sábado, 4 de junho de 2016

Incapaz !!!!


 Incapaz

Andy Foster tem quarenta e cinco anos. 
É autista e garçom num restaurante da Inglaterra.

Quando alguns clientes se sentiram incomodados com sua presença, como se tivessem algum problema em serem atendidos por ele, o dono do estabelecimento tomou uma atitude radical.

Escreveu uma carta e postou numa rede social:-

-Hoje passamos o dia reconstruindo a autoestima de um dos membros da nossa equipe, depois dele ter sido desrespeitado e discriminado ao servir uma mesa, no jantar de ontem à noite.

“Qual é o problema dele?” 
E “por que você deu este trabalho para ele?” 
- Os clientes perguntaram...

Aqui em nosso restaurante, nós contratamos nossos funcionários com base na experiência e paixão pelo trabalho...

Não contratamos pela cor da pele, pela aparência, pela quantidade de tatuagens, pelo tamanho das roupas, pelas crenças religiosas ou por doenças. 
Nós não discriminamos!

Mas se você faz isso... 
Então, por favor, não reserve uma mesa conosco. 
Você não merece nosso tempo, esforço, nem respeito!
*   *   *

Ainda trazemos vícios antigos na alma.

Por que homens e mulheres recebem remunerações diferentes ao realizarem o mesmo trabalho, ao ocuparem o mesmo cargo?

Por que pessoas idosas não podem trabalhar?

Por que nos utilizamos do termo incapaz, referindo-nos à pessoa com deficiência?

Incapaz do quê? 
De realizar certas tarefas?

Reflitamos:-
- Será que todos nós não somos ainda incapazes de muitas coisas? 
Como Espíritos em desenvolvimento na Terra não temos muitas lacunas intelecto-morais?

Alguns de nós, vendo alguém tocando alguns acordes de uma música num instrumento qualquer, afirmamos:-
- Não sou capaz de tocar nem uma campainha!

Outros não temos jeito algum para trabalhos manuais.

Outros, ainda, não entendemos uma vírgula das notícias sobre economia, bolsa de valores, câmbio, etc.

E somos chamados de incapazes por isso? 
Seria uma grande ofensa, no mínimo.

Assim, debruçando nosso olhar para esses que são considerados especiais, perceberemos que eles podem ter muita dificuldade em certas áreas; que aprendem com mais vagar. 
Entretanto, ao mesmo tempo, fazem muitas outras coisas com maestria, até com virtuosismo.

São capazes de atender uma mesa num restaurante com mais simpatia e alegria do que muitos dos chamados normais; são capazes de realizar tarefas com extrema atenção, com capricho – algo muito difícil de se encontrar em funcionários, no geral; são capazes de cozinhar, de ministrar uma aula, de atuar e de tudo que possamos imaginar. 
Mais ainda, são capazes de nos fazer acreditar no poder da persistência, do esforço e da resignação. 
Eles nos ensinam muitas coisas.

Pensemos bem. 
Reflitamos um pouco mais da próxima vez que ouvirmos o termo incapaz ou quando percebermos qualquer tipo de discriminação com quem quer que seja.

Por fim, sejamos nós aqueles que abramos portas para eles, para que deixem de ser excluídos em nossa sociedade e possam ter uma vida plena.

Não permitamos que nosso preconceito nos transforme em verdadeiros incapazes.

 Redação do Momento Espírita,
 com base em fato.
Em 30.5.2016.


Lindo Testemunho:- Eu Amei Cada Década da Minha Vida !




Lindo Testemunho:-

- Eu Amei Cada Década da Minha Vida!

Nota do Editor:-
- Recebemos este e-mail de um dos leitores do TudoPorEmail. 
Trata-se de uma mensagem lindamente escrita, e achamos que deve ser compartilhada com vocês. 
Esperamos que gostem tanto quanto nós.
 
Meu nome é Artur e eu tenho acompanhado este site já há alguns anos e sempre quis escrever esta carta, pois vocês sempre lidam com os assuntos da idade. 
Tenho 83 anos e eu não entendo por que as pessoas reclamam ao envelhecer. 
Para mim, cada década da minha vida teve algo importante para me ensinar. 
Minha intenção era escrever uma história um pouco curta, mas vou contar exatamente como tudo aconteceu. 
É por isso que eu amei cada década da minha longa e boa vida:-
 

Minha primeira década de vida (do primeiro aos 9 anos)...
Eu não lembro muito bem dos primeiros anos da vida, mas pude ver o quanto meus pais amaram aquele bebezinho. 

Este amor iluminava o rosto deles como fogueiras me aquecendo na fase em que comecei a andar. 

Minhas primeiras memórias são de uma fase de acolhimento, proteção e muita confiança. Nada mal para os primeiros passos da vida.
 
Dos 5 ao 10 anos, lembro que comecei a testar os meus primeiros limites, aprendendo sobre minhas limitações físicas ao correr, pular, cair e chorar - e então corria um pouco mais. Aprendi como um jovem corpo ainda puro e sem medo tem tanta ânsia de explorar o mundo. E eu fiz isso.
 
Foi um tempo mágico e maravilhoso, quando as lendas pareciam tão reais quanto o sol no céu. 

Casas abandonadas eram assombradas por fantasmas do passado, esperando para devorar garotos. 

A mágica fazia parte do mundo, e eu era parte dessa sensação tão mística. 

Aproveitei cada momento.
 


Na minha segunda década de vida (entre os 10 e 20 anos)...
...eu me tornei QUEM SOU por dentro. 

O meu âmago foi criado pelas minhas descobertas na adolescência - ao olhar para a janela, ponderando as questões da vida e tentando montar as peças do quebra-cabeça que estava na minha mente. 

Eu sonhava com grandeza, riqueza e fama.

Eu senti meu coração palpitar forte aos 12 anos de idade, quando um lindo par de olhos azuis passou por mim na classe da sexta série. 

E lembro que meu coração se despedaçou aos 14 anos. 

Aos 17, encontrei o amor verdadeiro mas o perdi antes dos 20. 

Eu ainda penso nela em alguns momentos, perguntando-me como teria sido caso tivéssemos ficado juntos. 

Mesmo assim, estou muito feliz com quem eu escolhi.

Aprendi sobre amizade verdadeira e que, às vezes, precisamos sacrificar compromissos para ajudar um real amigo. 

Aprendi que isso tem um grande valor, e que ser leal a um amigo é algo do qual devemos nos orgulhar muito.

Durante esses anos, tive as primeiras noções do que era ser um homem - de como respeitar os mais velhos e dar assistência a pessoas mais fracas e com mais necessidades do que eu. 

Aprendi também a importância de proteger a minha família, assim como seu nome e reputação. 

Além disso, aprendi a ter cuidado com estranhos, pois muitos deles podem ter apenas interesses e não serem verdadeiros. 

Essas lições foram as que mais me definiram como adulto.
 


Mas na minha terceira década (dos 20 aos 30)...
... eu me TORNEI um homem. 

Trabalhei duro, como nunca havia trabalhado antes, não porque me disseram que eu precisava fazer isso, mas porque queria construir a minha própria vida. 

Descobri uma forte motivação que me levaria em direção aos meus sonhos e objetivos. 

Encontrei pela segunda vez o amor verdadeiro, e dessa vez durou. 

Nós nos casamos quando eu tinha 25 e eu fui o homem mais feliz do mundo. 

Encontrei satisfação no meu trabalho, e também descobri uma ambição pulsante que me fazia seguir em frente. 

Trabalhei muito e reclamei algumas vezes, afinal sou humano, mas nunca desisti.

Aos 30, eu conquistei a minha posse mais importante e valiosa - minha família. 

Minha esposa e meus três filhos, duas meninas e um menino, quatro pessoas por quem eu daria minha vida, mas também digo que são essas as pessoas quem me fazem viver. 

Não são perfeitos, é claro, assim como eu, mas eu não os substituiria por nenhuma outra família no mundo. 

Pude ver meus filhos descobrindo as palavras, como havia acontecido comigo 20 anos anos, sentindo toda aquela ânsia de vida e descoberta.
 


Os anos entre os 30 e os 50...
...passaram como um piscar de olhos! 

Minha família toda amadureceu. 

Meu filho se tornou um homem alto e cada vez mais seguro de si com o passar do anos. 

Minhas filhas se tornaram rapidamente mais inteligentes do que eu, crescendo de uma forma adorável à maturidade.

Trabalhei duro nesses anos, enquanto via meus filhos amadurecem, assim com minha esposa. 

Meus filhos tiveram de tudo, mas aprenderam sobre o valor do trabalho. 

Vi minha esposa crescer em sabedoria, e sinto-me muito grato e feliz por ter essa mulher ao meu lado por tanto tempo. 

A sua mão firme muitas vezes não permitiu que eu caísse em momentos desafiadores.

Meu corpo começou a doer mais e eu vi que não podia fazer as mesmas atividades que fazia quando era mais jovem. 

Admito que isso me deixou um pouco triste, mas depois fiquei bem, pois são limitações que você precisa aceitar, e eu estava bem amparado pela minha família.

Vi meus filhos escolhendo e seguindo seus caminhos, ao descobrir o amor, suas habilidades e limitações. 

Fiquei muito orgulhoso de cada um deles, e ainda sou.
 


Entre os 50 e os 70...
...parece que os anos passaram ainda mais rápido. 

Ao olhar-me no espelho, vejo que o meu rosto mudou. 

Tornou-se um rosto maduro, com marcas de expressão, como se um mapa tivesse sido desenhado em meu rosto, marcando todos os anos de memórias, conversas, experiências e sonhos.

Meu corpo doía ainda mais, mas meu coração disparou quando meus filhos criaram suas próprias famílias. 

Eu me tornei um avô, encantando-me ao ver duas gerações criadas com o nosso amor - meu e de minha esposa. 

Senti um grande orgulho de ser o patriarca dessa família.

Diminuí o ritmo do trabalho e passei a aproveitar mais o tempo, afinal já tinha me dedicado muito e queria aproveitar. 

Brincava com meus netos, dividia e auxiliava nas responsabilidades com meus filhos quando eles precisavam de ajuda, e vivi intensamente os últimos momentos com a minha esposa, até que o câncer a levou embora. 

Não vou mentir - foi o momento mais difícil da minha vida, e eu não sei se teria suportado se não tivesse o apoio da minha família - eles estavam ali para mim e tivemos uma linda vida juntos. 

Tive que deixá-la partir, pois em meu coração eu sei que um dia vou reencontrá-la.
 


Entre os 70 e os 80...
...eu finalmente encontrei a paz na velhice.

Lutei contra isso por muito tempo, mas descobri que há grandes privilégios em se tornar uma pessoa madura, com mais conhecimento, graça e entrega. 

Ainda havia mais coisas para aproveitar - minha família cresceu, ficou mais numerosa. 

Passei a usufruir das novas tecnologias que antes não tinha tempo de usar. 

Eu me conectei a essa nova era, aprendi muito e ainda aprendo. 

É muito divertido, e me faz sentir-me jovem novamente. 

Tenho tempo de sobra para usufruir das coisas boas da vida - minha família, diversão, amigos e meus livros, que, assim como meus entes queridos, sempre me acompanharam nessa jornada, oferecendo-me apoio e sabedoria.
 
Agora estou com 83 anos.  
 Sinto que ainda tenho tempo de sobra neste mundo, mas quando olho para trás, sinto que amei intensamente cada década da minha vida até hoje. 

Eu não pularia nenhuma delas, pois todas me proporcionaram muito amor, prazer e conhecimento sobre a vida. 

Sinto-me grato por cada ano da minha vida, e agradeço todas as noites, como se fosse uma despedida.

Em minha mente, minha esposa sempre permaneceu ao meu lado, e ainda posso ouvi-la falando de coisas que eu fiz. 

Meus filhos estão amadurecendo, aprendendo as mesmas lições que as minhas. 

Eu sorrio e os vejo seguir em frente, tendo em mente que tudo vai ficar bem.

Tenho meus interesses e hobbies, e aproveito tudo que a vida me dá. 

Sempre ouço meu velho corpo - quando ele quer descansar, assim eu faço, da mesma maneira ele me atende quando quero fazer as minhas atividades. 

Meus antigos medos e ansiedades, assim como pensamentos de tristeza, se foram. 

Eu agora vivo no presente, tanto quanto nunca vivi antes, mesmo que minhas memórias estejam sempre presentes. 

Estou vivo e tenho uma vida rica de bons valores para considerar.

Eu estou feliz.
 
Esta é a minha história. 
Peço desculpas se soou sentimental demais, mas isso acontece quando você observa a própria vida. 
Espero que, assim como eu, todos entendam, aprendam e amem cada década de suas vidas. Deus os abençoe.
Artur

Você também tem uma linda história para compartilhar? 

Mande para nós pelo e-mail support@tudoporemail.com.br. 

No assunto da mensagem, escreva "Colaboração".
 
Esta história foi enviada exclusivamente ao TudoPorEmail.com.br. 

Não é permitida sua reprodução total ou parcial em qualquer outro meio.



Fonte:- Artur R

P.S.:- Qualquer problema, retiro a mensagem do blog.

Postei com os devidos créditos, link,etc.

- http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=6332 
 

sexta-feira, 3 de junho de 2016

O frio que vem de dentro


O frio que vem de dentro

Quatro homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. 

Teriam que esperar até o amanhecer, para poderem receber socorro.

Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam.

Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. 

O tempo passava e o fogo diminuía.

Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. 

Era a única maneira de sobreviverem.

O primeiro homem era um rico avarento. 

Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. 

Olhou ao redor e viu em torno da fogueira, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no semblante e nas roupas velhas e remendadas. 

Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:-
- “Jamais darei a minha lenha para aquecer um preguiçoso.”

O segundo homem era o pobre da montanha. 

Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. 

Ele pensou:-
- “Esta nevasca pode durar vários dias.

 Vou guardar minha lenha.”

O terceiro homem parecia alheio a tudo. 

Era um alienado. 

Olhando fixamente para as brasas. 

Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. 

Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O quarto homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. 

Seu raciocínio era curto e rápido:-
- “Esta lenha é minha. 

Custou o meu trabalho. 

Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.”

Com estes pensamentos, os quatro homens permaneceram imóveis.

A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.

Ao alvorecer do dia, quando o resgate conseguiu chegar à caverna, os bombeiros encontraram quatro cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.

Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse:-
- O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.

Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você. 

Abra o seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam. 

 Não permita que as brasas da esperança se apaguem, nem que a fogueira do otimismo vire cinzas. 

Contribua com seu graveto de amor e aumente a chama da vida onde quer que você esteja.

                                             autor desconhecido


Aprendi ....


Aprendi ...

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém; posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
 
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. 

Tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.

Eu aprendi… que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

Aprendi… que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.

Mas aprendi, também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.

Aprendi que perdoar exige muita prática; que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

Aprendi… que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.

Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

Eu aprendi… que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.

Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.

Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.

E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

                                               * * *
A mensagem é significativa, e sua autoria é atribuída a William Shakespeare.

Nós poderíamos simplesmente lê-la e guardá-la na memória, mas preferimos dividi-la com você.

Porque uma coisa nós também aprendemos:-
- O que é bom deve ser divulgado.

                                                    
Redação do Momento Espírita


quinta-feira, 2 de junho de 2016

A partir do próximo amanhecer


A partir do próximo amanhecer

Hoje “me dei um tempo” para pensar na vida.

Na minha vida!!!

Decidi então que a partir do próximo amanhecer, vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouquinho mais feliz.

Para começar, não vou mais olhar para trás.

O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.

Então, para que remoer o que passou?

Refletir sobre aqueles erros sim e então fazer deles um aprendizado para o “meu hoje”…

Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria… 

E daí?

A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas não vou tentar mudá-las.

Pode ser até que ficassem como eu gostaria que fossem,e deixassem de ser as pessoas que eu amo.

Isso eu não quero.

Mudo eu…

Mudo meu modo de vê-las.

Respeito seu modo de ser.

Mas não pense que vou desistir de meus sonhos!!!

Imagine!!!

A partir do próximo amanhecer, vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.

Mas vai ser diferente.

Não vou mais responsabilizar a mais ninguém por minha felicidade.

EU VOU SER FELIZ!!!

Não vou mais parar a minha vida porque o que desejo não acontece, porque uma mensagem não chega, porque não ouço o que gostaria de ouvir.

Vou fazer meu momento…

Vou ser feliz agora…

Terei outros dias pela frente!!!

Nunca mais darei muita importância aos problemas, que não tenho conseguido resolver.

A partir do próximo amanhecer, vou agradecer a Deus, todos os dias por me dar forças para viver, apesar dos meus problemas.

Chega de sofrer pelo que não consigo ter, pelo que não ouço ou não leio.

Pelo tempo que não tenho e até de sofrer por antecipação, pensando sempre, apenas no pior.

A partir do próximo amanhecer,só vou pensar no que tenho de bom.

Meus amigos,nunca mais precisarão me dar um ombro para chorar.

Vou aproveitar a presença deles para sorrir,cantar,para dividir felicidade.

A partir do próximo amanhecer vou ser eu mesmo.

Nunca mais vou tentar ser um modelo de perfeição.

Nunca mais vou sorrir sem vontade ou falar palavras amorosas por que acho que sei o que os outros querem ouvir.

A partir do próximo amanhecer vou viver minha vida…SEM MEDO DE SER FELIZ.

Vou continuar esperando.

Não, não vou esquecer ninguém.

Mas…

A partir do próximo amanhecer,quando a gente se encontrar,com certeza,vou te dar “aquele” abraço bem apertado,e com toda sinceridade dizer…

ADORO VOCÊ e tenho muito amor para lhe dar.

Blandinne