quinta-feira, 2 de junho de 2016

A partir do próximo amanhecer


A partir do próximo amanhecer

Hoje “me dei um tempo” para pensar na vida.

Na minha vida!!!

Decidi então que a partir do próximo amanhecer, vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouquinho mais feliz.

Para começar, não vou mais olhar para trás.

O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.

Então, para que remoer o que passou?

Refletir sobre aqueles erros sim e então fazer deles um aprendizado para o “meu hoje”…

Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria… 

E daí?

A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas não vou tentar mudá-las.

Pode ser até que ficassem como eu gostaria que fossem,e deixassem de ser as pessoas que eu amo.

Isso eu não quero.

Mudo eu…

Mudo meu modo de vê-las.

Respeito seu modo de ser.

Mas não pense que vou desistir de meus sonhos!!!

Imagine!!!

A partir do próximo amanhecer, vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.

Mas vai ser diferente.

Não vou mais responsabilizar a mais ninguém por minha felicidade.

EU VOU SER FELIZ!!!

Não vou mais parar a minha vida porque o que desejo não acontece, porque uma mensagem não chega, porque não ouço o que gostaria de ouvir.

Vou fazer meu momento…

Vou ser feliz agora…

Terei outros dias pela frente!!!

Nunca mais darei muita importância aos problemas, que não tenho conseguido resolver.

A partir do próximo amanhecer, vou agradecer a Deus, todos os dias por me dar forças para viver, apesar dos meus problemas.

Chega de sofrer pelo que não consigo ter, pelo que não ouço ou não leio.

Pelo tempo que não tenho e até de sofrer por antecipação, pensando sempre, apenas no pior.

A partir do próximo amanhecer,só vou pensar no que tenho de bom.

Meus amigos,nunca mais precisarão me dar um ombro para chorar.

Vou aproveitar a presença deles para sorrir,cantar,para dividir felicidade.

A partir do próximo amanhecer vou ser eu mesmo.

Nunca mais vou tentar ser um modelo de perfeição.

Nunca mais vou sorrir sem vontade ou falar palavras amorosas por que acho que sei o que os outros querem ouvir.

A partir do próximo amanhecer vou viver minha vida…SEM MEDO DE SER FELIZ.

Vou continuar esperando.

Não, não vou esquecer ninguém.

Mas…

A partir do próximo amanhecer,quando a gente se encontrar,com certeza,vou te dar “aquele” abraço bem apertado,e com toda sinceridade dizer…

ADORO VOCÊ e tenho muito amor para lhe dar.

Blandinne





CIGARRO, como libertar-se do VÍCIO ?


 
CIGARRO, como libertar-se do VÍCIO ?
 
Com sua proposta para o auto-conhecimento e a reforma íntima, o Espiritismo torna-se um grande aliado ao viciado que almeja sua libertação. 

Vícios, paixões e desatinos humanos normalmente se desenvolvem e fazem morada em nosso corpo carnal quando estamos invigilantes e quando nosso padrão vibratório está tão baixo que nos deixamos dominar por forças do plano astral inferior ou seja, quando perdemos por completo o controle sobre nossos próprios atos e quando não mais conseguimos evitar certas ações e atitudes que até então julgávamos ter sobre nossa vontade.

Então, infelizmente, estamos nas malhas do vício. Isso normalmente acontece quando estamos invigilantes e por mantermos um comportamento moral condizente com espíritos do plano inferior e, portanto, ficamos literalmente nas mãos deles.

Dessa forma, não mais teremos nenhum controle, nem sobre nosso corpo físico e nem sobre os danos que estamos causando ao nosso perispírito, ao dar vazão aos vícios em geral e desregramentos da vida carnal. 


Nessa categoria, podemos citar o alcoolismo, o tabagismo, os tóxicos, a alimentação carnívora, o sexo, a maledicência, a avareza, a mentira e tantos outros que nos oprimem, que atentam contra a delicadeza da vestimenta perispiritual que nos envolve e sobre a qual estamos atentando e, muitas vezes, destruindo o que de mais importante nos foi emprestado para que possamos evoluir e alcançar outros planos espiriiuais que é o nosso corpo físico.

O vício do fumo foi adquirido pelos espanhóis, junto aos índios da América Central, que o encontraram nas adjacências de Tobaco, provínoia de Yucatán. 

Um dos primeiros a cultivar o tabaco na Europa foi o Monsenhor Nicot, embaixador da França em Portugal, de onde se derivou o nome de nicotina, dado à principal toxina nele contida.

O fumo, pelos danos que ocasiona ao organismo, é, por isso mesmo, perigo para o corpo e para a mente..."- 

Examinando a Obsessão. 

Os distúrbios provocados nos que se iniciam no vício, tais como tonteiras, vômitos, perturbações bronquiais, são indício do envenenamento que o fumo provoca e da luta que o organismo trava ao se defender para adaptar se ao mesmo.

Uma vez estabelecido o vício, a pessoa se torna vítima do tabagismo, uma doença à qual se entrega, abdicando da própria vontade, incapaz de resistir à vontade de fumar, que se transforma em ação obsessiva simples.

Que a ação do fumo seja ofensiva o demonstram as próprias propagandas que alardeiam a utilização de filtros ou a consecução de cigarros com muito menos nicotina. 

Mas além desta, ele contém outros venenos como: ácido tânico, omálico, oxálico, amônia e outros que lhe imobilizam outras importantes defesas do organismo. 

Sua ação se torna muito pior para aqueles que detêm certas insuficiências orgânicas, acrescendo-as ainda mais. 


As mulheres, entretanto, são as mais prejudicadas, por sua natureza mais delicada e sensível, principalmente na gravidez, tornando-as mais propensas aos distúrbios da gestação. 

Além do mais, são afetadas na própria fertilidade. 

O fumo" ...Hábito vicioso, facilita a interferência de mentes desencarnadas também viciadas, que se ligam em intercâmbio obsessivo simples, a caminho de dolorosas desarmonias..." - Examinando a Obessão.

VÍCIO E VAMPIRISMO

Intercâmbio obsessivo simples, pois não influi no cunho moral do homem, nem o avilta até a degradação completa, como acontece com o vício da embriaguez ou da toxicomania. 

Mas se a pessoa se entregar em demasia ao hábito, poderá servir de "piteira viva" para desencarnados também viciados, de natureza inferior que, ao se servirem dele para satisfazer o vício de fumar, poderão influenciá-lo a fumar muito mais e estabelecer com ele uma forma de simbiose prejudicial, inoculando-lhe pensamentos deletérios, de ordem moral inferior, cuja receptividade será tanto maior quanto mais fraquezas a pessoa possa ter. 

Trata-se, enfim, de más companhias que, por sua influência perniciosa, poderão acarretar deslizes morais perigosos e associações com delinqüentes e viciados.

Mas nem sempre tais influências provocam situações de domínio caracterizáveis. 

O domínio psíquico tem diversas gradações e a pessoa pode passar uma existência inteira a desviar-se do que se havia proposto antes de reencarnar, sem aperceber se. 

Ao desencarnar, os vícios se tornam mais dominantes, acarretando momentos de angústia muito cruciantes que impelem a buscar a saciedade no vampirismo dos encarnados 

"...Infunde pena a angústia dos desencarnados amantes da nicotina..."

O vício do fumo é uma porta aberta para o início das obsessões mais variadas e, embora obsessão simples, pode servir de trampolim a outras de maior gravidade, pela sujeição a espíritos atrasados. 

O viciado no fumo é mais uma vítima de sua debilidade mental do que mesmo de uma invencível atuação fisiológica, ele esquece-se de si mesmo e, por isso, aumenta progressivamente o uso do cigarro, tentado continuamente pelo desejo insatisfeito, criando então uma segunda natureza que se torna implacável e exigente carrasco.

Os efeitos perniciosos do cigarro transformam-se em enfermidades crônicas que minam as defesas naturais e de proteção do organismo. 

Uma das mais conhecidas enfermidades crônicas é a célebre "bronquite tabagista" ou a causada por distúrbios próprios da "asma brônquica", com a presença do incômodo pigarro, que é produto da irritação constante causada pelo fumo às mucosas respiratórias. 

O fumante inveterado vive com a faringe, a laringe, os brônquios, o estômago e intestinos supercarregados de nicotina e de todos os derivados tóxicos do fumo, obrigando a sua natureza à permanente vigilância, a fim de se poder manter em relativo contato com os fenômenos da vida física exterior.

Portanto, como vimos, o fumo é um dos grandes responsáveis pela falência moral do homem, visto que ele abre brechas para todos os tipos de obsessões.

Assim, para "largar o cigarro" é preciso readquirir o poder da vontade de que se acha escravizado a ele. 

É na mente do homem que, antes de tudo, deve ser empreendida uma campanha sadia contra o vício. 

Através de reflexões inteligentes, deve ele se convencer da tolice de se submeter a prejuízos físicos, psíquicos e econômicos, causados pelo cigarro, o charuto ou o cachimbo.

RETOMANDO O CONTROLE

Portanto, a ofensiva não deve ser iniciada contra o objeto do vício, que é o fumo, mas no sentido de recuperar o comando mental perdido. 

Há que ser retomado novamente o psiquismo diretor dos fenômenos de relação entre a alma e o meio. 

É preciso que o homem se torne outra vez senhor absoluto dos seus atos, desprezando as sugestões tolas e perniciosas do vício que o domina. 

É certo que a libertação do vício de fumar seria muito mais difícil se, por afinidade de vícios ou devido a qualquer desregramento moral, a criatura já estiver sendo cercada por entidades de astral inferior, atraída para junto de si. 

Neste caso, a libertação não só requer o domínio da própria vontade, como ainda a adoção de um modo de vida que provoque o desligamento de outra vontade viciosa e livre, do além-túmulo.

OS EFEITOS DO TABAGISMO

Assim como devasta a vontade e a lucidez, o cigarro ataca e destrói o organismo, criando doenças e provocando disfunções.

Eis apenas alguns de seus efeitos:

Sistema Respiratório

Bronquite, Enfisema, Câncer pulmonar, Angina do peito, Laringite, Tosse, Tuberculose, Traqueíte, Rouquidão.

Sistema Digestivo

Diminui a secreção gástrica, diminui o apetite e dificulta a digestão: úlcera gastroduodenal; quilite (inflamação dos lábios), sialorréia (salivação abundante); hepatite; aumento do ácido úrico, provocando a chamada Gota.

Sistema Circulatório

Arteriosclerose (20 cigarros ou mais por dia); varizes; flebite, isquemia; úlceras varicosas; palpitação; mal de Buerger (trombose); aceleração de doenças coronárias e cardiovasculares.

Sistema Nervoso

Uremia; Mal de Parkinson; vertigens; náuseas; dores de cabeça; nervosismo; opressão.

Assim como o alcoolismo, a falta do fumo para o viciado gera ansiedade, angústia etc.

Desencadeia crises, convulsões e espasmos. 

É a dependência mental, psíquica e física.

POR QUE FUMAR?

O tabaco era usado na prática de feitiçarias, nas quais os indígenas acreditavam que a fumaça afastava os "maus espíritos".

Como defumador, os pajés jogavam folhas secas de tabaco no braseiro, ao mesmo tempo que invocavam os deuses. 

Os nativos, com o tempo, passaram a fazer um rolo de folhas secas de tabaco fumegantes, aspirando e tragando a fumaça demonstrando visível sensação de prazer.

Hoje o fumo é consumido em larga escala, graças à herança daqueles costumes nativos, porém sob a égide de mentiras comerciais douradas, condutoras à exacerbação do consumo.

COMO PREVENIR

Na família, pelo exemplo. 

Na sociedade, pela educação, onde sejam demonstrados os males do vício e na religião, pelo respeito devido ao corpo e à vida.

Nosso organismo possui extraordinária capacidade de refazimento e de recuperação. 

Estima-se, contudo, que a eliminação dos agentes nocivos do fumo no corpo humano processa-se em período de tempo igual à duração do vício. 

Por exemplo:- quem fuma há 10 anos, se deixar o vício, levará aproximadamente outros 1 0 anos para extirpar completamente do seu corpo os sintomas negativos do fumo.

COMO DEIXAR DE FUMAR

A melhor maneira é fazê-lo de uma só vez, com extraordinária força de vontade. 

Pegue seu maço de cigarros e jogue-o no lixo. 

É melhor passar alguns dias de angústia, mas reprimir definitivamente o desejo de fumar do que prolongar essa agonia indefinidamente até que um câncer pulmonar ou laríngeo faça-o por você.

COMO O ESPIRITISMO VÊ O TABAGISMO

Como uma infeliz criação humana, dentre tantas... 

Por ser gerador de doenças e dependência (viciação), promove graves distorções no corpo e no caráter, refletindo-se em danos impressos no perispírito. 

E isso representará sofrimento em vidas futuras, se não já a partir desta. 

O fumante, após desencarnar, certamente irá ressentir-se da falta do fumo. 

Buscará desesperadamente satisfazer o vício, só o conseguindo, tal como no processo de vampirismo, ou seja, como o homem nunca está só, física ou espiritualmente; fixado no vício, terá permanentemente companhia de encarnados e desencarnados sintonizados com ele.

Por outro lado, o Espiritismo oferece inestimável apoio ao viciado que queira libertar-se, através da "Evagelho-terapia", o tratamento pelo Evangelho, a cura do espírito.

Sim, cuidando do corpo, cuida-se de uma fração episódica da existência do indivíduo, porém, cuidando-se do espírito, cuida-se da erradicação do mal, construindo-se uma obra para a eternidade!

Cada tendência negativa superada - entre as quais o alcoolismo - representará mais um degrau alcançado na escada do progresso espiritual.

Nesse particular, o espiritismo representa poderoso estímulo à cura, pela reforma íntima do indivíduo, pois o levará à reflexão e ao conhecimento das conseqüências infelizes do tabagismo e alcoolismo em futuras reencarnações. 

A ótica reencarnacionista, calcada na lógica, no bom senso e principalmente na Justiça Divina, levará o homem a não assumir dívidas hoje para resgate nas próximas vidas e nem a jogar espinhos na frente do seu caminho...

Tratamento para tabagismo na Federação Espírita de São Paulo
terças 14h e 19h30 sábados 16h
Rua Maria Paula, 140, Centro - Telefone: (11) 3115-5544

Referências:

CURTI, Rino - "Espiritismo e Obsessão"
KUHL, Eurípedes - "Tóxicos - Duas Viagens"
O livro "Malefícios do Fumo"é uma contribuição inestimável a todos aqueles que desejam abandonar um vício que tanto mal traz às pessoas.

(Extraído da Revista Cristã de Espiritismo, nº 07)
    

quarta-feira, 1 de junho de 2016

IRMÃ SCHEILLA, A ENFERMEIRA DO AMOR



IRMÃ SCHEILLA, A ENFERMEIRA DO AMOR




Peixotinho, em Macaé-RJ, iniciou um trabalho de orações para as vítimas da Segunda Grande Guerra. 

Foi então que, de repente, chegou lá e se materializou um espírito chamado Rodolfo (nas primeiras vezes em que psicografou mensagens, assinava "O Fuzilado"), que contou que era de uma família legitimamente espírita, morando na Alemanha. 

Ele teve que servir na guerra como oficial-médico e o pai dele, Dr. Fritz, muito reservado, educado, severo, muito autêntico, que passou muitas idéias humanitárias aos filhos, havia lhe dito:-
- Matar nunca.

Ao que Rodolfo respondeu:-
- Pai, não é isso, vou servir como médico.

Pois bem, em certa ocasião, o Dr. Rodolfo foi chamado como oficial para integrar um pelotão de fuzilamento. 

Ele, então, disse:-
- A minha missão é salvar, não matar.

E, de acordo com o regulamento militar, ele passou a ser considerado criminoso, porque deixou de servir à pátria, pois a pátria pedia a ele que matasse alguém e ele se negou. 

Então, disseram-lhe:-
- Já que você não vai executar esse homem, você vai ficar junto dele para morrer como um traidor.

E ele foi fuzilado na mesma hora. 

A essa altura, manifestou-se (espiritualmente) ao pai e disse:-
- Pai, já estou na outra dimensão da vida. 

Cumpri a palavra empenhada: não matei, preferi morrer.

Para que não continuasse no ambiente de guerra, foi amparado espiritualmente aqui, no Grupo Espírita Pedro (Macaé-RJ). 

Peixotinho, por ter sido militar, em razão justa, como espírita, tinha esse trabalho de preces em benefício das vítimas de guerra e pela paz. 

E esses fatos se deram no auge da Segunda Guerra Mundial, quase no final. 

Certo dia, Rodolfo (espírito) disse, assim, no Grupo de Oração do Peixotinho:-
- Orem por minha irmã, ela está correndo perigo.

E como a voz do alemão, através da voz direta por ectoplasmia, não era bem nítida, um sotaque carregado, a pronúncia do nome da sua irmã não saía boa, ao invés de Scheilla, saía Ceila. 

Passado alguns dias ele disse:-
- Minha irmã acabou de desencarnar. 

Foi vítima de bombardeio da aviação. 

Ela e meu pai desencarnaram.

Dias depois, para agradável surpresa da equipe, materializou-se uma jovem loura e disse:-
- Eu sou Scheilla.

Foi muita alegria! 

Os irmãos ficaram cheios de júbilos espirituais.

Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla:- 
- Uma na França, no século XVI, e a outra na Alemanha, onde desencarnou em 1943 (como Scheilla). 

Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon, a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins, a 13/12/1641. 

Ao entrar na história, ficou mais conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casou-se aos 20 anos com o barão de Chantal.

 Tendo muito cedo perdido seu marido, abandonou o mundo com seus 4 filhos, partilhando o seu tempo entre as orações, as obras piedosas e os seus deveres de mãe. 

Em 1604, tendo vindo pregar em Dijon, o bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, submeteu-se à sua direção espiritual. 

Fundaram em Annecy a congregação da Visitação de Maria (1610), que contava, à data de sua morte, com 87 conventos e, no primeiro século, com 6.500 religiosos. 

A baronesa de Chantal dirigiu, como superiora, de 1612 a 1619 a casa que havia fundado em Paris, no bairro de Santo Antônio. 

Em Paris, instalaram-se em pequena casa alugada em bairro pobre. 

Passaram por grandes necessidades, mas a Ordem da Visitação (de Paris) foi aumentando e superou as dificuldades. 

Em 1619, São Vicente de Paulo ficou como superior do Convento da Ordem da Visitação. 

Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem da Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da ordem. 

A Santa várias vezes tornou a ver São Vicente de Paulo, seu confessor e diretor espiritual.

É um espírito esplendoroso pela luz que esparge, e sua presença é notada por ondas perfumadas que imprime ao local.

Ela era enfermeira e trabalhava no socorro às vítimas da Segunda Guerra Mundial.

Sua morte aconteceu aos 28 anos em decorrência do mais violento ataque aéreo em julho ou agosto de 1943, na cidade de Hamburgo, no campo de batalha, enquanto socorria os feridos.

Depois disso, o espírito de Scheilla vinculou-se a grupos espirituais que atuam em nome de Jesus.

A característica do seu trabalho é na área humana, assistindo aos doentes.
Livros de Irmã Scheilla:-

- "A mensagem do dia" - de Scheilla para você
Autor:- Clayton B. Levy


- "Novas mensagens" - de Scheilla para você 
Autor:- Clayton B. Levy

- "Materializações Luminosas"
Autor:- R. A. Ranieri.

Respeito às Religiões (história passada com Chico Xavier)



Respeito às Religiões 

(história passada com Chico Xavier)



Chico respeitava as religiões e a convicção de cada um. 

Era considerado tanto pelos espiritas quanto pelos não espiritas. 

Exemplo dessa postura constatamos quando determinada pessoa lhe fez a seguinte observação:-
- Se a mãe de Jesus é uma só, Maria Santíssima, como, para o católico, há dezenas de Nossas Senhoras?

Chico redarguiu?

- Não devemos criticar, o que importa é a fé.

Se a pessoa tiver fé e Nossa Senhora da Aparecida e for orar com louvor a Nossa Senhora de Lourdes, da Abadia, de Fatima, de Guadalupe etc, não o faz imbuída de fé?

Uma senhora presente disse-lhe:-
- Eu estou muito triste, minha sobrinha frequentava o centro espírita e agora o abandonou e não sai da igreja!

Chico sabiamente ponderou:-
- Minha filha, dê graças a Deus. 

Lá ela só aprende o que é bom.

Eu ficaria muito triste se a senhora me contasse que ela anda bebendo cachaça ou usando drogas…



Livro:- Notáveis casos de Chico Xavier

Autor: Oswaldo De Castro


terça-feira, 31 de maio de 2016

A agenda "SECRETA" de CHICO XAVIER nas MADRUGADAS : auxílio aos necessitados !


 

O mais bonito não eram apenas as visitas que o Chico fazia com os grupos, mas aquelas anônimas que ele realizava pela madrugada, quando saía sozino para levar seu conforto moral às famílias doentes, às pessoas moribundas, às vezes acompanhado por um para assessorá-lo, ajudá-lo, pois já portava alguns problemas de saúde, mas sem que  ninguém o soubesse.
Ali estava a maior antena paranormal da humanidade dos últimos séculos, apagando este potencial para chorar com uma família que tinha fome.
Ele contou-me que tinha o hábito, em Pedro Leopoldo - Minas Gerais - Brasil, de visitar pessoas que ficavam embaixo de uma velha ponte, numa estrada abandonada e que ruíra.
Ia ele, sua irmã Luiza e mais duas ou três pessoas, muito pobres de sua comunidade.
À medida que eles aumentavam a frequência de visitas, os necessitados foram se avolumando, e mal conseguiam víveres para o grupo, pois que os seus salários eram insuficientes, e todos eram pessoas de escassos recursos.
O esposo de Luíza, que era fiscal da Prefeitura, recolhia, quando nas feira livres havia excedente, legumes e outros alimentos, e que eram doados para distribuir anonimamente, nos sábados, á noite, aos necessitados da ponte.
Houve, porém, um dia em que ele, Luíza e suas auxiliares não tinham absolutamente nada, decidiu-se então, não irem, pois aquela gente estava com fome e nada teriam para oferecer.
Eles também estavam vivendo com extremas dificuldades.
Foi quando lhe apareceu o Espírito do Dr. Bezerra de Menezes, que sugeriu colocasse algumas bilhas com água, que ele iria magnetizá-las para serem distribuídas, havendo ao menos, alguma coisa para dar.
Ele assim o fez, e o Espírito Benfeitor, utilizando-se do seu ectoplasma bem como o das demais pessoas presentes, fluidificou o líquido.
Esse adquiriu um suave perfume e, então, o Chico tomou moringas e, com suas amigas, após a reunião convencional do sábado, dirigiram-se à ponte.
Quando lá chegaram encontraram uma 200 pessoas, entre crianças, adultos, enfermos em geral, pessoas com graves problemas espirituais, necessitados.
"Lá vem o Chico, dona Luíza" - gritaram e ele constrangido e angustiado, por ter levado apenas água (o povo nem sabia o que seria água magnetizada,fluidificada), pretendeu explicar a ocorrência.
Levantou-se e falou:-
- "Meus irmãos, hoje nós não temos nada" - e narrou a dificuldade.
As pessoas ficaram logo ofendidas, tomando atitudes de desrespeito, e ele começou a chorar.
Neste momento, uma das assistidas levantou-se e disse:-
- "Alto lá !
Este homem e estas mulheres vêm sempre aqui nos ajudar e hoje que eles não tem nada para nos dar, cabe-nos dar-lhes alguma coisa.
Vamos dar-lhes a nossa alegria, vamos cantar, vamos agradecer a Deus".
Enquanto ela dizendo isso, apareceu um caminhão carregado, e alguém, lá de dentro, interrougou:-
- "Quem é Chico Xavier ?"
Quando ele atendeu, o motorista perguntou se ele se lembrava de um certo Dr. Fulano de Tal ?
Chico recordava-se de certo senhor de grandes posses materiais que vivia em São Paulo, que um ano antes estivera em Pedro Leopoldo - MG - Brasil, e lhe contara o drama de que era objeto.
Seu filho querido desencarnara, ele e a esposa estavam desesperados - ainda não havia denominado correio de Luz, eram comunicações mais esporádicas.
Chico compadeceu-se muito da angústia do casal.
Durante a reuniõa, o filhinho veio trazido pelo Dr. Bezerra de Menezes e escreveu uma consoladora mensagem.
Então, o cavalheiro disse-lhe:-
-"Um dia, Chico, eu hei de retribuir-lhe de alguma forma.
Mas como é que meu filho deu esta comunicação ?".
Chico explicou-lhe:-
- "É natural esse fenômeno, graças ao venerando espírito Dr. Bezerra de Menezes, que trouxa o jovem desencarnado para este fim", e deu-lhe uma idéia muito rápida do que eram as comunicações mediúnicas.
O casal ficou muito grato ao Dr. Bezerra de Menezes, e repetiu que um dia haveria de retribuir a graça recebida.
Foi quando o motorista lhe narrou:-
- "Estou trazendo este caminhão de alimentos mandado pelo Sr. Fulano de Tal, que me deu o endereço do Centro onde deveria entregar a carga, mas tive um problema na estrada, e atrasei-me, quando cheguei, estava tudo fechado.
 Olhei para os lados e apareceu-me um senhor de idade com barbas brancas, e perguntou o que eu desejava.
- "Estou procurando o Sr. Chico Xavier" - respondi.
- "Pois olhe:-
- Dobre ali, vá até uma ponte caída, e diga que fui eu quem o orientou" - respondeu-me.
- "E qual é o seu nome?" - indaguei, e ele respondeu.
- "Bezerra de Menezes".

Contado por Divaldo Pereira Franco