terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Ambiente Doméstico




  Wild Goose 

Island 

Montana - USA

 

TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - Nº. 57. - AMBIENTE DOMÉSTICO. - ALLAN KARDEC.



                                   AMBIENTE DOMÉSTICO.

O Espírito muitas vezes renasce no mesmo meio em que já viveu, e relaciona-se com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes tenha feito.
Se nelas reconhecesse as mesmas que odiou, poderia novamente ser despertado seu ódio.
Em todo caso, ele ficaria humilhado diante das pessoas que tivesse ofendido.

                        Allan Kardec.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Administradores do presente e do futuro








Administradores do presente e do futuro


Seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro, tudo é vosso (1 Co 3.22b)

O apóstolo Paulo disse que duas coisas em particular nos pertencem:-
-  o presente e o futuro. 
 
Portanto, até certo limite, podemos fazer aquilo que queremos. 
 
Somos donos do nosso presente e do nosso futuro. 
 
Que responsabilidade! 
 
Mas Paulo acrescenta:- Tudo é vosso; e vós, de Cristo, e Cristo de Deus (1 Co 22b,23a). 

Neste trecho, percebemos que somos propriedade de Deus, daquele que nos dá um presente e um futuro para administrar. 
 
E cabe a cada um de nós usar o tempo da melhor maneira possível, dando sempre o nosso melhor nas áreas espiritual, emocional, física e material, para que possamos produzir frutos notáveis. 

Certamente, o presente é o mais importante para nós porque o futuro ainda não chegou. 
 
No entanto, devemos construir o nosso amanhã desde já, pois nossa vida se assemelha a uma seara:-
- colheremos o que tivermos semeado (Gl 6.7). 

Nunca se esqueça de que o seu futuro está implícito no seu dia-a-dia. 
 
O que você semear hoje, seja bom ou ruim, vai interferir no seu futuro. 
 
Contudo, ainda há cristãos que se surpreendem quando colhem fracassos no seu amanhã, pois se esquecem de que semearam tudo o que era necessário para colher a derrota.

Alguém já disse:-
- “Nossa vida, com seu passado e seu futuro, para Deus, é sempre presente”. 
 
O dia de hoje é o mais importante. 
 
É neste dia que Deus nos espera de braços abertos para intervir em nossa vida. 

Tudo que aconteceu ontem e ocorrerá amanhã pertencem ao nosso agora. 
 
Mesmo cientes disso, temos muita dificuldade de viver o hoje! 
 
Não sabemos usufruir do tempo que vivemos, sendo que a melhor maneira de aproveitar o nosso hoje é simplesmente estar em comunhão com Aquele que disse:-
- Eu sou o que sou, e vive um eterno presente. 

Eis algumas questões que todo cristão espiritualmente vigilante deve colocar para Deus:-
- O que o Senhor está preste a fazer? 
O que vai me dizer? 
O que deseja dar-me e pedir a mim? 
O que quer que eu faça?

É assim que deve ser. 
Nosso viver diário tem de estar em sintonia com o Espírito Santo. 
 
Em Hebreus 3.15, está escrito:-
- Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração. 
 
Nosso coração se endurece quando não bate no ritmo do Deus vivo, quando vive ruminando o passado, ou ansioso com o futuro. 
 
Com isso não desfrutamos das promessas de Deus em nosso presente. 

Pergunte ao Senhor:-
- “Pai, qual é a palavra que o Senhor tem para o tempo em que vivo? 
 
Para o lugar no qual eu me encontro? 
 
Para minha vida sentimental? 
 
Para minha área profissional? 
 
Para o ministério em que atuo?” 
 
E não se esqueça do que alerta em Eclesiastes 3.4:-
-  há tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar...  
 
Há tempo para tudo!

Você consegue compreender o tempo em que vive? 
 
Pois é tempo de ação, de buscar a Deus, de dar testemunho com a sua vida! 
 
Existem muitas pessoas sofrendo porque não param para analisar, entender e mudar o seu estilo de vida. 
 
Ainda não se deram conta de que os tempos mudaram e vão continuar mudando.

Que possamos pedir a Deus discernimento espiritual e sabedoria (Tg 1.5,6). 
 
E que sejamos também como os homens de Issacar, que tinham entendimento para saberem o que Israel deveria fazer (1 Cr 12.32) em qualquer circunstância. 
 
Que o Senhor aguce os nossos ouvidos a cada manhã para que ouçamos Sua voz.

Como diz C. S. Lewis:-
- “Os homens vivem dentro do tempo, mas Deus os destinou para a eternidade. 
 
É essa a razão pela qual Ele deseja vê-los se aplicar às duas coisas ao mesmo tempo:-
- à eternidade de um lado, e, de outro, a este ponto do tempo que é o momento presente, que é o instante em que o tempo toca a eternidade. 
 
Não é noutro tempo senão no presente que os homens têm uma experiência parcial da realidade, comparável àquela que Deus abraça constantemente na sua totalidade. 
 
E é a única ocasião em que eles dispõem ao mesmo tempo da atualidade e da liberdade!”

Isto nos leva a refletir que precisamos servir a Deus no nosso tempo. 
 
A Bíblia nos dá exemplos de homens e mulheres que entenderam os momentos de sua vida e fizeram o melhor em prol do Reino de Deus e das pessoas. 
 
Daniel, Davi, Ester, Maria, os discípulos, entre outros, souberam servir aos desígnios do Senhor na época em que viveram. 

Outro ponto a ser levado em consideração é que a adaptação às novas situações faz parte da pedagogia de Deus para nos fazer crescer. 
 
O Senhor nos deu dons e talentos. 
 
Cabe a você e a mim entendermos isso e frutificarmos onde Ele nos tem colocado. 
 
Aliás, os psicólogos dizem que a inteligência é a capacidade de adaptar-se facilmente às novas conjunturas.

Por outro lado, quando nos recusamos a aceitar o momento presente em que vivemos, enfrentamos conflitos, dilemas, frustrações, paixões, desentendimentos, remorsos, tristezas e ansiedades. 
 
Precisamos, então, aprender a alegrar-nos mesmo nas adversidades, pois neste mundo estamos sendo testados a todo instante. 
 
Ao provar a nossa fé, Deus nos capacita e traz à luz os desejos mais secretos do nosso coração. 
 
Ele aperfeiçoa e firma a nossa fé. 

Entendamos o segredo do contentamento no nosso dia-a-dia. 
 
Quando reconhecermos que Deus faz belas todas as coisas no seu devido tempo, viveremos em plena comunhão com Ele. 

Paulo conhecia o segredo da felicidade:-
- Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. 
 
Posso todas as coisas naquele que me fortalece (Fp 4.12,13). Este deve ser o segredo de todo cristão. 

Aprenda a estar contente, sem murmurar, seja qual for a situação. 
 
Creia que Deus está no controle. 
 
Viva cada etapa de sua existência. 
 
Não tente abreviar ou adiar os momentos de dificuldades. 
 
A natureza tem suas estações, seus ritmos e suas leis — de nascimento, crescimento, maturidade e envelhecimento. Devemos respeitá-los.

À medida que avançamos na idade, a vida nos leva cada vez mais a valorizar o ser do que o ter ou o fazer. 
 
E, então, na terceira ou quarta idade não restam senão a fé, a esperança e o amor. 
 
Portanto, permanecem apenas algumas oportunidades e certos encontros importantes e, por trás destes, ao fundo, o encontro com Deus, o maior acontecimento humano possível. 

Paul Tournier escreveu:-
-  “O que conta para os idosos não é o que eles ainda fazem, nem o que eles acumularam e não levarão, mas sim o que eles são. 
 
Todas as concepções, doutrinas e fórmulas que os homens inventam passam; por sua vez, todo ideal também envelhece. Somente o verdadeiro Deus permanece. 
 
Com Ele, sei que, para além do inverno e da morte, eu o verei face a face como Ele me viu antes mesmo que eu nascesse”.

Que você possa entender que seu presente deve ser vivido da melhor maneira possível, priorizando sempre Deus como o Senhor da sua vida. 

Autoria: Prª Elizete Malafaia

Por Litrazini:

Graça e Paz

Paz









O mundo está em conflito. 
Enquanto erguemos monumentos À paz, investimos mais na guerra.

Enquanto falamos da necessidade de paz, armamo-nos até aos dentes, preparando-nos para os mais encardidos combates.

As tensões se agigantam entre as nações, dentro das famílias e até mesmo no sacrário da nossa alma. 
Somos uma guerra civil ambulante.

O homem está em conflito com Deus, com seu próximo e consigo mesmo. 
A paz será sempre um sonho utópico até que reine o Príncipe da paz.

As Escrituras nos falam de paz com Deus e paz de Deus. 
A primeira é um estado, a segunda um sentimento.

A paz de Deus nos fala de um relacionamento certo com Deus, fruto da reconciliação com ele, por meio de Cristo.

A paz de Deus é fruto da paz com Deus e tem a ver com um sentimento de gozo inefável, que inunda a nossa alma, mesmo em meio aos vendavais da vida.

Não há paz de Deus sem que primeiro se estabeleça a paz com Deus.

A paz com Deus é a raiz, a paz de Deus é o fruto. A paz com Deus é a fonte e a paz de Deus é o fluxo que corre dessa fonte.

Mas, o que de fato é a paz com Deus?

Ela é fruto da justificação, e justificação é um ato jurídico de Deus, declarando-nos inocentes e inculpáveis diante do seu tribunal, em virtude do sacrifício substitutivo de Cristo, em nosso favor e em nosso lugar.

Mediante a justificação, ficamos quites com a lei de Deus e com a justiça divina, não pesando mais sobre nós nenhuma condenação. 
Nossos pecados não são imputados a nós, pois foram lançados sobre Jesus na cruz e toda a justiça de Cristo é transferida para o nossa conta, de tal maneira que somos justificados no tribunal de Deus.

A justificação é um ato e não um processo; é feito no tribunal de Deus e não no nosso coração. 
Ela não tem graus, uma vez que todos os salvos são de igual forma justificados com base nos méritos de Cristo Jesus. 
Por isso, a paz com Deus é a mesma para todos os remidos. 
Nenhum salvo tem mais paz com Deus do que outro. 
Todos estão de igual forma reconciliados com Deus por meio de Cristo Jesus.

Já a paz de Deus difere de crente para crente. 
Nem todos os salvos a experimentam com a mesma intensidade. 
Ela não é um estado, mas um sentimento, fruto do nosso estreito relacionamento com Deus. 
Paulo diz que a falta dessa paz deixa o coração e a mente vulneráveis à ansiedade.

A ansiedade é uma espécie de estrangulamento da alma, quando somos sufocados pelas tensões que chegam das circunstâncias, dos relacionamentos estremecidos e da preocupação com as coisas materiais.

Quando buscamos a Deus em oração e o adoramos, dando graças por sua bondade, a ansiedade precisa bater em retirada e, a paz de Deus, como uma sentinela divina, passa a guardar nosso coração e a nossa mente em Cristo Jesus.

A paz de Deus é uma fortaleza ao redor da nossa mente e do nosso coração, da nossa razão e dos nossos sentimentos.

A paz de Deus é aquele descanso interior, em saber que Deus está no controle, que nossa vida está em suas mãos, mesmo quando as circunstâncias ao nosso redor estão tempestuosas. 
Não precisamos ser prisioneiros da ansiedade.

Se já fomos reconciliados com Deus, já temos a paz com Deus, e agora, podemos experimentar a paz de Deus!

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

 Lidiomar

domingo, 2 de dezembro de 2012

Guardemos com cuidado









GUARDEMOS O CUIDADO.

                        “... mas nada é puro para os contaminados e infiéis”. - Paulo.
(TITO, 1:15.)
 
O homem enxerga sempre, através da visão interior.
 
Com as cores que usa por dentro, julga os aspectos de fora.
 
Pelo que sente, examina os sentimentos alheios.
 
Na conduta dos outros, supõe encontrar os mmeios e fins das ações que lhe são peculiares.
 
Daí, o imperativo de grande vigilância para que a nossa consciência não se contamine pelo mal.
 
Quando a sombra vagueia em nossa mente, não vislumbramos senão sombras em toda parte.
 
Junto das manifestação do amor mais puro imaginamos alucinações carnais.
 
Se encontramos um companheiro trajado com louvável apuro, pensamos em vaidade.
 
Ante o amigo chamado à carreira pública, mentalizamos a tirania política.
 
Se o vizinho sabe economizar com perfeito aproveitamento da oportunidade, fixamo-lo com desconfiança e costumamos tecer longas reflexões em torno de apropriações indébitas.
 
Quando ouvimos um amigo na defesa justa, usando a energia que lhe compete, relegamo-lo, de imediato, à categoria dos intratáveis.
 
Quando a treva se estende, na intimidade de nossa vida, deploráveis alterações nos atingem os pensamentos.
 
Virtudes, nessas circunstâncias, jamais são vistas.
 
 Os males, contudo, sobram sempre.
 
Os mais largos gestos de benção recebem lastimáveis interpretações.
 
Guardemos cuidado toda vez que formos visitados pela inveja, pelo ciúme, pela suspeita ou pela maledicência.
 
Casos intrincados existem nos quais o silêncio é o remédio bendito e eficaz, porque sem dúvida, cada espírito observa o caminho ou o companheiro segundo a visão clara ou escura de que dispõe.

             Livro “FONTE VIVA” 
 EMMANUEL
 Francisco C. Xavier
10a.  Edição 
 Editora FEB
 Rio de Janeiro, R - 1982.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)
 
 
 
 
 
 
 
“A frente de um mundo atormentado, à face da carência de compreensão e de amor, saibamos servir ao Senhor na reformulação dos valores da existência.”

                                                                                                     BATUÍRA
 
 

sábado, 1 de dezembro de 2012




Amigos
São os mais ternos
E os mais doces abrigos
Que precisam ser valorizados e percebidos
Mas...
quase sempre são esquecidos.
...
Quem tem um amigo
tem um cantinho de paz
Onde se acomoda e se aconchega
...
Se tens um abrigo amigo, forte e inabalável
na sinceridade tanto faz
Se é sol...
Ou tempestade.

Mah Lobo 


Amizade....







Amizade...
É um diamante em pedra bruta
Quanto mais polida pelo afeto
mais reluz na noites de solidão
uma luz companheira
***
Amizade...
É dedicação inesgotável
promessa diária para uma
vida inteira