terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Os Jardins dos planos de Deus


Os Jardins dos planos de Deus

Suposta psicografia de Ayrton Senna ? 

Será ?


Toda conquista interna representa dentro de nós o florescimento da ascensão. 
Não vamos confundir com vitórias profissionais. 
Conquistas internas são laboratórios que fazemos no dia a dia para efetuarmos a transformação necessária em nós mesmos. 
Quem não se vê, não consegue modificar ou efetuar as devidas correções em sua alma.

A Terra é uma  e nela podemos alcançar o burilamento das nossas almas sem nos violentar, pois o que a alma requer é somente sabedoria e libertação.

Fui por esse caminho sem revelar a ninguém. 

Todos os dias me olhava como ser que poderia melhorar não somente a minha velocidade física, mas a interna. 
Esse processo se acelerou muito mais quando tive uma visão cósmica da figura amorosa do próprio Cristo.
Não foi uma visão demorada, mas Ele se mostrou dentro de mim e me senti realmente imperfeito para aquele momento. 
Contudo, eu tinha um caminho a percorrer, que não era das pistas sinuosas de nenhum autódromo, mas do meu autódromo particular. 
Tinha realmente, de superar-me e também de me surpreender com as vitórias alcançadas. 
E assim, minha alma seguiu livre sem nenhuma trava.
Deixava-me devanear pensando como seriam os jardins de Deus em Suas moradas. 
Acho que minha alma me dizia para ter pressa em relação a esse campeonato interno, o que com certeza me favoreceu mais tarde a adaptação na minha nova morada.

Alguém me mostrava distante os planos verdes de Deus e em fração de segundos me sentia muito mais integrado a realidade divina.
Entretanto, achava-me imperfeito para comentar tais experiências. 
O fato é que cada dia me tornava mais leve e mais gente, mais ser. 
Era um sentimento muito forte que me fazia devanear em certos momentos.

Hoje sei que era uma preparação e um treinamento que minha alma necessitava passar.

O fato é que quando aqui cheguei dormi bastante para que não me ressentisse com a saudade e com o choque daqueles que acreditavam em mim e que me amavam.
É mesmo um susto muito grande você se ver fora do corpo físico. 

Quanto a mim parecia que eu já sabia o que estava predestinado à minha pessoa em relação ao que aconteceu.

Fui muito preparado pela bondade do Senhor de nossas vidas através dos Seus intercessores.
 
Após a recuperação eu fiquei curioso com relação aos jardins mágicos, coloridos e diversificados de Deus que via rapidamente, em minha mente quando estava na Terra.

Quis comprovar. 

É lógico que perguntei primeiro se eu era merecedor, ao que me foi confirmado. 
Foi uma experiência que me marcou pela emoção da comprovação. 
Realmente, eram bem mais belos e muito mais concretos, perfumados. 
Rosas, miosótis, lírios, cravos e mais outras rosas que não existem na Terra. 
Ajoelhei-me reverenciando os jardins de Deus. 
Aquele era um presente que jamais ganhei na Terra!

A vontade de servir, agradecer, era forte. 

Emoções que se misturavam dentro do meu ser.

Nessa perfeita oportunidade conheci meu Anjo Guardião que somente se tornou visível quando presenciei as flores plantadas nos terrenos espirituais de Deus!

Que belo é o Anjo que me acompanhou a  e que me transportou sempre a uma conduta amiga e respeitável frente a todos que conviveram comigo na Terra.

Chorei sem lágrimas agradecido à vida, ao momento e antecipadamente, a todas as alegrias que viveria após aquele instante!

Não poderia deixar de lhes falar dessa inigualável experiência, pois o recebimento desse troféu coroou de Paz e Luz o meu espírito que viverá para sempre, como Ayrton Senna, ou simplesmente, como obra da criação divina feita para o amor incondicional aqui em Seu Plano ou em outro ensejo quando voltar à Terra para missão maior de amor à humanidade, pois para isso me preparo a cada dia.

Ayrton Senna é uma etapa passada e muito abençoada. 

No futuro serei José, Manoel ou João, mas procurarei seguir o que minha essência deseja:-
- “Amar muito a mim mesmo, a Deus e a humanidade que precisa de auxílio e encorajamento para sua evolução, e junto, a própria evolução do planeta Terra não em velocidade, mas com consciência de que a vida é o maior troféu em Luz imorredoura que teremos em mãos para todos os séculos.”

Sou grato ao Divino Criador, ao Cristo, a Santa Mãe e a todos aqueles que juntos buscam ajudar aos nossos amigos e irmãos cujas almas na Terra continuam enfermas e infelizes.
 
Rogo ao Pai o ensejo de voltar em comitiva à Terra juntamente, com amigos benevolentes que sempre descem somente para lhes ajudar.

E nessa oportunidade agradeço de joelhos também à amada madre Teresa de Calcutá com quem tive o privilégio de conviver na Crosta terrestre, em missão saneadora da Terra, a quem devo muito aprendizado pela doçura do seu coração e pelo amor que continua transmitindo, não somente aos pobres de dinheiro, mais aos pobres e enfermos de espírito.

Todo meu amor à minha família térrea e à minha família universal.


Psicografia:- “Os jardins dos planos de Deus”.  Canal:- Francyska Almeida
 Julho de 2007 
 Fortaleza/Ceará – Brasil

A mensagem de Shakespeare


A Mensagem de Shakespeare:-


"Eu sempre me sinto Feliz.
Sabe porque ?
Porque eu não espero nada de ninguém, expectativas sempre machucam ...
A vida é curta, não ame sua vida, seja Feliz ... e mantenha sempre um sorriso no rosto.
Viva a vida para você e antes de falar, escute.
Antes de escrever, pense.
Antes de gastar, ganhe,
Antes de orar, perdoe.
Antes de magoar, sinta.
Antes de odiar, ame.
Antes de desistir, tente.
Antes de morrer:-
- Viva !!!! "

Shakespeare

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Sentar-se à Janela do Avião



Sentar-se à Janela do Avião

Era criança quando, pela primeira vez, entrei em um avião.
A ansiedade de voar era enorme.
Eu queria me sentar ao lado da janela de qualquer jeito, acompanhar o voo desde o primeiro momento e sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até decolagem.

Ao olhar pela janela via, sem palavras, o avião  rompendo as nuvens, chegando ao céu azul.
Tudo era novidade e fantasia ...
Cresci, me formei, e comecei a trabalhar.
No meu trabalho, desde o início, voar era uma necessidade constante.
As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia.

No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagenm e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal.
O tempo foi passando, a correria aumentando, e já não fazia questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse.

Perdi o encanto.

Pensava somente em chegar e sair, me acomodar rápido e sair rápido.

As poltronas do corredor agora eram exigencia.

Mais fáceis para sair sem ter que esperar ninguém, sempre e sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, consigo mesmo.

Por um desses maravilhosos 'acasos' do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo/Brasil, numa tarde chuvosa, precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível.

O voo estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona.

Sem pensar, concordei de imediato, peguei meu bilhete e fui para o embarque.

Embarquei no avião, me acomodei na poltrona indicada:-
-A Janela.

Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar.

E, num rompante, assim que o avião decolou, lembrei-me da primeira vez que voara.

Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga.

Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu.

Era de um azul tão lindo como jamais tinha visto.

E também o sol, que brilhava como se estivesse acabado de nascer.

Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixanod de viver um pouco a cada viagem em que desprezava aquela vista.

Pensei comigo mesmo:-
- Será que em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela, como, por exemplo, olhar pela janela das minhas amizades, do meu casamento, do meu trabalho e convívio pessoal ?

Creio que aos poucos, e mesmo sem perceber, deixamos de olhar pela janela da nossa vida.

A vida também é uma viagem e se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor:-
- As paisagens, que são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que nos mantém vivos.

Se viajarmos somente na poltrona do corredor, com pressa de chegar, sabe-se lá aonde, perderemos a oportunidade de apreciar as belezas que a viagem nos oferece.

Se você também está num ritmo aceletado, pedindo sempre poltronas do corredor, para embarcar e desembarcar rápido e 'ganhar tempo', PARE um pouco e reflita sobre aonde você quer chegar.

A aeronave da nossa existência voa célere e  a duração da viagem não  é anunciada pelo comandante.

 Não sabemos quanto tempo ainda nos resta.

Por essa razão, vale a pena sentar próximo da janela para não perder nenhum detalhe.

Afinal, 'a Vida, a Felicidade e a Paz, são Caminhos e não Destinos'.



*Alexandre Garcia é um jornalista, apresentador, comentarista de telejornais, colunista político e conferencista brasileiro.

Cachoeira do Sul/RS

Atritos


Atritos


Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.

Simples, mas profundo, preciso.


É nos relacionamentos que nos transformamos.


Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.


Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?


As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.


À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas.


Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.


A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato.


Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar.


É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.


Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas  extremamente importantes.


Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.


Outras, sem dúvidas, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas
.

Faz parte...


Reveses momentâneos servem para o crescimento.


A isso chamamos experiência.


Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise.

Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheia de excessos.


Os seres de grande valor, percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência,
e ficando cada vez menores, menores, menores...


Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.


Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?


Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.


É lá que está o verdadeiro valor...


Pois, Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de amor.


Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar...


Mas temos que aprender como.


Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar
.

Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.


Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.


Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e... os superando.


Ora, esse sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...


E envolvimento gera atrito.


Minha palavra final:-
- ATRITE-SE!

Não existe outra forma de descobrir o amor.


E sem ele a vida não tem significado. 
 


Presidente do Colégio Internacional dos Terapeutas
UNIPAZ

domingo, 24 de janeiro de 2016

Muitos desencarnados voltam para casa, sofrimento para eles e para os que ficam !


Muitos desencarnados voltam para casa, sofrimento para eles e para os que ficam ! 

Caso interessante e bastante ilustrativo das conseqüências da imprevidência de uns e da ganância de outros, foi o de um Pai recém-desencarnado em hospital e que retornou para o ambiente doméstico, atendendo aos automatismos mentais comuns nesses casos. 

Sem perceber que já havia “morrido”, foi conduzido à reunião mediúnica e atendido dentro do quadro que apresentou. 

Depois de apresentar-se sem grandes dificuldades pela psicofonia de médium da equipe, passou a comentar o que sentia.

Deu a entender que achava que o ocorrido fora algo de rotina. 

Uma ida ao hospital para atendimento aos males do corpo, próprios da velhice e o retorno à residência.

Mostrava-se irritado e reclamava dos parentes que não o cumprimentavam, passando por ele como se não o percebessem. 

Fato que ele tomava como total e absoluto desrespeito pela sua pessoa e condição de “chefe de família”.

Comentou que estivera sentado em sua cadeira preferida na sala de sua casa, quando um familiar quase sentou-se sobre ele. 

Reclamou, mas sem resultados, ficando ainda mais nervoso e irritado com a “falta de respeito” dos parentes.

Aos Benfeitores Espirituais não é difícil conduzir recém-desencarnados nesse estado de confusão mental para o ambiente das sessões, já que não se tratam de pessoas voltadas para o mal ou cientes de sua condição e que escolhem viver entre os seus. 


Era apenas isso:-
- Um homem confundido pela morte inesperada e sem grandes incômodos, ao ponto de retornar para sua casa, pensando viver a vida de antes.

Depois de recebido com a atenção e o carinho que lhe foi dispensado, manifestou seu desagrado quanto ao que acontecia em seu lar. 

Devagar e com habilidade lhe foi sendo mostrado o novo cenário espiritual.

Continuou falando por algum tempo e demonstrou viva inquietação pela preocupação de seus parentes mais próximos quanto aos bens que tinha. 

Não entendia o porquê daquelas discussões sobre partilha já que estava vivo. 

E de fato estava, mas não mais no mundo material onde deixara seus bens.

Quando entendeu o ocorrido, chorou pelo que via acontecer na família. 

 Não imaginava que houvessem disputas e atritos por causa de coisas materiais. 

Lamentou não ter deixado esse assunto resolvido através de testamento ou algo assim. 

Mas, disse não imaginar que isso pudesse acontecer, daí sua despreocupação com o caso.

Foi orientado no sentido de deixar que os encarnados resolvessem o caso dentro das leis terrenas que regulavam tais assuntos, e que ele se ocupasse com sua nova vida, que poderia ser mais tranqüila e mais feliz de agora em diante.

Perguntou pelos parentes, sobre como ficariam sem ele. 

Foi informado que nada mais poderia fazer, a não ser visitá-los e auxiliá-los espiritualmente, quando estivesse restabelecido e pronto para isso. 

Até lá, era conveniente deixar que Deus, o Pai de todos, se encarregasse de tudo através de seus mensageiros.

Nesse momento ficou mais calmo, pois sendo homem religioso, a referência a Deus lhe devolveu a Fé e a Tranqüilidade. 


Parentes já desencarnados se aproximaram e ele, surpreso e feliz, foi encaminhado para novos ambientes da vida espiritual, já praticamente desligado de suas preocupações com a vida que tivera na Terra.

Aceitara com facilidade as orientações e seu estado moral-espiritual lhe permitiria uma recuperação relativamente rápida.

Esse acontecimento chamou a atenção dos membros da equipe para um fato comum:-
- A pouca preocupação dos encarnados com seus bens e possíveis herdeiros, e a relação disso com as leis terrenas que regulam a transferência de riquezas e bens de uns para outros. 

Sobretudo, com seus possíveis reflexos na vida espiritual dos que deixam bens.

Mais ainda, a pouca preocupação com a própria desencarnação e seu impacto e conseqüências sobre si mesmos e sobre aqueles que ficam, entes queridos ou não. 

Todos vivem como se a morte não pudesse acontecer com eles, apesar da realidade demonstrar que todos, independentemente da idade ou sexo, estado de saúde, de riqueza ou miséria, posição social ou poderes terrenos, estão sujeitos a esse fenômeno que é a única fatalidade na vida humana.

  

中国新声代 李成宇 谭芷昀 《You Raise Me Up》



Maravilhoso !!!!

Sensacional !!!!

Divino !!!
 

sábado, 23 de janeiro de 2016

Sirvamos

 Sirvamos

"Servindo de boa-vontade, como sendo ao Senhor, e não aos homens"
Paulo (Efésios, 6:7)


Se legislas, mas não aplicas a Lei, segundo os desígnios do Senhor, que considera as necessidades de todos, caminhas entre perigosos abismos, cavados por tuas criações indébitas, sem recolheres os benefícios de tua gloriosa missão na ordem coletiva.

Se administras, mas não observas os interesses do Senhor, na estrada em que te movimentas na posição de mordomo da vida, sofres a ameaça de soterrrar o coração em camprichos escuros, sem desfrutares as bençãos da função que exerces no ministério público.

Se julgas os semelhantes e não te inspirar no Senhor, que conhece todas as particularidades e circunstâncias dos processo em transito nos tribunais, viver na probabilidade de cair, espetacularmente, na mesma senda a que se acolhem quantos precipitadamente aprecies, sem retirares, para teu proveito, os dons da Sabedoria que a Justiça conserva em tua inteligência.

Se trabalhas na cor ou no mármore, no verbo ou na melodia, sem traduzires em tuas obras a correção, o Amor e a Luz do Senhor, guardas a tremenda responsabilidade de quem estabelece imagens delituosas para consumo da mente popular, perdendo, em vão, a Glória que te enriquece os sentimentos.

Se fostes chamado à obediência, na estruturação de utilidades para o mundo, sem o espírito de compreensão com o Senhor, que ajudou as criaturas, amando-as até o sacrifício pessoal, vives entre os fantasmas da indisciplina e do desânimo, sem fixares em ti mesmo a claridade divina do talento que repousa em tuas mãos.
 
Amigo, a passagem pela Terra é aprendizado sublime.
O trabalho é sempre o instrutor do aperfeiçoamento.
Sirvamos sem prender-nos. 

Em todos os lugares do vale humano, há recursos de ação e aprimoramento para quem deseja seguir adiante.
Sirvamos, em qualquer parte, de boa-vontade, como sendo ao Senhor e não às criaturas, e o Senhor nos conduzirá para os cimos da vida.

Fonte Viva
Capítulo 29

Emmanuel
Francisco Cândido Xavier
FEB

Renascer


Renascer

O transitório esquecimento do passado, facilita os recomeços, ensejando mais amplas possibilidades ao entendimento e à cordialidade.

Lembrasse -se o Espírito dos motivos da antipatia ou do amor, vincular-se-ia apenas aos seres simpáticos, afastando-se daqueles por quem se sentiu prejudicado, complicando, indefinidamente, a libertação das causas infelizes do fracasso.

Assim:-
- O filho revel retorna na condição de pai, 
- A esposa ultrajada volve como mãe abnegada, 
- O criminoso odiento reinicia ao lado da vítima antiga, 
- O infrator da existência física, autocida, reencarna com as limitações que ocasionou, mediante o atentado perpetrado contra a organização somática.

A cerebração mal aplicada redunda em idiotia irreversível e a impiedade, o ultraje, o abuso de qualquer natureza constroem o suplício da miséria, física ou moral, como medida educadora de que necessita o defraudador.

Seja qual for a situação em que te encontras, agradece a Deus a  atual conjuntura expiatória ou provacional, utilizando-te do tempo com Sabedoria e Discernimento, de modo a construíres o futuro, desde que o presente se te afigure afligente ou  doloroso.

O que hoje possuis, vem de ontem, podendo edificar para o amanhã, através do uso que faças das faculdades ao teu alcance.

Qualquer corpo, mesmo quando mutilado ou limitado, assinalado por enfermidades ultrizes e rigorosas, constitui concessão superior que a todos cabe zelar e cultivar, desdobrando recursos e entesourando aquisições, mediante os quais poderá planar logo mais nas Regiões Felizes, livre dos retornos dolorosos e recomeços difíceis.



Estudos Espíritas
Joanna de Ângelis 
Divaldo Pereira Franco
FEB

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Espíritos Protetores


Espíritos Protetores

Ensina a Doutrina Espírita, que contamos com a ajuda dos Espíritos desencarnados, voltados ao Bem, os quais, pela intuição, buscam nos orientar e auxiliar.

Constituídos por entidades Amigas, Espíritos familiares, desta ou de outras existências, os Espíritos Protetores, incubem-se de nos induzir ao esforço do Bem e do Progresso.

Dentre os Espíritos Protetores, destacamos os chamados Guias Espirituais, que se vinculam, particularmente, a um indivíduo, para protegê-lo.

Estes Espíritos, tem como missão guiar o seu tutelado pela senda do Bem, além de auxiliá-lo com suas orientações, animá-lo e consolá-lo, diante das dificuldades.

Desde o nascimento até o momento do desenlace, e muitas vezes até depois deste, o guia está ligado ao seu protegido, buscando reerguê-lo espiritualmente.

Nos momentos difíceis, compete a nós, buscarmos o auxílio de nossos guias que, em nome da Providência Divina, vêm nos socorrer.
Mas não podemos ficar dependendo só de nossos anjos tutelares, é a nós que cabe a vitória ou a derrota diante de nossas imperfeições.

Sobre o auxílio de forma absoluta dos nossos guias, Emmanuel, em "O Consolador", alerta:-
- Um guia espiritual poderá cooperar sempre em vossos trabalhos, seja auxiliando-vos nas dificuldades, de maneira indireta, ou confortando-vos, na dor, estimulando-vos para a edificação moral, imprescindível à iluminação de cada um, entretanto, não deveis tomar as suas expressões fraternas, por uma promessa formal, no terreno das realizações do mundo, porquanto essas realizações dependem do vosso esforço próprio e se acham entrosadas no mecanismo das provações indispensáveis ao vosso aperfeiçoamento.

Na questão 226, da obra citada, o mesmo Emmanuel, completa:-
- Essa colaboração, apenas se verifica como no caso dos irmãos mais velhos, ou de Amigos mais idosos, nas experiências do mundo.

Os mentores do Além, poderão apontar-vos os resultados dos seus próprios esforços na Terra, ou, então, aclarar os ensinos que o homem já recebeu através da misericórdia do Cristo e da benevolência dos seus enviados, mas em hipótese alguma poderão afastar a alma encarnada do trabalho que lhe compete, na curta permanência das lições do mundo (...) (grifo nosso).

A palavra do guia é agradável e amiga, mas o trabalho de iluminação pertence a cada um (...)

Segundo orientação dos próprios Espíritos, se a criatura não escuta os conselhos de seu guia, este se afasta, mas não o abandona definitivamente, ficando atento para auxiliá-lo sempre que seu tutelado voltar ao caminho correto.

Sobre a evolução dos guias espirituais, "O Livro dos Espíritos" esclarece, que são eles de natureza sempre superior, com relação ao seu protegido, mas o bom senso diz que não poderão ser de natureza muito superior, porque senão não haverá possibilidade de sintonia.

A Doutrina Espírita alerta ainda que como os indivíduos, também os lares, as famílias e as coletividades tem seus Espíritos Protetores, cuja elevação está sempre de acordo com a importância da tarefa a realizar.

Como exemplo, temos:-
- Jesus, o guia de nosso Orbe, Ismael, o guia de nosso país, e muitos outros que desconhecemos o nome, no entanto, temos a certeza de sua existência.

Sempre que iniciamos um trabalho em bases de Amor, em nome do Cristo, a Espiritualidade vinculada à divulgação da Boa Nova entre os homens, destaca um Espírito afim ao trabalho, para que oriente os trabalhadores envolvidos no mesmo, com a finalidade de guiá-los para um melhor desenvolvimento deste.

Assim temos os guias das nossas reuniões, das nossas campanhas de assistências, dos nossos centros espíritas, entre outros.

Concluindo, onde estiver a criatura, desde que esteja em sintonia com as forças do Bem, jamais estará desempara do auxílio desses enviados do Senhor, e nos momentos difíceis, como Jesus nos disse, também poderemos dizer:-
- Ou pensas tu que eu não poderia rogar a meu Pai, e que ele não me mandaria agora mesmo mais de doze legiões de anjos ?
Mateus, 26:53


Livro:-  Apostila do Curso de Espiritismo e Evangelho

Centro Espírita Amor e Caridade 

Goiânia – GO 

1997