sábado, 23 de junho de 2012

Outono

"Outono"


 
No Outono, quando os frutos abandonam as árvores que lhe fizeram nascer e jogam-se ao chão...

No Outono, quando as folhas verdes perdem o seu viço e param de alimentar, com seu metabolismo de néctar etéreo das radiações solares, a planta, e a abandonam...


No Outono, quando os pássaros migram para novas paragens, colocando o silêncio e a tristeza em torno das árvores que lhe acolheram durante as boas estações, somente para lhes ouvir o canto alegre e festivo, e sem mais nada pedir...


No Outono, quando a própria terra, que se beneficiou de sua sombra fresca, torna-se árida, negando alimentação...


No Outono, quando todos aqueles que a admiram e aproveitam a sua beleza também a abandonam, a árvore mantém-se viva e serena. 

Não desanima e aguarda. 

Conhece a sua missão e não se desespera. 

Não odeia e nem se vinga. 

Sabe que à humilhação sobrevirá a exaltação, e, por isso, aguarda com Soberba Coragem o Inverno que haverá de cobri-la com nuvens cinzentas e lamacentas de humilhação, numa tentativa final de destruí-la. 
 
Mas, na sua seiva corre o Espírito do Eterno, e ela disso sabe, tem consciência. 

E, numa atitude passiva e resignada, entende a efemeridade dos tempos.

Então, passados estes, vê nascer em seu distante ramo um broto, como que lhe anunciando as recompensas por tamanha Coragem. 

É a Primavera que surge. 
 
E, novamente, a terra volta a lhe dar alimento, as folhas retornam com seu verde de Esperança, os pássaros em seus galhos fazendo morada, as flores e frutos a lhe enfeitar e, finalmente as pessoas a lhe admirar. 

É a glória, conquanto que passageira, mas por demais nobre para ser desprezada.

Nas estações de Outono, saiba imitar a árvore.

Dr. Celso Charuri

Copiado do Site:-
http://vomariaconga.blogspot.com.br/2011_01_01_archive.html



Voltei a Viver - Psicografia de Marcinha

"Voltei a Viver"


"Foram 3 anos presa a um corpo deteriorado, o tumor no cérebro, inoperável, me deixava cada dia mais fraca, me impedindo de fazer as coisas simples que me faziam feliz.
Através da vidraça do quarto de hospital, onde passei o último ano de minha vida encarnada, via as pessoas indo e vindo e sentia uma pontinha de inveja daquela liberdade, que só agora eu dava o devido valor, é engraçado e triste ao mesmo tempo.
Quando temos um corpo saudável não nos lembramos da importância que isso tem, importância fundamental, ao contrário, ficamos procurando coisinhas para implicar, exigências bobas, futilidades que não fazem o menor sentido quando não temos saúde.

Foram 3 anos muito difíceis, no início não queríamos aceitar o diagnóstico, após infinitos exames, muitos deles bastante dolorosos, após visitar inúmeros especialistas, a realidade caiu como uma bomba atônica em nossa família.
Papai Pedro, meu irmão João Afonso e minha mãe Emília, ficaram destruídos. 
Embora chorassem muito sem que eu visse, em minha frente mostravam força e diziam:-
- Não acabou, vamos vencer!
Era uma esperança que todos tínhamos.
Eu estava com 18 anos, iria iniciar faculdade de advocacia, que era meu sonho.
Tudo parou, minha vida ficou cinza, o sonho da faculdade deu lugar ao pesadelo do câncer e ao diagnóstico frio e sombrio de que eu tinha no máximo 2 anos de vida.
Os remédios eram todos muito caros, papai se desfez dos bens para pagar o tratamento.
Mamãe se mantinha firme ao meu lado.
Voltei a ser um bebê e minha mãe me alimentava com sopinhas na boca, me dava banho, escolhia meu pijama e cantava para eu dormir.
Eu sentia muitas dores, tontura o tempo inteiro e enjôos terriveis. 

Eu nunca havia me lembrado de Deus, como a maioria dos jovens, achava que era imortal, achava que eu me bastava, além do mais minha vida era só festa, farra com amigos, balada, compras e muitas outras ilusões que alimentavam meu ego "anti-Deus".
Minha mãe tentava falar de Deus para mim, mas eu sempre brigava com ela por causa disso, com o tempo, para evitar essas brigas, minha mãe não tocou mais no assunto comigo.
Naquele dia, naquela cama, sentindo a vida escapar do meu corpo, o filme da minha vida passava.
Recordei com lágrimas nos olhos as vezes que eu maltratei meus pais.
Certa vez chamei meu pai de velho covarde, disse-lhe coisas que hoje sei, doeram-lhe a alma.
Eu no meu egoísmo, querendo sair para uma balada que ficava em outra cidade, meu pai me proibiu, não percebi que meu pai estava apenas zelando por mim, já que eu pegaria carona com um certo amigo que costumava abusar da bebida.
Fiquei uma semana sem dirigir a palavra a meu pai.
Ah pai!!!
Como me arrependo!!!
Me perdoe meu pai!!!
Meu amigo!!!

Já fazia 1 ano que eu estava naquela cama.
As amigas de balada, como dizem as adolescentes, 'minhas best friendes', sumiram, as visitas foram ficando escassas, os telefonemas eram cada vez mais breves...
Eu fui ficando só, me sentia mais triste ainda. 
Eu estava esquálida, feia, pálida, olhos fundos...
Era uma sombra, um nada! 
E aquela indiferença de minhas amigas me deixava mais triste, tornando meus dias longos e amargos.
Nesse dia de imensa dor, me sentindo rejeitada, chamei minha mãe e pedi que ela me falasse sobre Deus, pedi a ela que rezasse.
Minha mãe, chorando, se ajoelhou o lado da cama e começou a rezar, era uma linda prece, pela primeira vez, no meio daquele tormento eu chorei, chorei tão alto que meu irmão entrou correndo no quarto seguido por meu pai, eles correram até mim e nós nos abraçamos...   

Ficamos assim por muito tempo, nós quatro, eu e meus únicos amigos no mundo, papai, mamãe, meu irmão...
Teve uma hora em que eu adormeci, dessa vez foi um sono calmo, eu não sentia dor, nem cansaço, sentia apenas paz e uma certa ansiedade, foi quando vi vovó Nica, que havia falescido quando eu era pequena.
Ela estava me estendendo os braços.
Eu não me assustei, fiquei surpresa e muito feliz.
Ela me levou para um lugar maravilhoso, tinha portões enormes, jardins imensos...
Havia muitos jovens...
Eu fui abraçada por um grupo de meninas que apreciam muito felizes em me ver.
Era tudo tão real e eu me sentia tão saudável que chorei para não voltar.
Me lembro que vovó me disse:-
- "MARCINHA, LOGO VOCÊ VOLTARÁ PARA CÁ.
VEJA, AQUI ESTÁ DEUS, EM TUDO QUE VOCÊ VÊ!"
Foi quando um ser que tinha grandes asas me pegou no colo e voamos.
Acordei e tive a certeza de que eu estaria bem.
Agora eu sabia que Deus não estava me punindo e que eu precisava dele e sabia que ele estava comigo.
No dia seguinte minha condição se complicou eu tive que ser internada, agora não mais sairia do hospital, estava tranquila, a fé me deixava calma e me dava certezas.
Desencarnei durante o sono, meus pais e meu irmão estavam comigo.
Vovó veio me buscar e eu desencarnei com um sorriso no rosto.
Já se passaram 3 anos.
Aqui voltei a viver, estudo, tenho amigos e vovó que acompanha meu progresso.
A doença me fez abrir os olhos para as coisas espirituais, valorizar a vida e a família.
Estive algumas vezes em casa, eles estão reconstruindo a vida, o que me deixa muito feliz, no canto da sala tem um vaso com margaridas, uma vela e minha foto, o restante das coisas que deixei, mamãe doou.
Minha família se uniu muito depois de tudo, essa união e amor torna a casa um lar repleto de energias benéficas, onde espíritos de luz fazem visitas cada vez que mamãe reza.
A casa é agradável e uma brisa leve e perfumada invade todos os cômodos.
É devido ao equilíbrio e maturidade espiritual deles que sempre obtenho permissão e posso visitá-los.
Obrigada por isso também meus amores! 
Obrigada meu Deus, por todas as dádivas, pelas pérolas que recebi de ti sem mesmo ter méritos.

"Obrigada mamãe, papai e João, meus exemplos de vida, meus amigos..."

Marcinha

PSICOGRAFIA RECEBIDA NA REUNIÃO DO NOSSO GRUPO ITENERANTE ANJOS MENSAGEIROS.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

O Tsuru... Hoje ganhei os meus de alguém muito especial...




 Tsuru
Diagrama

No pensamento oriental, ao invés de fazer um pedido, um desejo, uma oração a um deus, sem dar nada em troca... 

No oriente é costume você trabalhar enquanto deseja...

Você realizar algo, cumprir uma tarefa enquanto espera aquilo que desejas ser realizado...

“Mil Tsurus, mil desejos...imortalidade em símbolo tão simples...

O Origami – como forma de arte, é a que mais me fascina... através de dobraduras num quadradinho de papel, damos a luz ao nosso cotidiano:-
- temos pessoas...
- animais, 
- construções...
- flores...

Um quadro em miniatura da nossa vida...um cotidiano que possui uma beleza tão frágil e atemporal...” – David Lister
                         
    História do “Tsuru”


Todos os dobradores conhecem a história de Sadako, a menina que estava em Hiroshima quando a primeira bomba atómica foi lançada sobre a população humana. 

Sadako Sasaki: a menina vítima da bomba de Hiroshima


Sadako Sasaki nasceu em Hiroshima em 1943, foi uma das diversas crianças que viveram a Segunda Guerra Mundial. 
No Japão a Segunda Guerra Mundial é conhecida como a Guerra do Pacífico.

O pai de Sadako era dono de uma barbearia e Sadako era a filha mais velha família.  
Logo após Sadako nascer seu pai foi convocado para servir ao exército japonês e sua mãe foi deixada para gerenciar a barbearia sozinha.

Em 6 de Agosto de 1945, Sadako tinha dois anos quando sem aviso uma bomba atômica foi lançada sobre Hiroshima.  
Ela estava em casa com sua mãe, apenas há dois quilômetros de distância do centro da explosão.  
A explosão inicial  jogou Sadako para fora da residência, mas escapou com vida, sem nenhum ferimento aparente. 
Chamas elevavam-se na área ao redor de sua casa. 
E sua mãe fugiu dali evando Sadako. 
Quando as duas se aproximaram de uma área chamada Misasa Ponte então foram envolvidas na "chuva negra", as conseqüências da bomba atômica..

Ao passar dos anos Sadako não se lembrou do dia em que a bomba atômica foi lançada, mas ela cresceu sabendo que muitas pessoas foram mortas, incluindo sua avó.

A família Sasaki retornou à Hiroshima para reconstruir a casa depois da guerra. 
O pai de Sadako inaugurou nova barbearia 1947. 
Eles trabalharam duro para reconstruir suas vidas e pouco a pouco as coisas pareciam voltar ao normal.
 
A Escola Primária Nobori - cho  



Sadako cresceu saudável e feliz. 
Ela começou seus estudos em 1949 na Escola Nobori-cho.
Era uma aluna popular, tinha muitos amigos e gostava da vida ao máximo. 
No momento em que Sadako tinha onze anos, foi a corredora mais rápida em seu ano.  
Ela sonhava ser uma atleta e também professora de atletismo.

Sadako fez parte da equipe vencedora na corrida de revezamento no Dia de Campo. 
Mas sua alegria e de sua turma escolar durou pouco, pois logo em seguida apareceram sinais de que algo estava errado com Sadaku. 
Ela pegou um resfriado, sentiu  rigidez no pescoço.  
Quando o frio foi embora, a rigidez ficou, e ela começou a desenvolver caroços e inchaços. 
No início de 1955, no rosto de Sadako podia-se observar muitos inchados, e ela muitas vezes se sentia tonturas. 

"Leucemia - Doença da bomba atômica"

Ela foi levada ao hospital, onde foi submetida a vários testes.
Os médicos disseram que ela tinha o que era conhecido como "o cancro", uma doença da bomba, a Leucemia, doença no sangue causada pela radiação da bomba.
Os médicos disseram aos pais que isso significava que ela teria um ano de vida no máximo.
                                                                      
Sadako deveria ficar internada no hospital. 
Não podia mais treinar, ou correr. 
Estava incapacitada de ir à escola e de participar de qualquer uma das atividades  esportivas que sempre gostou.

Mas Sadako começou a se sentir melhor.  
Recebeu permissão para voltar para sua casa, para estar  ao lado de sua família e amigos, pôde participar da cerimônia de formatura de sua escola e  da festa de despedida de sua classe.  
Seu pai e mãe compraram o tradicional quimono para ela, era  bonito e decorado com figuras da  flor de cereja e ela foi autorizada a usar e peça de roupa nas celebrações.

No entanto Sadako não estava forte, logo a doença se manifestou com tonturas e cansaço.
Ela foi obrigada voltar ao hospital. 
Mesmo sentindo muita dor tentou se mostrar alegre e otimista.  
Nessa fase de sua vida, Sadako estava matriculada no ensino secundário elevado, tal como o resto de seus colegas, mas nunca foi possível participar de uma só aula. 
Origami - mil grous de papel - origami 

Origami é o nome da antiga arte japonesa de dobradura de papel. 
No Japão, as dobraduras de papel são conhecidas como "aves de felicidade".  
Há também uma antiga lenda japonesa:-
- "Se uma pessoa é capaz de dobrar mil papéis poderá ter seu maior desejo transformado em realidade." 
A lenda diz que é possível receber a vida eterna.  
Sadako queria muito viver, então começou a dobrar papéis em forma de grous - uma ave pernauta.
 
"Um grou de papel ... 
Eu desejo ficar melhor.  
Dois grous de papel ... 
Eu desejo que eu ia ficar melhor."

Amigos de Sadako conversaram sobre o que poderiam fazer para mantê-la alegre. 
Eles decidiram fazer revezamento de visitas no hospital.
Sabendo que Sadako fazia origamis, levaram como presentes papéis colorido, reluzentes.  
Não era fácil entregar o papel, mas trouxeram e entregaram, levaram a ela disfaçados como se fossem apenas embrulhos - todo papel que era possível dobrar ela dobrava e o origami era montado.
  
Com tais papéis ela fez muitos grous.

Sadako nunca falou sobre sua dor ou sofrimento.  
Ela parecia simplesmente depositar os sentimentos e pensamentos no papel de origamis, mesmo assim a doença progrediu.  
Ela começou a se sentir mais doente e viveu alguns dias terríveis com dores de cabeça que a impediam de dormi. 
E continuou a construir origamis em formato de videiras.

"Quatrocentos e noventa e grous de papel ... 
Eu desejo ficar melhor."

Para fazer um grou de papel não era tarefa fácil, para fazer mais de mil  é preciso muita determinação e habilidade. 
A leucemia evoluiu em Sadako cresceu e ela ficou mais fraca, tornou-se cada vez mais difícil para ela dobrar papéis em formato de grous. 

"Mil, 300 ... ... ... ..."

No dia 25 de outubro de 1955 Sadako caiu em um sono profundo e tranquilo.  
Pouco tempo depois, com sua família ao lado da cama, Sadako Sasaki morreu. 
Ela estava com apenas 12 anos de idade. 
Era exatamente a data que completava um ano em que havia vencido a corrida de revezamentos no Dia do Campo. 

O direito de viver de Sadako foi roubado dela por uma arma nuclear, a decisão para detonar sobre Hiroshima uma bomba atômica - 'Little Boy'-   foi decidida milhares de quilômetros de distância para  ao longo de Hiroshima, com a teoria que a explosão deflagaria fim à Segunda Guerra Mundial.

O corpo de Sadako foi colocado delicadamente em um caixão com muitos dos grous de papel que ela se esforçava tanto para fazer e com uma boneca kokeshi alittle - boneca de madeira, tradicionalíssima no Japão..

A mãe de Sadako ofereceu aos colegas de escola da filha os papéis que a filha ajuntou para construir seus grous, que agora eram alunos do primeiro ano na Escola Secundária Nobori - cho, com a intenção que a memória de sua filha sempre seja relembrada.



 Copiado do Site:-
http://belverede.blogspot.com.br/2011_08_01_archive.html
 

Estágios da Vida !

 



quinta-feira, 21 de junho de 2012

Uma lição de Buda - Os Três Homens e as suas Crenças.


"Uma lição de Buda
    Os Três Homens e as suas Crenças."


Uma manhã um homem perguntou ao Buda:-
- Existe Deus?

Buda olhou dentro dos seus olhos e disse:-
- Não, não existe nenhum Deus.

Nesse mesmo dia à tarde outro homem perguntou ao Buda:-
- O que acha de Deus? 

Existe um Deus? 

Novamente olhou para o homem e para dentro dos seus olhos e disse:-
- Sim existe Deus.

À noite enquanto o Sol se punha no horizonte, um terceiro homem veio quase com a mesma questão, formulada de maneira diferente.

Ele disse:-
- Existem pessoas que acreditam em Deus, existem pessoas que não acreditam em Deus. 

Eu por mim mesmo não sei com quem devo ficar. 

Ajude-me.

Buda não falou, fechou os olhos.

O homem, vendo o Buda sentado com os olhos fechados, pensou que talvez fosse a resposta, assim ele também se sentou com os olhos fechados.

Passado uma hora, o homem abriu os olhos, tocou nos pés do Buda e disse:-
- A sua compaixão é enorme. 

Deu-me a resposta. 

 Permanecer-lhe-ei eternamente grato.

Um dos discípulos de Buda, que tinha assistido às perguntas dos três homens, nem queria acreditar, e disse ao Buda:-
- Para um homem disse que não existia Deus, para o outro disse que existia Deus, e para o terceiro não responde. 

E este ainda lhe agradece!

Buda disse:-
- A primeira coisa que tu tens que te lembrar é, estas não eram as tuas questões, estas respostas não eram para ti. porque estás interessado desnecessariamente pelos problemas das outras pessoas?

Primeiro resolve os teus problemas.

O discípulo disse:-
- Que posso fazer? 

Tenho ouvidos e ouço e ouvi e vi e agora todo o meu ser está confuso e não sei o que é certo.

Buda disse:-
- Certo? 

Certo é a consciência.

O primeiro homem era um crente. Já acreditava em Deus mas queria o meu apoio.

Ele veio com a resposta pronta, apenas queria o meu apoio de modo a que pudesse ir dizer:-
- Eu estou certo, o próprio Buda pensa assim. 

Eu tinha de lhe dizer não para perturbar a sua crença, porque crença não é Sabedoria.

O segundo homem era um descrente , também veio com a resposta pronta, que não existe nenhum Deus e queria o meu apoio para fortalecer a sua descrença de modo que pudesse continuar a proclamar em redor que concordo com ele.

Eu tive de lhe dizer:-
-  Sim, Deus não existe. 

Mas o meu propósito era o mesmo; perturbar a crença concebida pelo primeiro e a descrença pré-concebida do segundo.

Crença é positiva, descrença é negativa, mas ambas são a mesma coisa. 

Nenhum deles era sábio e nenhum deles era humilde na sua procura pessoal; já estavam a carregar um preconceito.

O terceiro homem estava na sua procura pessoal, abriu o seu coração e disse:-
- Existem pessoas que acreditam, e outras não. 

Eu mesmo não sei se Deus existe ou não. 

Ajude-me.

E a única ajuda que lhe poderia dar era ensinar-lhe a lição da consciência em silêncio; as palavras eram inúteis.

E quando fechei os olhos ele entendeu a sugestão, estava aberto. 

Fechou também os olhos.

Não recebeu respostas em palavras, mas recebeu uma resposta em silêncio:- 
- não te preocupes com Deus; não importa se Deus existe ou não existe. 

O que importa é se o silêncio existe, a consciência existe ou não.

Se estás silencioso e consciente, tu mesmo és Deus. 

Deus não é uma coisa muito distante; ou tu és uma mente, ou tu és Deus. 

Em silêncio e em consciência, a mente funde-se e desaparece revelando a sua divindade por si.

Apesar de não lhe dizer uma palavra, recebeu a resposta e recebeu-a de maneira correcta.




O SOL da Vida abençoa-te a cada dia.


Que nunca O percas do jeito que O procuras e Que O saibas receber na quantidade que Ele se disponibiliza.


Copiado do Site:-
http://rabiscosdestdennis.blogspot.com.br/



Pessoas Pequenas e Pessoas Grandes!





Pessoas Pequenas vivem pedindo ajuda de Deus e tem extrema necessidade de mostrar quanto bem estão fazendo.

Cercam-se de aparências e toda Felicidade é passageira.

Pessoas Grandes agradecem mais do  que pedem a Deus.

Sua Fé é utilizada nos momentos necessários, sem nenhuma alienação.

Pessoas Grandes sabem que precisam fazer a sua parte.

Às vezes Deus não poderá estender suas mãos para fazer o que é dever delas.

Pessoas Grandes trabalham junto com Deus, as Pequenas se apóiam em suas palavras, mas não agem segundo à mesma, e nem à seus princípios.

Copiado do site:-

http://www.prafalaraverdade.com.br/2012/05/30/amados-voces-se-enquadram-em-qual-pessoas-pequenas-ou-pessoas-grandes/


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Deus !!!




"Deus!!!"


Deus é o único que tem o poder de mudar aquilo que você achava impossível de ser mudado.
Ele também é o único que te dá a mão e  por você muitas das vezes, é desprezado.
Ele é o único fiel Amigo e está dizendo hoje para você:-
- Não chore, porque eu estou contigo!
É o único que mesmo sendo por muitos desprezado, jamais se afasta.
Sempre está ali de braços abertos para te ajudar!
Por isso, tenha convicção que existe um Fiel Amigo com você...


Que Deus te abençõe!!!


Fardos Inúteis!

"Fardos  Inúteis"


Conta uma lenda, que dois monges que atravessavam uma área deserta quando diante de um rio violento, avistaram uma linda jovem que tentava atravessá-lo sem sucesso.

Um dos monges, não sem dificuldades, atravessou o rio e colocando a mulher em suas costas conseguiu atravessar o rio em segurança.

A jovem abraçou-o agradecida, comovida com o seu gesto e seguiu seu caminho.

Retomando a jornada, o outro monge que assistiu a tudo calado repreendeu o amigo, falando do contato carnal que houve com aquela jovem, da tentação de ter aquele contato mais direto com uma mulher, o que era proibido pelas suas leis.

E durante um bom trecho do caminho, esse monge falou sobre a mulher e sobre o pecado cometido até que aquele que ajudou a jovem na travessia falou:-
- querido amigo, eu atravessei o rio com a jovem e lá eu a deixei, mas você ainda continua carregando-a em seus pensamentos.

Assim, todos sabem que Deus não nos dá fardos maiores que aqueles que podemos suportar, e muitos dos nossos fardos já poderiam estar abandonados em outras curvas da vida, mas nós insistimos em carregá-los.

Levamos nossas dores e frustrações ao extremo:- 

- Dramatizamos demais, 
- elevamos ao cubo cada dor, 
- cada ofensa, 
- cada contrariedade e por isso, não conseguimos relaxar, perdoar ou mesmo ser feliz, pois o peso que vamos acumulando em nossas costas são demais para qualquer cristão.

Neste dia especial, eu lhe convido a uma reflexão.

Quais são os fardos que você continua carregando e que já não estão mais com você?

Qual é a dor que você anda revivendo e fazendo com que velhas feridas voltem a sangrar?

Por que você não consegue perdoar quem lhe magoou?

Quantas oportunidades você anda deixando para trás por estar amarrado ao passado?

Desarme-se:-
- dos velhos pensamentos,
- do espírito da revolta, 
- da tristeza.

Hoje é dia de desmontar o velho acampamento do comodismo e seguir adiante na longa jornada que a vida apresenta.

Quanto mais leve a sua mochila, mais fácil a subida rumo a felicidade.


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                             Paulo Roberto Gaefke