quinta-feira, 9 de junho de 2016

Medos imaginários! Por Roberto Shinyashiki


 
Medos imaginários!

"Bicho-papão existe?

Lógico que não, mas tem muita gente que morria de medo dele quando era criança. 
Infelizmente, muitas pessoas não avançam na vida por causa da ansiedade e dos medos imaginários. 
Resumindo:-
- Deixam de viver com medo do bicho-papão que pega gente grande.
MEDO - "São as vozes na sua cabeça, dizendo para você que as coisas não vão dar certo".
O medo imaginário envolve a pessoa e a convida a parar. 
A ansiedade faz que ela perca o foco e comece a andar descontroladamente em círculos, sem chegar a lugar nenhum.
Imagine o que aconteceria se você mergulhasse em um rio com o objetivo de alcançar a outra margem e, na metade do percurso, desse de cara com os olhos esbugalhados de um jacaré vindo na direção oposta. 
O que faria?
Suas braçadas, antes provavelmente fortes e confiantes, seriam interrompidas de repente, assim como sua respiração. 
No meio do rio, seus olhos encontrariam os do jacaré e ficariam assim, por segundos intermináveis, à espera de um instante de distração do inimigo.
Nada o convenceria a seguir em frente enquanto aquele monstro de dentes pontiagudos permanecesse ali. 
Assim é o medo. 
Ele nos convida a parar e até mesmo voltar atrás. 

Mas de onde vem esse medo?
São as vozes na sua cabeça, dizendo para você que as coisas não vão dar certo.
Muitos familiares e professores vivem repetindo para a criança que as coisas são difíceis e, indiretamente, que ela não vai conseguir realizar seus desejos. 
Quando essa criança cresce e se torna um adulto, essas mensagens vão para seu inconsciente e continuam a pressioná-la. 
A pessoa não tem consciência dessas vozes, mas elas ficam criando fantasmas no caminho de seus projetos.
Esse jacaré que você pode estar vendo nada mais é que um pedaço de tronco ligeiramente apodrecido pelo contato prolongado com a água. 
O medo imaginário é apenas um tronco parecido com um jacaré. 
Por isso mesmo, você não deve dar-lhe o poder de fazê-lo desistir de seus sonhos.
Quando os jacarés aparecerem em seu caminho, resista à tentação de desistir da sua travessia. 
Olhe bem para eles e verá que são troncos velhos e inofensivos, incapazes de fazer estrago em sua vida.
Então, você me pergunta:-
- “E a ansiedade, Roberto?”.
A ansiedade é uma agitação provocada pelo medo, que faz a pessoa agir impulsivamente, sem organização e disciplina. 
Uma pessoa ansiosa costuma lidar com as coisas de maneira precipitada, movimentando-se freneticamente quando deveria manter a calma.
Os filmes de faroeste de antigamente com frequência tinham um episódio no qual um dos personagens, mocinho ou bandido, entrava em um trecho de areia movediça. 
O bandido se debatia desesperadamente e acabava morrendo. 
O mocinho, quando era jogado na areia movediça, parava uns minutos para pensar, encontrava uma solução objetiva e escapava.
Ao cair na areia movediça, o pior erro da vítima é o desespero. 
Quanto mais ela se debater, mais seu corpo afundará. 
O segredo é controlar a ansiedade e se movimentar o mínimo possível, até que encontre a saída.
Se um trecho de areia movediça aparecer durante sua travessia do mangue, lembre-se de manter a calma e contar até dez. 
Tenha claro o seu objetivo e mantenha a sua estratégia, que os resultados virão no momento certo. 
Nos momentos de pressão, precisamos manter a calma e a determinação.
O medo e a ansiedade são os grandes inimigos da transformação. 
Causam estagnação ou desvios perigosos e, de uma forma ou de outra, impedem o fluxo natural da vida, afastando você da sua capacidade de crescimento pessoal."
Roberto Shinyashiki

Coração, Máquina Divina


Coração, Máquina Divina

O coração é uma Máquina Divina, que corresponde às exigências dos dois planos da vida. 

Ele é um músculo cuja sensibilidade ultrapassa todas as deduções da ciência humana, porque atinge a ciência espiritual. 

Todos os órgãos são sensíveis ao carinho. 

Esse fato foi comprovado por muitas experiências; no entanto, o coração é muito mais que todos eles, acudindo ao pedido da mente com imediata presteza, principalmente quando se fala a ele com afeto, porque o amor faz mudar o seu próprio ritmo.

O centro de força cardíaco é responsável pela vida desse órgão sublimado, onde o Espírito repousa parte de suas forças, as quais são transformadas em sentimentos, que o Cristo tenta educar na Sua profunda sabedoria. 

A vida é engenhosa, na engenhosidade do amor de Deus que nos cerca e nós somos eternos alunos na escola universal do nosso Pai que está nos céus. 

Certamente que o coração não é o único órgão vital, pois ele faz parte de um conjunto para que a vida humana se expresse, servindo ao Espírito para que este cresça diante do Senhor. 

No entanto, pode se dizer, em se tratando das coisas materiais, que o coração é a sede do amor, de sorte a se manifestar para todo o corpo. 

Todos os órgãos vivem em harmonia, sustentados por fios invisíveis do amor que parte desse fulcro de luz.

A ciência oficial na Terra tem muito a aprender sobre esse assunto, e os terapeutas do mundo deveriam procurar se instruir na filosofia do amor, como coadjuvante divino, para a cura de todos os enfermos. 

Mesmo os animais irracionais, como tudo o que existe, respondem ao carinho com trocas indescritíveis, no regime dessa virtude incomparável.

O coração do feto começa a bater no ritmo do universo, com apenas quase três semanas de vida, pelo impulso da força vital que acorda o micro-homem para uma vida na dimensão física. 

É a luz que se acende nas entranhas da mãe, pelo amor de Deus, usando os recursos do chacra em movimento. 

Devemos, de vez em quando, conversar com o nosso coração, da maneira que Jesus ensinou quando instruía Seus discípulos, para orarem sem parecer escândalo diante dos outros. 

Ele sente o que falamos mas, antes, eduquemos a voz e aprendamos a conversar com amor. 

Devemos entender que os nossos atos de cada dia são preces ao coração, como a todos os nossos órgãos, todo o nosso corpo, que nos atendem no momento ou depois. 

Jesus foi e é o educador por excelência, de quem herdamos as maiores lições para que possamos viver em paz com nós mesmos, respeitando aos outros nossos irmãos em caminho.

A ciência chegou ao ponto de trocar órgãos. 

Louvamos com carinho esse esforço dos homens, todavia, o futuro nos irá ensinar que devemos trocar o modo de vida anti-natural que o homem civilizado engendrou na ilusão de longevidade. 

A sabedoria somente nos traz felicidade quando acompanhada da educação. 

O corpo humano é um complexo que só fica bem quando está em harmonia com a criação universal, e o Evangelho nos ensina a retomar às coisas naturais, distribuindo para todos nós um conjunto de virtudes, filhas do amor, como caminhos para a felicidade e para a saúde do corpo e da alma.

Ninguém foi feito para viver doente; nada foi feito para viver desajustado; tudo está pronto para que aprendamos; a nossa felicidade agora depende de nós, porque Deus e Cristo já fizeram a maior parte em nosso favor. 

A escola e o Mestre andam conosco, onde quer que andemos, a luz está acesa desde o princípio, esperando que abramos os olhos para iluminar a máquina divina que trabalha em nosso peito, que é o coração.

Filosofia Espírita - Comentário de Miramez sobre a questão 0069 do Livro dos Espíritos

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Ante a Dor



 
Não se aflija ante a dor que lhe assalta.
 
Não se demore no cultivo das lágrimas.
 
Além do que você sofre no momento, existem os que sofrem muito mais por causas insolúveis.
 
Combata a vontade de morrer, não é a sua hora ainda. Sua estadia se faz necessária no plano físico. 
 
Sua coragem é esperada por Jesus, que na cruz fez-se forte ante os espinhos que lhe cravaram na fronte.
 
Levante logo e caminhe. Foi por você também que Jesus se deixou imolar. 
 
Através da oração a paz voltará ao seu coração, fazendo florescer a esperança.

Um Espírito Amigo  Psicografia 
Maria Nilceia 
25.05.2016


Rendamos Graças


Rendamos Graças


“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”. 

– Paulo. (I TESSALONICENSES, 5:18.)
A pedra segura.

O espinho previne.

O fel remedeia.

O fogo refunde.

O lixo fertiliza.

O temporal purifica a atmosfera.

O sofrimento redime.

A enfermidade adverte.

O sacrifício enriquece a vida.

A morte renova sempre.

Aprendamos, assim, a louvar o Senhor pelas bençãos que nos confere.

Bom é o calor que modifica, bom é o frio que conserva.

A alegria que estimula é irmã da dor que aperfeiçoa.

Roguemos à Providência Celeste suficiente luz para que nossos olhos identifiquem o celeiro da graça em que nos encontramos.

É a cegueira íntima que nos faz tropeçar em obstáculos, onde só existe o favor divino.

E, sobretudo, ao enunciar um desejo nobre, preparemo-nos a recolher as lições que nos cabe aproveitar, a fim de realizá-lo segundo os propósitos superiores que nos regem os destinos.

Não nos espantem dificuldades ou imprevistos dolorosos.
Nem sempre o Socorro de Cima surge em forma de manjar celeste.

Comumente, aparece na feição de recurso menos desejável. Lembremo-nos, porém, de que o homem sob o perigo de afogamento, nas águas profundas que cobrem o abismo, por vezes só consegue ser salvo ao preço de rudes golpes.

Rendamos graças, pois, por todas as experiências do caminho evolutivo, na santificante procura da Vontade Divina, em Jesus-Cristo, Nosso Senhor.

Livro:- Pão da Vida
Emmanuel
 Francisco Cândido Xavier 

terça-feira, 7 de junho de 2016

Marcas de Nascença estariam comprovando, DEFINITIVAMENTE, a LEI da Reencarnação ?


Marcas de Nascença, estariam comprovando, DEFINITIVAMENTE, a LEI da Reencarnação ?


 

Torna-se cada dia mais evidente tudo quanto a Doutrina Espírita tem afirmado.

Não foram os espiritualistas reencarnacionistas que vieram a público fazer tal afirmação, mas sim aqueles que não acreditavam em vida após a vida (na carne). 

Hoje são dezenas de médicos, psiquiatras, psicoterapeutas que vêm afirmar que seus pacientes revelaram, e de forma inconteste, que foram protagonistas de episódios existenciais ocorridos em outras vidas que não a atual. 

É do domínio dos interessados que a TVP (Terapia de Vivências Passadas) corre o mundo todo, curando fobias, traumas psicológicos e muitos males de ordem psíquica, tanto em adultos quanto em crianças.

Queremos, nesta oportunidade, referirmo-nos às recordações de vidas passadas vividas por crianças. 

Um Livro nos chamou a atenção porque a sua autora era uma céptica em matéria de reencarnação e nunca havia imaginado entrar em processo hipnótico e ser conduzida à recordação de outras vidas. 

Queremos nos referir à norte-americana Carol Bowman e a seu Livro:- "Crianças e suas vidas passadas", com prefácio de Brian Weiss, médico psiquiatra de fama mundial, bastante conhecido no Brasil. 

Aqui já esteve muitas vezes, e sua fama começou após lançar o Livro best-seller:- "Muitas vidas, muitos mestres", oportunidade para relatar o caso de Catherine, uma de suas pacientes. 

Carol Bowman também viveu, após entrar em estado hipnótico, episódios de vidas passadas, e com facilidade. 

Ela escreveu que se uma criança descreve, com tanta convicção, apesar de toda a sua inocência, haver vivido antes, serenamente descreve a sua morte e a sua viagem de volta à vida carnal, dá testemunho inequívoco de uma verdade insofismável:-
- Somos almas imortais, já vivemos e continuaremos sempre a viver. 

Afirma peremptoriamente que essas lembranças das crianças se constitui na maior evidência da reencarnação. 

Em outras palavras, ela quer dizer:-
- Os espíritas estão certos!
- Aliás, sempre estiveram.

Para esta escritora, quando uma criança fala espontaneamente de suas vidas passadas, sem serem colocadas em estado hipnótico, estão, na verdade, dando aos pais conselhos práticos para que eles reconheçam a existência da reencarnação, e que as ajudem a se curarem de seus medos através das revivescências de certos fatos ocorridos no passado, os quais estão repercutindo negativamente em suas vidas, hoje. 

Pedem ajuda de seus responsáveis diretos, e de uma forma pouco comum, ainda. 

Todo o processo de crença absoluta na reencarnação começou, para Carol, quando seu filho caçula Chase, principalmente, demonstrava um intenso terror, um medo fóbico de barulho de tiros, de fogos estourando, estrondos fortes, etc. 

Resolveu, após conselhos de uma amiga, procurar um hipnoterapeuta* para livrar o filho do medo. 

Causando espanto a todos, o filho recorda ter sido um soldado na Guerra Civil americana, descrevendo fatos com detalhes impressionantes, os quais foram depois devidamente comprovados por um historiador, o que lhe havia acontecido durante a guerra. 

O mais notável viria após:-
- Ele curou-se de sua fobia em seguida à vivência de sua morte na guerra, ocorrida em meio de barulhento e terrível tiroteio. 

A partir daí, Carol começou todo um trabalho de investigação das lembranças de vidas passadas em outras crianças, constatando que viveram também as mesmas experiências verificadas com seu filho. 

Ela entrevistou pais que também estiveram perplexos diante dos filhos e de seus relatos de vidas passadas. 

Visitou bibliotecas em busca de autores que tivessem abordado o assunto que a estava fascinando.

O resultado foi esse livro com um apreciável manancial de fatos incontestáveis mostrando as crianças descrevendo suas antigas vidas, espontaneamente, e também após serem levadas a uma visualização, fazendo-as entrar em estado de alteração da consciência. 

Para não tornar longo este capítulo, deter-nos-emos em um único caso dos muitos registrados por Carol Bowman. 

Ele se encontra no final de seu livro, assim mesmo o faremos o mais resumido possível. 

Contudo, ele será mais do que suficiente para qualquer pessoa se convencer da realidade reencarnatória, das muitas vidas do espírito, desde que não seja tão céptica e não alimente tantas dúvidas sobre a nossa imortalidade. 

Por mais terrível seja para os pais a morte de sua criança, com a crença na reencarnação essa dor será absorvida rapidamente, não precisando os pais perderem a Fé em DEUS, em Sua Justiça e Compaixão pelas Suas criaturas. 

A reencarnação oferece uma Esperança plausível, a de que a própria criança que "morreu" retorne da "morte" para a vida, na mesma família. 

A família Pollack, da Inglaterra, sofreu o que se costuma dizer na Terra uma tragédia inimaginável. 

Joanna e Jacqueline, de onze e seis anos, respectivamente, foram atropeladas e "mortas" quando estavam andando por uma calçada. 

Bem antes do acidente, o pai, John Pollack, um católico convicto, acreditava firmemente na reencarnação.

Na sua fé pedia a DEUS que lhe desse uma prova insofismável da reencarnação. 

Mal sabia ele o que lhe estava reservado, como veremos. 

Após o acontecimento trágico, pedia agora a DEUS que lhe devolvesse as filhas. 

Em menos de um ano a sua esposa, Florence, fica grávida e John assegurou a todos que as suas filhas iam voltar para a família, e como gêmeas. 

John contradizia até o ginecologista que afirmava ser a gravidez de apenas um bebê. 

No dia 4 de outubro de 1958, Florence deu à luz dois bebês, duas gêmeas idênticas, que receberam os nomes de Jennifer e Gillian. 

Perceberam, de imediato, que Jennifer, mas não Gillian, tinha duas marcas de nascença - uma linha branca na testa e uma marca marrom na cintura - que correspondiam em tamanho, forma e localização a uma cicatriz e a uma marca congênita que Jacqueline tinha na testa e na cintura. 

Tal fato era notável, porque, segundo pesquisa do Dr. Ian Stevenson, gêmeas idênticas teriam que ter marcas de nascença idênticas, o que agora não se dava. 

Crescidas as meninas, o suficiente para falarem, lembraram detalhes de suas "irmãs mortas", elas que não tinham meios de saber, absolutamente nenhum.

Feito um teste pelos pais e parentes, elas identificaram com detalhes brinquedos que haviam pertencido a Joanna e a Jacqueline. 

Ao visitarem pela primeira vez a cidade onde haviam vivido (os Pollack se mudaram quando as meninas ainda eram bem pequenas), apontaram corretamente para a antiga casa da família, foram até o parque e o playground, tendo descrito a escola e os balanços antes de vê-los.

É um caso com todos os sinais característicos de lembranças de vidas passadas, especialmente as marcas de nascença.

John Pollack acreditava mais e mais em DEUS, ELE lha havia restituído as filhas como resposta à sua fé e à sua crença na reencarnação. 

A prova que pedira a DEUS lhe fora concedida de forma incontestável. 

Vale, pois, a pena crer em DEUS, ou não? *

Adésio Alves Machado
Escritor, orador e radialista, autor dos Livros:-
- Ser, Crer e Crescer 
- Elucidações Para uma Vida Melhor


Janelas da Alma


Coloca, nas tuas janelas, o amor, a bondade, a compaixão, a ternura, a fim de acompanhares o mundo e o seu séqüito de ocorrências.

 
O Amor te facultará ampliar o círculo de afetividade, abençoando os teus amigos com a cortesia, os estímulos encorajadores e a tranqüilidade.
A Bondade irrigará de esperança os corações ressequidos pelos sofrimentos e as emoções despedaçadas pela aflição que se te acerquem.
O Perdão constituirá a tua força revigoradora colocada a benefício do delinqüente, do mau, do alucinado, que te busquem.
A Ternura espraiará o perfume reconfortante da tua afabilidade, levantando os caídos e segurando os trôpegos, de modo a impedir-lhes a queda, quando próximos de ti.
 
As janelas da alma são espaços felizes para que se espraie a luz, e se realize a comunhão com o bem.
 
Colocando os santos óleos da afabilidade nas engrenagens da tua alma, descerrarás as janelas fechadas dos teus sentimentos, e a tua abençoada emoção se alongará, afagando todos aqueles que se aproximem de ti, proporcionando-lhes a amizade pura que se converterá em amor, rico de bondade e de perdão, a proclamarem chegada a hora de ternura entre os homens da Terra.
 
 Joanna de Ângelis



segunda-feira, 6 de junho de 2016

domingo, 5 de junho de 2016

Altruísmo



Segundo Joanna de Ângelis (Espírito), o Altruísmo, que é Lição Viva de Caridade, expressão superior do sentimento de amor enobrecido, abre as portas à ação, sem a qual não teria sentido a vida (humana).

Vivendo numa sociedade eminentemente egoísta, o indivíduo sofre os efeitos do seu próprio comportamento, recebendo conforme se conduz.
Sem o espírito de Solidariedade a nortear-lhe os passos, as suas são ações egoicas, que somente objetivam o próprio bem-estar, tornando-o avaro  e destituído das elevadas expressões do amor.
Enquanto não compreendermos que o amor deve reger as nossas existências, estaremos solitários e ambiciosos, tristes e frustrados, procurando meios para alcançarmos a Felicidade, que parece estar sempre onde não nos encontramos.
Abraçando o Altruísmo, o sentimento de Fraternidade vige vigoroso, ampliando-nos os horizontes existenciais e dando-nos sentido psicológico, o que torna a vida muito mais significativa e atraente.

Este comportamento deve iniciar-se ao abrir-se a mão para auxiliar, o que resultará em abrir o coração para melhor viver.

A dor do próximo passa a pertencer-nos também, e a sua solidão se nos torna um convite forte à convivência confortadora.

O individualismo, que atormenta as pessoas, leva-as à constante preocupação de ter sempre mais, não deixando espaço emocional para distribuir Alegria e Esperança, entre aqueles que sofrem e, sem o quererem, tornam-se ameaça à sua Tranquilidade.

Este é o momento de expandirmos o Altruísmo sob todas as formas possíveis.

A Europa, erudita e rica, durante muito tempo vinha impondo regras eminentemente severas para impedir a entrada de estrangeiros no solo de alguns países.

Agora se vê a braços com a necessidade de amparar milhões de vidas estioladas que a buscam, na Esperança de se reconstruírem.

Em consequência, outra alternativa não dispõe, senão albergar os desamparados e sofrer-lhes as angústias e dramas que os atormentam.

Evitemos Aflição igual.

Divaldo Pereira Franco

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 19-05-2016.


Proteção Divina: Jesus nos fortaleça e abençoe ! - Bezerra de Menezes / CHICO XAVIER










 
Proteção Divina:- Jesus nos fortaleça e abençoe ! 

Confiemos na Proteção Divina e esperemos a manifestação da assistência do Alto pelos canais competentes, por onde transitam os assuntos que se referem à nossa luta redentora.

Dentro de nossos recursos, tudo devemos fazer no sentido de recuperar a tranquilidade de que necessitamos para o desempenho de nossas tarefas. 

Jesus nos fortaleça e abençoe!

Bezerra de Menezes 

 CHICO XAVIER

 

sábado, 4 de junho de 2016

Incapaz !!!!


 Incapaz

Andy Foster tem quarenta e cinco anos. 
É autista e garçom num restaurante da Inglaterra.

Quando alguns clientes se sentiram incomodados com sua presença, como se tivessem algum problema em serem atendidos por ele, o dono do estabelecimento tomou uma atitude radical.

Escreveu uma carta e postou numa rede social:-

-Hoje passamos o dia reconstruindo a autoestima de um dos membros da nossa equipe, depois dele ter sido desrespeitado e discriminado ao servir uma mesa, no jantar de ontem à noite.

“Qual é o problema dele?” 
E “por que você deu este trabalho para ele?” 
- Os clientes perguntaram...

Aqui em nosso restaurante, nós contratamos nossos funcionários com base na experiência e paixão pelo trabalho...

Não contratamos pela cor da pele, pela aparência, pela quantidade de tatuagens, pelo tamanho das roupas, pelas crenças religiosas ou por doenças. 
Nós não discriminamos!

Mas se você faz isso... 
Então, por favor, não reserve uma mesa conosco. 
Você não merece nosso tempo, esforço, nem respeito!
*   *   *

Ainda trazemos vícios antigos na alma.

Por que homens e mulheres recebem remunerações diferentes ao realizarem o mesmo trabalho, ao ocuparem o mesmo cargo?

Por que pessoas idosas não podem trabalhar?

Por que nos utilizamos do termo incapaz, referindo-nos à pessoa com deficiência?

Incapaz do quê? 
De realizar certas tarefas?

Reflitamos:-
- Será que todos nós não somos ainda incapazes de muitas coisas? 
Como Espíritos em desenvolvimento na Terra não temos muitas lacunas intelecto-morais?

Alguns de nós, vendo alguém tocando alguns acordes de uma música num instrumento qualquer, afirmamos:-
- Não sou capaz de tocar nem uma campainha!

Outros não temos jeito algum para trabalhos manuais.

Outros, ainda, não entendemos uma vírgula das notícias sobre economia, bolsa de valores, câmbio, etc.

E somos chamados de incapazes por isso? 
Seria uma grande ofensa, no mínimo.

Assim, debruçando nosso olhar para esses que são considerados especiais, perceberemos que eles podem ter muita dificuldade em certas áreas; que aprendem com mais vagar. 
Entretanto, ao mesmo tempo, fazem muitas outras coisas com maestria, até com virtuosismo.

São capazes de atender uma mesa num restaurante com mais simpatia e alegria do que muitos dos chamados normais; são capazes de realizar tarefas com extrema atenção, com capricho – algo muito difícil de se encontrar em funcionários, no geral; são capazes de cozinhar, de ministrar uma aula, de atuar e de tudo que possamos imaginar. 
Mais ainda, são capazes de nos fazer acreditar no poder da persistência, do esforço e da resignação. 
Eles nos ensinam muitas coisas.

Pensemos bem. 
Reflitamos um pouco mais da próxima vez que ouvirmos o termo incapaz ou quando percebermos qualquer tipo de discriminação com quem quer que seja.

Por fim, sejamos nós aqueles que abramos portas para eles, para que deixem de ser excluídos em nossa sociedade e possam ter uma vida plena.

Não permitamos que nosso preconceito nos transforme em verdadeiros incapazes.

 Redação do Momento Espírita,
 com base em fato.
Em 30.5.2016.