sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Melhore sua vida com uma atitude de Gratidão !!!!!

Imagem:- www.flaviosiqueira.com




Melhore sua vida com uma 
Atitude de Gratidão !!!!! 


No primeiro dia do Mês da Gratidão que estipulei para mim mesmo, o meu filho de 5 anos acordou “entediado” às 5h15 da manhã, vi uma multa por excesso de velocidade na bolsa da minha mulher e o aquecedor deu o último suspiro na hora em que entrei no banho.

Em geral, eu começaria a resmungar e o dia teria um péssimo início.

Mas aquele dia foi diferente.

Como são lindas as covinhas do meu filho, mesmo nessa hora infeliz.

Como é encantador o espírito aventureiro da minha mulher.

Faltam apenas 29 dias.

Uma semana antes, enquanto brigava com a sensação de que viera ao mundo para encher e esvaziar a lavadora de pratos, decidi que já era hora de dar fim aos resmungos automáticos.

Mas não eram apenas as pequenas coisas que me atormentavam.

De repente, os meus amigos vinham enfrentando adversidades:- 
-câncer, divórcio, demissão.

Eu não deveria comemorar minha relativa boa sorte?

Já ouvira falar do benefício da gratidão.

O que não entendia direito era como passar da rabugice à alegria transbordante.

Em busca de dicas, liguei para Robert A. Emmons, Professor da Universidade da Califórnia, pioneiro na pesquisa sobre os benefícios do pensamento positivo.

Emmons citou novos estudos, que indicam que basta fingir estar grato por algo que o nível de substâncias químicas associadas ao prazer e ao contentamentoSerotonina e Dopaminaaumenta.

Viva como se fosse agradecido por tudo, disse ele, e logo isso se tornará real.

Ele recomendou fazer uma lista de tudo pelo qual me senti agraciado durante uma semana ou mês específico.


Um estudo importante mostrou que, em dez semanas, quem registrou por escrito as coisas que lhe inspiravam gratidão sentiu-se 25% mais feliz do que quem não escreveu nada.


A pessoa chegou até a se sentir melhor no trabalho e a se exercitar uma hora e meia a mais por semana.

Estava convencido; mas a minha primeira tentativa de fazer uma lista de gratidão foi bem fraquinha:-

-“1. Café.


2. Cochilos.


3. Cafeína em geral.”


Conforme a lista crescia, me senti mais animado:-

-“114. Frutas recém-colhidas.


115. O disco branco dos Beatles.


116. Não sou careca.”

No terceiro dia, eu estava na maior farra, agradecendo a todos os pais e passantes na pracinha, como se tivesse acabado de ganhar o Oscar, e colando bilhetinhos amarelos por toda parte para me lembrar dos alvos de agradecimento no dia seguinte:-

- O Carteiro, a Professora do maternalzinho do meu filho Sebastian.


Mas essa abordagem integral logo começou a me cansar.


Os pesquisadores chamam isso de efeito do Juramento à Bandeira.


“Quando se exagera na gratidão, ela perde o sentido, ou pior, vira obrigação”, disse-me Martin E. P. Seligman, autor de Felicidade autêntica, quando lhe mencionei a crise.


Seja seletivo, aconselhou, e se concentre em agradecer aos heróis desconhecidos da sua vida.

Depois, Seligman sugeriu uma “visita de gratidão”.


Pense em alguém que fez diferença na sua vida e a quem você nunca agradeceu direito.


Escreva uma carta detalhada para exprimir o seu reconhecimento e depois leia-a em voz alta, na frente da pessoa.


“É comovente para quem dá e quem recebe”, disse Seligman.

“Prepare-se para chorar.”

Na mesma hora me veio à cabeça a Srta. Riggi, minha professora de inglês da 8ª série.


Foi ela quem primeiro me abriu os olhos para Hemingway, Faulkner e outros gigantes literários.


Foi ela a primeira a me encorajar a escrever.


Até hoje, sigo o seu conselho (“Nunca seja chato”).


Mas será que lhe agradeci?


Será que alguém lhe agradeceu?


Dei alguns telefonemas rápidos e descobri que ela ainda dava aulas no mesmo distrito escolar, depois de quase 40 anos.


Comprei passagens para mim e Sebastian:-

-iríamos a Scranton, minha cidade natal, na Pensilvânia, EUA.

Ainda faltava uma semana para a viagem e continuei a exercitar o meu músculo da gratidão.


Sonja Lyubomirsky, autora de A Ciência da Felicidade, Professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, recomendava “passar algum tempo longe de algo que adoramos mas consideramos comum”.

Foi mais fácil amar o carro depois de passar um dia usando transporte público – e correr dez quarteirões até a aula de ginástica de Sebastian quando o ônibus se atrasou 35 minutos.


Durante uma semana, eu e minha mulher abrimos mão da televisão, dos celulares e até do açúcar.


E abri mão do café – por pouco tempo.

Os exercícios de curto prazo nos chamaram a atenção para o valor das coisas.


Só que abstinência de cafeína é diferente de saber como a atitude de gratidão ajudaria meus amigos com câncer.


-Ou o casal que anunciou o divórcio.


-Ou o pai de três filhos que não consegue arranjar emprego.

“A gratidão é ainda mais importante durante épocas em que tudo parece estar perdido”, disse Emmons.


Encontrar algo para estimar e valorizar, disse ele, pode nos salvar do desespero, o que é impossível com queixas e lamentos.


Descobri essa verdade quando comecei a levar meu amigo com linfoma ao hospital para quimioterapia.


Apesar do sofrimento dele (ou talvez por causa disso), nossa ligação se tornou mais significativa.


“Quando fiquei doente, percebi que tinha passado anos me preocupando com coisas que não significam absolutamente nada”, disse ele.


“Agora, o mais importante é comemorar a vida enquanto ela existe.”

Pensei nas palavras dele no avião para a Pensilvânia enquanto escrevia rascunhos da minha carta para a Srta. Riggi.


Achei que estava pronto, mas, quando entrei na sala de aula, com Sebastian agarrado às minhas pernas, fiquei mais ansioso do que nunca.

A Srta. Riggi era mais baixa do que eu me lembrava, mas inconfundível com aqueles cabelos compridos e os olhos brilhantes e inteligentes.


Depois de um abraço meio sem graça, nos sentamos.


Respirei fundo e comecei a ler:-
-“Quero lhe agradecer o impacto que a senhora teve na minha vida”, comecei.


“Há quase 30 anos, a senhora apresentou as maravilhas da palavra escrita à minha turma da 8ª série.


Sua paixão por tramas e personagens e seu entusiasmo pelas palavras me fizeram perceber que o mundo fazia sentido.


Que vida grandiosa, pensei, ser capaz de dividir histórias com os outros!”

Algumas linhas adiante, aconteceu.


Sentado ali, com a minha mentora e com o meu filho no colo, a emoção tomou conta de mim.


As décadas se desfizeram e nada tinha mais importância do que o ato simples de compartilhar.


Foi como se eu falasse por gerações de alunos:-

-“O tempo passa. 

As lembranças se confundem e desvanecem. 

Mas eu nunca esquecerei o entusiasmo de chegar todos os dias à sua aula.”

O professor Seligman tinha razão quanto às lágrimas.


Elas vieram, para nós dois.


E, quer tenha sido o sorriso da Srta. Riggi quando terminei de ler a carta, ou o simples alívio de dividir o que estava havia muito tempo em meu coração, a sensação de paz que senti durou até bem depois de Sebastian e eu voltarmos para casa.


Desde então, escrevi outras cartas de gratidão, e minha mulher e eu evocamos o nosso “treinamento” quando nos sentimos sobrecarregados com a vida.


Os aborrecimentos, é claro, ainda existem, mas aprendi que o Reconhecimento e a Gratidão pelas coisas provocam um eco suficientemente forte para encobrir os resmungos e lamentos do homem que ainda esvazia a lavadora de pratos…

     3 maneiras de exercitar a gratidão pelas coisas

                                           Visualize
 
Crie uma colagem com tudo o que lhe inspira Gratidão e exiba-a num lugar destacado da casa.


Emmons diz que uma técnica que funciona bem com crianças é criar uma “árvore” de agradecimentos na porta da geladeira ou na parede, com “folhas” de adesivos coladas todo dia para agradecer por tudo, do novo irmãozinho ao passeio com o cachorro.   
                                 
Faça estas perguntas

Escolha alguém íntimo e pergunte a si mesmo:-

  • O que recebi dessa pessoa?
  • O que lhe dei?
  • Que problemas lhe causei?
Emmons explica que “isso pode nos levar a descobrir que devemos aos outros mais do que pensamos”.     

                               Uma vez por semana

Muitas vezes, de acordo com Lyubomirsky, concentrar-se na Gratidão uma vez por semana é mais eficaz do que com mais frequência.


Ela comparou pessoas que faziam relatórios de gratidão três vezes por semana com outras que o faziam só uma vez por semana.


O resultado foi que, com o passar do tempo, quem fazia uma vez por semana ficou mais feliz.


“Mas escolha o que combinar melhor com você”, diz ela.

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Um dia a gente aprende ............


Um dia a gente aprende ............

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. 

Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. 

E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… 

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. 

Aprende que falar pode curar dores emocionais. 

Descobre que se leva anos para construir uma confiança, e apenas segundos para destruí-la. 

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. 

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. 

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. 

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém… 
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.

E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. 

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.”

 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A Palavra mais Importante




A Palavra mais Importante



Havia uma mulher que amava as palavras. 

Desde a meninice, elas exerciam sobre ela um grande fascínio.

Talvez por isso ela tenha aprendido a ler muito cedo. 

Desejava decifrar aqueles sinais que preenchiam as páginas do jornal.

Gostava de apreciar a sonoridade das palavras. 

Umas suaves, outras mais agressivas. 

E de aprender o significado de cada uma delas. 

Encantava-se em saber que as palavras têm o poder de representar o    pensamento humano e estabelecer a comunicação entre as pessoas

Descobriu que existem palavras doces e perfumadas, como flor, carinho, amizade, maçã. 

Outras, tristes e angustiantes como lágrima, distância, saudade. 

Algumas dolorosas como crime, fome, abandono, guerra.

Algumas alegres e descontraídas, como primavera, natureza, criança.

Verificou que existem palavras que soam como uma sentença de morte, como câncer. 

Dá para imaginar o impacto que esse vocábulo é capaz de causar nos ouvidos de quem a ouve?

Um dia, no entanto, ela ouviu dos lábios do médico que acabara de examinar com muito cuidado uns raios-x, esta palavra e a achou muito feia. 

Num momento, a paisagem se modificou, pareceu-lhe não haver mais luz, embora ainda fosse dia. 

O sangue lhe sumiu das faces, dando lugar a um suor gélido. 

O coração tentou fugir a galope. 

Ela se lembrou de que, tempos atrás, fora convocada para uma batalha pela vida. 

Agora, outra vez lhe competia empreender a luta pela vida.

Fruto da ignorância, o medo, sempre oportunista, se instalou e a insegurança a dominou. 

O especialista foi lhe afirmando que havia muitas chances de melhora, graças às mais recentes conquistas da medicina.

Mas ela nem conseguia mais prestar atenção

A voz do médico parecia distante. 

O cérebro dela desenhava paisagens sombrias, comprometendo o equilíbrio. 

De volta ao lar, um tanto mais calma, talvez inspirada por benfeitores invisíveis, ela se lembrou de orar. 

Preparou sua alma para entrar em contato com Jesus e lhe rogar as forças necessárias.

Enquanto orava, pareceu ver o azul do firmamento, num cair de tarde, começando a salpicar de estrelas. 

Dele se destacou uma luz radiante, abrangendo todo o espaço ao seu redor.

Alguém, de olhar sereno e sorriso cativante lhe estendeu os braços. 

Caminhou em sua direção e um delicado perfume a envolveu

Ela se sentiu aconchegar de encontro ao peito daquela criatura tão serena, como se fosse uma criança amedrontada. 

Uma nova energia invadiu todo o seu ser e, então, como um canto divino ela ouviu dentro d’alma a voz melodiosa do mensageiro:-
- Filha, por que choras? 

Entre todas as palavras que admiras, esqueceste a mais importante, a mais poderosa.

Ela se atreveu a perguntar:-
- E que palavra eu esqueci, Senhor?

Ele se afastou um pouco, tomou o rosto dela entre suas mãos e olhando-a com doce ternura, respondeu:-
- A palavra é !

Fé é a mola propulsora que permite superar óbices e vencer obstáculos.

Fé é Força motriz da Alma que, assim alimentada, vence os percalços e avança, vitoriosa.

Por esta Razão é que o Mestre de Nazaré ensinou, um dia:-
- Se tiverdes  do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: move-te daqui para lá e ela se moverá.

E a montanha que todos precisamos mover para avançar na estrada da vida, chama-se Dificuldade.


Amar se aprende, Amando !!!!!




Amar se aprende, Amando !!!!!
De hoje em diante, todos os dias ao acordar, direi:-
-Eu hoje, vou ser Feliz !
Vou lembrar de agradecer ao Sol pelo seu calor e luminosidade.
Sentirei que estou vivendo, respirando.

Posso desfrutar de todos os  recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o múrmurio das   águas do mar.
Lembrarei de sentir a beleza das árvores e das flores.
Vou sorrir mais, sempre que puder.

Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos de meus semelhantes ou companheiros.
Vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou  com Saudades!

Reservarei minutos de silêncio para ter a oportunidade de ouvir.
Não vou lamentar nem amargar as injustiças.
Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos.
Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais.
Vou viver todos os momentos, proveitosamente.
Não vou sofrer por antecipação, prevendo futuros incertos, nem  com atraso, lembranco de coisas sobre as quais não tenho mais ação.

Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como ser feliz com o que possuo. 
E, o maior bem que possuo,  é a própria vida. 

Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém. 

Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir. 
Vou lembrar que existe alguém que me quer bem. 

Vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram, para que saibam que serão sempre uma doce lembrança, até que venhamos.
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar. 
E, quando a noite chegar, vou olhar para o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer a Deus...

Porque hoje eu fui feliz! 

      Carlos Drumond de Andrade 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Gentileza, o segredo da Felicidade !!!



Gentileza, o segredo da Felicidade !!! 
 
Muito do que torna a vida mais difícil – uma batidinha no carro, uma porta que alguém não segurou quando você passou – se deve à falta de consideração.

Imagine só como seria o mundo se todos fossem um pouquinho mais gentis.

Ao tentarmos entrar numa rua movimentada, por exemplo, alguém nos cede a passagem.

No supermercado, você deixa alguém apressado entrar na sua frente na fila do caixa.

No metrô lotado, você se levanta para dar lugar a quem parece cansado.

Uma nova teoria, chamada “sobrevivência do mais Gentil”, diz que foi graças à gentileza que a espécie humana prosperou.

O professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé, nos Estados Unidos, analisou sociedades antigas e verificou que a Gentileza era componente fundamental da sobrevivência das comunidades.

“Grupos com muitos altruístas tendem a sobreviver”, diz ele.

“Os altruístas cooperam e contribuem para o bem-estar dos outros integrantes da comunidade.”

Isto quer dizer que temos em nós a capacidade de ajudar os outros, principalmente os que nos são próximos, a fim de garantir nossa sobrevivência.

  Sobre Gentileza:- a Doçura traz Felicidade

A pesquisa demonstra que a gentileza também pode nos deixar mais felizes.

A professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, pediu aos participantes de um estudo que praticassem ações gentis durante dez semanas.

Ela verificou que a felicidade aumentou no período do estudo, embora houvesse um senão:-
-quem teve atitudes de gentileza variadas
– segurar a porta aberta para um estranho passar,
-lavar a louça do colega de quarto,
registrou nível bem mais alto de felicidade, mesmo um mês depois do fim do estudo, do que quem repetiu o mesmo ato várias vezes.
Não faz diferença em termos de felicidade se ajudamos um ente querido ou um estranho, mas o resultado pode ser diferente.

“O ato pequeno e anônimo faz com que a gente se sinta uma pessoa muito boa”, diz a professora Lyubomirsky.

“Mas um grande ato de gentileza feito a alguém que conhecemos pode ter consequências sociais:-
-podemos fazer um novo amigo ou receber agradecimentos generosos.”

Assim, pagar um café para um estranho pode levantar o astral por al­gum tempo, mas auxiliar um vizinho idoso a fazer compras talvez ajude a melhorar de fato um relacionamento.

  Para ter saúde:- Altruísmo
A gentileza nos faz bem de outras maneiras.

O professor Stephen Post, autor de:-
- Why Good Things Happen to Good People (Por que coisas boas acontecem a Pessoas Boas), examinou os indícios de que Ser Gentil Faz Bem À Saúde.

Um estudo com 2.016 frequentadores de igrejas verificou que os que ajudavam os outros regularmente tinham mais saúde mental e menos depressão.

Outros estudos constataram que as pessoas solidárias têm menos probabilidade de sofrer de doenças crônicas, e seu sistema imunológico tende a ser melhor.

“Existe uma relação direta entre Bem-Estar, Felicidade e Saúde nas pessoas gentis”, diz Post.

A Gentileza talvez ajude a regular as emoções, o que causa impacto positivo sobre a Saúde.

Se nosso instinto biológico automático do tipo “lutar ou correr” ficar ativo demais por causa do estresse, o sistema cardiovascular é afetado e a imunidade do corpo enfraquece.

“É difícil ficar zangado, ressentido ou amedrontado quando se demonstra amor altruísta pelos outros”, afirma Post.

  O mundo está preparado para Pessoas Gentis? 
 
A gentileza pode ser uma virtude, mas isso não quer dizer que seja fácil.

Diego Villaveces decidiu realizar atos aleatórios de gentileza para com estranhos, inspirado por alguém que “teve uma vida dificílima mas, apesar disso, conseguiu manter a generosidade para com os outros”.

Villaveces deu entradas de cinema, vales-refeição e livros a estranhos nas ruas, mas provocou algumas reações esquisitas.

“Algumas pessoas se mostraram muito perplexas”, diz ele.

“Muita gente fica sem graça ao receber presentes de estranhos.

Algumas chegaram a devolvê-lo, dizendo que não queriam minha generosidade.

Tive de aprender a aceitar e respeitar isso.”

Villaveces, 38 anos, que trabalha com marketing e mora em Sydney, na Austrália, com a mulher e os filhos, a cada ato gentil aleatório dá também um cartão, que pede ao destinatário para fazer uma boa ação para outra pessoa.

“Decidi que queria fazer algo mais pela humanidade”, afirma.

“A gentileza pode criar uma onda significativa de mudanças à nossa volta.”

Ele criou um site para acompanhar o progresso dos cartões, mas admite que, até agora, a resposta tem sido modesta.

“Pensei que seria mais fácil levar os outros a participar, mas isso também faz parte do desafio, e eu o aceito.”

É justo dizer que, como descobriu Villaveces, há um certo nível de cinismo diante da gentileza.

O rótulo de “bom samaritano” nem sempre é um elogio. 

Todos gostamos da ideia de sermos gentis, mas ao mesmo tempo os gentis não acabam sendo sempre os últimos?

Agir pela bondade do coração vai diretamente contra a teoria da evolução pela “sobrevivência do mais apto”, segundo a qual os seres humanos são levados a competir pela vida de modo bastante egoísta.

Em 1968, os pesquisadores Bibb Latané e John Darley descobriram um fenômeno conhecido como “efeito do espectador”:-
-quando alguém precisa de ajuda num lugar público, a probabilidade de ser ajudado é menor quanto mais gente houver em volta.

Os pesquisadores acreditam que o efeito surge porque todo mundo imita o comportamento da maioria e pressupõe que algum outro assumirá a responsabilidade.

Nas cidades grandes, as pessoas também não se sentem seguras para interagir com estranhos.

  Gentileza X Egoísmo 
 
Mas nada do que foi dito aqui explica por que somos gentis quando queremos ser.

Rebecca Egan, 34 anos, fez um dos maiores sacrifícios possíveis por alguém que amava:-

“Foi uma das decisões mais fáceis que já tive de tomar”, revela.

Foi um profundo ato de gentileza, mas que ela sente que só faria por um ente querido.

“Não sei por que, mas acho que não doaria um rim a qualquer pessoa; provavelmente só pensaria em fazer isso por um parente”, admite.

“Ao mesmo tempo, doar o rim ao meu pai ajudou outras pessoas, porque papai saiu da lista de espera de doadores e alguém pôde ocupar o seu lugar.”

O pai de Rebecca talvez possa agradecer à genética pela gentileza da filha.

Um estudo de 2005 da Universidade Hebraica, em Israel, descobriu um vínculo entre a bondade e o gene que libera a dopamina, neurotransmissor que proporciona bem-estar.

A pesquisa de Alan Luks, publicada em 1991 no livro The Healing Power of Doing Good (O poder curativo de fazer o bem), verificou que as pessoas que tinham atitudes gentis descreviam ter uma sensação física.

Muitos disseram sentir-se mais cheios de energia, mais calorosos, mais calmos e com mais amor-próprio, fenômeno que ele cha­ma de “a onda de ajudar”.

Alguns cientistas dizem que, como só somos altruístas pelo bem do grupo e para sentir a descarga de dopamina, isso significa que, na verdade, a gentileza é egoísta.

“Talvez, em algum nível, a maioria dos casos de altruísmo seja em proveito próprio”, diz Bill Von Hipple, professor de Psicologia da Universidade de Queensland.

“Que importância tem se a gentileza é egoísta?”, pergunta a escritora Catherine Ryan Hyde.

Seu livro:- Pay It Forward (Pague depois), conta a história de um garoto angustiado que decide começar a pagar todas as boas ações que recebe praticando três boas ações a outras pessoas.

O livro se transformou em filme (no Brasil, o filme chama-se Corrente do Bem) e provocou um movimento de gente dedicada ao bem na vida real.

A iniciativa ilustra como a gentileza pode ser verdadeiramente altruísta:-
- Estranhos ajudam estranhos sem expectativa de ganho pessoal.
Ryan Hyde diz que não importa o que motiva as pessoas a doar; o que importa é que decidiram doar.

“Se tanto quem ajuda quanto quem é ajudado se sente bem, parece-me um exemplo em que todos saem ganhando.

Não há jeito errado de fazer uma gentileza.”

A recompensa não pode ser dinheiro

A Gentileza tem outra semelhança com a Felicidade:-
-não pode ser comprada.

Segundo o professor Sam Bowles, os economistas costumam cometer o erro de achar que todos são inerentemente egoístas e que só fazem algo bom em troca de recompensa financeira ou para evitar multas.

Mas o relatório de Bowles, publicado em 2008, na Revista Science mostra o contrário.

A pesquisa acompanhou seis creches que começaram a cobrar multa dos pais que se atrasavam para buscar os filhos.

Depois das multas, a incidência de atraso dos pais duplicou.
Um estudo semelhante também verificou que a probabilidade de mulheres doarem sangue é menor se forem pagas.

Bowles acredita que ficamos ressentidos com a idéia de que nossos princípios possam ser comprados:-
-preferimos fazer boas ações de graça.

“Ser gentil nos dá prazer”, diz.

Ser gentil ou individualista é opção de cada um.

Um dos sinônimos de bondade é humanidade.

Em essência, a bondade e a gentileza são o reconhecimento do fato de que todos somos humanos, o reconhecimento de que estamos juntos.

“Muito do que faz a vida valer a pena depende de que pelo menos alguns de nós sejamos altruístas de vez em quan­do”, diz Bowles.

“Não podemos enfrentar problemas como a mudança climática global, a disseminação de doenças e a violência mundial apelando apenas para o individualismo.”
    A Boa Notícia é que é Fácil Aprender a ser Gentil

“Basta praticar mais atos de gentileza do que estamos acostumados, e de forma regular; por exemplo:-
-cinco atos de gentileza toda segunda-feira”, diz Sonja Lyubomirsky.

A gentileza, portanto, é apenas uma questão de opção: é uma atitude que adotamos e que pode fazer diferença, ainda que pequena, na vida dos outros.

Diego Villaveces acredita que a gentileza tem de começar por dentro.

“Às vezes afastamos os outros de nós para nos sentirmos mais seguros, mas isso também nos isola do restante do mundo”, diz ele.

“Todas as grandes religiões têm o amor como princípio universal.

A Gentileza leva o amor a um nível mais terno e acessível, com o qual a maioria se sente à vontade.

Fazer o bem aos outros é reconhecer que todos à nossa volta são iguais a nós.”

Como ser Gentil e Altruísta
                           Dicas do Diego Villaveces

• Compre um saquinho de amendoim ou alguns bombons no supermercado e os dê a um morador de rua.

• Visite um asilo de idosos e passe uma hora jogando cartas com alguém que não recebe muitas visitas.

• Carregue a mala pesada de alguém que parece estar se esforçando muito para arrastá-la.

• Compre raspadinhas e distribua-as de graça e inesperadamente.

• No metrô ou no ônibus, ofereça seu lugar a outra pessoa, mesmo que seja alguém mais jovem ou em melhores condições físicas que você.

• Prepare um jantar para um amigo que está passando por dificuldades.

Crianças e gentileza

As crianças pequenas demonstram tendência para a gentileza antes mesmo de desenvolver a linguagem, de acordo com um estudo de 2006 publicado na revista Science.

As crianças de 2 anos pegam objetos que os adultos deixam cair no chão para devolvê-los, mas só se a criança achar que o objeto não foi jogado de propósito.

Você pode ensinar seus filhos a serem gentis começando com o básico da educação:-
  • Lembre-os de dizer “Por Favor” e “Obrigado”, e dê o exemplo.
  • Aumente o sentimento de empatia encorajando-os a entender como os outros se sentem.
  • Recompense a gentileza.
  • Quando vir seu filho ajudando alguém, elogie-o.
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Atitudes de Carinho, Respeito e Atenção trazem mais benefícios do que você imagina.

Doçura e Gentileza, além de ajudar aos outros, nos deixa mais Felizes e também nos ajuda a viver mais.

 Claire Buckis




Suicídio e Família




Suicídio e Família 

Sei que é bem triste e de muito sofrimento para os familiares de pessoas que se suicidam. 

Mas não devem se desesperar nem blasfemar, e sim, tentar ajudar um ao outro, e todos devem se esforçar para auxiliar o suicida.

Devem ver nele um imprudente que fez muito mal a si mesmo e que necessita do perdão de todos e de muitas orações, colocando nelas o incentivo para que ele peça perdão, para que rogue socorro e aceite a ajuda que lhe é oferecida, como também desejar-lhe paz e que seja feliz. 

Isso, vindo dos entes queridos, os auxilia muito. 

Os familiares do suicida não devem pensar que eles são infelizes e que sofrerão pela eternidade. 

Nada na espiritualidade é taxativo, cada caso é visto com carinho. 

É errado se matar ou tirar a vida física de quem quer que seja.

As consequências do erro são de quem o cometeu, mas somos sempre perdoados quando pedimos perdão com sinceridade. 

O carinho dos que nos amam é conforto que facilita muito. 

E, quem pensa em se suicidar, que não o faça. 

Por pior que seja a dificuldade do momento, lembre-se de que tudo passa, o tempo passa trazendo as soluções. 

Continuamos a existência após a morte do corpo e, para o suicida, essa continuação não é agradável e ele acaba sofrendo bastante.


Livro:- O Vôo da Gaivota
Cap. Desencarnações
 Espírito Patrícia 
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho