a vida espiritual. 

Deus é a Fonte Inesgotável de Amor.

É a Lei maior que a tudo preside, uma lei de amor que coordena as leis da natureza.

Como conceber a violência física? 

Como enquadrar a onipresença divina em situações e sofrimentos que observamos? 

Deus estaria ausente nestas circunstâncias? 

Ou estaria presente? 

Para muitos indivíduos se estivesse presente já seria motivo para não crer na sua existência ou na sua infinita bondade e onisciência.

Outra questão importante:-
- Quem é a "vítima"? 

Cada um de nós ao reencarnar trouxe todo o seu passado impresso indelevelmente em si mesmo, são os núcleos energéticos que trazemos em nosso inconsciente construídos no passado.

Espíritos que somos e pelas inúmeras viagens que percorremos, representadas pelas inúmeras vidas, possuímos no nosso "passaporte" inúmeros "carimbos" das pousadas onde estagiamos em vidas anteriores. 

Hoje, a somatória destas experiências se traduzem em manancial energético que irradia constantemente do nosso interior para a superfície desta vida. 

Assim, é também a "vítima". 

A jovem que hoje se apresenta de forma diferente, traz em seu passado profunda marcas de atitudes prejudiciais a irmãos seus. 

Atitudes de desequilíbrio que são gravadas em si mesma. 

Algumas delas participaram intelectualmente de verdadeiras emboscadas visando atingir de maneira dolorosa a intimidade sexual de criaturas; outras foram executoras diretas, pela autoridade que eram investidas, de crimes nesta área. 

Enfim, são múltiplas as situações geradoras da desarmonia energética que agora pulsa constantemente nos arquivos vibratórios da nossa personagem neste drama.

Pela Lei Universal, a sintonia de vibrações, poderá ocorrer em um dado momento dependendo da facilitação criada por atitudes mentais da personagem apresentou como surpresa desagradável para a agredida.

Como orientar a vítima? 

Identificados dois dos protagonistas (mãe e filho) falemos acerca da entidade reencarnante.

Em certas ocasiões, o ser que mergulha na carne nesta dolorosa circunstância é alguém que vibra na mesma faixa de desequilíbrio. 

Um espírito que pelo ódio se imantava magneticamente à aura da jovem como que pedindo-lhe contas pelos sofrimentos causados por ela, se vê preso às malhas energéticas do organismo biológico que se forma. 

O processo obsessivo que vinha se desenvolvendo já o fixara perifericamente à trama perispiritual materna e agora passa a aderir definitivamente naquele organismo feminino.

Apesar do momento cruel, a Lei maior pode aproveitar para retirar o perseguidor desta situação adormecendo-o.

Acordará, talvez, embalado pelos braços de sua antiga algoz que aprenderá a perdoar e até amar em função do sábio esquecimento do passado. 

Lembramos, novamente, não foi em hipótese alguma programado o estupro, nem ele em qualquer circunstância teria justificativa. 

No entanto o crime existindo, a espiritualidade sempre fará o máximo para do "mal" poder resultar algum bem.

Mas, muitas vezes, a gestante pressionada pelos vínculos familiares opta por interromper a gravidez indesejada.

Somos contrários a teatralidade daqueles que exibem recursos chocantes de fragmentos ensangüentados de bebês em formação, jogados nos baldes frio da indiferença humana. 

A falta de argumento e conhecimento espírita do processo que se desencadeia, é que faz lançar mão destes métodos agressivos de exposição.

A visão espiritual da situação dispensa estes recursos dos quais podem se servir outras correntes religiosas que desconhecem a preexistência da alma o mecanismo da reencarnação, etc. 

O espírito submetido à violência do aborto sofre intensamente no processo, conforme o seu grau de
maturidade espiritual. 

Perante a Lei divina sabemos que o espírito reencarnado não deve receber a agressão arbitrária em face da violência cometida por outro. 

Violência que gera violência, um ciclo triste que necessita ser rompido com um ato de amor a um entezinho que muitas vezes aspira por uma oportunidade de evolução em nova vida.

O aborto provocado gera muitas vezes profundos traumas em todos os envolvidos exacerbando a dolorosa situação cármica da constelação familiar. 

Ninguém é mãe ou filho de outrem por casualidade. 

Há, sempre, um mecanismo sábio da lei que visa corrigir ou atenuar sofrimentos.

Há, também, espíritos afins e benfeitores que, visando amparar a futura mãe, optam pelo reencarne na situação surgida. 

A vítima do estupro, poderá ter ao seu lado toda luz de alguém que poderá vir a ser o seu arrimo e consolo na velhice. 

Irmãos cheios de ternura em seu coração, com projetos de dedicação e amparo, aproveitam o momento criado pelo crime para auxiliar, diretamente, na vida material, dando todo seu trabalho afetivo para aquela que amam. 

Renascem como seu filho.

A eliminação da gravidez, através do aborto provocado, nestes casos, irá anular este laborioso auxílio que o espírito protetor lamentará ter perdido.

Pelo exposto, a interrupção da gestação mesmo decorrente de violência, é sempre uma atitude arbitrária que só ampliará o sofrimento dos familiares.

Se a jovem for emocionalmente incapaz de atender os requisitos da maternidade, a adoção, preferencialmente por pessoas de vínculos próximos, deverá ser o remédio por nós indicado. 

Se não houver possibilidades psiquicamente aceitáveis de recepção por parte de familiares, encaminhe-se os trâmites da adoção para quem receberá aquela criatura com o amor necessário ao seu processo redentor e educativo.

O tempo se encarregará de cicatrizar os ferimentos da alma.
 

Dr. Ricardo Di Bernardi
Presidente da AME
SC