segunda-feira, 23 de junho de 2014

A História de Mark


 
A História de Mark

Ele estava na primeira 3ª série em que eu lecionei, na escola Saint Mary's em Morris, Minnesota. 

Todos os 34 alunos eram importantes para mim, mas Mark Eklund, era um em um milhão. 

Muito bonito na aparência, mas com aquela atitude 'é bom estar vivo' que fazia mesmo uma travessura interessante.

Mark falava incessantemente. 

Eu tinha de lembrá-lo a toda hora que, conversar sem pedir licença, não era permitido. 

O que me impressionava muito, porém, era sua resposta sincera, toda vez que eu precisava chamar sua atenção pelas travessuras:-
- "Obrigado por me corrigir, Irmã!"

Eu não sabia o que fazer disto, mas ao invés me acostumei a ouvir esta frase muitas vezes ao dia. 

Uma manhã eu já estava perdendo a paciência, quando o Mark falava repetitivamente, e eu cometi um erro de professor principiante.

Olhei para o Mark e disse:-
- "Se você disser mais uma palavra, eu taparei sua boca com fita adesiva!"

 Passaram-se dez segundos, quando Chuck deixou escapar:- - "O Mark está conversando de novo." 

Eu não havia pedido a nenhum dos alunos para me ajudar a cuidar do Mark, mas como dei o aviso da punição na frente de toda a classe, eu tinha de tomar uma atitude.

Eu lembro a cena como se fosse hoje. 

Eu caminhei até a minha mesa, deliberadamente abri minha gaveta, e peguei um rolo de fita adesiva. 

Sem dizer uma palavra, fui até a mesa do Mark, destaquei dois pedaços de fita e fiz um X sobre a boca dele. 

Voltei, então, para a frente da sala de aula. 

Assim que olhei para o Mark para ver o que estava fazendo, ele piscou para mim. 

Isto foi o suficiente!! 

Eu comecei a rir. 

A turma aplaudiu assim que retornei a mesa do Mark, removi a fita, e encolhi meus ombros. 

Suas primeiras palavras foram:-
- "Obrigado por me corrigir, Irmã!"

Recebi uma proposta para assumir uma turma de 1º grau de matemática no final do ano. 

Os anos passaram, e antes que eu soubesse, Mark estava na minha turma novamente. 

Ele estava mais bonito que nunca e tão educado. 

Uma vez que teria de escutar atentamente minhas explicações na "nova matemática", ele não falou tanto na nona série, como fez na terceira.

Numa sexta-feira, as coisas não pareciam boas. 

Havíamos trabalhado duro a semana toda em cima de um conceito matemático, eu senti que os alunos estavam tensos, frustrados com eles mesmos, e nervosos uns com os outros.

 Eu tinha de parar este mau humor, antes que fugisse do meu controle. 

Então pedi a eles que listassem os nomes dos colegas de classe em duas folhas de papel, deixando um espaço entre cada nome. 

Daí eu disse a eles para pensarem na coisa mais legal que eles poderiam dizer sobre cada um dos seus colegas e escrever na lista. 

Isto levou o restante do período de aula para terminar esta tarefa, e à medida que iam deixando a sala, cada um foi me entregando suas listas.

 O Charlie sorriu. 

O Mark disse:-
- "Obrigado por me ensinar Irmã! 

Tenha um bom final de semana!"

Naquele sábado, escrevi o nome de cada aluno numa folha separada, e listei o que os outros haviam escrito sobre cada indivíduo. 

Na segunda-feira eu entreguei as listas para cada um dos alunos.

Logo, toda a sala estava sorrindo. 

"Mesmo?"

 Eu ouvi um sussurros. 

"Eu nunca pensei que eu significasse tanto para alguém!"

"Eu não sabia que outros gostavam tanto de mim." 

Ninguém nunca mais mencionou sobre estes papéis em sala de aula. 

Nunca soube se eles discutiram sobre o assunto depois da aula, ou com seus pais, mas não importava. 

O exercício atingiu o seu objetivo. 

Os alunos estavam felizes com eles mesmos e com os outros novamente. 

Aquele grupo de estudantes seguiu caminho.

Vários anos mais tarde, depois de retornar das minhas férias, meus pais se encontram comigo no aeroporto. 

No caminho de volta para casa, minha mãe me fez as perguntas usuais sobre a viagem, o tempo, minhas experiências em geral. 

Houve uma pausa na conversa. 

Minha mãe deu uma olhada para meu pai e disse:-
- "Pai?"

Meu pai limpou a garganta como sempre fez antes de dizer algo importante. 

"Os Eklunds ligaram ontem à noite.", ele começou. 

"Mesmo?", eu disse. 

"Eu não soube deles por anos. 

Eu fico imaginando como está o Mark."

 O meu pai respondeu em baixo tom:-
- "Mark foi morto no Vietnã. 

O funeral é amanhã, e os pais dele gostariam que você fosse."

A partir deste dia, eu marquei o ponto exato da freeway I-494, quando o meu pai me deu a notícia sobre o Mark. 

Eu nunca havia visto um militar num caixão antes.

Mark estava tão bonito, tão maduro. 

Tudo o que pude pensar naquele momento foi:-
- "Mark, eu daria todas as fitas adesivas do mundo se você pudesse falar comigo!"

A igreja estava cheia de amigos do Mark. 

A irmã do Chuck cantou "The Battle Hymn of the Republic".
 (https://www.youtube.com/watch?v=nnU6mgN920s)

 Por que teve de chover no dia do funeral? 

Já era difícil o suficiente estar ao lado da sepultura. 

O pastor recitou as orações normais e o trompete soou. 

Um a um aqueles que amavam Mark, aproximaram-se do caixão pela última vez e o borrifaram com água benta. 

Eu fui a última a abençoar o caixão. 

Enquanto eu estava ali, um dos soldados que carregava um manto se aproximou e perguntou:-
- "Você foi professora de matemática do Mark?". 

Eu concordei e continuei a olhar o caixão. 

"Mark falava muito sobre você.", ele disse.

Depois do funeral, a maior parte dos colegas de Mark dirigiram-se para a fazenda de Chuck, para o almoço. 

Os pais do Mark estavam lá, obviamente esperando por mim. 

"Nós queremos lhe mostrar algo.", disse o pai, tirando a carteira dele do bolso. 

"Eles acharam isto com o Mark quando ele foi morto. 

Achamos que você reconheceria."

Abrindo a carteira, ele cuidadosamente removeu duas folhas de caderno bem velhas que foram obviamente remendadas com fita, dobradas e desdobradas muitas vezes.

Eu já sabia, sem ter de olhar para elas, que se tratava daqueles papéis onde eu listei as coisas boas que cada um dos colegas do Mark haviam escrito sobre ele. 

"Muito obrigado por fazer isso." disse a mãe de Mark. 

- "Como você pode ver, Mark apreciou muito."

Os colegas do Mark começaram a se aproximar de nós. 

Charlie sorriu timidamente e disse:-
- "Eu ainda tenho a minha lista. 

Está na primeira gaveta da minha escrivaninha em casa."

A esposa do Chuck disse:-
- "O Chuck me pediu para colocar a lista dele no nosso álbum de casamento." 

"Eu tenho a minha também.", disse Marilyn. 

"Está no meu diário.

" Então Vicki, uma outra colega, pegou a sua lista toda amassada do bolso e a mostrou para o grupo. 

"Eu sempre a carrego comigo.", disse Vicki sem mover um cílio. 

"Eu acho que todos nós guardamos nossas listas."

Foi quando então, eu realmente sentei e chorei. 

Eu chorei por Mark e por todos seus amigos que nunca o veriam novamente.


Escrito por Irmã Helen P. Mrosla

 

A história de Mark Eklund, o ex-estudante da escola católica morto no Vietnã-Truth!


 Resumo da eRumor
Esta é a comovente história de uma professora em uma escola católica, em Minnesota.
Ela descreve um estudante elementar inesquecível, chamado Mark Eklund, que tinha sido simpático, mas frustrante, por causa de sua incapacidade de ficar quieto na sala de aula.
O professor transferido para ensinar junior-alta e mais tarde, teve Mark novamente.
Um dia, pediu a todos na classe, para anotar o nome de cada aluno e também descrever a melhor coisa que podia pensar, sobre essa pessoa.
Anos mais tarde, a professora recebeu a notícia de que Mark Eklund, tinha morrido no Vietnã e ela foi convidada para participar de seu funeral.
A família de Mark, mostrou-lhe um pedaço de papel a partir de junior-alta, com palavras amáveis do outro aluno sobre ele, tinha sido encontrado em sua carteira, até o dia que ele morreu.
A professora, em seguida, ouviu que outros alunos também tinham guardado seus pedaços de papeis, a partir daquele dia e quanto ele significava para Eles.
 A história termina com o incentivo de dizer às pessoas o quanto nos preocupamos com Eles e como Eles são especiais para Nós, enquanto ainda há tempo para fazê-lo.

 A Verdade
De acordo com a Escola de Santa Maria, em  Morris, Minnesota, esta é uma história verdadeira, escrita pela Irmã Helen Mrosla, uma freira franciscana.
De acordo com um artigo da Associated Press, publicado no Topeka Capital-Journal, em 1998, Irmã Mrosla, decidiu escrever sobre Mark Eklund para a revista, que tinha pedido histórias sobre educação.
Esse artigo foi  posteriormente impresso no sumário do leitor, mas, provavelmente, alcançou seu maior público, através da Internet.
Algumas versões do e-mail, circularam também, incluem promessas de boa sorte.
-http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.truthorfiction.com/rumors/m/markeklund.htm


"A densidade de pessoas na sociedade é tão espessa que nos esquecemos que a vida vai acabar um dia.  
E nós não sabemos quando que um dia será.  
Então, por favor, diga às pessoas que você ama e cuidar, que são especiais e importantes.  
Diga-lhes, antes que seja tarde demais."

Cada um de Nós !


Cada um de Nós !


domingo, 22 de junho de 2014

A Boca


A Boca

Prece de André Luiz


Prece de André Luiz
Em reunião no Plano Espiritual


 Senhor Jesus,
Dá-nos o poder de operar a própria conversão,
Para que teu Reino de Amor seja irradiado
Do centro de nós mesmos!..


Contigo em nós,
Converteremos
A treva em claridade,
A dor em alegria,
O ódio em amor,
A descrença em fé viva,
A dúvida em certeza,
A maldade em bondade,
A ignorância em compreensão e sabedoria,
A dureza em ternura,
A fraqueza em força,
O egoísmo em cântico fraterno,
O orgulho em humildade,
O torvo mal em infinito bem!


Sabemos, Senhor,
Que de nós mesmos,
Somente possuímos a inferioridade
De que nos devemos desvencilhar...
Mas, unidos a Ti,
Somos galhos frutíferos
Na árvore dos séculos
Que as tempestades da experiência jamais deceparão!...


Assim, pois, Mestre Amoroso,
Digna-Te amparar-nos
A fim de que nos elevemos
Ao encontro de tuas mãos sábias e compassivas,
Que nos erguerão da inutilidade
Para o serviço da Cooperação Divina,
Agora e para sempre. 


Assim Seja!...

sábado, 21 de junho de 2014

As 8 Chaves da Paz


As 8 Chaves da Paz

Primeira chave:- SILÊNCIO.
O silêncio é uma forma de bater na porta do salão da verdade. 

Ele é a base que te prepara para qualquer prática; é o alicerce do edifício da consciência. 

Tudo que é belo e verdadeiro nasce do silêncio.

Um instante de silencio é suficiente para exorcizar todos os demônios, porque os demônios são os pensamentos. 

Se existe um pensamento compulsivo constantemente assombrando a sua mente, é porque você deu muita atenção a ele, ou seja, você o alimentou acreditando nele. 

Mas, ao aquietar a mente, todos os fantasmas desaparecem. 

Não importa quão antiga seja a escuridão, uma pequena fresta de luz dissipa toda escuridão porque ela é somente a ausência de luz. 

O silêncio invoca a luz. 

Quando a mente se acalma, tudo se acalma.

O preço para a realização espiritual é a solidão. 

Em algum momento você vai ter que encarar a si próprio. 

Por isso é fundamental aprender a ficar sozinho e em silêncio. 

Você também pode chamar esta prática de meditação. 

Mas, eu não quero que você se perca no labirinto das idéias e conceitos, na ginástica do intelecto. 

Permita-se apenas ficar retirado e em silêncio, observando a grama crescer. 

Abandone toda a pressa e todo o desejo de chegar a algum lugar.

Feche os olhos e focalize no ponto entre as sobrancelhas. 

Brinque de cultivar o silêncio.

Segunda chave:- VERDADE.

Falar a verdade não quer dizer que você vai sair por aí dizendo aos outros tudo o que pensa ser verdade, desconsiderando o fato do outro não estar pronto para ouvi-la, o que pode gerar mais conflito, mais guerra. 

 Seguir a verdade significa ouvir o chamado do seu coração.

Se ainda há desconforto e sofrimento na sua vida, significa que ainda há uma camada de mentira te envolvendo. 

Seja corajoso para encarar suas mentiras. 

Sem coragem você não será capaz de encarar a verdade.

 Procure identificar quando você ainda não pode ser honesto com você mesmo e com a vida; quando você tem que usar uma máscara e não pode ser autêntico e espontâneo; quando você tem que fingir que é diferente do que é. 

Dê uma olhada nas diversas áreas da sua vida.

Você terá algum trabalho, mas é um bom trabalho. Lembre-se que “a verdade vos libertará”.


Terceira chave:- AÇÃO CORRETA.

Isso não tem nada a ver com moralismo. 

A ação correta, ou ação consciente, não se baseia no que está fora, ou seja, não depende da aprovação do mundo externo. 

Não é seguir um manual com regras sobre o que está certo ou errado. 

É uma ação determinada pela intuição, que é a voz do silêncio. 

É ter coragem de ser você mesmo, autêntico e espontâneo. 

Agir conscientemente significa colocar o amor em movimento, ou seja, trilhar o Caminho do Coração.

Quarta chave:- NÃO VIOLÊNCIA.

A não violência é a ação sem ego. 

É a atitude não contaminada pela vingança e pelo ódio. 

É não dar passagem para a maldade que provoca sofrimento no outro, não importa em qual nível.

A não violência ou ahimsa, como é conhecida na tradição do hinduísmo, não é cruzar os braços e ficar esperando que as coisas aconteçam. 

Ela, muitas vezes, envolve ação, atitude. 

Mas, é uma ação que nasce do coração – é espontânea e sempre vem com sabedoria e compaixão. 

Não é o ódio ou o medo se manifestando.

Eu mesmo já questionei o poder de ahimsa. 

Parece que só deu certo com Gandhi, na Índia. 

Mas, não é verdade. 

Ahimsa é o remédio que esse planeta precisa. 

A compaixão é o remédio e ahimsa é compaixão.

Quinta chave:- AMOR CONSCIENTE

Eu uso esta palavra ‘consciente’, porque a palavra amor foi degenerada. 

Nós demos a ela tantos outros significados que não têm nada a ver com a sua essência. 

Para o senso comum, o amor está ligado ao egoísmo, a uma satisfação pessoal. 

Ele é confundido com a paixão, com o sexo e até mesmo com o ódio. 

Isso acontece de uma forma inconsciente:-
- A entidade acredita estar amando porque não tem consciência do que é amor.

Não é possível definir o amor com palavras, mas eu posso dizer que amar inclui um desejo sincero de que o outro seja feliz. 

Inclui ver o potencial adormecido no outro e dar força para ele acordar. 

É querer ver o outro feliz sem querer absolutamente nada em troca. 

Em última instância, amar conscientemente significa amar desinteressadamente.

Mas, para que possa utilizar essa chave se faz necessário que você reconheça o seu desamor.

Procure identificar em quais situações e com quem você ainda não pode ser amoroso. 

Aonde e com quem o seu amor não flui livremente? 

Em que situações o seu coração se fecha? 

Aí há uma pista para você. 

Vá atrás dessa pista e você descobrirá muito sobre si mesmo. 

Essa é uma forma de trazer paz para esse mundo:- 
- Aprendendo a ser amigo do seu irmão; amigo do seu vizinho.

Aprender a não julgar os erros do outro. 

Antes de levantar o seu dedo para acusar o outro, olhe para si mesmo, e pergunte:-
- “Será que eu não tenho um defeito igual, ou outros até piores?” 

“Será que o meu vizinho não tem nada de bom para eu focar a minha atenção?” 

Comece a focar no bom que o outro tem. 

Essa é sua grande missão.

Sexta chave:- PRESENÇA.

Estar presente significa estar total na ação. 

É lembrar-se de si mesmo a cada instante. 

Quando você pode experienciar a presença, a sua energia cresce e você percebe o amor passando por você. 

Se puder sustentar esse estado de alerta, você terá a percepção de que tudo é sagrado, e a partir dessa percepção, poderá expandir sua energia conscientemente na direção do outro.

Eu sugiro uma prática bem simples para o seu dia a dia. 

Habitue-se a perguntar:-
- Onde estou? 

O que estou fazendo? 

Permita-se parar, apenas por alguns segundos, absolutamente tudo o que você está fazendo. 

No meio da ação, pare e pergunte-se:-
- Quem está fazendo? 

Assim você interrompe a imaginação e volta para o seu corpo, para a presença, para a totalidade na ação. 

Esse é o caminho.

A presença é a chave mestra. 

Mas, porque não vamos diretamente para ela? 

Porque nem todos estão prontos para usufruir dela. 

Poucos estão maduros para abandonar o pensar compulsivo, já que isso lhes dá um senso de identidade. 

Então, em muitos casos, é necessário um trabalho de purificação que é este trabalho de transformação do “eu inferior”, para que você esteja pronto para ancorar a presença. 

Para isso, o corpo é o portal. Sinta-se ocupando o corpo.

Sinta seu campo de energia e mova-se a partir dessa percepção.

Sétima chave:- SERVIÇO DESINTERESSADO.

Servir desinteressadamente significa colocar seus dons e talentos a serviço do amor. 

É quando você pode se doar verdadeiramente ao outro, sem máscaras, sem necessidade de agradar ou fazer o que é certo com a intenção de ser recompensado. 

O único objetivo é ver o outro bilhar. 

Você se torna o amor que se move em direção à construção.

Acordar pela manhã, consciente de que está acordando para servir, ilumina a alegria de viver. 

Naturalmente, a consciência do serviço aumenta a conexão com o divino, porque, por mais que cada um tenha seus talentos e dons individuais, ou seja, uma forma particular na qual o amor se expressa através de você – é o próprio amor que está se expressando. 

No serviço, você se torna um canal do amor. 

Por isso, eu digo que o serviço é uma forma de manter a chama da conexão acesa. 

O amor e a felicidade passam por você para chegar ao outro, não importa o que você esteja fazendo, se está cuidando do jardim, construindo uma casa, cozinhando, cuidando de uma empresa ou de uma pessoa.

Oitava chave:- LEMBRANÇA CONSTANTE DE DEUS.

Lembre-se de que Deus está em tudo:-
- Dentro, acima, abaixo, dos lados – em todos os lugares.

Ele é a vida única que age em todos os corpos e é o seu Eu Real. 

Essa percepção de que tudo é Um e de que a energia espiritual se manifesta em todas as formas de vida, promove um profundo contentamento. 

Não há palavras para descrever essa experiência, ela só pode ser vivida. 

A sua vida se transforma numa prece, numa oferenda a Deus. 

Pode passar um tsunami, mas você não se esquece de Deus. 

Pouco a pouco, a sua fé se torna constante e inabalável, até que possa sustentar a eterna conexão com Deus.

A partir dessa conexão, você olha para o outro e enxerga além das aparências, porque você vê somente Deus e assim pode reverenciá-lo. 

Este é um sincero namaste:-
- A divindade que está em mim saúda a divindade que está em ti.

Se verdadeiramente utilizar essas oito chaves na sua vida, inevitavelmente você irá experienciar a paz. 

Essa é a minha experiência.

Durante a fase do desenvolvimento da consciência que eu chamo de “ABC da Espiritualidade” ou purificação do “eu inferior”, muitas vezes, descobrimos verdades pouco agradáveis sobre nós mesmos. 

Durante esse processo, enfrentamos obstáculos que precisam ser removidos. 

Aos poucos, nós aprendemos a identificá-los e removê-los e, ao removermos aquilo que não nos serve mais, podemos nos tornar canais do amor divino, para que ele flua livremente através de nós.”

Por: Prem Baba em Transitando do Sofrimento para a Alegria
Fonte- http://omundodegaya.wordpress.com

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O Perfume da Vida




O Perfume da Vida


Recorda que a humildade é o perfume eterno da vida...

Jesus, o Sol Divino, brilhou na Terra sem ofuscar a ninguém.

Rei Celeste, apagou-se nas palhas da estrebaria para não confundir os homens desvairados de orgulho, embora viesse acordá-los para a justiça.

Anjo dos anjos, desce ao convívio das criaturas frágeis e delinquentes, sem destacar-lhes as chagas vivas, não obstante guardar entre lãs o objetivo de iluminar-lhes o roteiro.

Médico Infalível, busca os doentes do mundo sem denunciar-lhes as enfermidades e as culpas, embora conservando o propósito de restituir-lhes o equilíbrio e a segurança.

Sábio dos sábios, entende-se com os ignorantes de todas as procedências, sem salientar-lhes a sombra, não obstante procurar-lhes a companhia para clarear-lhes a senda.

Poderoso condutor da imortalidade, aproxima-se dos velhos e dos fracos, das mulheres e das crianças, sem anotar-lhes as mazelas e as cicatrizes, embora lhes buscasse a presença para sublimar-lhes os corações.

Mestre da luz, não condena os que vagueiam nas trevas, soberano da eternidade, não abandona os que se desesperam nos precipícios da morte...

Lembrando-lhe a bondade infinita, detenhamo-nos no ensejo de auxiliar.

Todavia, para auxiliar, é imprescindível não criticar nem ferir.

Na obra do Evangelho, somos chamados à maneira de lavradores para o serviço de amparo à semente da perfeição no campo imenso da vida.

No entanto, para que o dever bem cumprido nos consolide as tarefas é necessário que a humildade, por perfume do Céu, nos inspire todos os passos na Terra, de vez que Jesus é o amor de braços abertos, convidando-nos a entender e servir, perdoar e ajudar, hoje e sempre.

 "Através do Tempo" 
Emmanuel
 Francisco Cândido Xavier
 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

O Acaso não existe


O Acaso não existe

A Harmonia existente no mecanismo do Universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. 

Atribuir a formação primaria ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. 

Um acaso inteligente já não seria acaso.

O que você acha dessa frase? 

As coisas acontecem ou não por acaso? 

Há ou não coincidências? 

Será que existem ou não eventos totalmente aleatórios sem nenhum vínculo causal inteligente? 

Pensar sobre a resposta dessas perguntas pode mudar para sempre o rumo de nossas vidas.

Quem acredita no acaso costuma creditar uma série de acontecimentos bons ou não à sorte ou ao azar e assim se desliga da responsabilidade em cuidar de si mesmo ou de sua própria vida. 

Afinal, se tudo é mesmo fruto do acaso, por que se importar se nosso esforço pouco influiria?

Quem, por sua vez, acredita que nada ocorre ao acaso e procura tirar proveito de cada experiência vivenciada em seu dia a dia, acaba bebendo o néctar da renovação sem fazer muito esforço. 

Simplesmente o fato de abraçar a idéia que há algo maior que interfere nos acontecimentos de nossa vida por si só já abre um caminho enorme para que nos sintamos mais conectados e responsáveis por nossas escolhas.

É muito mais fácil se desconectar quando não se vincula a nada. 

É mais fácil não ser disciplinado quando achamos que nosso esforço pouco influirá no resultado final das coisas que fazemos. 

Quando mudamos nossa visão da vida, mudamos nossa forma de pensar, falar e agir. 

E isso, por si só, já é suficiente para modificar muitas coisas.

Pessoalmente nunca acreditei em acaso, mesmo antes de estudar filosofia, religiões e versões científicas, como a física quântica, que nos oferecem muitas reflexões, a fim de nos mostrar que estamos todos ligados em uma grande teia inteligente. 

Portanto, o acaso não existiria, mas, sim, conseqüências ou respostas da vida a tudo o que fazemos ou deixamos de fazer. 

Nesse caso, não há mais espaço para você acreditar que é vítima, pois não há vítimas.

Todos somos responsáveis. 

Todos interferimos diretamente na vida que temos. 

Por isso, ter essa visão de mundo não apenas me ajudou a ser bem mais comprometido com minhas escolhas como percebo que ajuda a muitas outras pessoas a fazer o mesmo.

E você? 

O que tem a dizer sobre isso? 

Acredita mesmo que os acontecimentos de sua vida são aleatórios ou já consegue perceber a relação de causa e efeito entre o ser humano que você é e a vida que você tem?

Creio que vale a pena pensar bem a respeito e fazer as mudanças em sua forma de pensar, falar e agir que julgar necessárias. 

Quem sabe não está aqui a porta que faltava se abrir para você ter a vida que tanto gostaria de ter?