sábado, 28 de outubro de 2017

Como acabar com o BULLYING ???


Como acabar com o BULLYING ???
Através da Evangelização e Espiritualização INFANTIL !




Um estudante de 14 anos atirou no fim da manhã desta sexta-feira (20) dentro do Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental, em Goiânia/Brasil
De acordo com o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, dois estudantes morreram e outros quatro ficaram feridos na unidade. 
"O adolescente agiu motivado por um bullying que ele sofria de outro adolescente..."

Mas, o que é BULLYING? 

Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. 
Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.

O preconceito, a intolerância, a agressão física e psicológica sobre alguém é prova que ainda não aprendemos a amar o próximo.

Amar significa Respeitar, Aceitar, Cuidar, Ajudar, Amparar aqueles que convivem conosco no mundo.

Os pais devem ter cuidado com os comentários preconceituosos que fazem perto dos filhos.

A educação moral religiosa deles deve começar no lar principalmente através do exemplo dos pais e daqueles que convivem com eles.

Quando nossos filhos vão pela primeira vez na escola devemos conversar com eles explicando que encontrarão coleguinhas de cor de pele, de cabelo, de olhos diferentes, que podem ter defeitos físicos e mentais, enfim, e explicar que são todos filhos de Deus assim como eles são. 
E que Deus nos faz todos diferentes, mas que devemos tratar todos iguais, sem risos, piadas, humilhações e violência. 
Que Deus fica muito triste quando deixamos qualquer filho Dele triste. 
Mais tarde explicar a lei de causa e efeito e, consequentemente, a reencarnação. 
Só assim entenderão que na próxima encarnação estarão habitando um corpo diferente e este corpo pode ser de cor de pele diferente, pode trazer algum defeito físico, etc.

Devemos, por exemplo, perguntar ao nosso filho:-
- “Você gostaria que seus coleguinhas rissem de você? 
- Que batessem em você?” 
E aproveitar a resposta dele, que geralmente é "NÃO", para dizer:-
- “Então não devemos fazer ao nosso coleguinha o que não queremos que façam com a gente.”

Mais tarde, quando estiverem maiores, poderemos abordar o precenceito com os homossexuais. 
Que cada pai e/ou mãe explique "em casa", segundo a visão religiosa de cada um, pedindo o mesmo respeito que pedimos aos negros, índios, obesos, enfim, aos "diferentes" de nós.

Aos filhos homossexuais explicar que, o mesmo respeito que eles querem receber da sociedade eles devem ter para com ela. 
Que eles não façam nada que choque, que seja promíscuo, enfim, que respeitem sua imagem e não desrespeitem a maneira de pensar e agir da sociedade. 
A orientação serve aos filhos heterossexuais. 

Este é o início para eliminarmos o preconceito e a violência. 
Estaremos prevenindo que nosso filho(a) plantem um resgate (carma) difícil, perante a lei divina, no futuro. 

"AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI" - pediu Jesus. 
Mas, se nós pais, irmãos, avós, tios, professores ou quem tiver uma ou várias crianças em sua responsabilidade não ensinarmos a elas como devem amar o próximo, estas crescerão sem saber como se comportar de maneira cristã e, consequentemente, continuarão preconceituosas, violentas, insensíveis.

"EDUQUEM AS CRIANÇAS E, ENTÃO NÃO SERÁ NECESSÁRIO PUNIR OS HOMENS." 
- Pitágoras

Texto de Rudymara

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Reencarnação e Ciência


Reencarnação e Ciência

Presente nas mais diversas culturas, a reencarnação desafia o tempo, permanecendo viva na mente e nas crenças do ser humano. 

Desde a mais remota antigüidade até os nossos dias, ela vem sendo a forma mais completa de explicar os diversos e complexos fenômenos da experiência humana. 

Sua credibilidade vem de evidências experimentais, de provas sob rigoroso controle científico.

A reencarnação é hoje um fato cientificamente provado. 

Com fortes evidências sob o ponto de vista da ciência, já alcançou a atenção dos institutos de pesquisas das universidades. 

Não é difícil demonstrar, através de provas científicas, que a Reencarnação é uma lei universal e que a evolução humana se processa através dela.

Reencarnar é o retorno a um novo corpo, através de um novo nascimento, via fecundação, da personalidade individualizada do ser humano. 

Retornar significa voltar com a mesma individualidade anterior. 

Apesar de mudar-se de nome não se passa a ser outra pessoa. 

A personalidade anterior se modifica a partir do nascimento, com um novo ambiente, porém o espírito é o mesmo. 

Encontramos como sinônimo de reencarnação o termo palingênese, que significa nascer de novo e o termo metempsicose, de origem grega, cujo significado aproxima-se do de reencarnação, porém, ao contrário do conceito espírita, que só admite o retorno a um corpo humano, aceita também o regredir às formas animais.

Os mais antigos livros onde encontramos a doutrina da reencarnação são os Vedas, de cuja matriz surgiram grande parte das religiões e sistemas filosóficos da Índia, e que contêm hinos sagrados cuja origem remonta há muitos anos antes de Cristo. 

No Egito, as dinastias mais antigas acreditavam na preexistência da alma, antes do seu nascimento, assim como na sua pós-existência depois da morte, e nos muitos nascimentos da alma neste e em outros mundos.

Religiões significativas da Pérsia, principalmente o Zoroastrismo, na sua forma genérica popular e dinâmica, seguiam doutrinas contendo a reencarnação, sendo que no Zoroastrismo (século VII a. C.) há a concepção de uma espécie de justiça cósmica de que as almas recebiam os seus prêmios ou castigos merecidos nas vidas futuras. 

Há registros de que da Pérsia a crença da reencarnação foi levada à Grécia.

A religião ortodoxa Islâmica não aceita nenhuma doutrina de reencarnação. 

Apesar disso, algumas escolas esotéricas dentro do Islamismo – tais como os Sufis e os Drusos, defendem fortemente a reencarnação. 

Alguns místicos islâmicos e poetas sufis como Rumi, Hafiz e outros, defendiam abertamente a reencarnação.

De acordo com Flavius Josephus, o 1º historiador judeu do século I d. C., as três escolas antigas de pensamento e prática da religião judaica – os Saduceus, os Fariseus e os Essênios – diferenciavam-se acerca do destino da alma após a morte do corpo. 

Os Saduceus defendiam que a alma morre juntamente com o corpo. 

Os Fariseus mantiveram a imortalidade da alma, o renascimento das almas das pessoas boas noutros corpos e o castigo eterno das almas dos mais fracos. 

Os Essênios aceitavam a imortalidade e rejeitavam a reencarnação. 

O Velho Testamento contém passagens (Provérbios 8:22-31; Jeremias 1:4-5) nas quais o autor professa que teriam existido anteriormente ao nascimento físico, com destaque para Malachias (4:2-6) que previu o retorno de Elias à Terra.
No Alasca, entre os índios da tribo Tlingits, é crença geral que os mesmos sinais e cicatrizes podem reaparecer no corpo do renascido. 

Entre os Esquimós, há inúmeros casos de pessoas que se recordam de suas vidas pregressas.

Diversas tribos americanas, dentre elas os Peles-Vermelhas, aceitam a reencarnação. 

Os Winnibagos crêem na reencarnação. 

Crença idêntica existe entre os índios Chippeway. 

Eles estão certos de que, em seus sonhos, podem reviver acontecimentos de encarnações passadas.

A principal corrente do Cristianismo ortodoxo, o Catolicismo, nunca acolheu abertamente a doutrina da reencarnação nas suas crenças, enquanto pensadores importantes e seitas dinâmicas abraçaram uma ou outra versão da doutrina dos renascimentos terrestres. 

Um conselho Ecumênico importante (o 2º de Constantinopla, em 553 d. C.), de acordo com a crença comum anatematizou todas as concepções da preexistência da alma e do renascimento, que faziam parte das teses de Orígenes (185 – 254 d. C.), excomungado em 232 d. C. por adotar a reencarnação. 

Um dos expoentes máximos da Igreja, Clemente de Alexandria (preceptor de Orígenes) aceitava a reencarnação e, ainda mais, afirmava que São Paulo também professava tal crença.

Nos Diálogos de Platão - Fedon, Banquete e República a reencarnação é apresentada como um dos ensinos de Sócrates

Em República, livro X, p. 614 à 620, há o episódio de Er, filho de Armênio, originário da Panfília, que, após 12 dias de morte aparente, recupera-se e conta o que viu no mundo dos mortos. 

Relatou como se dá o retorno das almas para o renascimento.

Anteriormente a Sócrates, pelo menos Pitágoras, Heráclito e Empédocles expressaram explicitamente idéias de reencarnação. 

Em Fedro, Platão atribuiu a Sócrates a doutrina da existência da alma antes de entrar neste mundo, assim como a sua sobrevivência.

A despeito da Filosofia e em pleno século XX, as investigações sobre o tema tomaram novo impulso. 

Na França, com Albert Des Rochas, na Índia com Hamendras Nat Banerjee, nos Estados Unidos, com Ian Stevenson.
 
Cada um à sua época desenvolvendo diferentes métodos de pesquisas, a partir de fatos concretos, trouxeram nova luz a respeito da reencarnação, principalmente introduzindo-a como objeto de investigação científica.

As pesquisas em torno da reencarnação virificam-se em vários campos; dentre eles tem-se a Regressão de Memória e as Lembranças Espontâneas na Infância. 

Entre os estudiosos de regressão de memória destaca-se Albert Des Rochas, Edith Fiore, Denis Kelsey, Morris Netherton, Helen Wambach e Hermínio Miranda

Todos eles desenvolveram experiências em torno da regressão de memória com resultados surpreendentes, que extrapolaram os espaços científicos, penetrando nos consultórios de psicólogos como técnica terapêutica.

Nas pesquisas de Lembranças Espontâneas na Infância, destacam-se os trabalhos de Ian Stevenson, H. N. Banerjee e Hernani G. Andrade

São pesquisas de grande credibilidade pelas características da espontaneidade e da insuspeição em se tratando de crianças. 

Há milhares de casos catalogados com a confirmação das informações sobre vidas passadas que não se resumem a vagas memórias, mas, sim, a dados precisos, com nomes, datas, locais e detalhes importantes.

Em tais pesquisas verificouse que, o intervalo de tempo entre uma e outra encarnação pode variar de dias a séculos. 

A necessidade de se estabelecer um princípio diretor, justo e equânime para justificar a sociedade e suas complexas relações, coloca a reencarnação como o mecanismo capaz de exercer a justiça divina e de possibilitar o crescimento da sociedade. 

Nada poderia justificar as contingências do existir com a precisão com que a reencarnação o faz. 

As dificuldades e conflitos humanos passam pela necessidade de uma justificativa filosófica e até mesmo do ponto de vista do equilíbrio energético. 

A reencarnação é a chave para desvendar os mistérios provocados pelo vazio do conhecimento parcial que o homem tem sobre si mesmo.

Nem sempre a justiça que se processa pela via da reencarnação, dá-se imediatamente na encarnação seguinte do espírito. 

Os mecanismos educativos podem ocorrer na mesma existência, sem a necessidade da reencarnação, como também podem se dar após várias encarnações. 

O tempo que leva para que o processo educativo se instale, dependerá da ocorrência de fatores que propiciem o aprendizado do espírito. 

Às vezes, há a necessidade de se reunir pessoas várias num processo único, o que poderá levar séculos ou milênios. 

Deve-se salientar que ninguém, nenhum ser humano, estará isento do processo de educação.

A reencarnação é mecanismo obrigatório no nível de evolução em que se encontra a humanidade terrestre.
 
Ninguém está isento dela. 

Não há privilégios nem privilegiados. 

Reencarnar sem a lembrança do passado é o mecanismo que possibilita a convivência de contrários e daqueles que elevaram a paixão ao seu grau máximo. 

Sem o esquecimento das experiências anteriores não é profícua a reencarnação. 

Reencarna-se para aprender, para educar-se.

Para crescer a partir de novos elementos, de uma nova oportunidade, num novo ambiente, onde se possa construir ou reconstruir seu próprio crescimento. 

Tal esquecimento não significa a perda do conhecimento adquirido nas existências anteriores. 

O espírito não involui. 

Não se perde o que já se sabe. 

Esquece-se temporariamente o que não é relevante para o crescimento do espírito. 

As qualidades, os defeitos, as emoções, os amores, os ódios, ficam latentes e participam, de forma subjacente nas relações do reencarnado, atuando de forma inconsciente.

Muitos espíritos que estiveram juntos em encarnações anteriores se separam para se reencontrarem mais adiante.  

Alguns desafetos quando se vêem se “lembram” do passado. 

Pode ocorrer que a inimizade retorne. 

Como também os afetos quando se reencontram refazem a mesma ligação que tiveram no passado. 

O espírito “enxerga” o outro espírito, independente do corpo que tem e do grau de parentesco que possuem. 

Alguns espíritos não reencarnam na mesma época que seus afetos e ficam a velar por eles para que obtenham sucesso naquela encarnação. 

Ao libertar-se do corpo, seja durante o sono ou com a morte, o espírito vai aos poucos retomando sua memória integral.

O retorno através da reencarnação se dá para o crescimento do espírito. 

É um processo educativo, e não punitivo. 

Encarado dessa forma, não há um número definido de encarnações para um espírito. 

Os processos não se dão de forma linear, isto é, não se passa pelo que se causou a outrem na mesma proporção. 

As circunstâncias a que um espírito está sujeito numa encarnação expiatória são sempre atenuadas pela Misericórdia Divina. 

A Lei de Causa e Efeito não é “olho por olho dente por dente”. 

Não se deve interpretar as doenças e outros sofrimentos senão como processos educativos. 

Errou-se no passado porque não se sabia como agir corretamente. 

Retorna-se para aprender até não mais se precisar reencarnar.

As idéias inatas, as simpatias e antipatias gratuitas, os gênios, de alguma forma parecem denunciar uma experiência anterior. 

O conhecimento não se produz de forma mágica. 

A reencarnação explica tais conhecimentos “inatos”, como oriundos de existências anteriores. 

Tudo então é aprendido pelo espírito. 

Nada lhe é “dado” de graça. 

Se no passado alguém adquiriu uma aptidão qualquer, ela hoje se manifestaria de alguma maneira.

Em muitos casos os reencarnantes retornam com marcas de nascença. 

Trazem cicatrizes denunciadoras de experiências pregressas. 

Marcas que, quando não são creditadas a fatores genéticos, reproduzem-se de uma a outra existência por mecanismos psíquicos. 

As experiências que produziram as marcas foram de tal forma intensas que gravaram o corpo físico, denunciando a existência de uma matriz comum onde ficam “guardadas” as impressões do espírito. 

Essa matriz é o perispírito. 

Da mesma forma que essas marcas, surgem fobias, traumas, que se revelam logo na primeira infância.

O conceito de reencarnação transcende ao aspecto da mera crença que está presente nas mais antigas culturas, tornando-se a base para a compreensão da razão de viver do homem. 

A reencarnação não foi concebida como uma teoria para explicar a realidade, mas é uma realidade que explica e suscita muitas teorias. 

As relações humanas estão carregadas das emoções do passado. 

Impulsos, estímulos, reações emotivas, atitudes diversas, não são apenas fruto da vontade e do meio ambiente, mas principalmente das experiências pregressas gravadas no psiquismo.

A personalidade integral, que sobrevive à morte, já possui experiências diversas em matéria de profissões, de línguas aprendidas, de tipos de sexo, de classe social, de condição econômica. 

O fato, por exemplo, de já ter experienciado viver nos dois tipos de sexo, concede ao ser humano habilidades para habitar nesse ou naquele corpo, sem que isso lhe cause qualquer problema quanto à sua relação com o sexo do corpo escolhido. 

Uma nova encarnação representa a construção de uma nova personalidade no novo meio em que se vai renascer. 

Os traumas e conflitos, dessa forma, aparecem tendo como uma das causas, talvez a principal, essa realidade interna, anterior, que contracena com a realidade externa. 

A solidão e as repetidas e constantes desilusões afetivas podem ser encaradas como resultantes de processos educativos, oriundos de experiências mal sucedidas no passado.

O Espiritismo, com Allan Kardec, trouxe de volta a reencarnação como conhecimento fundamental de sua doutrina (entenda-se Doutrina dos Espíritos).

Através do Espiritismo a reencarnação é analisada sob o ponto de vista sociológico e moral. 

A doutrina das vidas sucessivas é o alicerce da evolução. 

A frase “Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sempre, tal é a lei” resume o significado da reencarnação para o Espiritismo.

Fonte - Da Obra; Conhecendo o Espiritismo de Adenáuer Marcos Ferraz de Novaes




Saúde Mental à Luz do Evangelho


Saúde Mental à Luz do Evangelho

 Objectivo de Vida

"E Jesus, voltando-se e vendo que o seguiam, disse-lhes:-
- Que buscais? 

Disseram-lhe Rabi (que quer dizer Mestre) onde assistes" João, cap 1v 38

A pergunta que Jesus endereçou a André e a João Evangelista, que naquele instante, representavam a humanidade sem rumo, equivale a esta outra:-
- Qual é o seu objectivo de vida?

Porventura, já teremos indagado de nós o que buscamos na vida? 

Quais, em suma as nossas aspirações? 

Afinal, o que pretendemos?

Ninguém logra viver com proveito sem perseguir um ideal de ordem superior.

O egoísmo é causa de inúmeras moléstias da alma.

Sendo filho de Deus, portador da genética divina, o homem que não se doa contraria a própria natureza.

Não há quem esteja na Terra apenas para satisfazer-se e, não raro, satisfazer-se ocasionando lesões afectivas a outrem.

A verdadeira felicidade não se alicerça na exploração dos sentimentos alheios.

Sem o mínimo de desapego, nada haveremos de conquistar que realmente valha alguma coisa.

Que o homem derrame quantas lágrimas quiser, mas não faça ninguém chorar!

Um dos maiores carmas que podemos arranjar para nós mesmos será procurar colher onde não vertemos uma só gota de suor digno.

A angústia de muita gente sem causa orgânica ou psicológica de fácil diagnóstico tem sua origem na exploração desmedida a que submete o patrimônio da vida sem nada lhe dar em troca.


 Fonte - Saude Mental - A Luz do Evangelho  
Inacio Ferreira
                                    Carlos A. Baccelli 


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Quando foi que esquecemos ???


Quando foi que esquecemos ???

Quando foi que esquecemos?


Em entrevista, uma jovem contou que tinha uns sete anos quando foi com sua mãe ao mercadinho perto de casa. 
 
Enquanto a mãe fazia as compras, ela, menina, escondeu um doce de leite no bolso.
 
Na saída, sentindo-se a garota mais esperta do mundo, mostrou o doce e disse:-
- Olha, peguei sem pagar.
 
O que ela recebeu de retorno foi um olhar severo. 
 
E, logo, a mãe a tomou pela mão, retornou ao mercado, fê-la devolver o que pegara e pedir desculpas.
  A garota chorou demais. 
 
Sentiu-se morrer de vergonha. 
 
Entretanto, arrematou, concluindo:-
- Isso me ensinou o valor da honestidade.
 
É possível que vários de nós tenhamos tido experiência semelhante. 
 
Por isso, indagamos:-
- Quando foi que deletamos a mensagem materna? 
- O que nos fez esquecer o ensino da infância?
  A infância é o período em que o Espírito, reencarnado em nova roupagem corpórea, se apresenta maleável à reconstrução do seu eu.
 
É o período em que as falas dos pais têm peso porque, afinal, eles sabem tudo.
 
Mirar-se no exemplo dos pais é comum, considerando que, no processo de educação, os exemplos falam muito mais alto do que as palavras.
 
Por que, então, deixamos para trás as lições nobres? 
 
Quantos de nós, ainda, tivemos professores que iam muito além do dever e que insistiam para que fôssemos responsáveis, corretos?
 
Criaturas que se devotavam, ensinando com o próprio exemplo, as lições da gentileza no trato, a hombridade, o valor da palavra empenhada.
 
Se todos nós viemos de um lar, o que nos fez desprezar a honra, a honestidade e tantos de nós nos transformarmos em políticos corruptos, em maus profissionais, em seres que somente pensam em si mesmos?
 
Hora de evocar lembranças, de retornar aos anos do lar paterno e permitir-nos a reprise das lições.
 
Não pegue nada que não lhe pertença.
 
Se achar um objeto, procure o dono porque ele deve estar sentindo falta dele.
 
Respeite o seu semelhante, o seu espaço, a sua propriedade.
 
Os bens públicos são do povo e todos devem ser com eles beneficiados. 
 
A ninguém cabe tomar para si o que deve ser bem geral.
 
Digno é o trabalhador do seu salário.
 
Respeite a servidora doméstica, o carteiro, o lixeiro. 
 
São valorosos contribuintes das nossas vidas.
 
Lembre de agradecer com palavras e delicados mimos extemporâneos o trabalho diligente dessas mãos.
 
Cumprimente as pessoas. 
 
Sorria. 
 
Ceda seu lugar, no coletivo, ao idoso, ao portador de necessidades especiais, à grávida, a quem carrega pequenos nos braços.
 
Ceda a vez no trânsito, aguarde um segundo a mais o pedestre concluir a travessia, antes de arrancar com velocidade, somente porque o sinal abriu.

* * *

As leis são criadas para que, obedecendo-as, vivamos melhor em sociedade.
 
Mas gentileza não está normatizada.
 
Honestidade é virtude de quem respeita a si mesmo, ao outro, ao mundo.
 
Pensemos nisso. 
 
Façamos um retorno à infância, pelos dias dos bancos escolares, lembremos dos nossos pais, dos mestres, das suas exortações.
 
E refaçamos o passo. 
 
O mundo do amanhã aguarda nossa correta ação, agora, ainda hoje.

Orson Peter Carrara
 
Transcrição integral do www.momento.com.br , com citação de narrativa do artigo Como nossos pais, de Jaqueline Li, Jéssica Martineli, Rafaela Carvalho e Rita Loiola, da revista Sorria, de outubro/novembro/2012, ed. MOL.
 

O Espírita Verdadeiro









O Espírita Verdadeiro


           O NOSSO “BLOG” EM LIVRO


 Por sugestão de vários amigos, o nosso Blog“Mediunidade da Internet” –, neste próximo mês de abril, será lançado em forma de livro. 

A publicação, com os respectivos direitos autorais cedidos, será feita pela Editora “Didier”, de Votuporanga, Estado de São Paulo, Brasil,  que, através do “Lar Celina”, mantém várias atividades assistenciais em favor dos menos favorecidos.

Organizado pela “Didier”, o Livro:- terá por título “O Pensamento Vivo...”, e, com certeza, tudo o que no referido Blog tem sido postado é a expressão mais sincera de nossos pensamentos.

Na atualidade, com quase duzentos mil acessos, a nossa página na Internet continua – e, por mais algum tempo, continuará! – veiculando novas abordagens em torno de nossa amada Doutrina, sem a menor preocupação em agradar a quem seja. Óbvio que, igualmente, não escrevemos com o propósito de desagradar esse ou aquele companheiro de Ideal. 

Não obstante, sinceramente, a mim não importam críticas e achincalhes por parte de quem não concorda com o nosso jeito de ser. 

Paciência! 

Prefiro ficar com a tranquilidade de consciência e apupos em torno, que com apupos internamente e mentirosos aplausos à minha volta!

Por solicitação dos amigos da “Didier”, concordamos, portanto, em que a matéria já publicada seja subtraída deste espaço, com o propósito de não atrapalhar o empreendimento que está sendo feito com a edição do livro mencionado – apenas permanecerão no ar as páginas inéditas que não integrarem a coletânea, que, igualmente, espero com muita expectativa.

Outrossim, aproveito o ensejo para pedir aos amigos o seguinte:-
- Não há necessidade de que vocês prossigam nos defendendo, a mim e ao médium! 

Compreendo a boa vontade de todos, mas, sinceramente, considero pura perda de tempo as polêmicas que, não raro, descambam para o ataque à vida pessoal das pessoas. Já é passada a hora de darmos um basta nisto tudo! 

Não consintam que capacidade intelectual produtiva de vocês seja anulada pelos irmãos que têm feito da Internet uma espécie de estilingue para atirar pedras na vidraça alheia...

Deixem a fogueira arder, sem, contudo, alimentá-la com gravetos! 

Todo incêndio, por mais altas as suas labaredas, acaba se reduzindo a um montão de cinzas!

A única coisa que, de fato, permanece é o trabalho, no suor que cada qual, esteja encarnado ou desencarnado, deve verter em favor de seu próprio crescimento – sim, porque desencarnado também transpira, e não é pouco!

Desde muito já aconselhei ao nosso amigo médium, aproveitando o tempo que lhe resta em sua atual encarnação, a se concentrar apenas e tão somente no serviço a realizar – nem e-mails ele tem aberto mais, a não ser para, fraternalmente, enviar breves notícias a esse ou aquele amigo.

Simplesmente, graças a Deus, eu e nem ele temos tempo para ouvir a opinião que, em geral, não passa de ser somente isto mesmo:-
- A opinião pessoal de quem a emite!...

No mais, temos muito a fazer. 

Chico Xavier dizia que estava fazendo o serviço de ontem... 

Em nosso caso, estamos tentando fazer o serviço de séculos atrás! 

E, com o auxílio de Jesus, não vamos parar – não há nada que nos faça parar! 

A não ser um tiro de cartucheira no peito do médium, porque, no que se refere a mim, esse tiro de cartucheira não me poderá molestar o peito de homem já morto!...

Com o meu carinho,

INÁCIO FERREIRA

Uberaba – MG, 3 de abril de 2012.